Segunda-feira, 30 de Agosto de 2010
Pérolas dos nossos políticos (4)
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... e dos nossos intelectuais!
Sim, não são apenas os políticos! São igualmente os nossos intelectuais!
Efectivamente, Portugal afunda-se em consequência da classe política e da classe intelectual que possui, ambas de braço dado, e com alguns elementos a assentar em ambas elas. A primeira manda e a segunda, a troco de um mensalão (oportuno neologismo importado do Brasil) abençoa o sistema.
Por isso, o nosso título geral passará a abranger então neste espaço esta tão sublime classe.
Acalmem-se os políticos e intelectuais sérios! Isto não é com vocês e vocês entendem-nos!
(Nas imagens: Boaventura Sousa Santos e outro intelectual não identificado)
(Nas imagens: Boaventura Sousa Santos e outro intelectual não identificado)
Sábado, 21 de Agosto de 2010
Pérolas dos nossos políticos (3)
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Sampaio resolve!
Heduíno Gomes
O conhecido ponta-de-lança da pieguice irrealista Jorge Sampaio (não confundir com o maninho Daniel, ponta-de-lança da bandalheira sexual nas escolas), sempre amigo de minorias supostamente vítimas, opôs-se à expulsão de várias centenas de ciganos, oriundos da Roménia e Bulgária, pelo governo francês. Mas Sampaio resolve!
Sampaio já os convidou para acamparem à porta dele, podendo gamar na vizinhança e pedir nos semáforos de Entrecampos. E quando precisarem de assistência médica, vão ao Hospital de Santa Maria, que o Estado português e portanto os contribuintes portugueses pagam.
E assim o ponta-de-lança resolve! E Sarkozy pode estar descansado!
É tão bonzinho, este Alto Representante da Aliança das Civilizações! À custa dos outros!
É tão bonzinho, este Alto Representante da Aliança das Civilizações! À custa dos outros!
Quinta-feira, 19 de Agosto de 2010
Pérolas dos nossos políticos (2)
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Rui Gomes da Silva, comentador de futebol
Heduíno Gomes
Há muitos anos que conhecemos o escandaloso e bronco facciosismo no futebol do político santanista Rui Gomes da Silva, incluindo quando desempenhou funções de «justiça» no antro que é a FPF, ajudando à «verdade desportiva» dos apitos coloridos que todos conhecemos.
Apareceu agora na SIC Notícias (dia 16), em comentador de futebol, a pronunciar-se sobre lances, vendo neles o que ninguém mais via e não vendo o que todos viam.
A melhor foi assim.
Um jogador do seu clube simulou um penalte e por isso levou um cartão amarelo.
Então, por esta grande atitude desportivamente moral, recebeu um elogio do Rui Gomes da Silva: «Ele depois pediu desculpa ao árbitro, o que demonstra a sua grande dignidade.»
A que outro comentador oportunamente respondeu que demonstraria dignidade era se não tivesse simulado...
O Rui Gomes da Silva é só padrinho do sistema (político, que incorpora o sistema da bola) ou também é burro? Ou fará dos outros burros?
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Acordo ortográfico
A grande flexibilidade da língua portuguesa
e não só!
De todas as línguas indo-europeias!
Com cumprimentos para o Cavaco, o Santana Lopes, o Sócrates & C.ª.
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Pérolas dos nossos políticos (1)
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As referências vermelhas de Cavaco
Afonso Perdigão
Referindo-se aos seus poderes constitucionais, com o seu habitual ar professoral, o Aníbal «vá lá um da gente que eu fico aqui», ou assobiador para o lado, recomenda a leitura do «seu» «livro vermelho» sobre a Constituição da autoria do Canotilho e Vital Moreira, dois prequistas convertidos ao sistema.Pois por uma vez o Aníbal falou verdade: o seu livro de cabeceira é vermelho! Não se declarará de esquerda a sua Maria?
Já sabíamos.
Já no PPD-PSD o Aníbal era um laranja avermelhado, sanguíneo, de casca grossa, tecnocrata, amoral "competente" e estadista míope, a desempenhar o papel de um óptimo aliado dos vermelhos & rosinhas, contribuindo durante dez anos para a degradação vertiginosa de Portugal.
Já sabíamos.
Já no PPD-PSD o Aníbal era um laranja avermelhado, sanguíneo, de casca grossa, tecnocrata, amoral "competente" e estadista míope, a desempenhar o papel de um óptimo aliado dos vermelhos & rosinhas, contribuindo durante dez anos para a degradação vertiginosa de Portugal.
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Acordo ortográfico
Como é versátil a língua portuguesa!
Com cumprimentos para o Cavaco,
Santana Lopes, Sócrates & C.ª.
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O ministério antiprofessor
Henrique Raposo, Expresso
O ministério da educação já não existe na realidade. Os pedagogos da 5 de Outubro só existem no mundo do humor. E, no meio deste humor involuntário, lá vão destruindo a figura do "professor".
I. Nas últimas semanas, o humor do ministério da educação começou no grau de exigência das provas de final de ano. Numa prova do 6.º ano, os alunos foram confrontados com este desafio brutal: ordenar palavras por ordem alfabética. Repito: a prova era para o 6.º ano. Uma prova de matemática, também do 6.º ano, tinha perguntas complicadas como esta: "quantos são 5 + 2?". Tal como disse a sociedade portuguesa de matemática, 14 perguntas deste teste de aferição do 6.º ano poderiam ter sido respondidas por alunos da primária. Em nome das suas estatísticas, os pedagogos da 5 de Outubro estão a destruir qualquer noção de empenho e rigor. Isto até seria cómico, se não fosse realmente grave.
II. Há dias, o humor chegou à própria arquitectura das escolas. Um génio da "Parque Escolar" decidiu que a sala de aula já não pode ser o centro da escola, porque isso representa o passado, porque isso representa um ensino centrado, imaginem, no professor. A "Parque Escolar" quer "uma escola descentrada da sala de aula, em que os alunos se espalham por espaços informais, com os seus computadores portáteis, cruzando-se com os professores na biblioteca e discutindo projectos" . Alguém tem de explicar à "Parque Escolar" que uma escola não é um campo de férias. Alguém tem de explicar à "Parque Escolar" que o centro da escola é mesmo o professor. O aluno está na escola para aprender.
III. Já agora, aproveitando esta onda de humor involuntário produzida pela pedagogia pós-moderna, eu queria deixar uma proposta à "Parque Escolar" e ao ministério: que tal acabar de vez com o professor? Que tal substituir o professor por babysitters? Porque nesta escola "moderna" os professores são isso mesmo: babysitters. Uma salva de palmas para a 5 de Outubro.
Quarta-feira, 11 de Agosto de 2010
O politicamente correcto está em todas
Henrique Raposo, A Tempo e a Desmodo, Expresso
Depois de ter treslido Freud e Rousseau, a cáfila patifória do ministério da educação chegou a três conclusões imbecis:
a) Os cabulões, preguiçosos ou vadios não podem ser responsabilizados pelos seus erros de carácter ou de comportamento, pois são meras vítimas do meio em que vivem;
b) A educação deve evitar quaisquer tipos de constrangimentos, contrariedades ou dificuldades de percurso sob pena de traumatizar a miudagem e abalar a sua auto-estima.
c) Uma vez que toda a autoridade tende inevitavelmente para o autoritarismo, torna-se perfeitamente legítimo todo o tipo de resistência e desafio.
São estes 3 pressupostos cretinos que estão na origem do descalabro a que chegaram os sistemas educativos ocidentais. O desprezo pela autoridade, pela cultura geral, pela objectividade do saber, pela responsabilidade e mérito individuais, que o politicamente correcto tem cultivado nos últimos 20 anos, explica as medidas que tem vindo a ser tomadas no âmbito da educação: a destruição da avaliação séria dos alunos, as absurdas dificuldades burocráticas à reprovação dos cábulas, o servilismo e a subserviência sabujas perante a grosseria e a insolência, a complacência infinita perante a preguiça, o aviltamento do estatuto dos professores e o desprezo pelas disciplinas culturais e formativas são as consequências visíveis da acção destes patifes disfarçados de "especialistas" da educação.
Quinta-feira, 5 de Agosto de 2010
Acordo ortográfico luso-brasileiro
Imagem vinda do Brasil dedicada aos Malacas Casteleiros.
Pareçe impoçiveu
más istá conformi ao Acordo!
Principais responsáveis políticos
que foram dando a sua achega:
José Augusto Seabra (o da ideia macaca)
Cavaco + Pedro Santana Lopes
António Guterres
Durão Barroso
José Sócrates
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Quarta-feira, 4 de Agosto de 2010
A McDonald's produz anúncio
promovendo a homossexualidade entre os jovens
A União das Famílias Portuguesas alerta para o facto da McDonald’s da França ter produzido um anúncio para a televisão fazendo a apologia da relação homossexual entre um rapaz e outro da sua escola.
Ler mais em:
A ministra da educação que organiza debates
Heduíno Gomes
O normalíssimo – que por isso significa bom – sistema de ensino que havia em Portugal foi destruído por Veiga Simão no Governo de Marcelo Caetano. A partir daí, temos o sistema dito «democrático», que está à vista, agora no seu apogeu. Com mais fantasia ou menos fantasia, com mais demagogia («paixão») ou menos demagogia, com mais reforma ou menos reforma, este sistema está condenado nos seus pressupostos antropológicos, filosóficos, didácticos e pedagógicos em geral. Nada a fazer, remendar é inútil.
Mas, de vez em quando, aparece um ministro (nos últimos tempos tra) ou secretário de Estado particularmente iluminado a dar mais uma achega ao caos, matando-nos as saudades da época cavaquista com o genial Roberto Carneiro, que iria acabar com os chumbos através de pacotinhos de leite com chocolate... e obviamente da manipulação das estatísticas.
É agora o caso de Isabel Alçada, que, além de confirmar a sua sistémica confusão das «novas pedagogias», particularmente do agrado da esquerda bem-pensante, vem, com a sua confessada falta de ideias, dizer que vai organizar um debate para descobrir como é a melhor maneira de acabar com os chumbos. A parte positiva da intervenção de Isabel Alçada é confessar de facto o seu vazio de ideias sobre a questão. A senhora confirma assim que foi parar a tra da educação como poderia ter ido parar a tra do ambiente ou tra do comércio externo.
Quem logo aplaudiu entusiasticamente a ideia foi o subsidiodependente socialista Albino Almeida, particularmente adulador do poder, supostamente representante dos pais dos alunos de Portugal. E daí os media poderem dizer que os pais concordam com a parvoíce...
Por sua vez, o profissional-sindicalista da Fenprof Mário Nogueira coloca as suas pertinentes condições: sim senhora, boa ideia, mas temos de ver isso das condições para concretizar a ideia, isto é, a massa! A massa! A massa!
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Sexta-feira, 30 de Julho de 2010
Despacho de Alberto João Jardim sobre crucifixos nas escolas
P R E S I D Ê N C I A DO GOVERNO REGIONAL DA MADE I R A
Despacho n.º 17/2010
Considerando que a Região Autónoma da Madeira não deve pactuar com aquilo a que se chama «euroesclerose», marcada por um ataque aos Valores que suportam a civilização europeia, consequência também das correntes auto-denominadas de «pós-modernismo».
Considerando que não é possível, sob o ponto de vista da realidade cultural e da sua necessária pedagogia escolar, conceber a Europa e Portugal sem as bases fundamentais do Cristianismo.
Considerando que, por tal, a laicidade do Estado não é minimamente lesada pela presença de Crucifixos nas Escolas e, pelo contrário, incumbe ao Estado laico dar uma perspectiva correcta da génese civilizacional dos povos, bem como dos Valores que suportam o respectivo desenvolvimento cultural.
Considerando que os Crucifixos não representam em particular apenas a Igreja Católica, mas todos os Cultos fundados na mesma Raiz que moldou a civilização europeia.
Não há, assim, qualquer razão para a retirada dos mesmos Crucifixos das Escolas, pelo que determino a sua manutenção.
O presente Despacho vai para publicação no «Jornal Oficial» da Região Autónoma da Madeira e para execução pelo Senhor Secretário Regional de Educação e Cultura.
Funchal, 14 de Julho de 2010.
O PRESIDENTE DO GOVERNO REGIONAL DA MADEIRA,
Alberto João Cardoso Gonçalves Jardim
Domingo, 25 de Julho de 2010
Sábado, 24 de Julho de 2010
Quinta-feira, 22 de Julho de 2010
Quarta-feira, 21 de Julho de 2010
Obrigado, Castela!
Enviado por Maria de Lourdes Borges de Castro
Thanks Spain for getting the World Cup for Portugal. It turns out that according to the Tordesilhas Treaty signed in 7th of June of 1494, everything conquered by Spain east of 46 degree meridian, is indeed property of Portugal. So, could you please fedex the Cup now to Portugal?
(Falamos inglês com os gajos para chateá-los ainda mais.)
Thanks Spain for getting the World Cup for Portugal. It turns out that according to the Tordesilhas Treaty signed in 7th of June of 1494, everything conquered by Spain east of 46 degree meridian, is indeed property of Portugal. So, could you please fedex the Cup now to Portugal?
(Falamos inglês com os gajos para chateá-los ainda mais.)
Petição contra a obrigatoriedade
da chamada «educação sexual»
no ensino público
Assine a petição contra a corrupção das crianças e jovens através da chamada «educação sexual» nas escolas!
http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2010N2545
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http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2010N2545
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Olivença na Guerra Peninsular
General Ferreira Martins
Um episódio da Guerra Peninsular: a reconquista de Olivença em 15 de Abril de 1811 em artigo do Gen. Ferreira Martins publicado no Boletim da Casa do Alentejo.
Para ler, clique sobre cada uma das imagens com o texto do artigo:
Um episódio da Guerra Peninsular: a reconquista de Olivença em 15 de Abril de 1811 em artigo do Gen. Ferreira Martins publicado no Boletim da Casa do Alentejo.
Para ler, clique sobre cada uma das imagens com o texto do artigo:
Terça-feira, 20 de Julho de 2010
Passos Coelho: o verniz eleitoralista
e as fantásticas histórias da Carochinha
Heduíno Gomes
PPC abre a boca e sai mais uma história eleitoralista. O seu objectivo é sempre agradar a todos.
Veja mais 3 contradições de Passos Coelho em:
Domingo, 18 de Julho de 2010
Santana Lopes e os seus arquétipos
Heduíno Gomes
A propósito de mais um expediente saloio de Passos Coelho, Santana Lopes vem a terreiro sacar dos seus arquétipos, isto é, dos seus pergaminhos «sacarneiristas» para dar uma lição de história e liberdade ao rival.
No concreto, tratar-se-ia de acentuar o presidencialismo na Constituição, já ambígua sobre este ponto, pois foi talhada à medida da confusão conveniente para os abrilistas – problema que aqui e agora não será abordado. No entanto, adianta-se que não deixa de ser verdade que, perante uma grave crise ou até vazio de poder, em circunstância muito especial, alguém tem de mandar.
A propósito de mais um expediente saloio de Passos Coelho, Santana Lopes vem a terreiro sacar dos seus arquétipos, isto é, dos seus pergaminhos «sacarneiristas» para dar uma lição de história e liberdade ao rival.
Passos Coelho pretende incluir na Constituição o poder do Presidente da República para demitir um governo. E Santana Lopes dramatiza, como é seu hábito, dizendo que isso era o que queria o MFA, ao que se opôs a sua eterna referência Sá Carneiro (o que queria filiar o PPD na Internacional Socialista, do que Santana se esqueceu...; e que, afinal, em determinado momento, também pretendia o mesmo que o Passos Coelho neste momento -- tudo políticas de circunstância, sem fundo definido nem doutrina sólida...).
No concreto, tratar-se-ia de acentuar o presidencialismo na Constituição, já ambígua sobre este ponto, pois foi talhada à medida da confusão conveniente para os abrilistas – problema que aqui e agora não será abordado. No entanto, adianta-se que não deixa de ser verdade que, perante uma grave crise ou até vazio de poder, em circunstância muito especial, alguém tem de mandar. Dantes, era o Papa que mandava e resolvia esse problema. Aconteceu-nos em 1245, quando o Papa Inocêncio IV, através da bula Inter alia desiderabilia e Grandi non emmerito, nos fez o favor de depor D. Sancho II, considerando-o um rex innutilis, perfilando como seu sucessor o seu irmão Afonso, depois D. Afonso III. Não é que eu me importasse que agora fosse Bento XVI a designar um primeiro-ministro decente para Portugal, o que certamente faria desde que bem informado, portanto não nomeando um qualquer Roberto Carneiro, Januário Torgal Ferreira, José Tolentino de Mendonça ou Bento Domingues. A questão é que hoje não se usa ser o Papa a resolver esse tipo de problemas.
Então se não é o Papa a resolver o problema, quem o poderá fazer, à luz desta sagrada Constituição de Abril, senão o Primeiro Magistrado da Nação? Que outro mecanismo pode existir? Caso a considerar no quadro da III República, ao qual o Passos Coelho tenta responder!...
Para já, outro problema se levanta: o actual Primeiro Magistrado da Nação não é melhor do que o actual Primeiro-Ministro. Pescadinha de rabo na boca à qual nem Passos Coelho nem Santana Lopes têm alternativa.
Durão dança o samba e toca batuque no Brasil
Heduíno Gomes
Coisa mais ridícula!
Durão Barroso foi ao Brasil na qualidade de moço de recados dos manda-chuvas da Europa.
Então não é que o «poliglota» se põe a falar para as televisões em português com sotaque brasileiro, tal aculturado «brasileiro» Basílio do Eça?!
Como se este ridículo não chegasse, participou num batuque. Aqui foi certamente para recordar os batuques terroristas do MRPP em que participou durante o PREC.
Isto é a «elite» política portuguesa e europeia!
Companhias apoiantes dos grupos de invertidos
Peter and Paul Ministries
As seguintes conhecidas companhias e organizações apoiam e promovem a perversão da homossexualidade e sodomia ao darem ajuda e financiarem as organizações que promovem a homossexualidade.
Estes grupos e empresas têm uma visão depravada do casamento e da sexualidade.
Esta lista foi elaborada a partir da The Human Rights Campaign, uma organização que promove a homossexualidade.
Apresentamos destacados os que mais operam em Portugal e que merecem o boicote das famílias.
As seguintes conhecidas companhias e organizações apoiam e promovem a perversão da homossexualidade e sodomia ao darem ajuda e financiarem as organizações que promovem a homossexualidade.
Estes grupos e empresas têm uma visão depravada do casamento e da sexualidade.
Esta lista foi elaborada a partir da The Human Rights Campaign, uma organização que promove a homossexualidade.
Apresentamos destacados os que mais operam em Portugal e que merecem o boicote das famílias.
Domingo, 11 de Julho de 2010
Ladrões!
Viva a Catalunha independente!
Heduíno Gomes
Roubaram Portugal desde o primeiro minuto e com um golo fora de jogo!
Roubaram o Paraguai!
Roubaram a Alemanha!
Roubaram a Holanda desde o primeiro minuto e com um golo precedido de falta!
Ladrões!
Mais uma vez, funcionou a central castelhana aproveitando a corrupção no seio do futebol.
Há quem diga que isto é só bola. Pois aqui é só bola. Mas no resto é o mesmo.
Com 1 milhão e meio de catalães na rua, hoje mesmo,
Viva a Catalunha independente!
Viva Olivença portuguesa!
Roubaram Portugal desde o primeiro minuto e com um golo fora de jogo!
Roubaram o Paraguai!
Roubaram a Alemanha!
Roubaram a Holanda desde o primeiro minuto e com um golo precedido de falta!
Ladrões!
Mais uma vez, funcionou a central castelhana aproveitando a corrupção no seio do futebol.
Há quem diga que isto é só bola. Pois aqui é só bola. Mas no resto é o mesmo.
Com 1 milhão e meio de catalães na rua, hoje mesmo,
Viva a Catalunha independente!
Viva Olivença portuguesa!
Não ao aborto gráfico!
De Bic Laranja
Quem me conhece sabe que não sou de militâncias nem vou em democracias. Mas há maneiras de prosseguir intentos. E nesta demência duns dromedários linguistas e duns asnos eleitos - conte-se as respectivas pandilhas da Assembleia e dos jornais - em estupidamente abrasileirar por decreto o idioma, confesso que me tenho visto em cuidados e sem bem perceber que propósito anda por trás desta trama ortográfica. Entenda o benévolo leitor a minha aflição; genuflectir a quem nos usurpa a identidade não é digno.
Quem me conhece sabe que não sou de militâncias nem vou em democracias. Mas há maneiras de prosseguir intentos. E nesta demência duns dromedários linguistas e duns asnos eleitos - conte-se as respectivas pandilhas da Assembleia e dos jornais - em estupidamente abrasileirar por decreto o idioma, confesso que me tenho visto em cuidados e sem bem perceber que propósito anda por trás desta trama ortográfica. Entenda o benévolo leitor a minha aflição; genuflectir a quem nos usurpa a identidade não é digno.
" Lido nas entrelinhas, o A.O. contém uma silenciosa 'Base XXII', nunca declarada, jamais admitida, mas sempre presente. O seu enunciado poderia ser assim:
Em caso de divergência da ortografia portuguesa em relação à ortografia brasileira, deve a portuguesa ser alterada no sentido da prática brasileira (exemplo: em Portugal escreve-se "Junho" e no Brasil escreve-se "junho"; logo, devemos agora todos escrever "junho"). Mas, em caso de divergência da ortografia brasileira em relação à portuguesa, mantém-se a ortografia brasileira, a par da portuguesa, através da criação da correspondente regra da facultatividade (exemplo: no Brasil não se escreve "amámos", para o diferenciar de "amamos", como em Portugal; logo, ambas as formas podem ser utilizadas facultativamente)."
(João Roque Dias, "Tá Tudo Doido, 28/6/2010.)
Se lhe parece que exagero, benévolo leitor, note bem até onde nos afundam nesta humilhação.
" A sessão realizada na Academia das Ciências de Lisboa a 14 de Abril [de 2009] teve laivos de surrealismo: 1) Uma delegação de um dos estados contratantes do A.O. (Brasil) apresenta na sede do "órgão consultivo do Governo Português em matéria linguística" [Academia das Ciências de Lisboa] um V.O.L.P. [Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa] unilateral "brasileiro", já que, segundo o seu responsável, Bechara, «em nenhum momento o Acordo fala em vocabulário comum» [errado: o art.º 2º do Acordo refere-o expressamente]; 2) na mesma sessão, foi também apresentado pela "Academia Galega da Língua Portuguesa" um 'Léxico da Galiza' (mas então, em galego, não se diz Galicia?) para ser integrado no Vocabulário Ortográfico Comum da Língua Portuguesa". Lindo! Portugal de cócoras, a dar guarida às manias das grandezas de brasileiros (propalando os 190 milhões de "falantes" de português) e de galegos (a eterna política das diversas autonomias espanholas contra o poder centralista de Castela)."
(Id., ib.)
Algo se deve, pois, fazer! Uma Iniciativa Legislativa de Cidadãos pode ser levada à Assembleia - um instrumento da sempre bendita democracia que carece de 35 000 assinaturas de cidadãos eleitores devidamente identificados, em papel. E todavia, porém...
" Escusado será dizer, sem qualquer desprimor para ninguém, é claro, que nenhum dos chamados “blogs de referência” – os 5 ou 10 mais conhecidos e visitados – mencionou a I.L.C. contra o Acordo Ortográfico. Trata-se de uma questão de divulgação, portanto, e aqui reside também boa parte do problema: não se pode esperar que haja grande adesão a algo que as pessoas desconhecem sequer existir."
(I.L.C. contra o A.O., 16/6/2010.)
Pouco dado, como disse, a iniciativas deste género - e muitíssimo menos a apregoá-lo -, cá fica a excepção que inevitavelmente dita a regra. É triste que esta nação tenha chegado a este ponto. A reclamação do direito natural de me não sujeitar a estrangeiros nas leis da recta escrita do meu próprio idioma segue preenchida e firmada em impresso próprio, amanhã, por correio.
Ricardo apátrida
Enviado por J. C., sobre «Mar português», da Mensagem de Fernando Pessoa
Ó Ricardo insonso, quanto te falta de sal
Para seres lágrima de Portugal!
Para agiotares, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantos Portugueses carregaram o fardo
E tu, da Pátria, me saíste um bastardo!
Sexta-feira, 2 de Julho de 2010
Caso PT: não têm pátria
Heduíno Gomes
Que falta nesta cidade? ................................. Verdade
Que mais por sua desonra ................ ............ Honra
Falta mais que se lhe ponha .......................... Vergonha.
O demo a viver se exponha,
por mais que a fama a exalta,
numa cidade, onde falta
Verdade, Honra, Vergonha.
Quem a pôs neste socrócio? ........................ Negócio.Gregório de Matos (1636-1695), Epílogos
Quem causa tal perdição? ........................... Ambição
E o maior desta loucura? ............................. Usura.
Não são portugueses nem espanhóis, nem italianos nem abexins.
Uns são ideologistas liberalóides, perfeitos alienados de manuais abstractos onde o mercado é um deus.
Outros são tecnocratistas imbecis, passo o pleonasmo, que não vislumbram além do teclado da máquina de calcular.
Outros estão cegos do lucro especulativo, vendendo-se por um punhado de euros.
E outros estão a soldo.
Invocam o espectro do proteccionismo – que todos os outros estados, camuflada ou abertamente, praticam.
Invocam o espectro do proteccionismo – que todos os outros estados, camuflada ou abertamente, praticam.
Invocam a liberdade do mercado – que nenhum outro estado realmente pratica, que nenhum estado moderno e nacional pode praticar perante a concorrência global.
Invocam as regras da União Europeia – que nem a Espanha nem nenhum outro respeita nos concursos públicos.
Invocam que negócio não é política, não é defesa nacional, não é interesse nacional – pois claro, por isso mesmo é que certas áreas devem ser reserva exclusiva do Estado e noutras, não sendo reserva exclusiva, o Estado tem de estar fortemente presente.
Invocam «alternativas» «geniais» à aplicação do direito e obrigação do Estado português – ridículas, demagogia, areia para os olhos.
Invocam que as empresas públicas são albergue de gente de mau porte – e acham que a solução para esse problema está em atirar fora o bebé com a água do banho.
Afinal, quando uns banqueiros, no momento da primeira oferta castelhana, falavam ou insinuavam «patriotismo», era só para Castela subir o preço da traição. A complementar, temos uma direcção de um PSD – que conta com a participação desses banqueiros nas despesas da próxima campanha eleitoral – a tomar uma «inteligente» posição de fundo: na pessoa do Coelho e do Relvas, eventualmente os seus elementos mais desajeitados (adjectivo extremamente benévolo), a dizer que não, que sim, antes pelo contrário. Um Coelho que, perante todas estas evidências, tudo pretende privatizar, incluindo a Caixa Geral de Depósitos, o único instrumento que resta ao Estado para apoiar a economia nacional.
Eles não têm pátria.
Afinal, quando uns banqueiros, no momento da primeira oferta castelhana, falavam ou insinuavam «patriotismo», era só para Castela subir o preço da traição. A complementar, temos uma direcção de um PSD – que conta com a participação desses banqueiros nas despesas da próxima campanha eleitoral – a tomar uma «inteligente» posição de fundo: na pessoa do Coelho e do Relvas, eventualmente os seus elementos mais desajeitados (adjectivo extremamente benévolo), a dizer que não, que sim, antes pelo contrário. Um Coelho que, perante todas estas evidências, tudo pretende privatizar, incluindo a Caixa Geral de Depósitos, o único instrumento que resta ao Estado para apoiar a economia nacional.
Eles não têm pátria.
De pirosis profundis
António Borges de Carvalho
Ao abrir a net, ontem de manhã, dou de caras com a morte do Saramago.
Goste-se ou não do homem, compreende-se que a sua morte é notícia que merece destaque.
Ao abrir a net, ontem de manhã, dou de caras com a morte do Saramago.
Paz à sua alma.
Condolências à dona Pilar.
Goste-se ou não do homem, compreende-se que a sua morte é notícia que merece destaque.
Mas, em vez de tal destaque, o país assistiu à mais pirosa e inimaginável manifestação de primitivismo intelectual e ‘informativo’.
Aceso o aparelho, eis que todo o dia não se falou noutra coisa. O Saramago para a esquerda, o Saramago para a direita, o Saramago para cima, o Saramago para baixo, o Saramago bebé, menino, jovem, homem feito, maduro, meia-idade, velho, em pé, sentado, a aldeia do Saramago, a casa do Saramago – que já não existe mas voltou a existir - o prémio Nobel, as condecorações, o diabo a quatro.
Tive que desligar aquilo, para não ficar completamente saramagalhado.
O nacional-pirismo consubstancia-se numa frase dos panegiristas da SIC Notícias, que devia ficar célebre:
“Ao nascer, Saramago tornou-se no mais novo habitante de Azinhaga”.
Tem piada. Eu próprio, quando nasci, era o mais novo habitante das avenidas novas. A não ser que tenha havido alguém a nascer exactamente no mesmo segundo. Esse alguém participaria, ex-aequo comigo, da invejável circunstância de ser o mais novo, circunstância aliás comum ao resto da humanidade, e até aos cães, quando ousam nascer.
À noite, aberta a televisão, foi um nunca acabar em todos os canais.
Até me apareceu, calcule-se, a prima do Saramago a dizer coisas.
Antes de desligar definitivamente as “comemorações”, detive-me uns cinco minutos a ver e ouvir o sermão da dona Clara Alves. Opinava a ilustríssima criatura que quem se atreve a não gostar do Saramago, para além de sofrer de preconceitos ideológicos agudos, é analfabeto. A filosofia é simples: quem não gosta do homem por ser comunista e ter feito o que fez enquanto tal, é um ordinário e um preconceituoso com duvidoso direito a exprimir-se; quem não leu os escritos do homem, não merece, sequer, ser considerado como sabendo ler. A filosofia é simples: ler Saramago é obrigatório.
No meio da pirosada, das primas do Saramago e do memorialismo totalitário da informação única, revela-se a mentalidade da senhora.
O nosso mundo intelectual é isto: a submissão própria ao politicamente correcto que, como tudo o que é obrigatório, é sempre de esquerda, e a imposição do politicamente correcto aos demais, sob pena de ‘preconceituosidade’ ou de analfabetismo.
O governo, ansioso por coisas que distraiam as pessoas do que interessa, decreta dois dias de luto nacional, o que não podia ser mais piroso. Vai daí, os lanzarotenses, compatriotas fiscais do falecido, decretam três! Fuerzia!, como diria o primeiro-ministro em castelhano técnico.
Do seu humilde púlpito – nada de parecido com os da dona Clara – o IRRITADO informa a prendada senhora: leu vários livros do Saramago. Leu, mas teve a desgraça de não encontrar neles, nem a contribuição inestimável dada à língua portuguesa, nem o interesse filosófico das obras em causa, coisas encomiasticamente defendidas pela senhora. Uma escrita prolixa, entediante, cheia de “palha” para dar peso e preço. Lembro-me de, ao fim de várias e penosas horas passadas a ler o “Ensaio Sobre a Cegueira”, me ocorreu pensar por que carga de água era aquilo um ensaio, bem como qual era a “mensagem” que, com tão inusitada “cegueira”, o escritor queria comunicar. Pensei, pensei, e cheguei à conclusão que, primeiro, o escrito nada tinha a ver com um ensaio, segundo, que estando, no livro, toda a humanidade cega, e havendo só uma senhora que via e conduzia os cegos, se tratava de uma parábola marxista, isto é, a humanidade - as “massas” - precisa de “vanguardas” que saibam a verdade e que as “guiem”.
Dirá a dona Clara, com certeza acompanhada por um exército de intelectuais, que esta interpretação se deve, ou a algum “preconceito ideológico”, ou a puro analfabetismo.
Cá fico, com o analfabetismo e os preconceitos que a Clara loira, já um tanto gasta, não deixaria de me atribuir, caso lesse esta prosa.
Acabo como comecei: paz à alma do Saramago, português, imigrante fiscal em terras espanholas, escritor de alguma valia, prémio Nobel sabe-se lá porquê; condolências à dona Pilar e felicidades na gestão da Casa dos Bicos, que já pertenceu à minha cidade e que a minha cidade vai pagar para dar à dona Pilar.
De profundis…
Cheira a esgoto no Terreiro do Paço
Segundo uma repórter de uma televisão no festival do invertidos que recentemente teve lugar no Terreiro do Paço, «cheira a esgoto no Terreiro do Paço».Normal, não?!
Então fique a saber mais,
os patrocinadores que as pessoas decentes devem boicotar:
Lufthansa
Colour Travel
Embaixada dos Países Baixos (produtos holandeses, por exemplo: flores)
TQ Eventos
Brussels Airlines
Berra Design
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O tango da tanga e o orogotango
Crónica moral em jeito de comentário político
N.A.
Quando «nuestro» Primeiro-Ministro (PM) tentou assassinar a língua de Cervantes dizendo que, finalmente, tinha encontrado um parceiro para o tango, os comentadores políticos pensaram que se referia ao novo líder da oposição. Mas não é com Passos Coelho que José Sócrates quer ensaiar passos de dança, porque tem um muito melhor comparsa para o seu tango da tanga a que nos reduziu: o Presidente da República (PR). PM e PR fazem um casalinho perfeito: um diz mata e o outro esfola; um quer uma nova lei e o outro logo a promulga; um lança uma nova medida fracturante e o outro logo a sanciona com a sua suprema autoridade.Estou em crer que, quem percorrer os jardins do palácio presidencial, certamente encontrará modernas inscrições rupestres, feitas à navalha, no tronco das árvores, com dizeres do género «Aníbal ama Zé», ou talvez apenas a primeira e a última letras do alfabeto, envolvidas por um coração trespassado pela inflamada seta de Cupido. E outro tanto se poderá certamente ver nos jardins da residência oficial de São Bento, onde o canivete do actual inquilino seguramente já imortalizou a sua romântica relação com o PR, com expressões como «Sócrates loves Silva», ou coisa que o valha, mas certamente em inglês técnico, em mau inglês técnico.É verdade que, às vezes, há tensões entre Belém e São Bento, mas mais não são do que arrufos de namorados, tempestades de verão ou nuvens passageiras que toldam por instantes a amorosa relação, mas que nunca a comprometem, até porque o PR e o PM estão unidos, há já quase um lustro, por um casamento político em regime de comunhão de males. Não separe a consciência o que a conveniência uniu.
Por isso, não estranha que, à revelia das suas invisíveis convicções, o PR se tenha disponibilizado tão prontamente para conceder ao seu querido PM o casamento entre pessoas do mesmo sexo, ainda que, para tal, em vez da bênção nupcial, tenha incorrido na muito justa maldição patriarcal. É certa, porém, a lua-de-mel nas paradisíacas paragens madeirenses, onde o califa local, esquecido já das suas verrinosas críticas ao Senhor Silva e ao Senhor Pinto de Sousa, já se ofereceu para abençoar a casta união política que tanto favorece o seu atlântico feudo. Diga-se de passagem que, quem conta com a bênção do tal omnipotente magarefe insular, não precisa para nada da graça do omnipotente Criador.Se por detrás de um grande homem, há sempre uma grande mulher, por detrás de um homem pequenino, como é, sem dúvida, o nosso PM, há sempre um homenzinho minúsculo, como é cada vez mais o nosso quase inexistente PR. É por isso que, no nosso Portugal dos pequeninos, a dupla PR-PM está para durar, mesmo apesar dos muitos escândalos deste último e as indignidades do primeiro, de que a menor certamente não terá sido a descortesia de, dois dias depois de despedir o Santo Padre, o contradizer com a promulgação da lei do dito «casamento homossexual».
E o orangotango? – oiço bradar o leitor indignado, com carradas de razão. Bem, o orangotango é o eleitor, se porventura insistir em dar o seu aval a esta macacada, digna por sinal da mais selvagem república das bananas, pois português que se preze e de novo insista nesta dupla de sucesso, mais do que um mero macaquinho de imitação é um autêntico orangotango.
Sábado, 26 de Junho de 2010
O impagável Januário
Heduíno Gomes
O impagável Januário -- ouvi dizer que o gajo é bispo. Não é possível! Não acredito! Deve ser outro travestido do Bairro Alto em bispo!
Então não querem ver (entrevista ao jornal i) que o gajo é a favor da porcaria dos invertidos e etc.?! Como é possível ser bispo?! Não acredito!
(Recado aos politicamente correctos: não me venham com respeito a quem utiliza o seu posto e autoridade numa instituição respeitável para desrespeitar os seus compromissos perante ela e promover a corrupção moral!)
O comportamento de Márcia Rodrigues
Anónimo
O comportamento de Márcia Rodrigues foi inegavelmente leviano. Contudo, devemos não esquecer que mais perigosa é a Fátima Campos Ferreira. Esta, semanalmente, com as suas falinhas mansas, vai destilando veneno no seu programa "Prós e contra", que é um verdadeiro atentado público e um claro exemplo de péssimo jornalismo e de pura propaganda de certas ideias que pretendem acabar com a liberdade dos portugueses.
Comentário de Afonso Perdigão
É verdade que a Fátima Campos Ferreira não lhe fica atrás, pois que se esconde entretanto atrás das falinhas mansas. Aliás, a acção da Márcia estava combinada com a Fátima, que se encontrava a dirigir a reportagem. Tudo combinado entre essas duas peças.
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