domingo, 12 de setembro de 2010

Pérolas dos nossos políticos e dos nossos intelectuais (5)
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Cavaco bem educado

Heduíno Gomes

Na sua visita eleitoral a Ponte de Lima (11 de Setembro), interpelado por jornalistas, Cavaco disse que é «pessoa bem educada».
Que dirá ele da «boa educação» de um tal homónimo que foi Presidente do PSD?
É que esse homónimo, nas reuniões do Conselho Nacional do PPD, estava sempre na conversa com os parceiros do lado, sem ligar patavina ao que os conselheiros diziam nas suas intervenções. Além do grande respeito que demonstrava pela sua própria função, mas que grande educação! Por acaso, conhecendo esta sua atitude «bem educada»,  lixei-o bem. Numa reunião do Conselho Nacional, dirigi-me directa e longamente à sua augusta pessoa, apontando-lhe o dedo, obrigando-o a ouvir as boas que tinha para lhe dizer, enquanto aqueles a quem faltava a coragem para lhas dizerem, gostando do que ouviam, me iam piscando o olho em sinal de apoio -- nas filas da frente, num ângulo donde o chefe não os via, obviamente.
Também esse mesmo homónimo «bem educado», em 1985, recentemente eleito na Figueira da Foz, onde apenas se deslocou para fazer a rodagem do carro, foi a uma festarola da Secção A de Lisboa, em Benfica, dar prova da sua «esmerada educação». Enquanto um cantor profissional cujo nome não recordo na totalidade cantava as suas canções à borla, o homónimo «bem educado», na primeira fila de uma pequenina sala, põe-se na conversa com outro tipo «bem educado», o Júdice, então Presidente da Distrital, sem prestar qualquer atenção a quem estava ali a dar uma borla, e ainda por cima fazendo barulho, a perturbar a concentração do cantor e a audição das pessoas que pretendiam ouvir. Aí também o «bem educado» (os dois «bem educados») se lixou. O cantor interrompeu a sua canção e passou-lhes um raspanete de boa educação. Os tipos calaram-se e a música continuou.
Quem não os conhece...


À esquerda, o original, da Fonte de Boliqueime, «pessoa bem educada».
À direita, o homónimo, do Poço de Boliqueime. Não confundir!



terça-feira, 7 de setembro de 2010

O que continham os contentores para a faixa de Gaza?

Vejam o que continham os contentores de "ajuda humanitária" à faixa de Gaza.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Comunicado do Conselho Superior da Magistratura
sobre o processo Casa Pia

[Clique nas imagens para obter uma versão mais legível]

Para aceder ao documento original clique aqui

A contribuição da indígena Maria Filomena Mónica
para a salvação da Pátria

Heduíno Gomes

Plano Inclinado, SIC Notícias, 28 de Agosto de 2010. Indígena convidada (como diria o seu amigo Vasco Pulido Valente): Maria Filomena Mónica.
Contribuição da crânio para o esclarecimento público: pela positiva, zero; pela negativa, foi óptima através da refutação por Medina Carreira dos disparates que largou.
Eis a questão central da sua participação: para este crânio, a chave do problema nacional estaria na mudança da lei eleitoral. Com uns deputados eleitos de outra maneira, verdadeiramente democrática, lá como ela sabe, tudo ficaria resolvido! Genial! E simples!
Ela repetiu obsessivamente esta sua ideia, que deve imaginar tombada de uma inspiração superior, daquelas que só cintilam quando estamos na banheira. Ou então ouviu-a numa sessão da sua tertúlia intelectual.
Ela acredita piamente no sistema democrático – aparentemente de um modo determinista desde que receba as devidas transformações da lei eleitoral – para gerar uma direcção política competente. Ela não percebe que, independentemente do sistema eleitoral dever de facto ser alterado – e deve –, isso em nada garante a resolução do problema. Ela não percebe que a resolução do problema reside essencialmente na existência de uma elite política disposta a entregar-se ao bem comum, organizar-se para tal e, através da acção perseverante, conseguir afastar do poder a rasteira classe política actual (havendo hoje no activo, naturalmente, alguns políticos sérios e competentes com quem Portugal poderia e deveria contar).
Afinal a sociologo-historiadora não consegue interpretar a história!
Mas a intelectual anglo-indígena não se ficou por aqui.


Diz ela em abono desta III República e em crítica ao Estado Novo: «Durante 40 anos, o Francisco Balsemão não poderia fazer o que faz agora.» Pois não, não podia fazer os seus Big Show SIC, mostrar as coelhinhas, vender pornografia, deseducar a juventude, etc.
Afinal a sociologo-historiadora não consegue distinguir liberdade de liberalidade!
Diz ela como prova do terror do Estado Novo: «Eu fui incomodada pela PIDE». Ai sim?! Imagine-se o incómodo causado à heroína! Deve ter sido por andar já então a recolher material para as suas futuras, edificantes e «catárticas» (no seu dizer) memórias.*
Afinal a sociologo-historiadora não consegue compreender a função da PIDE no contexto histórico do decénio de 30 e seguintes e que esta polícia se estava nas tintas para meninas do seu género!
Diz ela, armada em conhecedora de economia, que o Estado Novo fez a maldade do condicionamento industrial: lá teve Medina Carreira de lhe explicar que, no contexto da economia portuguesa da época, o condicionamento industrial estava correcto.
Afinal a sociologo-historiadora não consegue compreender a história económica de Portugal!
Diz ela, dando de barato que Salazar era sério, para a seguir atacá-lo: «No Estado Novo havia um homem que não roubava, que era Salazar.» Um? Ela saberá contar? Ela que pegue na lista dos ministros de Salazar, que conte os ladrões e que calcule a percentagem deles.
Afinal a sociologo-historiadora também não conhece o clima moral no Estado Novo para poder escrever história!
E tem a mania que sabe coisas!
Medina Carreira deu bem conta dela.
Para mim não foi novidade nenhuma o valor intelectual que exibiu. Em 1985 tive a tarefa de ler a tese de doutoramento desta anarco-liberal, versando educação. Além de verificar as modernices da autora e os seus conceitos pedagógicos «progressistas», verifiquei ainda que a sua tese de doutoramento não é uma tese mas uma antítese pois prova precisamente o contrário do que pretende provar sobre o posicionamento do Estado Novo em relação à alfabetização. A então doutoranda arreia no Estado Novo por ser supostamente obscurantista, enquanto vai fornecendo estatísticas da educação que documentam precisamente o grande progresso de alfabetização levado a cabo pelo Estado Novo. Genial! Maria Filomena Mónica é um crânio!
Já sabíamos: esquerda caviar, queque e decadente tem destas coisas.
Comenta-se com tristeza o nível dos nossos políticos dominates no sistema. A eles podemos juntar os nossos intelectuais dominates no mesmo sistema. Para sair do buraco, Portugal precisa de uma elite política mas também de uma elite intelectual.
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VER geracao-rasca.blogspot.com/2006_01_01_archive.html (Lady Mónica na cidade do castelo)




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domingo, 5 de setembro de 2010

Deve uma democracia aceitar sociedades secretas?

João José Brandão Ferreira
Durante o período histórico português conhecido como “Estado Novo” (1933-1974), vigorou uma disposição que obrigava todos aqueles que se candidatavam a trabalhar para o Estado, a assinarem uma declaração em que afirmavam, por sua honra, em como repudiavam o comunismo e todas as ideias subversivas. Este decreto visava objectivamente o Partido Comunista Português (PCP). Eu próprio a assinei, quando concorri à Academia Militar – presumo que Vasco Gonçalves e muitos outros, também o terão feito...
Esta exigência foi muito criticada antes e depois do 25 de Abril.
Não cremos que estas críticas tenham razão de ser. Antes de alguns dos leitores começarem já aos pulos e a vociferar, permitam que lhes diga porquê.
É simples: o PCP defendia uma doutrina totalitária, internacionalista, auto exclusiva e fundamentalista, que recebia directivas, quando não ordens, do Partido Comunista da União Soviética, seguindo também as orientações das internacionais comunistas. Numa palavra não era um partido livre nem nacional, mas apenas uma correia de transmissão de terceiros. Ora os órgãos do Estado – de qualquer Estado – devem ser eminentemente nacionais, neste caso, portugueses, pois é suposto representarem a nação politicamente organizada.

O casal Rosenberg, elementos secretos do Partido Comunista dos Estados Unidos,
passaram aos soviéticos importante informação sobre a construção da bomba atómica.
Facto negado por comunistas de todo o mundo, veio a ser confirmado
quando da abertura dos arquivos do KGB.
Desta forma, trazer um elemento comunista para um órgão do Estado resultava, de imediato, num conflito de lealdades e numa desconfiança permanente. Isto afigura-se límpido e razoável. Outra coisa não faria sentido.
Aliàs, práticas semelhantes existem desde o inicio da nacionalidade,começando no juramento de lealdade aos monarcas,aclamados em Cortes – ou, até, em cerimónias especificas, como foi o caso do compromisso de obediencia, por parte da nobreza a D.João II. A partir de 1818, estas práticas ganharam um cariz mais idelógico, com o Alvará de 30 de Março daquele ano, que proibiu as sociedades secretas ( visando a Maçonaria), consequencia da revolta de Pernambuco e da conspiração de Gomes Freire,em Lisboa, ambas em 1817.
Seguiram-se as perseguições entre Absolutistas e Liberais até que, com a implantação da República, o novo regime passou a exigir aos servidores do Estado, provas inequivocas de adesão ao ideal republicano,que incluía uma declaração, nesse sentido, do presidente da junta de freguesia, respectivo.
Durante o “Estado Novo” o problema das “Sociedades Secretas” deixou de se colocar, pois foram ilegalizadas pela lei 1921, de 21 de Maio de 1935, o que não quer dizer que tivessem desaparecido. Aliàs, parece ilógico extinguir uma “organização”que não tinha existencia legal...
Sabe-se, por outro lado, que a melhor forma de combater algo é usando os próprios meios, doutrina e organização, do que se combate.
Por isso, é que não se deve lutar contra a guerrilha com armas nucleares, nem o terrorismo, com aviões de caça…
Foi esta ideia que levou, por exemplo, o senhor D. Miguel e seus partidários, já no exílio a tentarem formar uma sociedade secreta (Ordem de S. Miguel da Ala), que pudesse combater, nos mesmos moldes as forças que, na verdade, derrotaram o Absolutismo, atacaram a Igreja e, mais tarde acabaram com o Trono.
Mas como, para certas pessoas e doutrinas, os fins não justificam todos os meios, aquela organização “miguelista”, não chegou a tomar forma e foi dissolvida, já que, reclamando-se cristã e católica, decidiu obedecer ao Papa que condenara a existência de sociedades secretas…
Partindo do princípio (que está por provar) de que vivemos, em Portugal, numa “democracia”, onde tudo deve ser transparente (tirando, obviamente, as matérias que devem ser classificadas), onde as regras e as leis deverão ser conhecidas e comuns a todos, e onde deve haver clareza no exercicio do Poder, como se pode admitir a existência legal de organizações, de que não se conhecem os “sócios”, os fins, a doutrina, a organização e o que fazem?.
Como se pode admitir a influência na sociedade - e alguma há-de haver senão não se justifica a existência – de quem não foi eleito, nem a quem foi outorgada qualquer autoridade, por quem de direito?
E sendo as coisas assim, como não exigir um documento a quem vá trabalhar para o Estado, nos moldes daquele exigido para as ideias comunistas e subversivas, no passado recente? É que o conflito de lealdades é notório e imediato. E tal não se faz notar apenas no campo político, passa pelos negócios, pelo emprego e até pela justiça. Se um juiz, por ex., topar com um correligionário de “clube”, vai julgá-lo segundo as leis vigentes ou segundo a “fraternidade” de grupo?
Existe, porém, um estádio ainda mais grave para o que estamos a querer alertar: é quando políticos proeminentes ou membros de órgãos de soberania, participam em reuniões internacionais de alto gabarito e pesadamente vigiadas (com os nossos impostos) e de que ninguém sabe a agenda, os objectivos, ou as intenções. Nunca vão oficialmente nem em representação de ninguém. E ninguém os votou, sendo elegíveis sabe-se lá porque razão ou regras. E já repararam que nenhuma das organizações a que me refiro, tem qualquer pendencia ou ligação à ONU onde, supostamente, se devem discutir os progectos para a Humanidade e dirrimir os contenciosos internacionais?
Ou seja,se isto não for travado, teremos que “Estado” e “Sociedades Secretas”, serão uma e a mesma coisa.
Como é fácil de perceber nada disto tem a ver com “Democracia” – a Democracia é, aliás, capa para tudo isto. Nem tudo o que luz é ouro. Fica aqui o aviso. E se alguma coisa de mais ou menos grave me vier a acontecer, um dia, já têm pistas onde procurar...
Portugal está ameaçado de morte. Muito mais até, do que quando o Conde Duque Olivares ditava leis em Madrid. Podem crer.

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Dec.lei 27003,de 14/09/1936. O texto completo do paragrafo era o seguinte: “Declaro por minha honra que estou integrado na ordem social estabelecida pela Constituição de 1933,com activo repúdio do comunismo e de todas as ideias subversivas”
O mesmo sucedia,por ex., com o acesso a documentação NATO, classificada.
O Rei D. João VI, foi surpreendido com a existencia de uma loja maçónica, na própria Corte, que mandou extinguir de imediato alegando “que conspiravam contra o seu governo”. O que era verdade...




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segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Justiça social da III República

Pérolas dos nossos políticos (4)
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... e dos nossos intelectuais!

Sim, não são apenas os políticos! São igualmente os nossos intelectuais!

Efectivamente, Portugal afunda-se em consequência da classe política e da classe intelectual que possui, ambas de braço dado, e com alguns elementos a assentar em ambas elas. A primeira manda e a segunda, a troco de um mensalão (oportuno neologismo importado do Brasil) abençoa o sistema.

Por isso, o nosso título geral passará a abranger então neste espaço esta tão sublime classe.
Acalmem-se os políticos e intelectuais sérios! Isto não é com vocês e vocês entendem-nos!

(Nas imagens: Boaventura Sousa Santos e outro intelectual não identificado)











sábado, 21 de agosto de 2010

Pérolas dos nossos políticos (3)
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Sampaio resolve!

Heduíno Gomes

O conhecido ponta-de-lança da pieguice irrealista Jorge Sampaio (não confundir com o maninho Daniel, ponta-de-lança da bandalheira sexual nas escolas), sempre amigo de minorias supostamente vítimas, opôs-se à expulsão de várias centenas de ciganos, oriundos da Roménia e Bulgária, pelo governo francês. Mas Sampaio resolve!

Sampaio já os convidou para acamparem à porta dele, podendo gamar na vizinhança e pedir nos semáforos de Entrecampos. E quando precisarem de assistência médica, vão ao Hospital de Santa Maria, que o Estado português e portanto os contribuintes portugueses pagam.

E assim o ponta-de-lança resolve! E Sarkozy pode estar descansado!

É tão bonzinho, este Alto Representante da Aliança das Civilizações! À custa dos outros!

Energias alternativas

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Pérolas dos nossos políticos (2)
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Rui Gomes da Silva, comentador de futebol
Heduíno Gomes
Há muitos anos que conhecemos o escandaloso e bronco facciosismo no futebol do político santanista Rui Gomes da Silva, incluindo quando desempenhou funções de «justiça» no antro que é a FPF, ajudando à «verdade desportiva» dos apitos coloridos que todos conhecemos.















Apareceu agora na SIC Notícias (dia 16), em comentador de futebol, a pronunciar-se sobre lances, vendo neles o que ninguém mais via e não vendo o que todos viam.
A melhor foi assim.
Um jogador do seu clube simulou um penalte e por isso levou um cartão amarelo.
Então, por esta grande atitude desportivamente moral, recebeu um elogio do Rui Gomes da Silva: «Ele depois pediu desculpa ao árbitro, o que demonstra a sua grande dignidade.»
A que outro comentador oportunamente respondeu que demonstraria dignidade era se não tivesse simulado...
O Rui Gomes da Silva é só padrinho do sistema (político, que incorpora o sistema da bola) ou também é burro? Ou fará dos outros burros?
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Acordo ortográfico

A grande flexibilidade da língua portuguesa
e não só!
De todas as línguas indo-europeias!


Com cumprimentos para o Cavaco, o Santana Lopes, o Sócrates & C.ª.



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Pérolas dos nossos políticos (1)
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As referências vermelhas de Cavaco
Afonso Perdigão
Referindo-se aos seus poderes constitucionais, com o seu habitual ar professoral, o Aníbal «vá lá um da gente que eu fico aqui», ou assobiador para o lado, recomenda a leitura do «seu» «livro vermelho» sobre a Constituição da autoria do Canotilho e Vital Moreira, dois prequistas convertidos ao sistema.
Pois por uma vez o Aníbal falou verdade: o seu livro de cabeceira é vermelho! Não se declarará de esquerda a sua Maria?

Já sabíamos.

Já no PPD-PSD o Aníbal era um laranja avermelhado, sanguíneo, de casca grossa, tecnocrata, amoral "competente" e estadista míope, a desempenhar o papel de um óptimo aliado dos vermelhos & rosinhas, contribuindo durante dez anos para a degradação vertiginosa de Portugal.

 
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Acordo ortográfico

Como é versátil a língua portuguesa!



Com cumprimentos para o Cavaco,
Santana Lopes, Sócrates & C.ª.


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O ministério antiprofessor

Henrique Raposo, Expresso
 
O ministério da educação já não existe na realidade. Os pedagogos da 5 de Outubro só existem no mundo do humor. E, no meio deste humor involuntário, lá vão destruindo a figura do "professor".

I. Nas últimas semanas, o humor do ministério da educação começou no grau de exigência das provas de final de ano. Numa prova do 6.º ano, os alunos foram confrontados com este desafio brutal: ordenar palavras por ordem alfabética. Repito: a prova era para o 6.º ano. Uma prova de matemática, também do 6.º ano, tinha perguntas complicadas como esta: "quantos são 5 + 2?". Tal como disse a sociedade portuguesa de matemática, 14 perguntas deste teste de aferição do 6.º ano poderiam ter sido respondidas por alunos da primária. Em nome das suas estatísticas, os pedagogos da 5 de Outubro estão a destruir qualquer noção de empenho e rigor. Isto até seria cómico, se não fosse realmente grave.

II. Há dias, o humor chegou à própria arquitectura das escolas. Um génio da "Parque Escolar" decidiu que a sala de aula já não pode ser o centro da escola, porque isso representa o passado, porque isso representa um ensino centrado, imaginem, no professor. A "Parque Escolar" quer "uma escola descentrada da sala de aula, em que os alunos se espalham por espaços informais, com os seus computadores portáteis, cruzando-se com os professores na biblioteca e discutindo projectos" . Alguém tem de explicar à "Parque Escolar" que uma escola não é um campo de férias. Alguém tem de explicar à "Parque Escolar" que o centro da escola é mesmo o professor. O aluno está na escola para aprender.

III. Já agora, aproveitando esta onda de humor involuntário produzida pela pedagogia pós-moderna, eu queria deixar uma proposta à "Parque Escolar" e ao ministério: que tal acabar de vez com o professor? Que tal substituir o professor por babysitters? Porque nesta escola "moderna" os professores são isso mesmo: babysitters. Uma salva de palmas para a 5 de Outubro.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Na Argentina:

Filhos adotivos recusam possibilidade de adoção
por "casais" homossexuais

Ver artigo em:

http://uniaodasfamiliasportuguesas.blogspot.com/2010/08/na-argentina-filhos-adotivos-recusam.html






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O politicamente correcto está em todas

Henrique Raposo, A Tempo e a Desmodo, Expresso

Depois de ter treslido Freud e Rousseau, a cáfila patifória do ministério da educação chegou a três conclusões imbecis:
a) Os cabulões, preguiçosos ou vadios não podem ser responsabilizados pelos seus erros de carácter ou de comportamento, pois são meras vítimas do meio em que vivem;
b) A educação deve evitar quaisquer tipos de constrangimentos, contrariedades ou dificuldades de percurso sob pena de traumatizar a miudagem e abalar a sua auto-estima.
c) Uma vez que toda a autoridade tende inevitavelmente para o autoritarismo, torna-se perfeitamente legítimo todo o tipo de resistência e desafio.
São estes 3 pressupostos cretinos que estão na origem do descalabro a que chegaram os sistemas educativos ocidentais. O desprezo pela autoridade, pela cultura geral, pela objectividade do saber, pela responsabilidade e mérito individuais, que o politicamente correcto tem cultivado nos últimos 20 anos, explica as medidas que tem vindo a ser tomadas no âmbito da educação: a destruição da avaliação séria dos alunos, as absurdas dificuldades burocráticas à reprovação dos cábulas, o servilismo e a subserviência sabujas perante a grosseria e a insolência, a complacência infinita perante a preguiça, o aviltamento do estatuto dos professores e o desprezo pelas disciplinas culturais e formativas são as consequências visíveis da acção destes patifes disfarçados de "especialistas" da educação.


Violência doméstica

As originalidades da esquerda.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Acordo ortográfico luso-brasileiro



Imagem vinda do Brasil dedicada aos Malacas Casteleiros.

Pareçe impoçiveu

más istá conformi ao Acordo!


Principais responsáveis políticos
que foram dando a sua achega:

José Augusto Seabra (o da ideia macaca)
Cavaco + Pedro Santana Lopes
António Guterres
Durão Barroso
José Sócrates




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quarta-feira, 4 de agosto de 2010

A McDonald's produz anúncio
promovendo a homossexualidade entre os jovens

A União das Famílias Portuguesas alerta para o facto da McDonald’s da França ter produzido um anúncio para a televisão fazendo a apologia da relação homossexual entre um rapaz e outro da sua escola.
Ler mais em:





A ministra da educação que organiza debates

Heduíno Gomes
O normalíssimo – que por isso significa bom – sistema de ensino que havia em Portugal foi destruído por Veiga Simão no Governo de Marcelo Caetano. A partir daí, temos o sistema dito «democrático», que está à vista, agora no seu apogeu. Com mais fantasia ou menos fantasia, com mais demagogia («paixão») ou menos demagogia, com mais reforma ou menos reforma, este sistema está condenado nos seus pressupostos antropológicos, filosóficos, didácticos e pedagógicos em geral. Nada a fazer, remendar é inútil.
Mas, de vez em quando, aparece um ministro (nos últimos tempos tra) ou secretário de Estado particularmente iluminado a dar mais uma achega ao caos, matando-nos as saudades da época cavaquista com o genial Roberto Carneiro, que iria acabar com os chumbos através de pacotinhos de leite com chocolate... e obviamente da manipulação das estatísticas.



É agora o caso de Isabel Alçada, que, além de confirmar a sua sistémica confusão das «novas pedagogias», particularmente do agrado da esquerda bem-pensante, vem, com a sua confessada falta de ideias, dizer que vai organizar um debate para descobrir como é a melhor maneira de acabar com os chumbos. A parte positiva da intervenção de Isabel Alçada é confessar de facto o seu vazio de ideias sobre a questão. A senhora confirma assim que foi parar a tra da educação como poderia ter ido parar a tra do ambiente ou tra do comércio externo.
Quem logo aplaudiu entusiasticamente a ideia foi o subsidiodependente socialista Albino Almeida, particularmente adulador do poder, supostamente representante dos pais dos alunos de Portugal. E daí os media poderem dizer que os pais concordam com a parvoíce...
Por sua vez, o profissional-sindicalista da Fenprof Mário Nogueira coloca as suas pertinentes condições: sim senhora, boa ideia, mas temos de ver isso das condições para concretizar a ideia, isto é, a massa! A massa! A massa!
















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sexta-feira, 30 de julho de 2010

Despacho de Alberto João Jardim sobre crucifixos nas escolas

P R E S I D Ê N C I A DO GOVERNO REGIONAL DA MADE I R A
Despacho n.º 17/2010
Considerando que a Região Autónoma da Madeira não deve pactuar com aquilo a que se chama «euroesclerose», marcada por um ataque aos Valores que suportam a civilização europeia, consequência também das correntes auto-denominadas de «pós-modernismo».
Considerando que não é possível, sob o ponto de vista da realidade cultural e da sua necessária pedagogia escolar, conceber a Europa e Portugal sem as bases fundamentais do Cristianismo.
Considerando que, por tal, a laicidade do Estado não é minimamente lesada pela presença de Crucifixos nas Escolas e, pelo contrário, incumbe ao Estado laico dar uma perspectiva correcta da génese civilizacional dos povos, bem como dos Valores que suportam o respectivo desenvolvimento cultural.
Considerando que os Crucifixos não representam em particular apenas a Igreja Católica, mas todos os Cultos fundados na mesma Raiz que moldou a civilização europeia.
Não há, assim, qualquer razão para a retirada dos mesmos Crucifixos das Escolas, pelo que determino a sua manutenção.
O presente Despacho vai para publicação no «Jornal Oficial» da Região Autónoma da Madeira e para execução pelo Senhor Secretário Regional de Educação e Cultura.
Funchal, 14 de Julho de 2010.
O PRESIDENTE DO GOVERNO REGIONAL DA MADEIRA,
Alberto João Cardoso Gonçalves Jardim



domingo, 25 de julho de 2010

sábado, 24 de julho de 2010

Conheça bem a religião do islão...

[Clique na imagem para visualizar o diaporama]

quinta-feira, 22 de julho de 2010

TU SOFRE?...Vê qual destes te pode salvar...

Enviado por Afonso Perdigão







No mundo de bruxos, curandeiros e seitas.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Obrigado, Castela!

Enviado por Maria de Lourdes Borges de Castro

Thanks Spain for getting the World Cup for Portugal. It turns out that according to the Tordesilhas Treaty signed in 7th of June of 1494, everything conquered by Spain east of 46 degree meridian, is indeed property of Portugal. So, could you please fedex the Cup now to Portugal?
(Falamos inglês com os gajos para chateá-los ainda mais.)



Petição contra a obrigatoriedade
da chamada «educação sexual»
no ensino público

Assine a petição contra a corrupção das crianças e jovens através da chamada «educação sexual» nas escolas!

http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2010N2545



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Olivença na Guerra Peninsular

General Ferreira Martins

Um episódio da Guerra Peninsular: a reconquista de Olivença em 15 de Abril de 1811 em artigo do Gen. Ferreira Martins publicado no Boletim da Casa do Alentejo.

Para ler, clique sobre cada uma das imagens com o texto do artigo:


terça-feira, 20 de julho de 2010

Passos Coelho: o verniz eleitoralista
e as fantásticas histórias da Carochinha

Heduíno Gomes

PPC abre a boca e sai mais uma história eleitoralista. O seu objectivo é sempre agradar a todos.
Veja mais 3 contradições de Passos Coelho em:

domingo, 18 de julho de 2010

Santana Lopes e os seus arquétipos

Heduíno Gomes

A propósito de mais um expediente saloio de Passos Coelho, Santana Lopes vem a terreiro sacar dos seus arquétipos, isto é, dos seus pergaminhos «sacarneiristas» para dar uma lição de história e liberdade ao rival.
Passos Coelho pretende incluir na Constituição o poder do Presidente da República para demitir um governo. E Santana Lopes dramatiza, como é seu hábito, dizendo que isso era o que queria o MFA, ao que se opôs a sua eterna referência Sá Carneiro (o que queria filiar o PPD na Internacional Socialista, do que  Santana se esqueceu...; e que, afinal, em determinado momento, também pretendia o mesmo que o Passos Coelho neste momento -- tudo políticas de circunstância, sem fundo definido nem doutrina sólida...).
No concreto, tratar-se-ia de acentuar o presidencialismo na Constituição, já ambígua sobre este ponto, pois foi talhada à medida da confusão conveniente para os abrilistas – problema que aqui e agora não será abordado. No entanto, adianta-se que não deixa de ser verdade que, perante uma grave crise ou até vazio de poder, em circunstância muito especial, alguém tem de mandar.
Dantes, era o Papa que mandava e resolvia esse problema. Aconteceu-nos em 1245, quando o Papa Inocêncio IV, através da bula Inter alia desiderabilia e Grandi non emmerito, nos fez o favor de depor D. Sancho II, considerando-o um rex innutilis, perfilando como seu sucessor o seu irmão Afonso, depois D. Afonso III. Não é que eu me importasse que agora fosse Bento XVI a designar um primeiro-ministro decente para Portugal, o que certamente faria desde que bem informado, portanto não nomeando um qualquer Roberto Carneiro, Januário Torgal Ferreira, José Tolentino de Mendonça ou Bento Domingues. A questão é que hoje não se usa ser o Papa a resolver esse tipo de problemas.
Então se não é o Papa a resolver o problema, quem o poderá fazer, à luz desta sagrada Constituição de Abril, senão o Primeiro Magistrado da Nação? Que outro mecanismo pode existir? Caso a considerar no quadro da III República, ao qual o Passos Coelho tenta responder!...
Para já, outro problema se levanta: o actual Primeiro Magistrado da Nação não é melhor do que o actual Primeiro-Ministro. Pescadinha de rabo na boca à qual nem Passos Coelho nem Santana Lopes têm alternativa.

Durão dança o samba e toca batuque no Brasil

Heduíno Gomes
Coisa mais ridícula!
Durão Barroso foi ao Brasil na qualidade de moço de recados dos manda-chuvas da Europa.
Então não é que o «poliglota» se põe a falar para as televisões em português com sotaque brasileiro, tal aculturado «brasileiro» Basílio do Eça?!
Como se este ridículo não chegasse, participou num batuque. Aqui foi certamente para recordar os batuques terroristas do MRPP em que participou durante o PREC.
Isto é a «elite» política portuguesa e europeia!



Companhias apoiantes dos grupos de invertidos

Peter and Paul Ministries

As seguintes conhecidas companhias e organizações apoiam e promovem a perversão da homossexualidade e sodomia ao darem ajuda e financiarem as organizações que promovem a homossexualidade.

Estes grupos e empresas têm uma visão depravada do casamento e da sexualidade.

Esta lista foi elaborada a partir da The Human Rights Campaign, uma organização que promove a homossexualidade.

Apresentamos destacados os que mais operam em Portugal e que merecem o boicote das famílias.