quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Filmes como Harry Potter e Crepúsculo
geram interesse pelo ocultismo

Milhões de pessoas preparam-se para ver a produção "Harry Potter e as relíquias da morte. Parte 1" e alguns críticos alertam sobre a influência nociva desta saga em crianças e jovens, e o Presidente do Comité de Assuntos Canónicos do Episcopado dos Estados Unidos, Dom Thomas Paprocki, assinalou que esta saga junto à de Crepúsculo geraram um perigoso interesse das pessoas pelo ocultismo.
Em entrevista concedida à agência Catholic News Agency, em Baltimore, depois de uns dias de formação de 100 exorcistas, entre bispos e sacerdotes dos Estados Unidos, Dom Paprocki comentou que "devemos estar atentos a este tipo de temas para os jovens" já que eles e as crianças "podem ser facilmente impressionáveis".
O também Bispo de Springfield considerou logo que "um maior perigo em nossa cultura é o facto de que as pessoas não fazem parte de uma religião organizada como antes ocorria". No caso do cristianismo, explicou, "a religião une-nos à fé em Jesus Cristo. Quando as pessoas se afastam da religião e da Igreja podem começar a gerar sua própria espiritualidade".
O perigo que aparece então, explicou o Bispo, é que "podem cair no ocultismo e em coisas verdadeiramente diabólicas como rituais satânicos", o que explica nos Estados Unidos e muitos outros países o aumento de pedidos para exorcismos.
Por outro lado e numa recente crítica à última produção da saga de Harry Potter, a Rádio Vaticano assinala que este filme "está repleto de um profundo pessimismo, de uma espessa escuridão e falta de humor. Não há brincadeiras, não existe camaradagem nem surpresas divertidas".
No opinião da RV o filme exalta a traição, o ódio e a destruição, perante o que é necessário a eficácia da varinha mágica ou das poções misteriosas...
Por sua parte o prestigioso semanário norte-americano Our Sunday Visitor destacava que as obras de Rowling apresentam a bruxaria de forma positiva e a magia de maneira encantadora.
Os livros de Potter podem induzir a uma visão tolerante e favorável do New Age ou o simples esoterismo.

Pérolas dos nossos políticos e dos nossos intelectuais (16)
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Mais uma brilhante da Fatinha (28.11.2010)


Heduíno Gomes
Tema do programa: Desequilíbrio financeiro do Estado.
Boca do génio: «Nós vamos pela primeira vez ter de resolver o problema sozinhos».
Nossa pergunta: em 1928, como é que foi, ó esperta?

domingo, 28 de novembro de 2010

Pérolas dos nossos políticos e dos nossos intelectuais (15)
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A ciência do politólogo António Costa Pinto
Heduíno Gomes
A SIC Notícias (27.11.2010) trouxe-nos mais uma vez o habitual politólogo de serviço António Costa Pinto, cientista do oportunismo político da esquerda e do sistema, a analisar os resultados de uma sondagem sobre as intenções de voto nas próximas eleições para as presidenciais.
Transpirando ciência por todos os poros, com a sua habitual conversa canhoto-maviosa, o politólogo apresenta o candidato Cavaco como não tendo pautado a sua postura em função da sua reeleição...
Leiam bem nas entrelinhas! Para este politólogo do sistema, em Belém, o Cavaco papa-missas e simultaneamente socratista, abortista e «casamenteiro» de invertidos -- e com a sua esposa declarada do «centro-esquerda» -- teria sido um grande estadista e não um oportunista eleitoralista!
Como eles se entendem bem e se elogiam uns aos outros...

 




A Idiotia Internacional fala do Brasil

E. Santos

A Idiotia Internacional (vulgo Amnistia Internacional) fala do Brasil a propósito das medidas do Governo brasileiro para controlar os bandidos e colocar ordem nas favelas. Este bando de idiotas, a quem nunca ocorreu pedir aos bandidos para tratarem bem e dentro da legalidade as suas vítimas, vem agora pedir ao Governo brasileiro para tratar dos bandidos desse modo. Certamente com amor e carinho...
E a sua voz tem direito a televisão e eco a nível mundial!

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Será que alguém pode pôr um preservativo
no nariz da Margarida Martins?

Há duas maneiras de agir contra a propagação da SIDA em África:
distribuir preservativos e fazer o que a Igreja Católica faz.

Inês Teotónio Pereira, Expresso

A primeira é fácil mas ineficaz: distribuir preservativos é o mesmo que tratar com água uma gangrena ou tentar curar um cancro com aspirinas. Os resultados estão à vista e não são precisos mais argumentos. Combater a SIDA em África à custa dos preservativos, é como disputar com uma bisnaga um duelo de pistola: é estúpido.

A Igreja Católica sabe disto melhor que ninguém: é única instituição que verdadeiramente sabe do que fala porque trabalha no terreno, conhece os casos, as pessoas, as aldeias, as cidades, a miséria, os costumes e as crenças. Trabalha com todos, não só com os católicos, e em todos os países, que são quase todos anticatólicos. E trabalha no terreno há década e décadas: antes do Bairro Alto lisboeta ter nascido, já a Igreja tinha percebido a dimensão da tragédia.

Enquanto a Igreja trabalha no terreno, o pessoal do mundo civilizado tem insultado a Igreja Católica porque o Papa - este, o anterior, o anterior ao anterior e todos os outros - não mandaram distribuir preservativos como quem distribuí leite num campo de refugiados. E não o acusaram, por exemplo, de ser ineficaz no combate, nada disso: acusaram a Igreja de ser cúmplice. E porquê? Porque a Igreja, optou, imagine-se, por estar com as pessoas, viver com elas, dar-lhes formação sobre a sexualidade, apoia-las antes, durante e depois da doença e tratar cada caso como um caso. Uma trabalheira. E considerou sempre que o preservativo, no meio desta trabalheira, é apenas um recurso, não é uma doutrina.

Esta semana fez notícia o que o Papa disse numa entrevista que resume a estratégia de combate: "A mera fixação no preservativo significa uma banalização da sexualidade, e é precisamente esse o motivo perigoso pelo qual tantas pessoas já não encontram na sexualidade a expressão do seu amor, mas antes e apenas uma espécie de droga que administram a si próprias. (...) Pode haver casos pontuais, justificados, como por exemplo a utilização do preservativo por um prostituto, em que a utilização do preservativo possa ser um primeiro passo para a moralização, uma primeira parcela de responsabilidade para voltar a desenvolver a consciência de que nem tudo é permitido e que não se pode fazer tudo o que se quer. Não é, contudo, a forma apropriada para controlar o mal causado pela infecção por HIV. Essa tem, realmente, de residir na humanização da sexualidade".

Uma trabalheira.



 



Como o Estado trata a língua portuguesa

Pérolas dos nossos políticos e dos nossos intelectuais (14)
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«Vem do tempo de Salazar»...

Heduíno Gomes

José Manuel Fernandes, comentando na SIC Notícias (29.10.2010) a crise financeira do Estado e os seus gastos injustificados (ele refere-se no ponto em questão às direcções-gerais gastarem o orçamento do ano mesmo que não necessitem para que no orçamento seguinte não o vejam reduzido), têm esta máxima: «Vem do tempo de Salazar».

Qualquer pessoa que não conheça o rigor de Salazar e dos seus ministros das finanças a geriram os dinheiros públicos pode acreditar que a bandalheira vem desse tempo.

É esta a seriedade histórica do ex-director do jornal Público – onde apadrinhou montes de outras aldrabices «históricas» contra a II República como essa do «bom cônsul» em Bordéus, Aristides de Sousa Mendes – além da propaganda abortista e dos invertidos.

Supostamente, para a direita sem bússola, agora o indivíduo estaria no bom caminho. Por estas e por outras vê-se.







25 de Novembro, há 500 anos
Afonso de Albuquerque conquista de Goa, 1510

A. M.

Afonso de Albuquerque forma uma poderosa armada, reunindo vinte e três naus e 1200 homens. Relatos contemporâneos afirmam que pretendia combater a frota mameluca egípcia no Mar Vermelho ou regressar a Ormuz. Contudo, informado de que seria mais fácil encontrá-la em Goa, onde se havia refugiado após a Batalha de Diu, dada a doença do sultão Hidalcão e a guerra entre os sultanatos do Decão, investiu de surpresa na captura de Goa ao sultanato de Bijapur. Cumpriu assim outra missão do reino, que não pretendia ser visto como eterno "hóspede" de Cochim e cobiçava Goa por ser o melhor porto comercial da região.


A primeira investida a Goa dera-se entre 4 de Março e 20 de Maio de 1510. Numa primeira ocupação, sentindo-se impossibilitado de segurar a cidade dadas as más condições das suas fortificações, Afonso de Albuqerque recusou um vantajoso acordo de paz e abandonou-a em Agosto.

Apenas três meses depois, a 25 de Novembro, Albuquerque reapareceu em Goa com uma frota totalmente renovada e, em menos de um dia, tomou a cidade a Ismail Adil Shah e seus aliados otomanos. Estima-se que 6.000 dos 9.000 defensores muçulmanos da cidade morreram, quer na violenta batalha nas ruas ou afogados enquanto tentavam escapar.

Apesar de ataques constantes, Goa tornou-se o centro da presença portuguesa, com a conquista a desencadear o respeito dos reinos vizinhos: o sultão de Guzerate e o samorim de Calecute enviaram embaixadas, oferecendo alianças, concessões e locais para fortificar.

Albuquerque iniciou nesse ano em Goa a primeira cunhagem de moeda portuguesa fora do reino, aproveitando a oportunidade para anunciar a conquista territorial.


 





quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Pérolas dos nossos políticos e dos nossos intelectuais (13)
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As cabecinhas da Dilma e de Durão Barroso

José Cruz

Lá foi eleita Presidente do Brasil essa tal di Dilma. No primeiro discurso de eleita, primeira cavadela, primeira minhoca da asneira: aquelas taras feministas da antiga militante no sector bancário...
Pois o saloio Durão felicitou-a precisamente no concreto, isto é, pelas bocas feministas!
Já sabíamos que aquela cabecinha é muito tolerante com a tolice feminina. É lá com ele. Agora falar em nome dos europeus, como se fôssemos todos iguais, alto lá!

 
 

Pérolas dos nossos políticos e dos nossos intelectuais (12)
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Cavaco, o mesmo Cavaco, sempre Cavaco

Heduíno Gomes
Cavaco lá apresentou a candidatura à Presidência da sua querida III República. Sem entrar em pormenores do número de Cavaco (repetição de há 5 anos), vale apenas a pena fazer um breve comentário.

A gabarolice do costume. O tipo, segundo ele próprio, teria sido o melhor Premier do mundo e o melhor PR do mundo. São as palavras do excelente – de facto – Presidente da miserável III República, do desmascarado sistema de ladrões que todos observamos, da promulgada permissividade nos costumes e destruição da família, da bancarrota e da venda da nossa independência. É a continuação da sua obra como Primeiro-Ministro nesses dez anos de criação do monstro na função pública, de miséria no ensino, de destruição da moral nas televisões, de destruição da agricultura e das pescas, de esbanjamento dos fundos da Europa, etc. De executor passou a promulgador e como tal quer continuar.

A continuidade do sistema do costume. O tipo apresentou aos Portugueses... nada! Ou seja, a conversa do politiqueiro do sistema. Os seus fãs indefectíveis, que compunham a plateia no seu bunker, constituíam a nata dos dez anos de cavaquismo no Governo. Nem as moscas mudaram. Notou-se apenas, lamentavelmente, a falta de Eurico de Melo, Dias Loureiro, Oliveira e Costa e outros menos mediáticos para completar o staff cavaquista.

A hipocrisia do costume. O tipo continua a apresentar-se como referência moral apesar do seu triste currículo político. É preciso ter muita lata. Pois o tipo que não falta à missa, mas que já conhecemos como malabarista nas questões do aborto e do «casamento» entre invertidos, não se coíbe agora de incluir na sua equipa de assalto ao poder um fanático e declarado inimigo da Igreja!

Cavaco, o mesmo Cavaco, sempre Cavaco.

Eu, se for votar, perante a ausência de alternativa, votarei nulo, tão criativamente quanto a inspiração no momento do acto mo permitir.





Para entender a crise financeira


1 de Dezembro de 1640

D. Filipa de Vilhena arma cavaleiros os filhos


Os Restauradores abatem Miguel de Vasconcelos,
o traidor ao serviço dos Filipes



O Duque de Bragança é aclamado Rei de Portugal -- D. João IV





quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Henrique Neto:

«Sócrates está no topo dos que dão cabo disto»


Ler em

http://moldaraterra.blogspot.com/2010/11/henrique-neto-socrates-esta-no-topo-da.html

Pérolas dos nossos políticos e dos nossos intelectuais (11)
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João César das Neves:

Afinal haverá ou não almoços grátis?

Heduíno Gomes
João César das Neves publicou no Destak (8.9.2010) um tão calamitoso comentário à expulsão de ciganos em França que merece alguns reparos.
Talvez JCN fale e escreva sobre tanta coisa que nunca chegue a ter tempo para reflectir sobre o que escreve. O seu grande problema talvez seja saber pouco e filosofar muito. Daí que saiam frequentemente da sua boca e da sua pena coisas que até dão pena. Mas pior do que darem pena é a intoxicação que produzem, principalmente entre as pessoas católicas, que, por afinidade religiosa e decorrente crença numa afinidade filosófica ou política, o escutam. Contudo, observando com atenção o seu pensamento, vê-se que as coisas não são bem assim.
As suas incoerências lógicas são regra nas crónicas que produz, cruzando-se a demagogia com o pouco discorrimento.


O seu alinhamento tecnocratista-cavaquista atravessou décadas, só acabando quando do malabarismo e mais que evidente e escandalosa traição do «grande líder» de Boliqueime na questão do aborto e «casamentos» entre invertidos.
Já o vi na televisão supostamente em contraponto com dois interlocutores ateus, onde estes defenderam a Igreja bem melhor do que o oficioso católico.
Já o ouvi, na apresentação de um livro, armado em política ou religiosamente correcto, e seguidista em relação ao establishment, ser indelicado com o autor (o qual caridosamente o havia convidado para apresentador), que corajosamente defende a vida, acusando-o de ser assim uma espécie de destemperado, por não pactuar com esses tais católicos do establishment, que dão uma no cravo e dez na ferradura ou então «sabiamente» se calam e acomodam.
Noutra ocasião, envergonhado (eu!), já me enfiei por uma cadeira abaixo do cinema São Jorge ao ouvi-lo falar sobre o livro Jesus de Nazaré, na qualidade de «intelectual católico», e ainda mais envergonhado fiquei quando um padre teve de corrigi-lo sobre as fantasiosas interpretações que acabara de produzir sobre o pensamento de Bento XVI constantes no livro.
Etc., etc.
Agora vem falar sobre a expulsão de França de uns tantos ciganos.
Toda a gente sabe como sobrevive a maioria dos ciganos, e nomeadamente aqueles que foram expulsos de França. Ora, o economista JCN, que não se cansa de dizer que não há almoços grátis, vem afinal, armado em bonzinho, com a sua «doutrina social» (que parece ser a de uma certa Igreja pintassilguista) pretender que os ciganos têm direito a almoços grátis...
Pior, confundindo alhos com bugalhos, verdades banais com demagogia, bondeza (que não bondade) com palermice, hospitalidade com multiculturalismo, democracia com irresponsabilidade, numa pseudo-erudição para impressionar parolos (como é hábito), tece disparatadas considerações sobre as medidas do Governo francês, acabando por compará-las à política nazi e fascista, portanto nada ficando a dever às declarações daquela idiota do Luxemburgo que é Comissária em Bruxelas e que teve de seguida de engolir o que disse. Tristeza.
Será com a lucidez de católicos destes na política que isto poderá dar uma volta? Acredite quem quiser.
Com políticos católicos destes não seriam precisos bloquistas. Parafraseando um outro mito do nosso rectângulo, é caso para dizer: Inventem-se novos intelectuais e políticos católicos! Com estes não vamos a lado nenhum.



Para quem quiser apreciar
o emaranhado da sua prosa:
Expulsão
DESTAK
08
09
2010 22.39H
João César das Neves
naohaalmocosgratis@fcee.ucp.pt
A sociedade europeia considera-se guardiã mundial dos direitos humanos, democracia e segurança social [Mas não é!]. Mas foi aí, há poucas décadas, que aconteceram as maiores violações desses valores, [E na Ásia? E em África?] com uma frieza, eficácia e calculismo que fariam corar os bárbaros mais cruéis [Olha o que o senhor professor sabe de história universal!]. Em reacção, tendo rejeitado tais desmandos e concebido leis e instituições avançadas, a Europa acha hoje que os pode ensinar ao mundo [Nada disso! Não pode ensinar valores! Civilizações que não precisam de lições existem no Cambodja, no Sudão ou nas aldeias dos antropófagos australianos! (E nós a pensarmos que o senhor professor católico não era relativista cultural...)].
A França diz-se autora mundial dos direitos humanos, democracia e segurança social. A razão foi de há dois séculos ter feito a revolução que desmantelou a sociedade antiga, e que descambou em roubos, atrocidades e um império ditatorial, tudo em nome do poder popular [Roubos e desmandos, coisas que os ciganos objecto de expulsão não fazem.].
Sem nunca ter rejeitado tais desmandos [???!!!], mas dizendo evoluir nesses princípios, acha hoje que os pode ensinar ao Mundo. A recente decisão do presidente francês de expulsar em bloco os ciganos [Em bloco: olha que honesto que é o senhor professor católico!], como antes a proibição parlamentar do uso do véu islâmico [Afinal devemos defender o espaço da cristandade ou embarcar na treta do multiculturalismo?], são claras violações do espírito de respeito, abertura e tolerância que suportam a civilização europeia [Afinal a Europa deve envergonhar-se ou é a referência de civilização?]e a cultura francesa[Idem].
Os defensores dessas medidas argumentam que a sua actuação está de acordo com a democracia [Será o argumento principal?]. Os imigrantes eram criminosos[Os imigrantes: olha que honesto que é o senhor professor católico!], o véu indigno [O véu será símbolo cristão ou admissível do ponto de vista de segurança considerando que abre a porta à burka?] e ambos são ilegais [Será que os franceses não têm o direito de fazer as suas leis e viver segundo elas?]. Vale a pena lembrar-lhes que Hitler e Mussolini sempre estiveram dentro da sua legalidade [Comparação inteligente, nada demagógica e muito honesta!]. Como Danton e Robespierre, e até Luís XVI e Maria Antonieta. Quando é o suposto mestre que faz ataques destes, será que admira que o Mundo não aprenda? [Parece que é o senhor professor que não aprende!]



Bispo anglicano augura conversão de milhares ao catolicismo

Em declarações ao jornal The Times, o bispo anglicano John Broadhurst - que no fim de ano se incorporará na Igreja Católica – espera que milhares de pessoas seguirão o mesmo caminho dentro de pouco tempo.

Segundo o pastor, "há muita gente interessada. Alguns dizem que vão esperar para ver o que acontece. Eu o entendo. Se as pessoas forem clérigos à frente de uma paróquia e com esposa e filhos, é algo que pode resultar preocupante. Mas suspeito que apesar de tudo milhares, não centenas, de seculares vão passar à Igreja Católica".
Broadhurst sustenta que se fez de tudo para obter no anglicanismo uma estrutura separada para as comunidades opostas à consagração episcopal de mulheres, mas não se obteve nada e só o Vaticano ofereceu uma solução quando pediram ajuda à Congregação para a Doutrina da Fé.
"A Igreja Católica vai-me dar espaço para viver com dignidade. Explicámos à igreja da Inglaterra (anglicanos) o que queríamos, mas recusaram. Disseram que não, que eles não eram católicos".



quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Pérolas dos nossos políticos e dos nossos intelectuais (10)
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A honestidade intelectual (ou inteligência, como queira)
de uma deputada bloquista

Heduíno Gomes

A deputada bloquista Helena Pinto declarou na Assembleia da República (18.9. 2010) para quem a quis ouvir:

«Os ciganos são expulsos por serem ciganos.»

Comentários para quê?

As medidas de fundo do Governo

sábado, 30 de outubro de 2010

Pérolas dos nossos políticos e dos nossos intelectuais (9)
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A fadista saneada pela maestrina
Heduíno Gomes
A fadista Kátia Guerreiro foi substituída pela maestrina Joana Carneiro nas funções de não-sei-o-quê para a juventude da candidatura do Cavaco, uma qualquer função sem função, diga-se de passagem.
Terá Kátia Guerreiro atingido o limite de idade? Ter-se-á apercebido da essência do cavaquismo e auto-afastado do antro? Terá sido apanhada por aquela técnica cavacal do serve-se, embrulha e deita fora?
Em qualquer hipótese, ninguém a mandou aproveitar-se do inerente suplemento de mediatismo a troco de servir de jarrão «para a juventude» do farol de Boliqueime. Aí tem.
À fadista Kátia resta-lhe fazer o seu exame de consciência e tirar as respectivas lições para a vida e para a política. E, já agora, ser médica, a função para a qual o País consigo gastou dinheiro. Sempre é menos um cubano por cá.

Uma história da História

João José Brandão Ferreira
No fim do dia 25 de Setembro de 1910 o jovem rei D. Manuel II estava contentíssimo.
Acabava de regressar do Buçaco onde assistira às comemorações da memorável batalha que se travara contra os franceses naquele mesmo local, em 1810. Cem anos antes.
O seu contentamento, quis partilhá-lo com os seus íntimos e confidenciou-lhes que naquele dia tinha conquistado o Exército! A que se devia este seu julgamento? Pois ao brilhantismo da cerimónia; àqueles milhares de homens perfilados nos seus melhores uniformes engalanados de todas as condecorações, aos discursos, às saudações. Enfim àquela memorável revista em que todos em uníssono, gritaram "Viva o Rei”!
A alegria do rei poderia ter sido justificada se a interpretação que deu aos factos fosse a correcta. Naquela conturbada época a agitação política e social era infrene e a monarquia portuguesa estava abalada nos seus alicerces. O jovem monarca não tinha sido preparado para ser rei, ao contrário do seu irmão Luís Filipe, barbaramente abatido com o seu pai às mãos do Buiça e do Costa, dois anos antes.
Ter uma força como o Exército ao seu lado seria indubitavelmente importante. Mas a ingenuidade, o faz-de-conta dos cortesãos, a fraqueza do governo, as dissenções dos monárquicos e o “não me comprometas” dos restantes, ditaram a sorte, neste lance da História.
Na madrugada do dia 5 de Outubro, isto é, apenas nove dias depois era proclamada a República e o único oficial do Exército que levantou armas pela monarquia foi Paiva Couceiro, herói das campanhas de África. O Comandante e o 2.º Comandante de Infantaria 16 foram mortos por sargentos, os navios de guerra tomados por uma espécie de sovietes de marinheiros que incluíam também alguns sargentos e oficiais.
Na Rotunda estava apenas um oficial: Machado Santos da Marinha e umas centenas de populares mal armados e enquadrados. O batalhão da Guarda Municipal e outras forças podia-os ter dizimado em pouco, mas… renderam-se. O golpe não tinha pernas para andar mas saiu vitorioso em pouco tempo.
Pergunta-se: seria possível a hierarquia daquele tempo não se ter dado conta de que tinha as unidades subvertidas pela Carbonária? Andariam todos cegos? É difícil de crer. As razões para que as coisas se passem desta maneira, como em outras épocas da nossa História, terão que se buscar noutras áreas.
Mas não vamos hoje por esse caminho.
Finalizamos lembrando que é preciso olhar para o porvir estando atento às lições da História.
O Rei anda nú em qualquer época.
 
 

Pérolas dos nossos políticos e dos nossos intelectuais (8)
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Mais da Fátima do Prós e Contras
(25.10.2010)
Afonso Perdigão
Tema do programa: Testamento vital.
Boca do génio: «países civilizacionalmente mais avançados» (referia-se aos países da Europa do Norte e arredores).
Nossa pergunta: o que será avanço civilizacional para esta nabiça? A «civilização» viking? O bacalhau sueco? A eurocracia e amoralismo de Bruxelas?
Sem bússola de valores e parola!

As inundações que Portugal sofre

Pérolas dos nossos políticos e dos nossos intelectuais (7)
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Marcelo, a estrela de salão

Afonso Perdigão
Será que Portugal vai a algum lado com a conversa de salão do entertainer Marcelo e com os «magníficos livros» (palavras suas) que recomenda?
Com este Conselheiro de Estado, Portugal está bem aconselhado!





sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Acordo ortográfico

Pérolas dos nossos políticos e dos nossos intelectuais (6)
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O Picanço que se bica para dentro
Heduíno Gomes

Bettencourt Picanço é um distinto membro daquele sindicato de interesses que funciona dentro do PSD chamado «Trabalhadores Sociais-Democratas», vulgo TSD, e que para mais nada serve do que para garantir uns tachos por inerência dentro da nomenklatura. O Picanço, que é membro do Conselho Nacional do PSD e chefe de um dos sindicatos de funcionários públicos, está-se nas tintas para a contenção de despesas e para a necessária redução dos salários do funcionalismo. Na qualidade de sindicalista, opõe-se e é um dos assanhados convocadores da greve geral. É a sua lógica da apologia da barriga para ser eleito pelos barriguistas.  Ele deveria estar era no PCP ou no BE a defender «os trabalhadores» com todo o seu vigor.
Isto é. O Picanço bica-se para dentro. E é por gente desta laia que andamos a ser governados nos governos e nos partidos.





«A Oligarquia das Bestas»!

Caro Camarada Baptista Bastos,

O seu encomiástico panegírico de hoje no DN sobre a 1ª República e o papel insubstituível do iluminado radical jacobino Afonso Costa dizem muito sobre a reescrita histórica daquele regime que nos foi sendo vendida pela maçonaria e seus correligionários ao longo de décadas. Ficaria esclarecido se me respondesse a estas questões menores:
As grandezas da 1ª República estão também nas perseguições, nos prisioneiros políticos aos milhares, no cerceamento dos direitos eleitorais dos pobres e analfabetos e das mulheres e nos milhares de jovens mortos da primeira guerra?
Nas bombas que quase diariamente rebentavam na capital, nos assassinatos de Presidentes e de políticos do regime? Na censura da imprensa que durou anos?
E no colapso das finanças públicas que acabou no não pagamento das pensões e no chamamento do Doutor de Santa Comba? E nos 28 governos e 7 Presidentes da República?
E no tal figurão do doutor Afonso Costa que Fernando Pessoa abominava e disse que conduzia um governo que era uma “oligarquia das bestas”?
Defina lá decência e moral e deixe os historiadores fazerem a história! Porque era na União Soviética que os estalinistas refaziam a história, os denominados revisionistas que queriam dourar o regime responsável por uma ditadura e um totalitarismo responsável por muitas centenas de milhares de mortos, nas guerras e nos campos de concentração do Gulag.
Com estes seus panegíricos revolucionários, que desvalorizam completamente o valor das vidas humanas vitimadas por doutrinas de iluminados radicais, antes quero ouvir os homens que espumam aos cantos da boca e os monárquicos constitucionalistas.
Para si os mortos das guerras coloniais salazaristas valiam alguma coisa? Ou eram também carne para canhão como os da primeira guerra Afonsina?
Com os cumprimentos e a anteposição consciente e decentemente moralizadora do

José Pinto Correia


quinta-feira, 14 de outubro de 2010

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

As nossas cabecinhas pensadoras comemoram a I República


MARIA DE BELÉM LEVOU A MEDALHA
Afonso Perdigão
Maria de Belém distinguiu-se nas comemorações no Parlamento com a intervenção mais ridícula.
A feminista começa logo por dirigir-se ao semi-circo com a fórmula «Senhoras deputadas e senhores deputados». Então se os homens, por cortesia, colocam em primeiro lugar as senhoras, por que ordem deve uma convicta feminista colocá-los? Onde é que estará a «igualdade do género»? Feministas, feministas, mas é quando lhes convém.
O discurso está cheio de patacoadas como esta da «igualdade do género», aquela doença que a afecta. E tem ainda umas saídas que demonstram a sua grande inteligência. A melhor de todas é sem dúvida a sua preocupação com o efeito das «mudanças geoestratégicas»: é que são estas que nos lixam o financiamento externo! Para começar, o que a preocupa não é a viabilidade económica de Portugal mas o financiamento externo! Continuassem a emprestar-nos massa e tudo estaria bem para aquela cabecinha pensadora. E depois, a relação causa-efeito que estabelece é genial!
Como, ao contrário dos monárquicos, tem um coração muito bonzinho, acusou a monarquia de ter deixado Portugal com 75% de analfabetos. Só é pena que não tenha referido a parte da responsabilidade dos seus manos Pombal e Joaquim António de Aguiar, o mata-frades, nessa calamidade. E também é pena que não tenha referido a percentagem de analfabetos que a I República deixou de herança à II República. Era só para quantificarmos a «obra»…


SABERÁ O ROSAS CONTAR ATÉ 3?
Heduíno Gomes
Nas comemorações da I República, a vedeta da história contemporânea Fernando Rosas massacrou-nos com as suas habituais baboseiras. Uma delas foi a numeração das repúblicas. Para aquela cabecinha de historiador, estaríamos na II República porque o Estado Novo não foi república…
Então o que foi?
(Lobo Xavier subscreve tudo o que disse o Rosas e o Pacheco)


A ESCOLA DO ROSAS E O SEU CONCEITO DE «REVOLUÇÃO POPULAR»
Heduíno Gomes
Como é sabido, o intelectual Rosas provém do MRPP, local onde desde a sua génese, a ideologia política não apresentava qualquer rigor. A evocação de Mao e da China (no que não era retribuído...), uns slogans prafrentex, uma cassete-metralhadora, uns punhos erguidos, uns murais pintados, era quanto bastava naquele mundo de loucos. De pensamento marxista (isso não se recomenda mas existe), nada. Nem este, para quem se reclamava do marxismo e do leninismo! Aos mais novos pode explicar-se brevemente o fenómeno dizendo que o MRPP era assim uma espécie de IURD do comunismo.
O Rosas até era chefe e, sendo intelectual, era mesmo um dos teóricos do MRPP. Teórico ao nível da própria seita, onde não se aprendia nada, o que corresponde de facto às suas próprias capacidades intelectuais. Por isso não admira que continue agora a produzir literatura de baixo rigor.
O Rosas não destoa do Portugal de hoje e está integrado no sistema. Temos um sistema político dominado por medíocres fala-barato, uma meia dúzia de frascos de veneno que constitui a «elite» e domina o panorama intelectual, com direito a lugar cativo nos meios de comunicação. E aí está, entre eles, o Rosas.
Discursando no Parlamento em nome do BE (6 de Outubro), este historiador de pacotilha chamou «revolução popular» àquilo que foi um golpe armado de uma dúzia de insurrectos perante a apatia do povo. E ao movimento nacional do 28 de Maio, que teve a participação da generalidade das forças armadas e o apoio popular nas ruas, de Norte a Sul, chamou «golpe militar». Afinal, onde estava o povo tão querido do Rosas? No 5 de Outubro ou no 28 de Maio? Qual deles foi popular?
No mesmo discurso, o Rosas mais uma vez revela a sua falta de rigor chamando «movimentos» a reduzidos grupos armados que se insubordinaram contra o Estado Novo. Que «movimentos» eram esses grupos isolados?
É isto um «historiador».
(Lobo Xavier subscreve tudo o que disse o Rosas e o Pacheco)


PACHECO: OUTRO «HISTORIADOR» CONTEMPORÂNEO
Heduíno Gomes
Pacheco Pereira é mais um do lote de intelectuais do sistema. E, tal como o Rosas, historiador sem verdade. Conhece uns factos, ignora outros que são fundamentais, floreia e analisa torto. Em nome do PSD, na mesma circunstância, brindou-nos igualmente com uns exemplos.
Pacheco explicou-nos que, na monarquia, só «os de nascimento» (presume-se que os aristocratas) é que podiam escolher os governantes. Eu ouvi bem?! E teria sido então graças à República que deixou de ser só «os de nascimento» a votar. Eu ouvi bem?! Para azar dele, o direito de voto até ao 5 de Outubro era mais extenso do que passou a ser com a I República. Esta o que fez foi restringir o direito de voto! Como é que se chama em futebolês a uma aldrabice histórica? Inverdade, não é?
Pacheco explicou-nos que Salazar chegou ao poder como «ditador das finanças». Ora não deixa de ser engraçado vindo isto de alguém que factura todas as semanas na SIC umas larachas a defender o controlo das despesas do Estado e a criticar o Governo por não o fazer. Como é que se chama em futebolês a uma hipocrisia? Atitude menos boa, não é?
Pacheco explicou-nos que os tipos dos vários reviralhos durante a Ditadura Nacional (1926-1933) e no início do Estado Novo (leia-se dos atentados à bomba, da comuna da Marinha Grande e outros), coitadinhos, foram reprimidos. Também não deixa de ser engraçado vindo isto do mesmo alguém facturador que critica o Governo por não nos garantir a ordem e a segurança. Como é que se chama em futebolês a uma posta de pescada demagógica? Drible, não é?
Pacheco explicou-nos que os republicanos da I República mostraram de si próprios o melhor… durante a II República! Os tipos que não deram conta do recado enquanto detiveram o poder aí estavam eles na II República a dar lições a quem equilibrou as finanças, a quem repôs a legalidade e a ordem, a quem salvou Portugal das ameaças comunista e fascista espanholas e da guerra ajudando os Aliados, a quem liquidou o analfabetismo nas novas gerações, a quem fez os planos de fomento que conduziram Portugal a taxas de crescimento de 8% de média na década de 60 (tendo ultrapassado os 10%), enfim, a quem arrumou a casa! Brilhante análise «histórica»! Como é que se chama em futebolês a um tipo que não pesca nada do que diz? Que funciona só com um neurónio e é lá quando funciona, não é?
(Lobo Xavier subscreve tudo o que disse o Rosas e o Pacheco)


SE A ASSUNÇÃO CRISTAS APRENDESSE MAIS UMAS COISAS,
TALVEZ FOSSE AO LUGAR
Afonso Perdigão
A Assunção Cristas fez sem dúvida o melhor discurso das comemorações na AR. Contudo há umas observações a fazer-lhe.
A primeira é ter reclamado um «mundo multicultural». Se conhece o sentido do que disse, saiu asneira. Se não conhece, também. Nós devemos reclamar é a evangelização do mundo e não o relativismo cultural.
A segunda é ter reclamado «um Portugal onde todos possam ser tudo». Se conhece o sentido do que disse, saiu asneira. Se não conhece, também. Rousseau subscreveria completamente esta tirada igualitarista e utópica.
A terceira é sobre a sua pouca discrição. D. Francisco Manuel de Melo fazia-lhe bem.


domingo, 10 de outubro de 2010

terça-feira, 5 de outubro de 2010