A União das Famílias Portuguesas alerta para o facto da McDonald’s da França ter produzido um anúncio para a televisão fazendo a apologia da relação homossexual entre um rapaz e outro da sua escola.
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No concreto, tratar-se-ia de acentuar o presidencialismo na Constituição, já ambígua sobre este ponto, pois foi talhada à medida da confusão conveniente para os abrilistas – problema que aqui e agora não será abordado. No entanto, adianta-se que não deixa de ser verdade que, perante uma grave crise ou até vazio de poder, em circunstância muito especial, alguém tem de mandar. Ó Ricardo insonso, quanto te falta de sal
Para seres lágrima de Portugal!
Para agiotares, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantos Portugueses carregaram o fardo
E tu, da Pátria, me saíste um bastardo!
Que falta nesta cidade? ................................. Verdade
Que mais por sua desonra ................ ............ Honra
Falta mais que se lhe ponha .......................... Vergonha.
O demo a viver se exponha,
por mais que a fama a exalta,
numa cidade, onde falta
Verdade, Honra, Vergonha.
Quem a pôs neste socrócio? ........................ Negócio.Gregório de Matos (1636-1695), Epílogos
Quem causa tal perdição? ........................... Ambição
E o maior desta loucura? ............................. Usura.
Segundo uma repórter de uma televisão no festival do invertidos que recentemente teve lugar no Terreiro do Paço, «cheira a esgoto no Terreiro do Paço».
Quando «nuestro» Primeiro-Ministro (PM) tentou assassinar a língua de Cervantes dizendo que, finalmente, tinha encontrado um parceiro para o tango, os comentadores políticos pensaram que se referia ao novo líder da oposição. Mas não é com Passos Coelho que José Sócrates quer ensaiar passos de dança, porque tem um muito melhor comparsa para o seu tango da tanga a que nos reduziu: o Presidente da República (PR). PM e PR fazem um casalinho perfeito: um diz mata e o outro esfola; um quer uma nova lei e o outro logo a promulga; um lança uma nova medida fracturante e o outro logo a sanciona com a sua suprema autoridade.
Por isso, não estranha que, à revelia das suas invisíveis convicções, o PR se tenha disponibilizado tão prontamente para conceder ao seu querido PM o casamento entre pessoas do mesmo sexo, ainda que, para tal, em vez da bênção nupcial, tenha incorrido na muito justa maldição patriarcal. É certa, porém, a lua-de-mel nas paradisíacas paragens madeirenses, onde o califa local, esquecido já das suas verrinosas críticas ao Senhor Silva e ao Senhor Pinto de Sousa, já se ofereceu para abençoar a casta união política que tanto favorece o seu atlântico feudo. Diga-se de passagem que, quem conta com a bênção do tal omnipotente magarefe insular, não precisa para nada da graça do omnipotente Criador.