sexta-feira, 18 de março de 2016
Activistas dos invertidos pretendem proibir
o filme «Pink» que descreve o sofrimento
das crianças por eles adoptadas
México, 11 de Março, de 2016 (LifeSiteNews) – Uma nova imagem exibida nos cinemas mexicanos está revelando pela primeira vez ao público para uma representação implacavelmente realista dos perigos e danos sofridos por crianças adoptadas por casais homossexuais.
Pink: Não é o que eles dizem que é, que se estreou no Duzentas Telas neste fim-de-semana na cadeia Cinemex de teatros, é a história de um casal homossexual que adoptou um menino expondo-o inevitavelmente ao caos e confusão gerada pelo seu estilo de vida promíscuo.
Retrato intransigente do filme da subcultura gay tem provocado protestos dos activistas homossexuais no México, que pediram às autoridades governamentais para proibir a exibição do filme nos cinemas do país.
O Conselho Nacional para a Prevenção da Discriminação (Copred) do governo federal, inicialmente, recusou-se a agir, mas agora o seu secretário pediu para aumentar a classificação do filme para outro mais restritivo (que é actualmente acessível para aqueles que tenham idade igual ou superior aos 15 anos). Pediu também para que a indústria do cinema elimine os «estereótipos, preconceitos e estigmas» associados às «famílias» homossexuais.
O «casamento» homossexual e a adopção são legais na capital do país, Cidade do México, há vários anos, e o Supremo Tribunal está gradualmente a tentar impor a redefinição do casamento em todo o país, apesar dos protestos das pessoas e a resistência dos legisladores estaduais. A grande maioria dos mexicanos continua a opor-se à adopção por homossexuais.
Confusão e tristeza
Pink oferece um sincero exame das consequências sociais, psicológicos e espirituais da exposição de uma criança para a homossexualidade.
«Porque é que todas as crianças têm um pai e uma mãe, e eu tenho dois pais?» o menino adoptado, em lágrimas, interroga o seu «pai» homossexual numa cena de uma passagem do filme.
A criança adoptada começa a sentir confusão sobre a sua identidade sexual e como ele é repetidamente exposto à influência lasciva e perigosa de uma grande variedade de personagens bizarras típicas da subcultura homossexual. Ele encoraja um amigo para abraçar as suas próprias formas cada vez mais afeminadas desse comportamento. Ele também sofre de chacota e rejeição social dos seus colegas de escola.
O casal homossexual encontra vários cristãos que intransigentemente se opõem à sua relação e procuram convertê-los.
«Como é terrível que as crianças cresçam com os homossexuais. Elas vão crescer com tendências [homossexuais]», observa uma. Outra diz a um membro do par que os seus actos sexuais com o seu namorado são «não-naturais» e pergunta se ele está realmente feliz.
Um membro do par, em última análise arrepende-se depois de ler a Bíblia e rejeita o homossexualismo, enquanto que o outro não ficando contagiado com HIV (SIDA).
Produtor responde às críticas
O filme tem sido criticado por baixos padrões cinemáticos e representações exageradas de homossexuais ultra-afeminados. Foi produzido com um orçamento de cerca de meio milhão de dólares por um cineasta evangélico Francisco del Toro, um ex-actor e evangélico protestante que já fez filmes sobre uma variedade de temas, incluindo a toxicodependência, os danos causados por práticas ocultas e dedicação à família.
Del Toro tem rebatido acusações de «homofobia» feitas contra ele por activistas homossexuais.
«As crianças não devem ser troféus para o movimento gay. Os interesses da criança devem prevalecer na adopção», disse o cineasta numa entrevista recente.
A respeito da sua representação de uma criança seguindo os seus «pais» homossexuais no seu estilo de vida gay, Del Toro observou que «uma criança absorve o comportamento e costumes da casa como uma esponja, e se não acredita nisso, explique-me porque há famílias que durante gerações têm sido sequestradores ou ladrões de bancos».
Ele negou que o filme é «homofóbico» e incentivou o público a vê-lo por si mesmo, em vez de prestar atenção aos seus detractores.
O retrato do estilo de vida gay em Pink reflete-se em numerosos estudos que estabeleceram altas taxas de promiscuidade e instabilidade nas relações entre homossexuais, que também sofrem uma frequência substancialmente elevada de infecção por HIV, bem como muitos outros distúrbios fisiológicos e psicológicos. Os estudos também indicam que as crianças adoptadas por homossexuais sofrem taxas significativamente mais elevadas de problemas emocionais e de desenvolvimento e têm uma maior taxa de tratamento para problemas de saúde mental.
Pablo Cheng, um famoso actor mexicano e homossexual que interpreta um dos dois homens que adoptam, disse à publicação TV Notas que se opõe à adopção homossexual.
«Acho que estas crianças vão sofrer muitíssimas consequências. Acho que o bullying para as crianças que têm duas mães ou dois pais – terá consequências muito graves. Não interessa como se educa no México ou no mundo nós iremos ser sempre muito criticados por sermos homossexuais», disse ele, e mais tarde acrescentou que as crianças «precisam da presença de um pai e de uma mãe.»
quarta-feira, 9 de março de 2016
De que falamos quando falamos de eutanásia?
Filipe d'Avillez
O que é eutanásia voluntária? E involuntária? Qual
é a diferença entre esta e outras práticas médicas como a ortotanásia, a
distanásia e os cuidados paliativos? Explicamos estes e outros conceitos na
semana em que se instalou o debate sobre a eutanásia.
A palavra eutanásia vem do grego e significa «boa
morte». Em termos médicos, contudo, significa pôr termo intencionalmente à vida
de uma pessoa, normalmente de alguém que sofre de uma doença incurável ou que
está em grave sofrimento.
Há diferentes tipos de eutanásia, conforme envolvem
a manifestação de uma vontade da pessoa doente ou em sofrimento, ou não, mas
envolve sempre uma segunda pessoa que toma parte no acto, sendo isso que a
distingue do suicídio.
A eutanásia é voluntária quando
existe um pedido expresso por parte da pessoa para ser morta. É não
voluntária quando essa decisão é tomada por outra, normalmente um
familiar, porque o doente não tem capacidade para o fazer. Este último tipo não
deve ser confundido com eutanásia involuntária, que é o
acto de matar alguém doente, que tem capacidade para manifestar a sua vontade
mas não o faz, ou porque a opinião não lhe foi solicitada, ou porque não quer
morrer.
Há outras situações em que é a própria pessoa que
toma a medida que põe fim à sua própria vida, mas fá-lo com a ajuda de outra
que, por exemplo, lhe fornece uma dose letal de medicação. Nestes casos não se
fala de eutanásia, mas sim de suicídio assistido.
Há ainda uma série de outros termos que
frequentemente são confundidos com eutanásia. A palavra ortotanásia significa
morte natural e por vezes é utilizada para situações em que são desligados ou
retirados os meios extraordinários para manter a vida. O que é coloquialmente
designado como «desligar as máquinas», ou o recusar tratamentos que podem curar
uma doença ou eventualmente prolongar a vida, não são formas de eutanásia, nem
são moralmente equiparáveis.
A distanásia é precisamente o
contrário da eutanásia. A palavra significa «má morte» e é entendida como o
prolongamento de uma vida, por meios artificiais, mesmo quando isso implica
sofrimento para o doente. A distanásia é considerada universalmente uma prática
médica inadequada.
Nos últimos anos tem-se falado bastante da
expressão testamento vital. Também isto não pode ser confundido com eutanásia.
O testamento vital é apenas um instrumento jurídico que
permite a uma pessoa, em plena possa das suas capacidades, deixar instruções
sobre como gostaria de ser tratada caso venha a encontrar-se incapacitada. O
que se pede no testamento vital é que pode, ou não, ser polémico. Mas o pedido
de não ser prolongada a vida por meios artificiais, quando não existe esperança
médica de uma cura ou recuperação de consciência, por exemplo, mais uma vez,
não é eutanásia. Naturalmente, enquanto a eutanásia não for uma prática legal em
Portugal, não se pode requisitá-la num testamento vital.
Quando se fala de sofrimento em fim de vida,
fala-se ainda de cuidados paliativos, os cuidados de saúde
prestados a pessoa com doença incurável, avançada e progressiva, com o
objectivo de intervir no sofrimento global (físico, psicológico, emocional),
independentemente da doença de que sofre e do prognóstico (que pode ser de
anos, meses ou semanas). Não se destinam apenas a moribundos e pretendem
intervir globalmente no sofrimento, evitando que ele se torne intolerável, e
apoiam também a família.
Uma das ferramentas terapêuticas, que não se
utiliza como medida de primeira linha mas sim para sintomas que não podem ser
tratados de outra forma, é a sedação paliativa.
sábado, 27 de fevereiro de 2016
Contra o cartaz do Bloco de Esquerda
com a imagem de Jesus Cristo
Para: Ex.mo Senhor Presidente da Assembleia da República
Mateus 22:21 Dizem-lhe eles: De César. Então ele lhes disse: Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.
É um insulto, um partido politico usar o nome de alguém que nunca se misturou com politica, e muito menos ser referenciado por alguém que não conhece absolutamente nada sobre a sua vida e suas doutrinas.
Apoie esta causa e
assine a Petição.
Se nada fizer, nada mudará.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
Então um militar prega a desobediência???!!!
Heduíno Gomes
— Ó nosso furriel, vai dar de beber aos cavalos!
— Vá você, meu general!
Onde e quando é que no mundo não é preciso obediência?
Conversa demagógica, politicamente correcta e sociologia barata do doutor pela Universidade Independente — perdão, de Navarra — e apoiante do Sampaio da Nódoa...
Eanes revela-se a cada dia.
As provocações da escumalha bloquista
Heduíno Gomes
Não é novidade para a maioria das pessoas normais que a blocagem é constituída essencialmente pela pior escumalha que anda na política. Os que não são escumalha andam distraídos, até ao dia que se faça luz nos seus espíritos.
Agora a escumalha lançou este cartaz que, além de apologia do deboche, constitui uma provocação a 90% dos portugueses.
Há pessoas que a isto chamam «coisa absolutamente indecorosa», «dum mau gosto só comparável ao cabelo e aspecto geral do Pablo Iglesias», «gente asquerosa», «porcos», «nojentos», etc. (alguns dos comentários que li). Na realidade, não há palavras capazes de classificar isto. Nem «filhos de puta», nem «filhos de cadelas», nem «filhos de paneleiros».
Que palavras pode uma pessoa bem educada utilizar para classificar a escumalha? É nestas ocasiões que se vê como é pobre a língua portuguesa! Falta-lhe qualquer coisa!
E, claro, a escumalha acantonada no Público e no DN dá «objectivamente», «neutralmente», «imparcialmente», a notícia como se de coisa civilizada se tratasse.
Que fazer perante esta situação? Ficar parado à espera de mais provocações? Permitir que os destinos dos Portugueses fiquem nas mãos desta escumalha?
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
A Eslovénia recusa em referendo
o chamado «casamento» entre invertidos
Luís Dufaur
Em Dezembro de 2015, a Eslovénia recusou
em referendo a lei que pretendia permitir o «casamento» entre invertidos,
noticiou o jornal francês Le Monde.
O referendo foi de iniciativa popular e
os eleitores eslovenos rejeitaram a lei, aprovada pelos deputados há dez meses.
A maioria vencedora atingiu 63,12% dos votos.
A participação no escrutínio foi fraca
(35,65%), mas legalmente suficiente para validar a votação. Os defensores da
família natural conseguiram o apoio de pelo menos 370 000 eleitores. Eram
necessários 342 000 votos para vetar a lei.
Esta tinha sido aprovada por larga
maioria dos deputados do Parlamento, constituída por partidos de esquerda e
engrossada pelos representantes do partido centrista que, como é de praxe
nessas formações de meio termo, no momento decisivo traem o seu «centrismo», a
sua «moderação» ou a «equidistância» e aliam-se à esquerda.
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| A Eslovénia votou NÃO ao «casamento invertido» e à adopção de crianças por esses «casais». |
O partido centrista é o mesmo do
primeiro-ministro Miro Cerar e tinha à sua disposição as alavancas do poder do
Estado.
O texto legal, hoje despojado de valor,
concedia aos casais invertidos e lésbicos os mesmo direitos dos casais
heterossexuais bem constituídos, inclusive o direito de adopção de crianças, um
dos pontos mais contestados pela população.
O referendo pôde ser realizado graças às
40 mil assinaturas recolhidas por grupos pela vida pedindo a convocação de uma
consulta de iniciativa popular com poder de veto.
A lei não entrou em vigor antes do
veredicto popular e hoje encontra-se revogada.
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| Santuário e castelo de Bled na Eslovénia |
Em 2012, numa consulta similar, os
eslovenos já tinham dito «não» ao «casamento» sodomítico com uma maioria de
55%.
O país tem dois milhões de habitantes,
pertence à União Europeia desde 2004 e é considerado o mais liberal das antigas
nações que sofreram a imoral opressão comunista.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
Zita Seabra mais papista do que o papa.
A ela não lhe basta a verdade...
Heduíno Gomes
![]() |
| Aqui
também muito mais papista do que o papa (diz quem a conheceu por essas bandas...). |
Zita Seabra publicou no Observador um artigo intitulado À sombra de Putin: o encontro do Papa Francisco com o Patriarca Russo Kiril, onde demonstra mais uma vez conviver mal com a verdade, neste caso com a verdade histórica. Faceta já revelada no seu Foi Assim... – título que deu ao seu propriamente «não foi nada disso...» –, confirma-a mais uma vez no artigo em questão. Aqui, metendo papa, ela pretende ser mais papista do que o papa. No caso, mais anticomunista do que o anticomunismo. Fica-lhe bem – pensa ela – exibir a despropósito a sua nova e legítima opção política (terá propriamente alguma?), dando uma facadinha por omissão na história.
Ora bem. Imputa ela ao comunismo a responsabilidade da submissão da Igreja Ortodoxa Russa ao Estado. Ela está simplesmente a parecer esquecer-se de que os comunistas apenas continuaram a situação que herdaram do czarismo. O controlo da Igreja Ortodoxa Russa pelo comunista KGB (para usar a designação mais conhecida da instituição do tempo de Lenin) apenas sucede ao controlo da czarista Okhrana, desde 1881. E já antes desta data o controlo da Igreja Ortodoxa Russa era formalmente exercido pelos czares.
Então porque será que Zita Seabra omite a verdade? Simplesmente por exibicionismo anticomunista. Não lhe basta ser hoje anticomunista. Ela sente necessidade de exibir o seu anticomunismo. Ela teria de atribuir em exclusivo aos comunistas a façanha do controlo da Igreja russa. Talvez para parecer boazinha aos olhos das velhinhas que convence com as suas histórias. Mais anticomunista do que o anticomunismo. Mais papista do que o papa.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
Quando uma sumidade é professor universitário
Heduíno Gomes
Discussão sobre a eutanásia na RTP3, 10 de Fevereiro de 2016.
Entre os participantes nesse debate a sumidade, que é professor universitário, chamada José Manuel Pureza.
Não se trata aqui de dizer se a eutanásia está certa ou errada.
Trata-se apenas de pesar as tiradas da sumidade cujo estatuto universitário torna ainda mais evidentes.
Diz a sumidade, que é professor universitário, que a ética médica vai evoluindo. Isto é — deduzimos nós —, a ética seria um conjunto de valores que variariam segundo as épocas.
Diz a sumidade, que é professor universitário, que a ética tem de se submeter às leis do Estado. Isto é — deduzimos nós —, na hierarquia de valores da sumidade, a lei seria superior à ética.
Conclusão moral da história: quase que começo a concordar com a avaliação de professores universitários — pelo menos destas anedotas, onde a ignorância se mistura com o primarismo intelectual.
É gente desta que nos governa.
domingo, 7 de fevereiro de 2016
A lista dos bárbaros «semi»-nazis
do manifesto a favor da eutanásia
Convém saber quem são eles...
Adelino Gomes
Aldina Duarte
Alexandre Quintanilha
Álvaro Beleza
Ana Drago
Ana Gomes
Ana Luísa Amaral
Ana Matos Pires
Ana Zanatti
Anabela Mota Ribeiro
André Freire
António Canastreiro Franco
António Pedro Vasconcelos
António Pinho Vargas
António Sampaio da Nóvoa
Boaventura Sousa Santos
Capicua
Carlos Alberto Moniz
Catarina Portas
Clara Ferreira Alves
Cláudio Torres
Constantino Sakellarides
Cristina Sampaio
Daniel Oliveira
Diana Andringa
Dulce Salzedas
Elisa Ferreira
Fausto
Fernanda Lapa
Fernando Alves
Fernando Rosas
Fernando Tordo
Francisco Crespo
Francisco George
Francisco Louçã
Francisco Mangas
Francisco Teixeira da Mota
Helder Costa
Helena Roseta
Heloísa Apolónia
Henrique Sousa
Isabel Medina
Isabel Moreira
Isabel Ruivo
Jaime Teixeira Mendes
Joana Lopes
João Goulão
João Lourenço
João Ribeiro Santos
João Semedo
Jorge Espírito Santo
Jorge Leite
Jorge Palma
Jorge Sequeiros
Jorge Torgal
José A. Carvalho Teixeira
José Gameiro
José Jorge Letria
José Júdice
José Manuel Boavida
José Manuel Mendes
José Manuel Pureza
José Pacheco Pereira
José Vítor Malheiros
Júlio Machado Vaz
Laura Ferreira dos Santos
Lucília Galha
Luís Cília
Luís Filipe Costa
Luís Moita
Machado Caetano
Mamede Carvalho
Manuel Loff
Manuel Luís Goucha
Manuel Pizarro
Maria Antónia Almeida Santos
Maria Filomena Mónica
Maria Irene Ramalho
Maria Teresa Horta
Mariana Mortágua
Mário Crespo
Mário Nogueira
Marisa Matias
Miguel Esteves Cardoso
Miguel Guedes
Nuno Artur Silva
Nuno Saraiva
Octávio Cunha
Olga Roriz
Paula Teixeira da Cruz
Paulo Magalhães
Pedro Abrunhosa
Pedro Campos
Pedro Ponce
Pilar del Río Saramago
Raquel Freire
Raquel Varela
Ricardo Sá Fernandes
Richard Zimler
Rogério Alves
Rosalvo de Almeida
Rosário Gama
Rui Rio
Rui Tavares
Rui Zink
Sérgio Godinho
Sobrinho Simões
Tatiana Marques
Teresa Pizarro Beleza
Tó Zé Brito
Vasco Lourenço
Viriato Soromenho Marques
Os três porquinhos da barbárie
L. Lemos
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Quem assina o pasquim?
O que de pior conhecemos da classe política e intelectual em Portugal.
E como se trata dos piores, não poderiam faltar estes três porquinhos, que de simpático nada têm a ver com os da história: Rui Rio, Paula Teixeira da Cruz e Pacheco Pereira.
Todos estes do PSD, partido cuja massa de militantes é civilizada mas que se encontra infiltrado por bárbaros desta natureza. Bárbaros que, com ou sem avental, nada ficam a dever ao principal centro de decadência que é a maçonaria.
Acordem, laranjinhas!
sábado, 6 de fevereiro de 2016
Eutanásia: uma compaixão falsificada
Pedro Afonso
A legalização da eutanásia abre um caminho perigoso, pois há quem defenda, face aos custos crescentes de saúde, que a medicina deve suspender os tratamentos mais onerosos a doentes idosos e incuráveis
A eutanásia corresponde ao acto de provocar deliberadamente a morte a um doente incurável para que, através deste «acto piedoso», se ponha fim ao seu sofrimento. Numa altura em que a Assembleia da República se prepara para discutir a legalização da eutanásia, justifica-se um debate sobre este tema.
Um dos argumentos utilizados para a legalização da eutanásia é que estas pessoas têm o direito a uma morte digna, o que não passa de um eufemismo maniqueísta, como se a morte daqueles que decidem de forma corajosa enfrentar os inúmeros sofrimentos e provações que lhes acarreta a doença fosse uma morte indigna.
Uma outra ideia errada dos defensores da eutanásia é a de que o nosso corpo é nosso, logo quando esse corpo é acometido de uma doença incurável, a decisão de viver ou morrer também é nossa. Ora, ninguém é o senhor absoluto de si, pois ninguém vive para si mesmo, e quando alguém morre não morre apenas para si mesmo.
Neste debate, os defensores da eutanásia partem de um pressuposto errado: a vida humana não tem sempre o mesmo valor, já que desde que afectada pelo sofrimento associado a uma doença incurável, transforma-se numa vida indigna e prescindível. Curiosamente, esta foi a mesma justificação utilizada pelos nazis para aplicarem o seu programa de eugenismo e eutanásia, designado por Aktion T4, durante o qual os médicos nazis assassinaram milhares de doentes considerados como «incuráveis».
A legalização da eutanásia conduz a um caminho perigoso, pois há quem defenda, perante os custos crescentes de saúde, que a medicina deveria suspender os tratamentos mais onerosos a alguns indivíduos (provavelmente começando-se pelos idosos, doentes incuráveis, etc.), concedendo-lhes uma morte abreviada. Por detrás desta aparente morte misericordiosa, há o risco de surgirem interesses economicistas, pois o Estado vê-se livre destes encargos de saúde.
A depressão tem uma prevalência elevada ao longo da vida. Esta patologia pode ser crónica, causando um sofrimento duradouro para o doente, e nas formas mais graves é por vezes acompanhada por ideação suicida. Se a eutanásia for legalizada, significa que se abre a porta ao suicídio assistido. Afinal porque é que há-de ser diferente uma doença física incurável de uma doença psiquiátrica incurável? Não será o sofrimento psíquico — muitas vezes mais doloroso e insuportável do que o sofrimento físico — um motivo legítimo para se respeitar a vontade do doente ao suicídio assistido? Porque é que este pedido de morte há-de ter menos valor? A eutanásia aplicada às doenças psiquiátricas pode abrir a porta ao suicídio assistido de milhares de indivíduos no nosso país que sofrem de depressão, havendo o risco de uma parte significativa da população se suicidar de forma legal. Mas será que uma pessoa com depressão estará em condições de exprimir a sua vontade de uma forma livre?
Presume-se que os agentes da eutanásia sejam médicos. Mas a condição de ser médico entra em contradição com o acto de cometer uma morte a um doente, ainda que a pedido deste e com o aval legal do Estado. A tradição hipocrática obriga a que o médico esteja sempre do lado da vida, pelo que a um médico não se pode pedir que, conforme o desejo do doente, alterne entre a posição de alguém que tudo fará para que nós possamos continuar a viver, para alguém que afinal nos vai ajudar a morrer. Esta contradição prejudicaria de forma gravíssima a confiança inabalável que se deve depositar nos médicos.
A eutanásia é um mal que contradiz a própria ética médica, porque se opõe ao dever do médico de permanecer ao lado da vida, respeitando-a e procurando preservá-la em todas as condições. A eutanásia trata-se, na verdade, de uma compaixão falsificada. As súplicas dos doentes graves e deprimidos que pedem a morte são na esmagadora maioria dos casos pedidos de ajuda, pedidos de afecto e de consolo. Todos os dias os médicos escutam estas palavras de desespero, e todos os dias respondem com palavras de ânimo e de conforto. Esta é a luta diária daqueles que prestam cuidados de saúde; a luta contra a doença e o sofrimento, preservando a vida. A morte não deve ser abreviada, mas antes humanizada, garantindo-se os cuidados de saúde necessários, nomeadamente o alívio do sofrimento através dos cuidados paliativos.
Felizmente, somos testemunhas em muitos casos de que as suplicas desesperadas de uma morte piedosa se transformam em palavras de agradecimento e de apego à vida. Estou convicto de que muitos dos meus colegas já passaram por isso, e na minha opinião não há maior realização para um médico do que ouvir dos seus doentes estas palavras; não há maior alegria para um médico ou enfermeiro do que presenciar o rosto luminoso agradecido de um doente, depois de termos posto generosamente ao seu serviço a nossa arte, e a nossa sabedoria. Esta é afinal a verdadeira compaixão.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
Celibato dos padres:
Bergoglio faz a Igreja em cacos
LER EM FRANCÊS:
http://chiesa.espresso.repubblica.it/articolo/1351221?fr=y
LER EM INGLÊS:
http://chiesa.espresso.repubblica.it/articolo/1351221?eng=y
LER EM ITALIANO:
http://chiesa.espresso.repubblica.it/articolo/1351221
LER EM CASTELHANO:
http://chiesa.espresso.repubblica.it/articolo/1351221?sp=y
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
Uma experiência chamada Portugal
Alberto Gonçalves, Diário de Notícias, 31 de Janeiro de 2016
Se bem percebi, o alegado governo que nos caiu em cima enviou à Comissão Europeia um rascunho do Orçamento do Estado, o qual, segundo quem sabe do assunto, ganharia em ter sido produzido por dois cangurus munidos de uma «folha» de Excel. A CE, horrorizada com tamanho caldo de inépcia, trafulhice, alucinação e certificada desgraça, devolveu o papel acompanhado de uma carta que se esforça por manter a polidez protocolar embora não esconda certa falta de paciência para as artimanhas de burgessos.
O dr. Costa e os serviçais do governo reagiram através da desvalorização da carta, até porque, garantiam eles, as objecções da CE prendem-se com ligeirezas técnicas e, por favor não se engasguem, «não têm relevância política». Em simultâneo, um teórico do «costismo» (o equivalente em sofisticação ao atendedor de chamadas do professor Bambo) acusou a CE de «tentar tramar o governo português». A acreditar nos socialistas, o Conselho Económico e Social, o Conselho das Finanças Públicas, a Unidade Técnica de Apoio Orçamental, quatro agências de rating, a UEFA e um vizinho meu também aderiram à conspiração.
No que toca aos partidos comunistas que de facto mandam no circo, e que nem com a queda do muro aproveitaram para fugir do hospício, instigam o dr. Costa a enfrentar a «Europa dos interesses» com, engasguem-se à vontade, firmeza. Catarina Martins avisa que a CE «está a assaltar-nos», mas na verdade o arranjinho que a dra. Catarina integra é que o fez em Outubro – e agora julgasse ser igualmente fácil assaltar os contribuintes alemães. Para distinguir o PCP do Bloco, o sr. Jerónimo repete a lengalenga do Bloco.
De seguida, o dr. Costa, cuja fluência na própria língua de facto levanta interrogações acerca da comunicação com estrangeiros, voltou à carga com redobrado delírio, mais a consideração de que as previsões do governo são «conservadoras e realistas» e a denúncia de que Passos Coelho – o «senhor primeiro-ministro», nas palavras do alegado – enganou Bruxelas.
Entretanto, há infelizes que com as melhores intenções vão à televisão comentar a «situação» como se a «situação» merecesse comentários. É, evidentemente, uma trabalheira inglória: nada que saia das infantis cabeças que nos governam (força de expressão) exibe um pingo de racionalidade e pode ser levado a sério. Séria só a desgraça em que concorrem para nos deixar, de que eles escaparão com típica impunidade. E que nós pagaremos com típica resignação e, desconfio, sofrimento inédito. Portugal é hoje uma experiência, à escala real, para averiguar quanto tempo um país resiste nas mãos de transtornados. Eis uma previsão conservadora e realista: pouco.
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