quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
O palhaço
Mário Crespo, Jornal de Notícias
E diz que não fez nada.
O palhaço compra acções não cotadas e num ano consegue que rendam 147,5 por cento. E acha bem.
O palhaço escuta as conversas dos outros e diz que está a ser escutado. O palhaço é um mentiroso.
O palhaço quer sempre maiorias. Absolutas. O palhaço é absoluto. O palhaço é quem nos faz abster. Ou votar em branco. Ou escrever no boletim de voto que não gostamos de palhaços. O palhaço coloca notícias nos jornais. O palhaço torna-nos descrentes.
Um palhaço é igual a outro palhaço. E a outro. E são iguais entre si.
O palhaço mete medo. Porque está em todo o lado. E ataca sempre que pode. E ataca sempre que o mandam. Sempre às escondidas. Seja a dar pontapés nas costas de agricultores de milho transgénico seja a desviar as atenções para os ruídos de fundo. Seja a instaurar processos. Seja a arquivar processos.
Porque o palhaço é só ruído de fundo. Pagam-lhe para ser isso com fundos públicos.
O palhaço não tem vergonha. O palhaço está em comissões que tiram conclusões. Depois diz que não concluiu. E esconde-se atrás dos outros vociferando insultos.
O palhaço faz mal orçamentos. E depois rectifica-os. E diz que não dá dinheiro para desvarios. E depois dá. Porque o mandaram dar. E o palhaço cumpre. E o palhaço nacionaliza bancos e fica com o dinheiro dos depositates. Mas deixa depositantes na rua. Sem dinheiro. A fazerem figura de palhaços pobres. O palhaço rouba. Dinheiro público.
O palhaço porta-se como um labrego no Parlamento, como um boçal nos conselhos de administração e é grosseiro nas entrevistas.
O palhaço está nas escolas a ensinar palhaçadas. E nos tribunais. Também. O palhaço não tem género. Por isso, para ele, o género não conta. Tem o género que o mandam ter. Ou que lhe convém.
Por isso pode casar com qualquer género. E fingir que tem género. Ou que não o tem.
E quando se vê que roubu, quer que se diga que não roubou. Quer que se finja que não se viu nada.
Depois diz que quem viu o insulta. Porque viu o que não devia ver.
O palhaço é ruído de fundo que há-de acabar como todo o mal.
Mas antes ainda vai viabilizar orçamentos e centros comerciais em cima de reservas da natureza, ocupar bancos e construir comboios que ninguém quer. Vai destruir estádios que construiu e que afinal ninguém queria. E vai fazer muito barulho com as suas pandeiretas digitais saracoteando-se em palhaçadas por comissões parlamentares, comarcas, ordens, jornais, gabinetes e presidências, conselhos e igrejas, escolas e asilos, roubando e violando porque acha que o pode fazer. Porque acha que é regimental e normal agredir violar e roubar.
E com isto o palhaço tem vindo a crescer e a ocupar espaço e a perder cada vez mais vergonha. O palhaço é inimputável. Porque não lhe tem acontecido nada desde que conseguiu uma passagem administrativa ou aprendeu o inglês dos técnicos e se tornou político. Este é o país do palhaço.
Nós é que estamos a mais. E continuaremos a mais enquanto o deixarmos cá estar. A escolha é simples.
Ou nós, ou o palhaço.
A ideia de independência da Catalunha
conquista 94,71% dos catalães

Segundo a agência Lusa, a independência da Catalunha em relação ao Estado espanhol foi defendida pela quase totalidade dos eleitores (94,71 %) que votaram em 166 municípios daquela região numa consulta não vinculativa.A Coordenadora Nacional confirmou terem participado cerca de 30 por cento dos 700 mil eleitores que podiam votar nos locais onde foi realizada a consulta.
Essa Iniciativa Legislativa Popular teria como objectivo a convocatória para um referendo de auto-determinação, vinculativo e em toda a Catalunha, a realizar no próximo 25 de Abril.
Além da sociedade civil, as consultas de hoje contaram com o apoio formal de cinco partidos catalães (CDC, ERC, ICV, CUP e Reagrupament).
A cada um dos eleitores foi perguntado se «está de acordo que a nação catalã se converta num Estado de Direito independente, democrático e social integrado na União Europeia».
Em 7 de Junho comemora-se a revolta dos ceifeiros (Els segadors em catalão) ocorrida na Catalunha em 1640, contra a política de Filipe IV, III de Portugal. A independência formal da Catalunha só ocorrerá em Janeiro do ano seguinte, mas este dia marca a revolta que levará à secessão formal.
Hino da Catalunha
Els Segadors --- Hino de Catalunha
Catalunya, triomfant,
tornarà a ser rica i plena!
Endarrera aquesta gent
tan ufana i tan superba!
Bon cop de falç!
Bon cop de falç, defensors de la terra!
Bon cop de falç!
Ara és hora, segadors!
Ara és hora d'estar alerta!
Per quan vingui un altre juny
esmolem ben bé les eines!
Bon cop de falç!
Bon cop de falç, defensors de la terra!
Bon cop de falç!
Que tremoli l'enemic
en veient la nostra ensenya:
com fem caure espigues d'or,
quan convé seguem cadenes!
Bon cop de falç!
Bon cop de falç, defensors de la terra!
Bon cop de falç!
(Tradução)
Catalunha, triunfante,
tornará a ser rica e plena!
Por detrás desta gente
tão ufana e tão soberba!
Bom golpe de foice!
Bom golpe de foice, defensores da terra!
Bom golpe de foice!
Agora é hora, segadores!
Agora é hora de estar alerta!
Para quando chegar o outro junho
amolem bem as ferramentas!
.............
Que trema o inimigo
mostraremos a nossa badeira:
como fazemos cair as espigas de ouro,
quando convém ceifamos correntes!
.............
sábado, 12 de dezembro de 2009
Cavaco às avessas com Camões
Heduíno Gomes

1) Nos seus tempos de Primeiro-Ministro, alguém da RTP 1 perguntou a Cavaco quantos cantos tem Os Lusíadas. O homem respondeu que tem nove cantos. Coisa que antigamente até na escola primária se aprendia. 2) No dia 10 de Junho 2007, Dia de Camões, de Portugal e das Comunidades Portuguesas, teve lugar uma cerimónia em que personalidades da patagónia (não confundir com Portugal nem com o território homónimo argentino e chileno) leram algumas estrofes d'Os Lusíadas.
Coube ao Presidente da República da patagónia (não confundir com Portugal nem com o território homónimo argentino e chileno) ler a primeira estrofe, aquela que se sabia de cor nos tempos em que se aprendia alguma coisa:
As armas e os barões assinalados
Que da Ocidental praia Lusitana,
Por mares nunca de antes navegados
Passaram ainda além da Taprobana,
Em perigos e guerras esforçados
Mais do que prometia a força humana
E entre gente remota edificaram
Novo Reino, que tanto sublimaram;
Ora bem! Cavaco leu Taprobana de uma maneira qualquer atabalhoada, que nem ele ficou a saber.
E «E entre gente remota edificaram», Cavaco leu «E entre gente remota identificaram».
Nem com papel à frente, o mais alto magistrado na nação da patagónia (não confundir com Portugal nem com o território homónimo argentino e chileno) acerta.
Pedro Passos Coelho,
o modernaço do Restelo
Heduíno Gomes
O Pedro Passos Coelho já deve ter apanhado a reforma Veiga Simão & continuadores e não estudou Os Lusíadas. Digo estudar pois, naquele tenebroso tempo do ensino salazarista, as pobres crianças (como agora são designados oficialmente os matulões e matulonas até aos 18 anos) tinham de estudar, no 2.º ciclo do liceu, de algumas obras dos clássicos portugueses, a interpretação do texto, a morfologia, a sintaxe e até a etimologia das palavras e sua evolução, passo a passo, para o português, com os nomes dos respectivos fenómenos. Que tirania fascista!
Mas o PPC, tal como o Cavaco – este, coitado, por outra razão –, não estudou Os Lusíadas. Ou, se os estudou, não percebeu o que representava o velho do Restelo – o que é natural dada a sua refinada profundidade intelectual. E então, vai daí, aplica a expressão fora do sentido, aquele com que Camões representa na sua obra um pessimismo de quem não acredita na empresa dos descobrimentos e se lamenta das tragédias marítimas que tal esforço acarreta (obrigado, Dr. Sales, pelas aulas no ano de 1958-1959, no 5.º ano liceal, no Nun'Álvares de Tomar!). A imagem literária do velho do Restelo passou a representar o pessimismo. E só isso. Alguns analistas literários afogados em ideologia marxista, já com muito materialismo dialéctico a ajudar, pretendem frequentemente colocar como sinónimo do pessimismo aquilo a que chamam conservadorismo e reaccionarismo... A dialéctica liga tudo...Pretendendo botar figura com conhecimentos literários que não possui, como qualquer papagaio que repete frases feitas sem conhecer o seu sentido, em entrevista ao Jornal de Notícias (6.12.2009), PPC fala de velhos do Restelo no sentido de simplesmente velhos, para designar aqueles que estão há mais tempo do que ele na chefia do PSD. E ele, em oposição, representando a nova geração. Velhos contra novos – é isso que ele quer utilizar para recrutar na jota e recentemente reformados da jota.
Quando faleceu, em plena actividade, com 66 anos, considerando a esperança de vida na época, seria o Infante «velho do Restelo»? Lá velho era. Mas «do Restelo»...
E se Camões, em vez de no velho do Restelo, tem personificado a imagem de pessimismo numa outra personagem, como, por exemplo, no puto (pessimista) do Restelo ou no JSD (pessimista) do Restelo? É que podia!
PPC ignora que o que identifica o sentido (que é de pessimismo) da expressão é o lugar (o Restelo) onde o pessimista se encontrava e pregava, de onde partiam as caravelas, e não o ser velho. Que confusão vai naquela cabecinha! Temos em PPC mais um candidato a Cavaco com os seus nove cantos d'Os Lusíadas e a bronca da recitação da sua primeira estrofe (VER AQUI). Ou candidato a Santana Lopes com os violinos do Chopin. Tudo gente apta para dirigir decentemente uma nação. O que faz não ter tido o Dr. Sales ou outro equivalente como professor de português e não ter seguido o programa «fascista» do ensino liceal! (Como diria o PPC, estou mesmo um «velho do Restelo».)
Adiante. PPC pensa que representa todos os novos. Mas não. Nem toda a juventude está podre. PPC representa bem é aquela parte decadente das novas e das velhas gerações, os ignorantes e rascas de todas as gerações! Ele representa tanto a «geração» PPC como a «geração» de qualquer velho a favor dos «casamentos» de pederastas e de fufas.
Não desanimem os seus seguidores pois em relação à adopção de crianças por esses «casais», o modernaço do Restelo tinha dúvidas. Pode ser que evolua neste ponto crucial para a igualdade plena de direitos entre os «géneros»...
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Com tipos destes na «direita» não seria preciso nem PS nem BE
Heduíno Gomes
S ó m a i s u m a c r e s c e n t o a o p o s t a b a i x o
Apenas para ilustrar o que Nuno Serras Pereira diz sobre os tais «de inspiração cristã», dou 2 exemplos: Aguiar Branco, do PSD, e Filipe Diogo d´Ávila, do PP. «Casamento ou união civil?»
Nuno Serras Pereira
A parvalheira das propostas dos partidos que se reclamam de raiz personalista e cristã, e que se propõem a cativar o voto dos católicos, é absolutamente inacreditável. A não ser que não se trate de idiotia mas sim de malignidade sinistra. Tem sido assim nas questões relativas à vida humana, à família e à sexualidade.
A propósito do insensatamente denominado «casamento» entre pessoas do mesmo sexo a imbecilidade ou perversidade emerge de novo com surpreendente esperteza saloia. Querem eles, segundo os órgãos de comunicação social, contrapor à decisão do governo de «legalizar» o «casamento» entre sodomitas (aqueles que praticam actos sexuais com pessoas do mesmo sexo) a união civil dos ditos, como se não fora dar ao mesmo.
Uma vez que nos dias de hoje quem diz desassombradamente a verdade não tem pinga de credibilidade, ainda para mais se for católico – e com a agravante de ser Padre! (coisa horrorosa!!!!) -, socorrer-me-ei das supostas “vítimas”, os ideólogos sodomitas, que têm adquirido um estatuto e uma cobertura (mediática, entenda-se) incompreensíveis para qualquer mente sã. Como as suas palavras e reivindicações, nos tempos que correm, adquiriram o estatuto de Dogmas indiscutíveis e imperativos recolho-me à minha insignificância e concedo a palavra a John Corvino, membro do Independent Gay Forum, que após as derrotas sucessivas, para uma redefinição imediata do casamento, no ciclo eleitoral de 2004, nos USA, propõe que se aposte primeiro nas uniões civis:
«Uma legislação das uniões civis devidamente gizada poderá garantir TODAS as prerrogativas do casamento (apesar do nome diferente) … A nossa melhor estratégia (na maioria dos estados) para garantir as importantíssimas prerrogativas legais é lutar por elas em nome de 'uniões civis. A nossa melhor estratégia para assegurar a aprovação social (isto é, casamento sob o nome de 'casamento') consiste em garantir primeiro as prerrogativas legais. Então as pessoas olharão para as nossas uniões civis, perceberão que elas são virtualmente indistinguíveis dos casamentos, começarão a chamar-lhes casamentos, e gradualmente esquecerão as suas anteriores objecções. Foi isso que sucedeu na Escandinávia, e que está acontecendo em outros lugares da Europa.» [1]
________________________________________
[1] John Corvino, «Civil Discourse on Civil Unions», Betwween the Lines, January 19, 2005, http://www.pridesource.com/article.html?article=10939
A parvalheira das propostas dos partidos que se reclamam de raiz personalista e cristã, e que se propõem a cativar o voto dos católicos, é absolutamente inacreditável. A não ser que não se trate de idiotia mas sim de malignidade sinistra. Tem sido assim nas questões relativas à vida humana, à família e à sexualidade.
A propósito do insensatamente denominado «casamento» entre pessoas do mesmo sexo a imbecilidade ou perversidade emerge de novo com surpreendente esperteza saloia. Querem eles, segundo os órgãos de comunicação social, contrapor à decisão do governo de «legalizar» o «casamento» entre sodomitas (aqueles que praticam actos sexuais com pessoas do mesmo sexo) a união civil dos ditos, como se não fora dar ao mesmo.
Uma vez que nos dias de hoje quem diz desassombradamente a verdade não tem pinga de credibilidade, ainda para mais se for católico – e com a agravante de ser Padre! (coisa horrorosa!!!!) -, socorrer-me-ei das supostas “vítimas”, os ideólogos sodomitas, que têm adquirido um estatuto e uma cobertura (mediática, entenda-se) incompreensíveis para qualquer mente sã. Como as suas palavras e reivindicações, nos tempos que correm, adquiriram o estatuto de Dogmas indiscutíveis e imperativos recolho-me à minha insignificância e concedo a palavra a John Corvino, membro do Independent Gay Forum, que após as derrotas sucessivas, para uma redefinição imediata do casamento, no ciclo eleitoral de 2004, nos USA, propõe que se aposte primeiro nas uniões civis:
«Uma legislação das uniões civis devidamente gizada poderá garantir TODAS as prerrogativas do casamento (apesar do nome diferente) … A nossa melhor estratégia (na maioria dos estados) para garantir as importantíssimas prerrogativas legais é lutar por elas em nome de 'uniões civis. A nossa melhor estratégia para assegurar a aprovação social (isto é, casamento sob o nome de 'casamento') consiste em garantir primeiro as prerrogativas legais. Então as pessoas olharão para as nossas uniões civis, perceberão que elas são virtualmente indistinguíveis dos casamentos, começarão a chamar-lhes casamentos, e gradualmente esquecerão as suas anteriores objecções. Foi isso que sucedeu na Escandinávia, e que está acontecendo em outros lugares da Europa.» [1]
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[1] John Corvino, «Civil Discourse on Civil Unions», Betwween the Lines, January 19, 2005, http://www.pridesource.com/article.html?article=10939
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Como o boi olha para o palácio...
Heduíno Gomes
Maria da Graça Carvalho, deputada europeia pelo PSD, aqui na foto eleitoral a irradiar luz como se fosse uma santa ou um pirilampo, manifestou na televisão (7.12.2009) o seu apreço por aquela sujeita inglesa, Catherine Ashton, feita Ministra dos Negócios Estrangeiros da Europa pela nomenklatura de Bruxelas, tendo declarado, entre outras tiradas, que ela é «extremamente trabalhadora» e «muito inteligente». Acontece que a inteligência da sujeita ainda está para ser notada. É assim que o boi olha para o palácio. Só pode.
Acrescente-se que a sujeita inglesa foi considerada «Político do Ano» pela principal organização britânica dos «Gays», a Stonewall Awards, pelo «que fez com impacto positivo nas vidas dos LGBT britânicos». (ver a nossa ligação http://maislusitania.blogspot.com/2009/11/donde-caiu-de-para-quedas-ministra-dos.html ).
É claro que a anarco-liberal Edite Estrela subscreveu de imediato as elogiosas palavras da deputada laranja. Todas de acordo.
Acrescente-se que a sujeita inglesa foi considerada «Político do Ano» pela principal organização britânica dos «Gays», a Stonewall Awards, pelo «que fez com impacto positivo nas vidas dos LGBT britânicos». (ver a nossa ligação http://maislusitania.blogspot.com/2009/11/donde-caiu-de-para-quedas-ministra-dos.html ).
É claro que a anarco-liberal Edite Estrela subscreveu de imediato as elogiosas palavras da deputada laranja. Todas de acordo.
Quem não subscreve essas tiradas oportunistas (na melhor das hipóteses) de papagaio do sistema da Europa corrupta é o militante laranja número 7210. Pode a Maria da Graça contar com a oposição deste militante a apoios ou elogios a gente desse quilate, sejam eles feitos em Bruxelas, na televisão, na Salvada ou na Cabeça Gorda. Ou pensará que os militantes do seu partido, que lhe fizeram de escadote para trepar na vida, possuem os seus critérios de avaliação política e moral e vão ficar calados? Está enganadinha.
Já basta o seu comportamento oportunista como ministra relacionada com o ensino, pactuando no Governo do fugitivo Barroso com a política cavaquista de conservar o desgraçado sistema de ensino. Agora vir bater palmas a uma querida e protectora dos pederastas, alto lá!
É claro que as duas mulheres têm pelo menos uma coisa em comum: foram ambas lançadas para ministras em pára-quedas dos respectivos baronatos. Talvez daí a simpatia.
Isto é Bruxelas e as suas misérias.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
D. Carlos Azevedo e o salário mínimo de Sócrates

Carlos SantosD. Carlos Azevedo, Bispo Auxiliar de Lisboa e Presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social, no encerramento do Conselho Geral da Caritas, na Igreja da Santíssima Trindade, proferiu uma homilia que deixa estarrecido qualquer católico empresário ou empresário católico.
O tema da homilia era «Caridade crescente abre caminho à salvação», relacionado com economia, nomeadamente com o salário mínimo, como é sabido recentemente utilizado pelo Governo do Partido Socialista como bandeira demagógica. Simples coincidência.
Claro que as subjacentes «teses económicas» do Partido Socialista eram embrulhadas em abundantes recitações bíblicas pescadas em abono da fantasia, como a circunstância impunha. E endossa D. Carlos Azevedo a solução do problema a «alguns»: «O crescimento do ordenado mínimo é um passo essencial. Se cria problemas a alguns, é a sua vez de os resolver (...).» (sic). Assim proclama do alto do púlpito Sua Excelência Reverendíssima.
Já nem discutimos aqui da equidade e função económica do salário mínimo. Aceitemos de bandeja o conceito. Ora, se uma coisa é crescente e não se lhe põe limite, irá matematicamente parar ao infinito. Daí a evidência do sentido sistemático que Sua Excelência Reverendíssima atribui à sua reivindicação. E também a evidência da sua irresponsabilidade na matéria. Efectivamente, Sua Excelência Reverendíssima não coloca limites à reivindicação da «caridade crescente»...
Aqui, e por caridade para com Sua Excelência Reverendíssima, colocamos a hipótese de, ingenuamente como qualquer tecnocrata, acreditar no desenvolvimento ilimitado, que permitiria esse tal salário mínimo (e não mínimo) sempre crescente. Se acredita, então terá de ir estudar um pouquito de economia, nomeadamente recursos naturais. Mas se não acredita é pior porque apenas pretenderá entrar em concorrência com o Carvalho da Silva da CGTP e ficar bem na fotografia social. E aí o Altíssimo é que não deve ficar muito satisfeito com as motivações de Sua Excelência Reverendíssima.
D. Carlos Azevedo, na sua sabedoria temporal, justifica com «ciência económica» a reivindicação afirmando que o aumento do salário mínimo, «Se cria problemas a alguns, é a sua vez de os resolver». E pronto! Por outras palavras, ele diz aos empresários: Desenrasquem-se!
É caso para os empresários irem ter com ele e dizerem-lhe: Faça o milagre económico, já! Se precisar, vá falar com Deus, já que é nosso intermediário! Desenrasque-se!
Os pressupostos económicos de D. Carlos Azevedo não têm, em geral, o mínimo de sustentabilidade. E, no momento actual, de profundo estrangulamento das empresas e de falências em série, apregoar tais teses anti-económicas torna-se ainda mais grave. E em consonância aberta com o Partido Socialista, pior. E apregoá-las do púlpito, ainda pior.
Os pressupostos económicos de D. Carlos Azevedo não têm, em geral, o mínimo de sustentabilidade. E, no momento actual, de profundo estrangulamento das empresas e de falências em série, apregoar tais teses anti-económicas torna-se ainda mais grave. E em consonância aberta com o Partido Socialista, pior. E apregoá-las do púlpito, ainda pior.
Para terminar, apenas umas sugestões a Sua Excelência Reverendíssima. Porque não aproveita o púlpito para denunciar sistematicamente a acção do Governo do Partido Socialista contra os valores cristãos do casamento, da família e da moral? Porque não apela aos crentes para se mobilizarem pelo referendo que derrotaria o chamado «casamento» entre pessoas do mesmo sexo?
domingo, 6 de dezembro de 2009
Um pacto para patos
João Cândido da Silva
As dívidas do sector empresarial do Estado ou das entidades públicas empresariais vão sendo varridas para debaixo do tapete, mas terão que ser pagas. Em última análise, através dos recursos dos contribuintes. Deviam, por este motivo, estar claramente assumidas na dívida pública e contar para o cálculo do défice. Mas estão algures, ao lado, guardadas numa caixa de Pandora que vai explodir, só não se sabe quando. É por isto que cumprir o pacto da Zona Euro é uma coisa. Ter boas contas, claras, saudáveis e fiáveis, é outra muito diferente. Respeitar o pacto, está transformado num exercício para enganar patos.(Jornal de Negócios)
SIC privada: acabaram os segredinhos
António Ribeiro Ferreira
José Sócrates adora falar com jornalistas. Para os mimar ou insultar, tanto faz. Por essas e por outras é que Luís Marques, administrador da SIC e jornalista com créditos de independência firmados, avisou os directores da estação de Carnaxide para o avisarem de tais telefonemas. Só por causa das coisas.
José Sócrates adora falar com jornalistas. Para os mimar ou insultar, tanto faz. Por essas e por outras é que Luís Marques, administrador da SIC e jornalista com créditos de independência firmados, avisou os directores da estação de Carnaxide para o avisarem de tais telefonemas. Só por causa das coisas. Michael Jackson e a cultura da morte que se volta contra o ser humano
Hermes Rodrigues Nery
Coordenador da Comissão Diocesana em Defesa da Vida e Movimento Legislação e Vida, da Diocese de Taubaté, Brasil.O astro superpop Michael Jackson tornou-se prisioneiro do sucesso e foi vítima do sistema que o produziu. Simboliza bastante a crueldade e a desumanidade da cultura pós-moderna, com furor demoníaco. Em Moonwalker, a personagem autobiográfica ainda criança, com um bando de garotos, cantava agressivo: «eu sou cruel». Há também um Michael Jackson em fuga, primeiro dos fãs, depois de fantasmas e perseguidores, tendo de vestir uma máscara de burro para se disfarçar e, depois, projectando o burro para fora de si, animando-o e dançando com ele, depois de viajar numa espécie de nave espacial cantando ser um «demónio veloz». Um clipe terrível, evidenciando a mente conturbada, aterrorizada por ratos e aranhas, e outros seres das trevas, numa confusão de cores e medos, sustos e violências, em meio a canções melancólicas, depressivas, e cheias de desespero, além de um vazio de sentido de vida, que torna tudo assustador a sua volta.
O menino-prodígio que se destacou por uma voz magnífica deixou-se enredar na teia da indústria cultural e pela tentação do hiper-individualismo, que o fez sentir-se capaz de reconstruir o seu próprio corpo, buscando ser o que não era, perdendo o rumo de si num afã megalómano de poder, que acabou corroído por excentricidades e patologias.
Certamente a sua tragédia existencial assumiu uma proporção tão avultada, mais grave, em tantos aspectos, de outros tristes casos da história recente, especialmente da música pop. Para ser (e se manter) o número um (o sucesso pelo sucesso, tudo pelo pódio), Michael Jackson espoliou a sua própria alma e o seu corpo, viveu uma síndrome de Frankestein, tornando-se um andróide dançante, robotizado, despersonalizado, aberrante, e de estilo de vida suicida. É impressionante a desfiguração sofrida, como anulou sua identidade, não conseguindo mais controlo sobre o próprio rosto, em que tudo ia ficando artificial, como um homem-bolha, apartado de todos.
Acometido também pela síndrome de Peter Pan, recusou-se a crescer, a se amadurecer, a envelhecer, preferindo instalar-se na «terra do nunca», cujo infantilismo e exotismo o levaram a transgredir mais ainda, endividando-se cada vez mais para se livrar de escândalos sexuais com garotos, não dando conta de manter as suas fantasias milionárias. Notícias foram veiculadas dizendo que dormia numa câmara hiperbárica, para protelar o envelhecimento, pois tinha a obsessão da juventude.
Uma pergunta intrigante: porque terá sido Thriller o álbum mais vendido da história, com um conteúdo tão aterrorizante? Porque será que uma música com uma letra tão demoníaca teve tanto impacto? Uma letra que fala de «algo maligno a espreitar no escuro», em que é preciso gritar, e que «o terror toma o som antes de você fazê-lo», um terror (thriller) que congela e paralisa. Uma música com uma estrofe terrível como esta: «porque isso é o terror, noite de terror / e ninguém vai te salvar / da besta pronta para te atacar (...) numa noite assassina de terror.» Pois esta música, com uma letra tão medonha ficou para a história como a música de maior sucesso, a obter um recorde sem precedentes, certificado pelo Guinnes World Records e a fazer de Michael Jackson o homem mais conhecido do planeta.
O seu fenómeno é um sintoma de um tempo convulsivo, assombrado por uma «cultura da morte», que se volta contra o ser humano. A sua morte precoce e a reacção e histeria dos fãs em todas as partes do globo, comprovam que o mundo está mesmo dominado por ideologias do mal, sustentadas por meios de comunicação coniventes com estas forças, situação esta que requer um contraponto (e mesmo resistência), para que tais ameaças não comprometam de vez a própria Civilização.
De http://moldaraterra.blogspot.com
Dois grupos no Governo PS
sábado, 5 de dezembro de 2009
Sequestrador na China...
[ Leia até ao final ]
Exigências de sequestrador para libertar um refém na China.
«Tenho 3 exigências ou mato o rapaz!»
Negociadores chegam ao local pela janela do lado para cumprir as exigências.
Negociador em posição
Inicio das negociações
Negociações concluídas

Caso encerrado
Em Portugal, na Europa, a rua seria fechada, o homem teria a maior cobertura mediática, -- designadamente da SIC, da TVI e da TSF -- as negociações durariam 12 horas seguidas, viriam o Marinho Pinto, o Menezes, o Passos Coelho, o Guterres dos refugiados, o José Miguel Júdice, o Frei Bento Domingues, os gajos dos Direitos Humanos, da Quercus, do Bloco de Esquerda, do PCP, da CDU, dos Verdes, da CDSPPM (Comissão de Defesa dos Sequestradores Portadores de Perturbações Mentais), o porta-voz do PS, as gajas da Comissão para a Igualdade do Género, as bichas da ILGA, os advogados de defesa dos réus da Casa Pia, os maçons da Comissão para o Centenário da República, os militares da Associação 25 de Abril, os humanistas da Amnistia Internacional, a p... que os pariu, etc...
O preso custaria milhões para ter um julgamento «justo», comida e boa vida na cadeia.
Entenderam os motivos pelos quais os produtos dos chineses são mais baratos do que os nossos?
(Texto desenvolvido a partir do que circula na net, pois o original
revelava alguns esquecimentos graves. E esquecimentos graves continuam aqui.)
Enviado por A.S.
Exigências de sequestrador para libertar um refém na China.
«Tenho 3 exigências ou mato o rapaz!»
Negociadores chegam ao local pela janela do lado para cumprir as exigências.
Negociador em posição
Inicio das negociações
Negociações concluídas

Caso encerrado
Em Portugal, na Europa, a rua seria fechada, o homem teria a maior cobertura mediática, -- designadamente da SIC, da TVI e da TSF -- as negociações durariam 12 horas seguidas, viriam o Marinho Pinto, o Menezes, o Passos Coelho, o Guterres dos refugiados, o José Miguel Júdice, o Frei Bento Domingues, os gajos dos Direitos Humanos, da Quercus, do Bloco de Esquerda, do PCP, da CDU, dos Verdes, da CDSPPM (Comissão de Defesa dos Sequestradores Portadores de Perturbações Mentais), o porta-voz do PS, as gajas da Comissão para a Igualdade do Género, as bichas da ILGA, os advogados de defesa dos réus da Casa Pia, os maçons da Comissão para o Centenário da República, os militares da Associação 25 de Abril, os humanistas da Amnistia Internacional, a p... que os pariu, etc...
O preso custaria milhões para ter um julgamento «justo», comida e boa vida na cadeia.
Entenderam os motivos pelos quais os produtos dos chineses são mais baratos do que os nossos?
(Texto desenvolvido a partir do que circula na net, pois o original
revelava alguns esquecimentos graves. E esquecimentos graves continuam aqui.)
Enviado por A.S.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Código da Vinci é o pior da década
(Notícia do Jornal de Leiria)
«Foi o grande best-seller dos últimos anos, mas, segundo o The Times, nunca deixou de ser um romance de cordel. O sucesso nas vendas d'O Código da Vinci, de Dan Brown, foi desvalorizado e o romance recebeu a "honra" de ser considerado o pior livro da década. O melhor é A Estrada, de Cormac McCarthy. O livro de Dan Brown, para o jornal inglês, tropeça logo na introdução, que se assemelha "a uma notícia de tablóide".(...)»
Parábola para os professores...
Naquele tempo, Jesus subiu ao monte seguido pela multidão e, sentado sobre uma grande pedra, deixou que os seus discípulos e seguidores se
aproximassem.
Depois, tomando a palavra, ensinou-os, dizendo:
- Em verdade vos digo,
- Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus.
- Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados.
- Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles...
Pedro interrompeu:
- Temos que aprender isso de cor?
André disse:
- Temos que copiá-lo para o papiro?
Simão perguntou:
- Vamos ter teste sobre isso?
Tiago, o Menor queixou-se:
- O Tiago, o Maior está sentado à minha frente, não vejo nada!
Tiago, o Maior gritou:
- Cala-te queixinhas!
Filipe lamentou-se:
- Esqueci-me do papiro-diário.
Bartolomeu quis saber:
- Temos de tirar apontamentos?
João levantou a mão:
- Posso ir à casa de banho?
Judas Iscariotes exclamou:
(Judas Iscariotes era mesmo malvado, com retenção repetida e vindo de outro Mestre)
- Para que é que serve isto tudo?
Tomé inquietou-se:
- Há fórmulas? Vamos resolver problemas?
Judas Tadeu reclamou:
- Podemos ao menos usar o ábaco ?
Mateus queixou-se:
- Eu não entendi nada... ninguém entendeu nada!
Um dos fariseus presentes, que nunca tinha estado diante de uma multidão nem ensinado nada, tomou a palavra e dirigiu-se a Ele, dizendo:
- Onde está a tua planificação?
- Qual é a nomenclatura do teu plano de aula nesta intervenção didáctica
mediatizada?
- E a avaliação diagnóstica?
- E a avaliação institucional?
- Quais são as tuas expectativas de sucesso?
- Tens a abordagem da área em forma globalizada, de modo a permitir o acesso à significação dos contextos, tendo em conta a bipolaridade da transmissão?
- Quais são as tuas estratégias conducentes à recuperação dos conhecimentos prévios?
- Respondem estes aos interesses e necessidades do grupo de modo a assegurar a significatividade do processo de ensino-aprendizagem?
- Incluíste actividades integradoras com fundamento epistemológico-produtivo?
- E os espaços alternativos das problemáticas curriculares gerais?
- Propiciaste espaços de encontro para a coordenação de acções transversais
e longitudinais que fomentem os vínculos operativos e cooperativos das áreas concomitantes?
- Quais são os conteúdos conceptuais, processuais e atitudinais que respondem aos fundamentos lógico, praxeológico e metodológico constituídos pelos núcleos generativos disciplinares, transdisciplinares,
interdisciplinares e metadisciplinares?
E então Caifás, o pior de todos os fariseus, disse a Jesus:
- Quero ver as avaliações do primeiro, segundo e terceiro períodos e
reservo-me o direito de, no final, aumentar as notas dos teus discípulos,
para que ao Rei não lhe falhem as previsões de um ensino de qualidade e não se lhe estraguem as estatísticas do sucesso.
- Serás notificado em devido tempo pela via mais adequada. E vê lá se reprovas alguém!
- Lembra-te que ainda não és titular e não há quadros de nomeação definitiva!
... E Jesus pediu a reforma antecipada aos trinta e três anos...
Enviado por Afonso Perdigão
aproximassem.
Depois, tomando a palavra, ensinou-os, dizendo:
- Em verdade vos digo,
- Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus.
- Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados.
- Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles...
Pedro interrompeu:
- Temos que aprender isso de cor?
André disse:
- Temos que copiá-lo para o papiro?
Simão perguntou:
- Vamos ter teste sobre isso?
Tiago, o Menor queixou-se:
- O Tiago, o Maior está sentado à minha frente, não vejo nada!
Tiago, o Maior gritou:
- Cala-te queixinhas!
Filipe lamentou-se:
- Esqueci-me do papiro-diário.
Bartolomeu quis saber:
- Temos de tirar apontamentos?
João levantou a mão:
- Posso ir à casa de banho?
Judas Iscariotes exclamou:
(Judas Iscariotes era mesmo malvado, com retenção repetida e vindo de outro Mestre)
- Para que é que serve isto tudo?
Tomé inquietou-se:
- Há fórmulas? Vamos resolver problemas?
Judas Tadeu reclamou:
- Podemos ao menos usar o ábaco ?
Mateus queixou-se:
- Eu não entendi nada... ninguém entendeu nada!
Um dos fariseus presentes, que nunca tinha estado diante de uma multidão nem ensinado nada, tomou a palavra e dirigiu-se a Ele, dizendo:
- Onde está a tua planificação?
- Qual é a nomenclatura do teu plano de aula nesta intervenção didáctica
mediatizada?
- E a avaliação diagnóstica?
- E a avaliação institucional?
- Quais são as tuas expectativas de sucesso?
- Tens a abordagem da área em forma globalizada, de modo a permitir o acesso à significação dos contextos, tendo em conta a bipolaridade da transmissão?
- Quais são as tuas estratégias conducentes à recuperação dos conhecimentos prévios?
- Respondem estes aos interesses e necessidades do grupo de modo a assegurar a significatividade do processo de ensino-aprendizagem?
- Incluíste actividades integradoras com fundamento epistemológico-produtivo?
- E os espaços alternativos das problemáticas curriculares gerais?
- Propiciaste espaços de encontro para a coordenação de acções transversais
e longitudinais que fomentem os vínculos operativos e cooperativos das áreas concomitantes?
- Quais são os conteúdos conceptuais, processuais e atitudinais que respondem aos fundamentos lógico, praxeológico e metodológico constituídos pelos núcleos generativos disciplinares, transdisciplinares,
interdisciplinares e metadisciplinares?
E então Caifás, o pior de todos os fariseus, disse a Jesus:
- Quero ver as avaliações do primeiro, segundo e terceiro períodos e
reservo-me o direito de, no final, aumentar as notas dos teus discípulos,
para que ao Rei não lhe falhem as previsões de um ensino de qualidade e não se lhe estraguem as estatísticas do sucesso.
- Serás notificado em devido tempo pela via mais adequada. E vê lá se reprovas alguém!
- Lembra-te que ainda não és titular e não há quadros de nomeação definitiva!
... E Jesus pediu a reforma antecipada aos trinta e três anos...
Enviado por Afonso Perdigão
Casamento de pessoas do mesmo sexo. É lá com eles?
Nuno Serras Pereira
1. Muita gente ainda não se apercebeu dos grandes perigos para a liberdade que constitui o iniquamente chamado "casamento" entre sodomitas (pessoas que fazem poucas-vergonhas sexuais com outras do mesmo sexo). Cuidam que isso é lá uma coisa deles que nada implica com o resto da sociedade. Mas se assim é, como explicar que eles queiram institucionalizar essas abominações torpes, exigindo o reconhecimento social e o auxílio do estado?
PARA LER MAIS, CARREGAR AQUI.
1. Muita gente ainda não se apercebeu dos grandes perigos para a liberdade que constitui o iniquamente chamado "casamento" entre sodomitas (pessoas que fazem poucas-vergonhas sexuais com outras do mesmo sexo). Cuidam que isso é lá uma coisa deles que nada implica com o resto da sociedade. Mas se assim é, como explicar que eles queiram institucionalizar essas abominações torpes, exigindo o reconhecimento social e o auxílio do estado?
PARA LER MAIS, CARREGAR AQUI.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Não é possí-í-í-í-í-í-í-í-í-í-í-í-í-í-í-í-í-vel ! ! !
DE CAVACO A SÓCRATES
Qual o mais verdadeiro?
Qual o mais verdadeiro?
«Em toda a Europa só se ouve falar do sucesso português.»
Cavaco em Ponta Delgada, em 4 de Julho de 1991
Perfil de castelhano
Aqui o autor diz espanhol mas tomou a parte castelhana pelo todo.
Enviado por I.D.
http://docs.google.com/present/edit?id=0AXTRmPm8jdvVZGMzN2ZuNHFfNDZjZDZ3Y21jNA&hl=pt_PT
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Este, ao menos, ...
(Piada machista latina)
Discurso aldrabão. Sem vergonha. Manipulação dos meios de comunicação. Processos judiciais abafados quanto pode. Alteração da lei para proteger-se e proteger os seus. Escândalos morais.
Mas este, ao menos, gosta de gajas!
Enviado por M. C.
Mas este, ao menos, gosta de gajas!
Enviado por M. C.
Os Suíços defendem a Civilização cristã e os senhores bispos condenam-nos...
Heduíno Gomes
Os Suíços acabam de recusar em referendo mais um passo para a islamização da Suíça e da própria Europa ao proibir a construção de minaretes no seu território. O que se está a passar está à vista de todos, e a que os Suíços, finalmente, disseram basta! , é a progressiva invasão islâmica do Ocidente, primeiro pela demografia, depois pela imposição de centros islâmicos que servem de organização religiosa, política e até terrorista, e amanhã pelo domínio total.
Em termos de defesa da Civilização ocidental, este facto político na Suíça é muito importante para o despertar das consciências no Ocidente, às quais parece não ter sido suficiente o 11 de Setembro e tudo o que está por detrás dele. Esperemos que este facto político na Suíça represente o ponto de viragem, pondo fim às atitudes «politicamente correctas», caridosas ingénuas, internacionalistas patetas, permissivas e capitulacionistas.
Parabéns aos Suíços.
Quem não está de parabéns são os bispos suíços.
Lamentam-se os bispos suíços de que o resultado do referendo vai prejudicar a «convivência entre as religiões». E de que o resultado do referendo é «um obstáculo e um grande desafio para o percurso de integração através do diálogo e do respeito recíproco».
Aos senhores bispos suíços há três perguntas a fazer.
Primeira. A tradicional tolerância ocidental abrandou a fúria anticatólica em territórios muçulmanos ou mesmo abrandou os actos terroristas contra os católicos? Já este ano, no Iraque, foi raptado e assassinado um arcebispo, destruídas à bomba igrejas e assassinados católicos. Se a construção dos minaretes em mesquitas (que continuam a ser autorizadas...) tivesse sido permitida, o vandalismo anticatólico acabaria? E onde estará por parte dos muçulmanos o «respeito recíproco» em territórios de domínio muçulmano?
Segunda. Os senhores bispos suíços não acham que, com o andar da carruagem, isto é, da progressiva implantação muçulmana no Ocidente, a não ser parada, o actual terrorismo anticatólico em territórios muçulmanos passará a ter lugar em grande escala no próprio território do Ocidente? Vejam o que eles prometem na fotografia...
Terceira. Os senhores bispos suíços estão preocupados com a evangelização das suas dioceses ou com a importação («integração») de uma religião intolerante, que prega o ódio e é militantemente anticristã? Ou estarão os senhores bispos suíços a contar converter a Cristo os muçulmanos residentes na Suíça e amanhã eles próprios transformarem em torres de igrejas os minaretes?
Os senhores bispos suíços nada mais fazem do que utilizar umas frases feitas, bonitas, cheias de bondade abstracta. Talvez sejam sinceras e ingénuas nuns casos ou alinhadas e calculadas noutros, pois já vimos de tudo dentro da própria Igreja. Mas em todo o caso profundamente erradas do ponto de vista político, quer para defesa da legítima segurança dos Suíços, quer para defesa da Igreja, quer para defesa da Civilização cristã.
Chegamos assim a este paradoxo: os Suíços defendem a Civilização cristã e os senhores bispos condenam-nos... Se os senhores bispos suíços pretendem meter-se em política, deveriam previamente aprendê-la. E depois falar. Assim, desta maneira, prestam um mau serviço aos Suíços, ao Ocidente, à cristandade e à própria Igreja.
Em Londres:
A Europa pagará. O vosso 11 de Setembro está a caminho!!
Os Suíços acabam de recusar em referendo mais um passo para a islamização da Suíça e da própria Europa ao proibir a construção de minaretes no seu território. O que se está a passar está à vista de todos, e a que os Suíços, finalmente, disseram basta! , é a progressiva invasão islâmica do Ocidente, primeiro pela demografia, depois pela imposição de centros islâmicos que servem de organização religiosa, política e até terrorista, e amanhã pelo domínio total.
Em termos de defesa da Civilização ocidental, este facto político na Suíça é muito importante para o despertar das consciências no Ocidente, às quais parece não ter sido suficiente o 11 de Setembro e tudo o que está por detrás dele. Esperemos que este facto político na Suíça represente o ponto de viragem, pondo fim às atitudes «politicamente correctas», caridosas ingénuas, internacionalistas patetas, permissivas e capitulacionistas.
Parabéns aos Suíços.
Quem não está de parabéns são os bispos suíços.
Lamentam-se os bispos suíços de que o resultado do referendo vai prejudicar a «convivência entre as religiões». E de que o resultado do referendo é «um obstáculo e um grande desafio para o percurso de integração através do diálogo e do respeito recíproco».
Aos senhores bispos suíços há três perguntas a fazer.
Primeira. A tradicional tolerância ocidental abrandou a fúria anticatólica em territórios muçulmanos ou mesmo abrandou os actos terroristas contra os católicos? Já este ano, no Iraque, foi raptado e assassinado um arcebispo, destruídas à bomba igrejas e assassinados católicos. Se a construção dos minaretes em mesquitas (que continuam a ser autorizadas...) tivesse sido permitida, o vandalismo anticatólico acabaria? E onde estará por parte dos muçulmanos o «respeito recíproco» em territórios de domínio muçulmano?
Segunda. Os senhores bispos suíços não acham que, com o andar da carruagem, isto é, da progressiva implantação muçulmana no Ocidente, a não ser parada, o actual terrorismo anticatólico em territórios muçulmanos passará a ter lugar em grande escala no próprio território do Ocidente? Vejam o que eles prometem na fotografia...
Terceira. Os senhores bispos suíços estão preocupados com a evangelização das suas dioceses ou com a importação («integração») de uma religião intolerante, que prega o ódio e é militantemente anticristã? Ou estarão os senhores bispos suíços a contar converter a Cristo os muçulmanos residentes na Suíça e amanhã eles próprios transformarem em torres de igrejas os minaretes?
O islão dominará o mundo.
Europa, tira algumas lições do 11 de Setembro.
etc.
Os senhores bispos suíços nada mais fazem do que utilizar umas frases feitas, bonitas, cheias de bondade abstracta. Talvez sejam sinceras e ingénuas nuns casos ou alinhadas e calculadas noutros, pois já vimos de tudo dentro da própria Igreja. Mas em todo o caso profundamente erradas do ponto de vista político, quer para defesa da legítima segurança dos Suíços, quer para defesa da Igreja, quer para defesa da Civilização cristã.
Chegamos assim a este paradoxo: os Suíços defendem a Civilização cristã e os senhores bispos condenam-nos... Se os senhores bispos suíços pretendem meter-se em política, deveriam previamente aprendê-la. E depois falar. Assim, desta maneira, prestam um mau serviço aos Suíços, ao Ocidente, à cristandade e à própria Igreja.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Que falta nesta cidade?
Que falta nesta cidade? - Verdade.
Que mais por sua desonra? - Honra.
Falta mais que se lhe ponha - Vergonha.
O demo a viver se exponha,
Por mais que a fama a exalta,
numa cidade, onde falta
Verdade, Honra, Vergonha.
Quem a pôs neste socrócio? - Negócio.
Quem causa tal perdição? - Ambição.
E o maior desta loucura? - Usura.
Notável desventura
de um povo néscio, e sandeu,
que não sabe, que o perdeu -
Negócio, Ambição, Usura.
Gregório de Matos (1623-1696), Epílogos
Que mais por sua desonra? - Honra.
Falta mais que se lhe ponha - Vergonha.
O demo a viver se exponha,
Por mais que a fama a exalta,
numa cidade, onde falta
Verdade, Honra, Vergonha.
Quem a pôs neste socrócio? - Negócio.
Quem causa tal perdição? - Ambição.
E o maior desta loucura? - Usura.
Notável desventura
de um povo néscio, e sandeu,
que não sabe, que o perdeu -
Negócio, Ambição, Usura.
Gregório de Matos (1623-1696), Epílogos
«Bebereis o sangue dos nossos abortos» --- gritam as selvagens feministas
Pois se assassinam os próprios filhos, que há a esperar destes animais?
De http://uniaodasfamiliasportuguesas.blogspot.com
domingo, 29 de novembro de 2009
Falso coma de Rom Houben não é caso isolado
Durante 23 anos ele pôde sentir e ouvir
«Eu gritava mas ninguém me escutava» --- declarou Ron Houben, agora com 46 anos, à revista alemã Der Spiegel.
O paciente, praticante de artes marciais e estudante de engenharia, passou 23 anos num suposto estado de coma após um acidente de trânsito.
Em 2006, Houben, na cidade de Zolder, na Bélgica, conseguiu novamente comunicar por meio de um teclado especial, graças ao neurologista Steven Laureys, da Universidade de Liège, que descobriu que os médicos se tinham enganado no diagnóstico inicial. A sua história foi revelada agora num artigo da revista BioMedCentral Neurology.
«Eu gritava sem que ninguém me ouvisse», disse Houben. «Fui testemunha do meu sofrimento enquanto os meus médicos tentavam falar comigo, até ao dia em que renunciaram».
A mãe, Fina Houben, que cuidou dele durante todos estes anos, assegurou que sempre acreditou que o seu filho estava consciente. «Pequenas coisas demonstravam-me isso. Quando eu lhe dizia que me olhasse, ele levantava um pouco a cabeça e olhava-me um pouco. Dizia-lhe para virar a cabeça, e ele tentava».
O neurologista Steven Laureys assinalou que cerca de 40% dos casos em que se diagnostica estado vegetal estão enganados.
Laureys conta que, com a nova tecnologia de scanning, os especialistas puderam demonstrar a actividade cerebral do paciente. Sobre este tema, o médico Fulvio De Nigris, director da casa de cuidados intensivos Luca De Nigris, em Bolonha, assinalou que tanto para ele como para seus colegas, este facto não é uma novidade.
De http://uniaodasfamiliasportuguesas.blogspot.com
«Eu gritava mas ninguém me escutava» --- declarou Ron Houben, agora com 46 anos, à revista alemã Der Spiegel.
O paciente, praticante de artes marciais e estudante de engenharia, passou 23 anos num suposto estado de coma após um acidente de trânsito.
Em 2006, Houben, na cidade de Zolder, na Bélgica, conseguiu novamente comunicar por meio de um teclado especial, graças ao neurologista Steven Laureys, da Universidade de Liège, que descobriu que os médicos se tinham enganado no diagnóstico inicial. A sua história foi revelada agora num artigo da revista BioMedCentral Neurology.
«Eu gritava sem que ninguém me ouvisse», disse Houben. «Fui testemunha do meu sofrimento enquanto os meus médicos tentavam falar comigo, até ao dia em que renunciaram».
A mãe, Fina Houben, que cuidou dele durante todos estes anos, assegurou que sempre acreditou que o seu filho estava consciente. «Pequenas coisas demonstravam-me isso. Quando eu lhe dizia que me olhasse, ele levantava um pouco a cabeça e olhava-me um pouco. Dizia-lhe para virar a cabeça, e ele tentava».
O neurologista Steven Laureys assinalou que cerca de 40% dos casos em que se diagnostica estado vegetal estão enganados.
Laureys conta que, com a nova tecnologia de scanning, os especialistas puderam demonstrar a actividade cerebral do paciente. Sobre este tema, o médico Fulvio De Nigris, director da casa de cuidados intensivos Luca De Nigris, em Bolonha, assinalou que tanto para ele como para seus colegas, este facto não é uma novidade.
De http://uniaodasfamiliasportuguesas.blogspot.com
Primeiro-Ministro britânico propõe abolir lei que proíbe católicos de ocuparem o trono da Inglaterra
O Primeiro-Ministro britânico, Gordon Brown, consultará em Trinidad (Caribe) os seus colegas da Commonwealth sobre a possibilidade de abolir a lei que há três séculos proíbe os católicos de ocuparem o trono da Inglaterra.
Segundo informação do jornal The Daily Telegraph, a monarquia britânica parecer estar aberta a uma possível mudança constitucional dessa natureza.
O denominado «Act of Settlement» (Lei de Instauração) estabelece que os membros da família real britânica não podem converter-se ao catolicismo ou casar-se com uma pessoa católica sem renunciar à ordem de sucessão ao trono.
Ao dirigir-se aos membros do Parlamento antes da entrevista da Trindade, Brown reconheceu que a maioria de britânicos reconhece a necessidade de modificar a lei mas esclareceu que esta mudança compete ao Reino Unido como a todos aqueles reinos onde Isabel II é actualmente chefe de Estado. Por isso é importante discuti-lo com todos os membros do Commonwealth.
De http://moldaraterra.blogspot.com
sábado, 28 de novembro de 2009
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