José Sócrates adora falar com jornalistas. Para os mimar ou insultar, tanto faz. Por essas e por outras é que Luís Marques, administrador da SIC e jornalista com créditos de independência firmados, avisou os directores da estação de Carnaxide para o avisarem de tais telefonemas. Só por causa das coisas. domingo, 6 de dezembro de 2009
SIC privada: acabaram os segredinhos
António Ribeiro Ferreira
José Sócrates adora falar com jornalistas. Para os mimar ou insultar, tanto faz. Por essas e por outras é que Luís Marques, administrador da SIC e jornalista com créditos de independência firmados, avisou os directores da estação de Carnaxide para o avisarem de tais telefonemas. Só por causa das coisas.
José Sócrates adora falar com jornalistas. Para os mimar ou insultar, tanto faz. Por essas e por outras é que Luís Marques, administrador da SIC e jornalista com créditos de independência firmados, avisou os directores da estação de Carnaxide para o avisarem de tais telefonemas. Só por causa das coisas. Michael Jackson e a cultura da morte que se volta contra o ser humano
Hermes Rodrigues Nery
Coordenador da Comissão Diocesana em Defesa da Vida e Movimento Legislação e Vida, da Diocese de Taubaté, Brasil.O astro superpop Michael Jackson tornou-se prisioneiro do sucesso e foi vítima do sistema que o produziu. Simboliza bastante a crueldade e a desumanidade da cultura pós-moderna, com furor demoníaco. Em Moonwalker, a personagem autobiográfica ainda criança, com um bando de garotos, cantava agressivo: «eu sou cruel». Há também um Michael Jackson em fuga, primeiro dos fãs, depois de fantasmas e perseguidores, tendo de vestir uma máscara de burro para se disfarçar e, depois, projectando o burro para fora de si, animando-o e dançando com ele, depois de viajar numa espécie de nave espacial cantando ser um «demónio veloz». Um clipe terrível, evidenciando a mente conturbada, aterrorizada por ratos e aranhas, e outros seres das trevas, numa confusão de cores e medos, sustos e violências, em meio a canções melancólicas, depressivas, e cheias de desespero, além de um vazio de sentido de vida, que torna tudo assustador a sua volta.
O menino-prodígio que se destacou por uma voz magnífica deixou-se enredar na teia da indústria cultural e pela tentação do hiper-individualismo, que o fez sentir-se capaz de reconstruir o seu próprio corpo, buscando ser o que não era, perdendo o rumo de si num afã megalómano de poder, que acabou corroído por excentricidades e patologias.
Certamente a sua tragédia existencial assumiu uma proporção tão avultada, mais grave, em tantos aspectos, de outros tristes casos da história recente, especialmente da música pop. Para ser (e se manter) o número um (o sucesso pelo sucesso, tudo pelo pódio), Michael Jackson espoliou a sua própria alma e o seu corpo, viveu uma síndrome de Frankestein, tornando-se um andróide dançante, robotizado, despersonalizado, aberrante, e de estilo de vida suicida. É impressionante a desfiguração sofrida, como anulou sua identidade, não conseguindo mais controlo sobre o próprio rosto, em que tudo ia ficando artificial, como um homem-bolha, apartado de todos.
Acometido também pela síndrome de Peter Pan, recusou-se a crescer, a se amadurecer, a envelhecer, preferindo instalar-se na «terra do nunca», cujo infantilismo e exotismo o levaram a transgredir mais ainda, endividando-se cada vez mais para se livrar de escândalos sexuais com garotos, não dando conta de manter as suas fantasias milionárias. Notícias foram veiculadas dizendo que dormia numa câmara hiperbárica, para protelar o envelhecimento, pois tinha a obsessão da juventude.
Uma pergunta intrigante: porque terá sido Thriller o álbum mais vendido da história, com um conteúdo tão aterrorizante? Porque será que uma música com uma letra tão demoníaca teve tanto impacto? Uma letra que fala de «algo maligno a espreitar no escuro», em que é preciso gritar, e que «o terror toma o som antes de você fazê-lo», um terror (thriller) que congela e paralisa. Uma música com uma estrofe terrível como esta: «porque isso é o terror, noite de terror / e ninguém vai te salvar / da besta pronta para te atacar (...) numa noite assassina de terror.» Pois esta música, com uma letra tão medonha ficou para a história como a música de maior sucesso, a obter um recorde sem precedentes, certificado pelo Guinnes World Records e a fazer de Michael Jackson o homem mais conhecido do planeta.
O seu fenómeno é um sintoma de um tempo convulsivo, assombrado por uma «cultura da morte», que se volta contra o ser humano. A sua morte precoce e a reacção e histeria dos fãs em todas as partes do globo, comprovam que o mundo está mesmo dominado por ideologias do mal, sustentadas por meios de comunicação coniventes com estas forças, situação esta que requer um contraponto (e mesmo resistência), para que tais ameaças não comprometam de vez a própria Civilização.
De http://moldaraterra.blogspot.com
Dois grupos no Governo PS
sábado, 5 de dezembro de 2009
Sequestrador na China...
[ Leia até ao final ]
Exigências de sequestrador para libertar um refém na China.
«Tenho 3 exigências ou mato o rapaz!»
Negociadores chegam ao local pela janela do lado para cumprir as exigências.
Negociador em posição
Inicio das negociações
Negociações concluídas

Caso encerrado
Em Portugal, na Europa, a rua seria fechada, o homem teria a maior cobertura mediática, -- designadamente da SIC, da TVI e da TSF -- as negociações durariam 12 horas seguidas, viriam o Marinho Pinto, o Menezes, o Passos Coelho, o Guterres dos refugiados, o José Miguel Júdice, o Frei Bento Domingues, os gajos dos Direitos Humanos, da Quercus, do Bloco de Esquerda, do PCP, da CDU, dos Verdes, da CDSPPM (Comissão de Defesa dos Sequestradores Portadores de Perturbações Mentais), o porta-voz do PS, as gajas da Comissão para a Igualdade do Género, as bichas da ILGA, os advogados de defesa dos réus da Casa Pia, os maçons da Comissão para o Centenário da República, os militares da Associação 25 de Abril, os humanistas da Amnistia Internacional, a p... que os pariu, etc...
O preso custaria milhões para ter um julgamento «justo», comida e boa vida na cadeia.
Entenderam os motivos pelos quais os produtos dos chineses são mais baratos do que os nossos?
(Texto desenvolvido a partir do que circula na net, pois o original
revelava alguns esquecimentos graves. E esquecimentos graves continuam aqui.)
Enviado por A.S.
Exigências de sequestrador para libertar um refém na China.
«Tenho 3 exigências ou mato o rapaz!»
Negociadores chegam ao local pela janela do lado para cumprir as exigências.
Negociador em posição
Inicio das negociações
Negociações concluídas

Caso encerrado
Em Portugal, na Europa, a rua seria fechada, o homem teria a maior cobertura mediática, -- designadamente da SIC, da TVI e da TSF -- as negociações durariam 12 horas seguidas, viriam o Marinho Pinto, o Menezes, o Passos Coelho, o Guterres dos refugiados, o José Miguel Júdice, o Frei Bento Domingues, os gajos dos Direitos Humanos, da Quercus, do Bloco de Esquerda, do PCP, da CDU, dos Verdes, da CDSPPM (Comissão de Defesa dos Sequestradores Portadores de Perturbações Mentais), o porta-voz do PS, as gajas da Comissão para a Igualdade do Género, as bichas da ILGA, os advogados de defesa dos réus da Casa Pia, os maçons da Comissão para o Centenário da República, os militares da Associação 25 de Abril, os humanistas da Amnistia Internacional, a p... que os pariu, etc...
O preso custaria milhões para ter um julgamento «justo», comida e boa vida na cadeia.
Entenderam os motivos pelos quais os produtos dos chineses são mais baratos do que os nossos?
(Texto desenvolvido a partir do que circula na net, pois o original
revelava alguns esquecimentos graves. E esquecimentos graves continuam aqui.)
Enviado por A.S.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Código da Vinci é o pior da década
(Notícia do Jornal de Leiria)
«Foi o grande best-seller dos últimos anos, mas, segundo o The Times, nunca deixou de ser um romance de cordel. O sucesso nas vendas d'O Código da Vinci, de Dan Brown, foi desvalorizado e o romance recebeu a "honra" de ser considerado o pior livro da década. O melhor é A Estrada, de Cormac McCarthy. O livro de Dan Brown, para o jornal inglês, tropeça logo na introdução, que se assemelha "a uma notícia de tablóide".(...)»
Parábola para os professores...
Naquele tempo, Jesus subiu ao monte seguido pela multidão e, sentado sobre uma grande pedra, deixou que os seus discípulos e seguidores se
aproximassem.
Depois, tomando a palavra, ensinou-os, dizendo:
- Em verdade vos digo,
- Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus.
- Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados.
- Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles...
Pedro interrompeu:
- Temos que aprender isso de cor?
André disse:
- Temos que copiá-lo para o papiro?
Simão perguntou:
- Vamos ter teste sobre isso?
Tiago, o Menor queixou-se:
- O Tiago, o Maior está sentado à minha frente, não vejo nada!
Tiago, o Maior gritou:
- Cala-te queixinhas!
Filipe lamentou-se:
- Esqueci-me do papiro-diário.
Bartolomeu quis saber:
- Temos de tirar apontamentos?
João levantou a mão:
- Posso ir à casa de banho?
Judas Iscariotes exclamou:
(Judas Iscariotes era mesmo malvado, com retenção repetida e vindo de outro Mestre)
- Para que é que serve isto tudo?
Tomé inquietou-se:
- Há fórmulas? Vamos resolver problemas?
Judas Tadeu reclamou:
- Podemos ao menos usar o ábaco ?
Mateus queixou-se:
- Eu não entendi nada... ninguém entendeu nada!
Um dos fariseus presentes, que nunca tinha estado diante de uma multidão nem ensinado nada, tomou a palavra e dirigiu-se a Ele, dizendo:
- Onde está a tua planificação?
- Qual é a nomenclatura do teu plano de aula nesta intervenção didáctica
mediatizada?
- E a avaliação diagnóstica?
- E a avaliação institucional?
- Quais são as tuas expectativas de sucesso?
- Tens a abordagem da área em forma globalizada, de modo a permitir o acesso à significação dos contextos, tendo em conta a bipolaridade da transmissão?
- Quais são as tuas estratégias conducentes à recuperação dos conhecimentos prévios?
- Respondem estes aos interesses e necessidades do grupo de modo a assegurar a significatividade do processo de ensino-aprendizagem?
- Incluíste actividades integradoras com fundamento epistemológico-produtivo?
- E os espaços alternativos das problemáticas curriculares gerais?
- Propiciaste espaços de encontro para a coordenação de acções transversais
e longitudinais que fomentem os vínculos operativos e cooperativos das áreas concomitantes?
- Quais são os conteúdos conceptuais, processuais e atitudinais que respondem aos fundamentos lógico, praxeológico e metodológico constituídos pelos núcleos generativos disciplinares, transdisciplinares,
interdisciplinares e metadisciplinares?
E então Caifás, o pior de todos os fariseus, disse a Jesus:
- Quero ver as avaliações do primeiro, segundo e terceiro períodos e
reservo-me o direito de, no final, aumentar as notas dos teus discípulos,
para que ao Rei não lhe falhem as previsões de um ensino de qualidade e não se lhe estraguem as estatísticas do sucesso.
- Serás notificado em devido tempo pela via mais adequada. E vê lá se reprovas alguém!
- Lembra-te que ainda não és titular e não há quadros de nomeação definitiva!
... E Jesus pediu a reforma antecipada aos trinta e três anos...
Enviado por Afonso Perdigão
aproximassem.
Depois, tomando a palavra, ensinou-os, dizendo:
- Em verdade vos digo,
- Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus.
- Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados.
- Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles...
Pedro interrompeu:
- Temos que aprender isso de cor?
André disse:
- Temos que copiá-lo para o papiro?
Simão perguntou:
- Vamos ter teste sobre isso?
Tiago, o Menor queixou-se:
- O Tiago, o Maior está sentado à minha frente, não vejo nada!
Tiago, o Maior gritou:
- Cala-te queixinhas!
Filipe lamentou-se:
- Esqueci-me do papiro-diário.
Bartolomeu quis saber:
- Temos de tirar apontamentos?
João levantou a mão:
- Posso ir à casa de banho?
Judas Iscariotes exclamou:
(Judas Iscariotes era mesmo malvado, com retenção repetida e vindo de outro Mestre)
- Para que é que serve isto tudo?
Tomé inquietou-se:
- Há fórmulas? Vamos resolver problemas?
Judas Tadeu reclamou:
- Podemos ao menos usar o ábaco ?
Mateus queixou-se:
- Eu não entendi nada... ninguém entendeu nada!
Um dos fariseus presentes, que nunca tinha estado diante de uma multidão nem ensinado nada, tomou a palavra e dirigiu-se a Ele, dizendo:
- Onde está a tua planificação?
- Qual é a nomenclatura do teu plano de aula nesta intervenção didáctica
mediatizada?
- E a avaliação diagnóstica?
- E a avaliação institucional?
- Quais são as tuas expectativas de sucesso?
- Tens a abordagem da área em forma globalizada, de modo a permitir o acesso à significação dos contextos, tendo em conta a bipolaridade da transmissão?
- Quais são as tuas estratégias conducentes à recuperação dos conhecimentos prévios?
- Respondem estes aos interesses e necessidades do grupo de modo a assegurar a significatividade do processo de ensino-aprendizagem?
- Incluíste actividades integradoras com fundamento epistemológico-produtivo?
- E os espaços alternativos das problemáticas curriculares gerais?
- Propiciaste espaços de encontro para a coordenação de acções transversais
e longitudinais que fomentem os vínculos operativos e cooperativos das áreas concomitantes?
- Quais são os conteúdos conceptuais, processuais e atitudinais que respondem aos fundamentos lógico, praxeológico e metodológico constituídos pelos núcleos generativos disciplinares, transdisciplinares,
interdisciplinares e metadisciplinares?
E então Caifás, o pior de todos os fariseus, disse a Jesus:
- Quero ver as avaliações do primeiro, segundo e terceiro períodos e
reservo-me o direito de, no final, aumentar as notas dos teus discípulos,
para que ao Rei não lhe falhem as previsões de um ensino de qualidade e não se lhe estraguem as estatísticas do sucesso.
- Serás notificado em devido tempo pela via mais adequada. E vê lá se reprovas alguém!
- Lembra-te que ainda não és titular e não há quadros de nomeação definitiva!
... E Jesus pediu a reforma antecipada aos trinta e três anos...
Enviado por Afonso Perdigão
Casamento de pessoas do mesmo sexo. É lá com eles?
Nuno Serras Pereira
1. Muita gente ainda não se apercebeu dos grandes perigos para a liberdade que constitui o iniquamente chamado "casamento" entre sodomitas (pessoas que fazem poucas-vergonhas sexuais com outras do mesmo sexo). Cuidam que isso é lá uma coisa deles que nada implica com o resto da sociedade. Mas se assim é, como explicar que eles queiram institucionalizar essas abominações torpes, exigindo o reconhecimento social e o auxílio do estado?
PARA LER MAIS, CARREGAR AQUI.
1. Muita gente ainda não se apercebeu dos grandes perigos para a liberdade que constitui o iniquamente chamado "casamento" entre sodomitas (pessoas que fazem poucas-vergonhas sexuais com outras do mesmo sexo). Cuidam que isso é lá uma coisa deles que nada implica com o resto da sociedade. Mas se assim é, como explicar que eles queiram institucionalizar essas abominações torpes, exigindo o reconhecimento social e o auxílio do estado?
PARA LER MAIS, CARREGAR AQUI.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Não é possí-í-í-í-í-í-í-í-í-í-í-í-í-í-í-í-í-vel ! ! !
DE CAVACO A SÓCRATES
Qual o mais verdadeiro?
Qual o mais verdadeiro?
«Em toda a Europa só se ouve falar do sucesso português.»
Cavaco em Ponta Delgada, em 4 de Julho de 1991
Perfil de castelhano
Aqui o autor diz espanhol mas tomou a parte castelhana pelo todo.
Enviado por I.D.
http://docs.google.com/present/edit?id=0AXTRmPm8jdvVZGMzN2ZuNHFfNDZjZDZ3Y21jNA&hl=pt_PT
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Este, ao menos, ...
(Piada machista latina)
Discurso aldrabão. Sem vergonha. Manipulação dos meios de comunicação. Processos judiciais abafados quanto pode. Alteração da lei para proteger-se e proteger os seus. Escândalos morais.
Mas este, ao menos, gosta de gajas!
Enviado por M. C.
Mas este, ao menos, gosta de gajas!
Enviado por M. C.
Os Suíços defendem a Civilização cristã e os senhores bispos condenam-nos...
Heduíno Gomes
Os Suíços acabam de recusar em referendo mais um passo para a islamização da Suíça e da própria Europa ao proibir a construção de minaretes no seu território. O que se está a passar está à vista de todos, e a que os Suíços, finalmente, disseram basta! , é a progressiva invasão islâmica do Ocidente, primeiro pela demografia, depois pela imposição de centros islâmicos que servem de organização religiosa, política e até terrorista, e amanhã pelo domínio total.
Em termos de defesa da Civilização ocidental, este facto político na Suíça é muito importante para o despertar das consciências no Ocidente, às quais parece não ter sido suficiente o 11 de Setembro e tudo o que está por detrás dele. Esperemos que este facto político na Suíça represente o ponto de viragem, pondo fim às atitudes «politicamente correctas», caridosas ingénuas, internacionalistas patetas, permissivas e capitulacionistas.
Parabéns aos Suíços.
Quem não está de parabéns são os bispos suíços.
Lamentam-se os bispos suíços de que o resultado do referendo vai prejudicar a «convivência entre as religiões». E de que o resultado do referendo é «um obstáculo e um grande desafio para o percurso de integração através do diálogo e do respeito recíproco».
Aos senhores bispos suíços há três perguntas a fazer.
Primeira. A tradicional tolerância ocidental abrandou a fúria anticatólica em territórios muçulmanos ou mesmo abrandou os actos terroristas contra os católicos? Já este ano, no Iraque, foi raptado e assassinado um arcebispo, destruídas à bomba igrejas e assassinados católicos. Se a construção dos minaretes em mesquitas (que continuam a ser autorizadas...) tivesse sido permitida, o vandalismo anticatólico acabaria? E onde estará por parte dos muçulmanos o «respeito recíproco» em territórios de domínio muçulmano?
Segunda. Os senhores bispos suíços não acham que, com o andar da carruagem, isto é, da progressiva implantação muçulmana no Ocidente, a não ser parada, o actual terrorismo anticatólico em territórios muçulmanos passará a ter lugar em grande escala no próprio território do Ocidente? Vejam o que eles prometem na fotografia...
Terceira. Os senhores bispos suíços estão preocupados com a evangelização das suas dioceses ou com a importação («integração») de uma religião intolerante, que prega o ódio e é militantemente anticristã? Ou estarão os senhores bispos suíços a contar converter a Cristo os muçulmanos residentes na Suíça e amanhã eles próprios transformarem em torres de igrejas os minaretes?
Os senhores bispos suíços nada mais fazem do que utilizar umas frases feitas, bonitas, cheias de bondade abstracta. Talvez sejam sinceras e ingénuas nuns casos ou alinhadas e calculadas noutros, pois já vimos de tudo dentro da própria Igreja. Mas em todo o caso profundamente erradas do ponto de vista político, quer para defesa da legítima segurança dos Suíços, quer para defesa da Igreja, quer para defesa da Civilização cristã.
Chegamos assim a este paradoxo: os Suíços defendem a Civilização cristã e os senhores bispos condenam-nos... Se os senhores bispos suíços pretendem meter-se em política, deveriam previamente aprendê-la. E depois falar. Assim, desta maneira, prestam um mau serviço aos Suíços, ao Ocidente, à cristandade e à própria Igreja.
Em Londres:
A Europa pagará. O vosso 11 de Setembro está a caminho!!
Os Suíços acabam de recusar em referendo mais um passo para a islamização da Suíça e da própria Europa ao proibir a construção de minaretes no seu território. O que se está a passar está à vista de todos, e a que os Suíços, finalmente, disseram basta! , é a progressiva invasão islâmica do Ocidente, primeiro pela demografia, depois pela imposição de centros islâmicos que servem de organização religiosa, política e até terrorista, e amanhã pelo domínio total.
Em termos de defesa da Civilização ocidental, este facto político na Suíça é muito importante para o despertar das consciências no Ocidente, às quais parece não ter sido suficiente o 11 de Setembro e tudo o que está por detrás dele. Esperemos que este facto político na Suíça represente o ponto de viragem, pondo fim às atitudes «politicamente correctas», caridosas ingénuas, internacionalistas patetas, permissivas e capitulacionistas.
Parabéns aos Suíços.
Quem não está de parabéns são os bispos suíços.
Lamentam-se os bispos suíços de que o resultado do referendo vai prejudicar a «convivência entre as religiões». E de que o resultado do referendo é «um obstáculo e um grande desafio para o percurso de integração através do diálogo e do respeito recíproco».
Aos senhores bispos suíços há três perguntas a fazer.
Primeira. A tradicional tolerância ocidental abrandou a fúria anticatólica em territórios muçulmanos ou mesmo abrandou os actos terroristas contra os católicos? Já este ano, no Iraque, foi raptado e assassinado um arcebispo, destruídas à bomba igrejas e assassinados católicos. Se a construção dos minaretes em mesquitas (que continuam a ser autorizadas...) tivesse sido permitida, o vandalismo anticatólico acabaria? E onde estará por parte dos muçulmanos o «respeito recíproco» em territórios de domínio muçulmano?
Segunda. Os senhores bispos suíços não acham que, com o andar da carruagem, isto é, da progressiva implantação muçulmana no Ocidente, a não ser parada, o actual terrorismo anticatólico em territórios muçulmanos passará a ter lugar em grande escala no próprio território do Ocidente? Vejam o que eles prometem na fotografia...
Terceira. Os senhores bispos suíços estão preocupados com a evangelização das suas dioceses ou com a importação («integração») de uma religião intolerante, que prega o ódio e é militantemente anticristã? Ou estarão os senhores bispos suíços a contar converter a Cristo os muçulmanos residentes na Suíça e amanhã eles próprios transformarem em torres de igrejas os minaretes?
O islão dominará o mundo.
Europa, tira algumas lições do 11 de Setembro.
etc.
Os senhores bispos suíços nada mais fazem do que utilizar umas frases feitas, bonitas, cheias de bondade abstracta. Talvez sejam sinceras e ingénuas nuns casos ou alinhadas e calculadas noutros, pois já vimos de tudo dentro da própria Igreja. Mas em todo o caso profundamente erradas do ponto de vista político, quer para defesa da legítima segurança dos Suíços, quer para defesa da Igreja, quer para defesa da Civilização cristã.
Chegamos assim a este paradoxo: os Suíços defendem a Civilização cristã e os senhores bispos condenam-nos... Se os senhores bispos suíços pretendem meter-se em política, deveriam previamente aprendê-la. E depois falar. Assim, desta maneira, prestam um mau serviço aos Suíços, ao Ocidente, à cristandade e à própria Igreja.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Que falta nesta cidade?
Que falta nesta cidade? - Verdade.
Que mais por sua desonra? - Honra.
Falta mais que se lhe ponha - Vergonha.
O demo a viver se exponha,
Por mais que a fama a exalta,
numa cidade, onde falta
Verdade, Honra, Vergonha.
Quem a pôs neste socrócio? - Negócio.
Quem causa tal perdição? - Ambição.
E o maior desta loucura? - Usura.
Notável desventura
de um povo néscio, e sandeu,
que não sabe, que o perdeu -
Negócio, Ambição, Usura.
Gregório de Matos (1623-1696), Epílogos
Que mais por sua desonra? - Honra.
Falta mais que se lhe ponha - Vergonha.
O demo a viver se exponha,
Por mais que a fama a exalta,
numa cidade, onde falta
Verdade, Honra, Vergonha.
Quem a pôs neste socrócio? - Negócio.
Quem causa tal perdição? - Ambição.
E o maior desta loucura? - Usura.
Notável desventura
de um povo néscio, e sandeu,
que não sabe, que o perdeu -
Negócio, Ambição, Usura.
Gregório de Matos (1623-1696), Epílogos
«Bebereis o sangue dos nossos abortos» --- gritam as selvagens feministas
Pois se assassinam os próprios filhos, que há a esperar destes animais?
De http://uniaodasfamiliasportuguesas.blogspot.com
domingo, 29 de novembro de 2009
Falso coma de Rom Houben não é caso isolado
Durante 23 anos ele pôde sentir e ouvir
«Eu gritava mas ninguém me escutava» --- declarou Ron Houben, agora com 46 anos, à revista alemã Der Spiegel.
O paciente, praticante de artes marciais e estudante de engenharia, passou 23 anos num suposto estado de coma após um acidente de trânsito.
Em 2006, Houben, na cidade de Zolder, na Bélgica, conseguiu novamente comunicar por meio de um teclado especial, graças ao neurologista Steven Laureys, da Universidade de Liège, que descobriu que os médicos se tinham enganado no diagnóstico inicial. A sua história foi revelada agora num artigo da revista BioMedCentral Neurology.
«Eu gritava sem que ninguém me ouvisse», disse Houben. «Fui testemunha do meu sofrimento enquanto os meus médicos tentavam falar comigo, até ao dia em que renunciaram».
A mãe, Fina Houben, que cuidou dele durante todos estes anos, assegurou que sempre acreditou que o seu filho estava consciente. «Pequenas coisas demonstravam-me isso. Quando eu lhe dizia que me olhasse, ele levantava um pouco a cabeça e olhava-me um pouco. Dizia-lhe para virar a cabeça, e ele tentava».
O neurologista Steven Laureys assinalou que cerca de 40% dos casos em que se diagnostica estado vegetal estão enganados.
Laureys conta que, com a nova tecnologia de scanning, os especialistas puderam demonstrar a actividade cerebral do paciente. Sobre este tema, o médico Fulvio De Nigris, director da casa de cuidados intensivos Luca De Nigris, em Bolonha, assinalou que tanto para ele como para seus colegas, este facto não é uma novidade.
De http://uniaodasfamiliasportuguesas.blogspot.com
«Eu gritava mas ninguém me escutava» --- declarou Ron Houben, agora com 46 anos, à revista alemã Der Spiegel.
O paciente, praticante de artes marciais e estudante de engenharia, passou 23 anos num suposto estado de coma após um acidente de trânsito.
Em 2006, Houben, na cidade de Zolder, na Bélgica, conseguiu novamente comunicar por meio de um teclado especial, graças ao neurologista Steven Laureys, da Universidade de Liège, que descobriu que os médicos se tinham enganado no diagnóstico inicial. A sua história foi revelada agora num artigo da revista BioMedCentral Neurology.
«Eu gritava sem que ninguém me ouvisse», disse Houben. «Fui testemunha do meu sofrimento enquanto os meus médicos tentavam falar comigo, até ao dia em que renunciaram».
A mãe, Fina Houben, que cuidou dele durante todos estes anos, assegurou que sempre acreditou que o seu filho estava consciente. «Pequenas coisas demonstravam-me isso. Quando eu lhe dizia que me olhasse, ele levantava um pouco a cabeça e olhava-me um pouco. Dizia-lhe para virar a cabeça, e ele tentava».
O neurologista Steven Laureys assinalou que cerca de 40% dos casos em que se diagnostica estado vegetal estão enganados.
Laureys conta que, com a nova tecnologia de scanning, os especialistas puderam demonstrar a actividade cerebral do paciente. Sobre este tema, o médico Fulvio De Nigris, director da casa de cuidados intensivos Luca De Nigris, em Bolonha, assinalou que tanto para ele como para seus colegas, este facto não é uma novidade.
De http://uniaodasfamiliasportuguesas.blogspot.com
Primeiro-Ministro britânico propõe abolir lei que proíbe católicos de ocuparem o trono da Inglaterra
O Primeiro-Ministro britânico, Gordon Brown, consultará em Trinidad (Caribe) os seus colegas da Commonwealth sobre a possibilidade de abolir a lei que há três séculos proíbe os católicos de ocuparem o trono da Inglaterra.
Segundo informação do jornal The Daily Telegraph, a monarquia britânica parecer estar aberta a uma possível mudança constitucional dessa natureza.
O denominado «Act of Settlement» (Lei de Instauração) estabelece que os membros da família real britânica não podem converter-se ao catolicismo ou casar-se com uma pessoa católica sem renunciar à ordem de sucessão ao trono.
Ao dirigir-se aos membros do Parlamento antes da entrevista da Trindade, Brown reconheceu que a maioria de britânicos reconhece a necessidade de modificar a lei mas esclareceu que esta mudança compete ao Reino Unido como a todos aqueles reinos onde Isabel II é actualmente chefe de Estado. Por isso é importante discuti-lo com todos os membros do Commonwealth.
De http://moldaraterra.blogspot.com
sábado, 28 de novembro de 2009
Os galegos querem oficializar a sua língua, o português
A "COMISSÃO GALEGA DO ACORDO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA", que existe nos dois estados ibéricos, com sede na Galiza, na Rua Bento Corval, 27-8º C-D, Ponte Vedra Capital, representada pelo seu Presidente, Dr. José Luís Fontenla, EXPÕE:
LER MAIS: http://www.lusografia.org/CGAOLP/index.htm
- Que tendo solicitado publicamente V. Exª. ajudas e sugestões ou achegas para a reforma do Estatuto da Autonomia da Galiza, a nossa Comissão acordou fazer-lhe chegar as seguintes sugestões relativas à nossa língua.
- Propõem-se alterações nos seguintes artigos:
Art. 5.
- O português é a língua nacional e oficial da Galiza, onde funciona como língua própria.
- O castelhano é também co-oficial na Galiza, onde funciona como língua instrumental.
- Todos os cidadãos têm o direito de conhecer e usar as duas línguas, a própria da Galiza, o português, e a castelhana, oficial do Estado espanhol.
- Os poderes públicos...
LER MAIS: http://www.lusografia.org/CGAOLP/index.htm
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
O que ganham gestores e portugueses comuns
Os portugueses comuns (os que têm trabalho) ganham pouco mais de metade (55%) do que se ganha na zona euro. Mas os nossos gestores recebem, em média:
- mais 32% do que os americanos;
- mais 22,5% do que os franceses;
- mais 55 % do que os finlandeses;
- mais 56,5% do que os suecos"
(dados de Manuel António Pina, Jornal de Notícias, 24.10.08)
- mais 32% do que os americanos;
- mais 22,5% do que os franceses;
- mais 55 % do que os finlandeses;
- mais 56,5% do que os suecos"
(dados de Manuel António Pina, Jornal de Notícias, 24.10.08)
Ucranianos em Portugal lembram vítimas da «Grande Fome»
Capelania Ucraniana promove memorial no próximo dia 29
A Capelania Ucraniana de Rito Bizantino promove a realização, no próximo dia 29 de Novembro, de um memorial religioso que visa prestar homenagem a todos os ucranianos que pereceram na Grande Fome de 1932-1933, que ficou conhecida como Golodomor ou Holocausto.
«A iniciativa é de rezar pelas vítimas da Grande Fome que pereceram inocentemente às mãos dum regime injusto e totalitário», refere o Pe. Ivan Hudz, coordenador da referida Capelania.
O objectivo é unir, no dia 29 de Novembro, os cristãos de Portugal e da Ucrânia «numa justa homenagem não só a todas as vítimas dessa tragédia histórica, como também lembrar os que hoje ainda sofrem qualquer espécie de perseguição e carência».
Aconteceu na Ucrânia em 1932-1933
O extermínio pela fome de 7 a 9 milhões de pessoas, levado a cabo pelo governo soviético com o saque total dos alimentos ao povo ucraniano
Golodomor consistiu num acto de repressão do regime comunista soviético sobre o povo da Ucrânia, republica que na década de 30 do século vinte fazia parte da União Soviética, e que levou ao extermínio pela fome de milhões de pessoas.
Os camponeses eram condenados à morte sem julgamento por tentarem salvar-se apanhando espigas nos campos, enquanto as tropas de Stalin roubavam e saqueavam os celeiros do povo ucraniano. Os resultados, em fins de 1933, ficaram patentes: entre 7 e 9 milhões de mortos, talvez o maior genocídio da História.
O objectivo de Stalin era não só quebrar a resistência dos agricultores à colectivização da agricultura como também eliminar o espírito nacionalista que pretendia separar a Ucrânia da União Soviética.
Com os seus 30 milhões de hectares de excelentes terras aráveis, a Ucrânia era o celeiro da Europa. Nas mãos de Stalin, tornou-se um instrumento de tortura e de morte contra um povo indefeso.
O mundo não deve esquecer a barbárie e o genocídio soviéticos, que alguns anos mais tarde foi imitada por Hitler, na Alemanha nazi, com o extermínio de judeus. No número de crimes, o comunismo ultrapassou de longe o nazismo.
De http://moldaraterra.blogspot.com
A Capelania Ucraniana de Rito Bizantino promove a realização, no próximo dia 29 de Novembro, de um memorial religioso que visa prestar homenagem a todos os ucranianos que pereceram na Grande Fome de 1932-1933, que ficou conhecida como Golodomor ou Holocausto.
«A iniciativa é de rezar pelas vítimas da Grande Fome que pereceram inocentemente às mãos dum regime injusto e totalitário», refere o Pe. Ivan Hudz, coordenador da referida Capelania.
O objectivo é unir, no dia 29 de Novembro, os cristãos de Portugal e da Ucrânia «numa justa homenagem não só a todas as vítimas dessa tragédia histórica, como também lembrar os que hoje ainda sofrem qualquer espécie de perseguição e carência».
Aconteceu na Ucrânia em 1932-1933
O extermínio pela fome de 7 a 9 milhões de pessoas, levado a cabo pelo governo soviético com o saque total dos alimentos ao povo ucraniano
Golodomor consistiu num acto de repressão do regime comunista soviético sobre o povo da Ucrânia, republica que na década de 30 do século vinte fazia parte da União Soviética, e que levou ao extermínio pela fome de milhões de pessoas.
Os camponeses eram condenados à morte sem julgamento por tentarem salvar-se apanhando espigas nos campos, enquanto as tropas de Stalin roubavam e saqueavam os celeiros do povo ucraniano. Os resultados, em fins de 1933, ficaram patentes: entre 7 e 9 milhões de mortos, talvez o maior genocídio da História.
O objectivo de Stalin era não só quebrar a resistência dos agricultores à colectivização da agricultura como também eliminar o espírito nacionalista que pretendia separar a Ucrânia da União Soviética.
Com os seus 30 milhões de hectares de excelentes terras aráveis, a Ucrânia era o celeiro da Europa. Nas mãos de Stalin, tornou-se um instrumento de tortura e de morte contra um povo indefeso.
O mundo não deve esquecer a barbárie e o genocídio soviéticos, que alguns anos mais tarde foi imitada por Hitler, na Alemanha nazi, com o extermínio de judeus. No número de crimes, o comunismo ultrapassou de longe o nazismo.
De http://moldaraterra.blogspot.com
Uma rebelião contra o Todo Poderoso
Três judeus ortodoxos, da esquerda para a direita Solomon Diamant, Rabi Yisroel Dovid Weiss e Dovid Feldman, todos de Lakewood, N.J., exibem um cartaz (Nov. 23, 2009) em Trenton, N.J., a protestar contra a legislação legalizando «casamentos» entre pessoas do mesmo sexo.
Os democratas incluem na sua agenda a legalização dos «casamentos» entre pessoas do mesmo sexo e o uso «médico» da marijuana.
De http://moldaraterra.blogspot.com
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
O Presidente do Supremo faz a declaração!
Não se deve preocupar o esmerado GNR. O Presidente do Supremo faz a declaração.
Cartoon de Augusto Cid.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Vara-Pinto de Sousa -- dupla da vergonha
Correio da Manhã, 22 Novembro 2009
Entrevista: José António Saraiva
"Não falimos por um milagre"
José António Saraiva, director do semanário `Sol', revela ao CM que o Governo o pressionou para não publicar notícias do Freeport e que depois passou aos investidores.
Correio da Manhã - O `Sol' foi coagido pelo Governo para não publicar notícias do Freeport?
José António Saraiva - Recebemos dois telefonemas, por parte de pessoas próximas do primeiro-ministro, dizendo que se não publicássemos notícias sobre o Freeport os nossos problemas se resolviam.
- Que problemas?
- Estávamos em ruptura de tesouraria, e o BCP, que era nosso sócio, já tinha dito que não metia lá mais um tostão. Estávamos em risco de não pagar ordenados. Mas dissemos que não, e publicámos as notícias do Freeport. Efectivamente uma linha de crédito que tínhamos no BCP foi interrompida.
- Depois houve mais alguma pressão política?
- Sim. Entretanto tivemos propostas de investimentos angolanos, e quando tentámos que tudo se resolvesse, o BCP levantou problemas.
- Travou o negócio?
- Quando os angolanos fizeram uma proposta, dificultaram. Inclusive perguntaram o que é que nós quatro - eu, José António Lima, Mário Ramirez e Vítor Rainho - queríamos pa-ra deixar a direcção. E é quando a nossa advogada, Paula Teixeira da Cruz, ameaça fazer uma queixa à CMVM, porque achava que já havia uma pressão por parte do banco que era totalmente ilegítima.
- E as pressões acabaram?
- Não. Aí eles passaram a fazer pressão ao outro sócio, que era o José Paulo Fernandes. E ainda ao Joaquim Coimbra. Não falimos por um milagre. E, finalmente, quando os angolanos fizeram uma proposta irrecusável e encostaram o BCP à parede, eles desistiram.
- Foi um processo longo...
- Foi um processo que se prolongou por três ou quatro meses. O BCP, quase ironicamente, perguntava: "Então como é que tiveram dinheiro para pagar os salários?" Eles quase que tinham vontade que entrássemos em ruptura financeira. Na altura quem tinha o dossiê do `Sol' era o Armando Vara, e nós tínhamos a noção de que ele estava em contacto com o primeiro-ministro. Portanto, eram ordens directas.
- Do primeiro-ministro?
- Não temos dúvida. Aliás, neste processo `Face Oculta' deve haver conversas entre alguns dos nossos sócios, designadamente entre Joaquim Coimbra e Armando Vara.
- Houve então uma tentativa de ataque à liberdade de imprensa?
- Houve uma tentativa óbvia de estrangulamento financeiro. Repare--se que a Controlinveste tem uma grande dívida do BCP, e portanto aí o controlo é fácil. À TVI sabemos o que aconteceu e ao `Diário Económico' quando foi comprado pela Ongoing - houve uma mudança de orientação. Há de facto uma estratégia do Governo no sentido de condicionar a informação. Já não é especulação, é puramente objectiva. E no processo `Face Oculta', tanto quanto sabemos, as conversas entre o engº Sócrates e Vara são bastante elucidativas sobre disso.
- Os partidos já reagiram e a ERC vai ter de se pronunciar. Qual é a sua posição?
- Estou disponível para colaborar.
Entrevista: José António Saraiva
"Não falimos por um milagre"
José António Saraiva, director do semanário `Sol', revela ao CM que o Governo o pressionou para não publicar notícias do Freeport e que depois passou aos investidores.
Correio da Manhã - O `Sol' foi coagido pelo Governo para não publicar notícias do Freeport?
José António Saraiva - Recebemos dois telefonemas, por parte de pessoas próximas do primeiro-ministro, dizendo que se não publicássemos notícias sobre o Freeport os nossos problemas se resolviam.
- Que problemas?
- Estávamos em ruptura de tesouraria, e o BCP, que era nosso sócio, já tinha dito que não metia lá mais um tostão. Estávamos em risco de não pagar ordenados. Mas dissemos que não, e publicámos as notícias do Freeport. Efectivamente uma linha de crédito que tínhamos no BCP foi interrompida.
- Depois houve mais alguma pressão política?
- Sim. Entretanto tivemos propostas de investimentos angolanos, e quando tentámos que tudo se resolvesse, o BCP levantou problemas.
- Travou o negócio?
- Quando os angolanos fizeram uma proposta, dificultaram. Inclusive perguntaram o que é que nós quatro - eu, José António Lima, Mário Ramirez e Vítor Rainho - queríamos pa-ra deixar a direcção. E é quando a nossa advogada, Paula Teixeira da Cruz, ameaça fazer uma queixa à CMVM, porque achava que já havia uma pressão por parte do banco que era totalmente ilegítima.
- E as pressões acabaram?
- Não. Aí eles passaram a fazer pressão ao outro sócio, que era o José Paulo Fernandes. E ainda ao Joaquim Coimbra. Não falimos por um milagre. E, finalmente, quando os angolanos fizeram uma proposta irrecusável e encostaram o BCP à parede, eles desistiram.
- Foi um processo longo...
- Foi um processo que se prolongou por três ou quatro meses. O BCP, quase ironicamente, perguntava: "Então como é que tiveram dinheiro para pagar os salários?" Eles quase que tinham vontade que entrássemos em ruptura financeira. Na altura quem tinha o dossiê do `Sol' era o Armando Vara, e nós tínhamos a noção de que ele estava em contacto com o primeiro-ministro. Portanto, eram ordens directas.
- Do primeiro-ministro?
- Não temos dúvida. Aliás, neste processo `Face Oculta' deve haver conversas entre alguns dos nossos sócios, designadamente entre Joaquim Coimbra e Armando Vara.
- Houve então uma tentativa de ataque à liberdade de imprensa?
- Houve uma tentativa óbvia de estrangulamento financeiro. Repare--se que a Controlinveste tem uma grande dívida do BCP, e portanto aí o controlo é fácil. À TVI sabemos o que aconteceu e ao `Diário Económico' quando foi comprado pela Ongoing - houve uma mudança de orientação. Há de facto uma estratégia do Governo no sentido de condicionar a informação. Já não é especulação, é puramente objectiva. E no processo `Face Oculta', tanto quanto sabemos, as conversas entre o engº Sócrates e Vara são bastante elucidativas sobre disso.
- Os partidos já reagiram e a ERC vai ter de se pronunciar. Qual é a sua posição?
- Estou disponível para colaborar.
Farto, farto, farto!
Carlos de Abreu Amorim,
Correio da Manhã, 13 de Novembro de 2009
Estou farto de uma Justiça talhada para que a verdade dos factos se perca no emaranhado burocrático dos tribunais. Estou farto das guerras deprimentes entre Noronha do Nascimento (STJ) e Pinto Monteiro (PGR) que só revelam - para além da obsessiva sua cegueira - falta de grandeza humana para as funções tão elevadas que ocupam.
Estou farto de um primeiro-ministro que saltita alegremente por entre casos suspeitos e nauseabundos (licenciatura, Cova da Beira, as casas beirãs, os apartamentos lisboetas, o Freeport, e, agora, a `Face Oculta'). Estou farto do seu tom de mártir improvável, do seu ar postiço de quem é permanentemente injustiçado por todos aqueles que não confiam nas suas pseudo-justificações. No fundo, estou farto desta III República.
Correio da Manhã, 13 de Novembro de 2009
Estou farto de uma Justiça talhada para que a verdade dos factos se perca no emaranhado burocrático dos tribunais. Estou farto das guerras deprimentes entre Noronha do Nascimento (STJ) e Pinto Monteiro (PGR) que só revelam - para além da obsessiva sua cegueira - falta de grandeza humana para as funções tão elevadas que ocupam.
Estou farto de um primeiro-ministro que saltita alegremente por entre casos suspeitos e nauseabundos (licenciatura, Cova da Beira, as casas beirãs, os apartamentos lisboetas, o Freeport, e, agora, a `Face Oculta'). Estou farto do seu tom de mártir improvável, do seu ar postiço de quem é permanentemente injustiçado por todos aqueles que não confiam nas suas pseudo-justificações. No fundo, estou farto desta III República.
Boicote o McDonald's, apoiante dos grupos de invertidos!
A Associação das Famílias Americanas denunciou as actividades de apoio do McDonald's aos grupos activistas de invertidos, que contribuiu com 20 mil dólares para esses grupos e tomado parte no executivo do «National Gay and Lesbian Chamber of Commerce».
O McDonald's abriu um centro de apoio logístico a esses grupos, que inclui apoio jurídico, e que, como se vê na foto, é denominado «Gay and Lesbian Center», instalado no «Mc Donald Writght Building», decorado com simbologia das cores dos grupos.
Por cada euro que der a um McDonald's em Portugal, uma comissão de licenciamento vai parar aos cofres da casa-mãe americana e financiar os grupos de invertidos em todo o mundo.
Quer ser financiador dos grupos de invertidos?
Se não quer, não gaste um cêntimo no McDonald's.
De http://uniaodasfamiliasportuguesas.blogspot.com
O McDonald's abriu um centro de apoio logístico a esses grupos, que inclui apoio jurídico, e que, como se vê na foto, é denominado «Gay and Lesbian Center», instalado no «Mc Donald Writght Building», decorado com simbologia das cores dos grupos.
Por cada euro que der a um McDonald's em Portugal, uma comissão de licenciamento vai parar aos cofres da casa-mãe americana e financiar os grupos de invertidos em todo o mundo.
Quer ser financiador dos grupos de invertidos?
Se não quer, não gaste um cêntimo no McDonald's.
De http://uniaodasfamiliasportuguesas.blogspot.com
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domingo, 22 de novembro de 2009
Resolvido o problema: ao pederasta chama-se «padrastro»!
Heduíno Gomes
Acerca do chamado «casamento» entre pederastas, que, a concretizar-se, irá certamente causar muita confusão e sérios distúrbios às suas próprias crianças envolvidas na macacada, perguntava recentemente numa conferência um ajuizado orador: o que irá chamar a criança filha de um deles ao outro?
Afinal o problema já estava resolvido!
Com letra de Rui Reininho, os GNR editaram em 1987 uma canção que se tornou muito popular: o «Efectivamente».
Na letra original, lia-se:
(...)
Adoro as pulgas dos cães,
todos os bichos do mato,
o riso das crianças dos outros,
cágados de pernas para o ar.
(...)
Adoro as pegas e os pederastas que passam.
Finjo nem reparar
na atitude tão clara e tão óbvia
de quem anda a engatar.
Adoro esses ratos de esgoto
(...)
Ora vá o leitor à net e procure a letra da canção. Aí encontrará em vários sítios a versão «politicamente correcta» da letra. Os pederastas passaram a padrastos. E engatar passou a engan(t)ar.
Efectivamente, quem, e porquê, terá alterado a letra do «Efectivamente»?
Para ouvir a canção no youtube, carregue aqui.
Acerca do chamado «casamento» entre pederastas, que, a concretizar-se, irá certamente causar muita confusão e sérios distúrbios às suas próprias crianças envolvidas na macacada, perguntava recentemente numa conferência um ajuizado orador: o que irá chamar a criança filha de um deles ao outro?
Afinal o problema já estava resolvido!
Com letra de Rui Reininho, os GNR editaram em 1987 uma canção que se tornou muito popular: o «Efectivamente».
Na letra original, lia-se:
(...)
Adoro as pulgas dos cães,
todos os bichos do mato,
o riso das crianças dos outros,
cágados de pernas para o ar.
(...)
Adoro as pegas e os pederastas que passam.
Finjo nem reparar
na atitude tão clara e tão óbvia
de quem anda a engatar.
Adoro esses ratos de esgoto
(...)
Ora vá o leitor à net e procure a letra da canção. Aí encontrará em vários sítios a versão «politicamente correcta» da letra. Os pederastas passaram a padrastos. E engatar passou a engan(t)ar.
Efectivamente, quem, e porquê, terá alterado a letra do «Efectivamente»?
Para ouvir a canção no youtube, carregue aqui.
Não permita que os pederastas manipulem as crianças!
Vídeo apresentado pela Plataforma Cidadania e Casamento
As práticas aberrantes dos pederastas
Se quer ter uma pequena ideia do que está por detrás dos «nobres sentimentos» dos pederastas, cheios de «amor» uns pelos outros, e que sociedade eles pretendem preparar para os seus filhos e netos, leia o texto de Nuno Serras Pereira em
http://osabortofilos.blogspot.com/?zx=ecdea3507b14296
É impressionante e porco mas é bom sabermos com quem lidamos.
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É impressionante e porco mas é bom sabermos com quem lidamos.
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