terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Entre sexo e género

Pedro Vaz Patto

O que está em causa não é um aspecto secundário,
mas referências culturais fundamentais
relativas à dualidade sexual

Tem sido noticiada a proposta dos partidos de esquerda para que na redacção do artigo 13.º da Constituição da República, onde se consagra o princípio da igualdade e não discriminação e se faz referência ao sexo como um dos motivos de discriminação arbitrária, essa palavra seja substituída por género. Tornou-se corrente, na verdade, a expressão igualdade de género para designar algo que anteriormente era designado como igualdade entre sexos ou igualdade entre homem e mulher. Não se trata, no entanto, de uma simples e anódina actualização linguística. É bom alertar para o alcance ideológico da modificação: exigem-no a honestidade e transparência próprias de uma democracia autêntica. Uma questão fracturante está longe de merecer o consenso alargado próprio de um texto constitucional.
Estamos perante uma agenda de afirmação ideológica. Está em causa a afirmação da chamada ideologia do género (gender theory) e a sua tradução no plano legislativo. Parte esta teoria da distinção entre sexo e género. O sexo representa a condição natural e biológica da diferença física entre homem e mulher. O género representa uma construção histórico-cultural. Há apenas dois sexos: o masculino e o feminino. Há cinco géneros (ou até mais, de acordo com outras versões): o heterossexual masculino e feminino, o homossexual masculino e feminino e o bissexual. O sexo é um facto empírico, real e objectivo que se nos impõe desde o nascimento. A identidade de género constrói-se através de escolhas psicológicas individuais, expectativas sociais e hábitos culturais, e independentemente dos dados naturais. Para estas teorias, o género assim concebido deve sobrepor-se ao sexo assim concebido. E como o género é uma construção social, este pode ser desconstruído e reconstruído. As gender theories sustentam a irrelevância da diferença sexual na construção da identidade de género e, por consequência, também a irrelevância dessa diferença na relações interpessoais, nas uniões conjugais e na constituição da família. Daqui surge a equiparação entre uniões heterossexuais e uniões homossexuais. Ao modelo da família heterossexual sucedem-se vários tipos de "família", tantos quantas as preferências individuais e para além de qualquer "modelo" de referência.
É um novo paradigma antropológico, uma verdadeira "revolução cultural" que representa a ruptura com a matriz judaico-cristã da nossa cultura ("Homem e mulher os criou" - afirma o Génesis), mas também com um dado intuitivo da razão universal (A espécie humana não se divide entre heterossexual e homossexual, mas entre homens e mulheres - afirmou a propósito o político socialista francês Lionel Jospin).
Pretende-se impor esta ruptura desde cima, desde as instâncias do poder. Ela não surge espontaneamente da sociedade civil e da mentalidade corrente. Pretende-se transformar através da política e do direito essa mentalidade. E o que está em causa não é um aspecto secundário, mas referências culturais fundamentais relativas à relevância da dualidade sexual. Admitir que a Lei sirva propósitos destes, numa pretensa engenharia social, revela tendências mais próprias de um Estado totalitário do que de um Estado respeitador da autonomia da sociedade civil.





segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Os ciganos comemoram
o Centenário da República em Massamá

Impregnados de «ética republicana», no dia 5 de Outubro, os ciganos comemoram o Centenário da República numa farmácia em Massamá. Não há dúvida, Sarkozy é um fascista! Veja o registo das câmaras de vídeo da farmácia.

[Clique na imagem para visualizar o vídeo]

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Educação sexual:
«Estas normas puseram-me a alma num inferno... »

Joel Costa, autor do programa «Questões de Moral», da Antena 2 da rádio, resolveu ler as normas provenientes do Ministério da Educação que legitimam a Educação sexual como objecto de educação escolar, desde o primeiro ano do Ensino Básico. O resultado dessa análise acutilante, que, como é estilo do radialista, se revereste de um humor fino, pode ser ouvido aqui ou lido a seguir. O texto, que tomámos a liberdade de transcrever, será longo, mas a sua essência valerá o esforço do leitor.

Do cavaquismo à falência iminente dos laboratórios
de antidepressivos no Brasil

Heduíno Gomes
Graças à eleição da «Presidenta», o Brasil enveredou definitivamente nas originalidades das minorias activas e estranhas como são as feministas radicais e os invertidos. Pois então, a última desta escória é a inscrição do «direito à felicidade» na Constituição brasileira. Com tal medida, já estamos a prever a falência iminente dos laboratórios brasileiros de antidepressivos. E os psiquiatras e «analistas» (como lá chamam aos psicanalistas) que vão pondo as barbas de molho!
Mas não se pense que o «direito à felicidade» é exclusivo ou originalidade da «Presidenta» do Brasil. Também já foi aposta do actual Presidente de 23% (ou lá quanto é!) dos portugueses! Verdade! Passo a contar.
O actual Presidente de 23% (ou lá quanto é!) dos portugueses era então Presidente do PSD. Pressionado a rever o Programa do partido, o Cavaco nomeou para a missão um grupo de ideólogos sábios. Nesse grupo pontificavam alguns marxistas-leninistas de 4.ª categoria (extrema-esquerda descabelada) de quem o PSD tinha comprado o passe, entre os quais Dias Loureiro e Durão Barroso. Dado que estes tinham lido, por alto, algumas citações do livro vermelho do Presidente Mao, para o analfabeto tecnocrático Cavaco os tipos eram assim uma espécie de catedráticos da ideologia. Eram portanto os mais habilitados para rever o Programa…
Pertencia também a esse grupo o frágil mental Carlos Coelho. Pois, segundo a informação que me foi confiada por um outro membro do grupo, foi o Coelho que insistiu na inclusão do tal «direito à felicidade» e outras do género no documento-guia para a revisão do Programa e no novo Programa. E certamente com a aprovação do chefe, isto é, do Cavaco, esse documento foi publicado no Povo Livre!
Estão a perceber agora porque é que o tecnocrata e actual Presidente de 23% (ou lá quanto é!) dos portugueses, que já naquele tempo era tão tolerante, assinou («contrariado»!…) as leis do aborto e dos «casamentos» de invertidos? Isto está tudo ligado…


Porque o Egipto de imediato não se tornará democrático

Daniel Pipes, The Economist

A revista Economist convidou Daniel Pipes a abordar a afirrmação "Dentro de um ano, o Egipto irá tornar-se uma democracia". Eis a resposta de Daniel Pipes.
Duas razões levam-me a afirmar que a República Árabe do Egipto não de irá vangloriar dentro de um ano por possuir um sistema político democrático.
Conforme o logotipo indica, a Irmandade Muçulmana do Egipto não é exactamente uma organização democrática.
Primeiro, democracia é mais do que realizar eleições; supõe o desenvolvimento da sociedade civil, denotando instituições tais como o estado de direito, judiciário independente, partidos políticos, direitos das minorias, associações voluntárias, liberdade de deslocação e de reunião. Democracia é um hábito aprendido, não instintivo, que requer mudanças profundas de atitudes tais como cultura de comedimento, valores, respeito pela diferença de opinião, conceito de oposição leal e sentido de responsabilidade cívica.
Além disso, a necessidade da prática de eleições para que seja aperfeiçoada. Em condições ideais, o país elege ao nível municipal, passando para o nacional, começa com o poder legislativo passando para o executivo. Simultaneamente, a imprensa precisa ter liberdade total, os partidos políticos deverão amadurecer, o parlamento deverá conquistar independência em relação ao executivo e os juízes deverão escolher-se entre si.
Não é possível que tal transformação da sociedade aconteça em meses ou até anos; registos históricos mostram que leva décadas para que seja implementada na sua plenitude. Está fora de questão que um Egipto, com experiência mínima em democracia, possa reunir o número suficiente desses componentes em doze meses a ponto de estabelecer uma ordem democrática completa.
Segundo, qualquer cenário que venha a ocorrer, a democracia não está prestes a ser implementada.
Se Hosni Mubarak continuar no poder, o que é improvável mas possível, ele será mais tirano que nunca. Pelo que demonstram as suas acções nos últimos dias, ele não sairá tranquilamente.
Se as forças armadas se estabelecerem no poder de maneira mais directa do que o faziam nos bastidores desde o golpe de Estado de 1952, Omar Suleiman, o recem-nomeado vice-presidente, aparentemente tornar-se-á presidente. Ele fará mudanças no sistema, eliminando os abusos mais evidentes da era Mubarak, mas fundamentalmente sem oferecer aos egípcios uma voz no regime que os governa. Argélia 1992, onde o governo apoiado pelas forças armadas que reprimem os islamistas, apresenta um precedente.
Se os islamistas chegarem ao poder, irão fomentar a revolução em consonância com a doutrina do Irão de 1979, segundo a qual a crença na soberania de Deus prevalece sobre a participação política das massas. A natureza inerentemente antidemocrática do movimento islamista não deve ser obscurecida pela disposição dos islamistas em usar as eleições para chegar ao poder. Nas palavras prescientes de uma autoridade americana em 1992, os islamistas apresentam um programa de "uma pessoa, um voto, uma vez".
Qualquer que seja o ângulo – abstracto ou específico – os egípcios estão perante uma situação complicada, sem a esperança imediata de escolher seus líderes.



Governo português contra a defesa dos cristãos

Aura Miguel, RR
Quando ouvimos notícias sobre atentados contra cristãos, sofremos e, muitas vezes, revoltamo-nos ao saber que foram mortos cobardemente por ódio à fé, enquanto rezavam, como aconteceu recentemente no Iraque e no Egipto.
Entre nós – no Ocidente – não há perseguição aberta nem martírios frequentes, mas muitos cristãos sofrem certa pressão e discriminação: ao nível da opinião pública, nos programas de ensino impostos pelo Governo, na legislação sobre saúde, sobre a família e a vida humana... Enfim, cada um de nós é capaz de enunciar já hoje um ou outro caso.
Às claras, ou veladamente, a violência e intolerância contra os cristãos é sempre condenável. Claro! Foi o que também achou o ministro dos Negócios Estrangeiros de Itália ao propor, esta semana, à UE, uma declaração conjunta para condenar a perseguição religiosa anticristã.
A proposta italiana teve o apoio da grande maioria dos ministros dos Negócios Estrangeiros da União, mas foi bloqueada por cinco países: Portugal, Espanha, Luxemburgo, Irlanda e Chipre. E, por isso, não se chegou a acordo.
Ficamos, pois, a saber que o Governo de Portugal é líder na Europa contra a defesa dos cristãos.


sábado, 5 de fevereiro de 2011

Porque é que as Forças Armadas
deixaram cair a Monarquia?

João José Brandão Ferreira
Tcor Pilav (Ref)
Cmd Linha Aérea



PORQUE É QUE AS FORÇAS ARMADAS DEIXARAM CAIR A MONARQUIA?
17NOV2010

                                          "A obra liberal de 1834 foi inteiramente
                                          semelhante à obra republicana de 1910. Nos
                                          homens dessas duas invasões é idêntico o
                                          espírito de violência, de anarquismo e de
                                          extorsão".

                                          Ramalho Ortigão
                                          (carta de um velho a um novo)


1.      Introdução

        No fim do dia 25 de Setembro de 1910, o jovem Rei D. Manuel II estava contentíssimo.
        Acabava de regressar do Buçaco onde assistira às comemorações da memorável batalha que travámos contra os franceses naquele local, em 1810. Cem anos antes.
        O seu contentamento quis partilhá-lo com os seus íntimos e confidenciou-lhes que, naquele dia, tinha conquistado o Exército! A que se devia este julgamento? Pois ao brilhantismo da cerimónia; àqueles milhares de homens perfilados nos seus melhores uniformes, engalanados de todas as condecorações, aos discursos, às saudações, enfim, àquela memorável revista em que todos em uníssono gritaram, "Viva o Rei!".
        A alegria do rei poderia ter sido justificada se a interpretação que deu aos factos fosse a correcta. Naquela conturbada época a agitação política e social era infrene e a monarquia portuguesa estava abalada nos seus alicerces. O jovem monarca não estava tão bem preparado para reinar, ao contrário do seu irmão Luís Filipe, barbaramente abatido a tiro com seu pai, às mãos do Costa e do Buiça, dois anos antes.
        Ter uma força como o Exército a seu lado seria, indubitavelmente, importante. Mas a ingenuidade da família real, o faz de conta dos cortesãos, a fraqueza suicidária do governo, as dissensões e traições entre os monárquicos e o "não me comprometas" dos restantes, ditaram a sorte neste lance da História.(...)

Ler conferência na íntegra aqui.

A fábula do Estado Social

[Clique na imagem para visualizar o diaporama]

Senado francês pronuncia-se
contra a legalização da eutanásia

O Senado francês pronunciou-se contra a legalização da eutanásia após um debate intenso sobre uma proposta de lei para instaurar “uma assistência médica para morrer”.
A maioria dos senadores suprimiu o conjunto dos artigos do texto, apresentado por três dos seus colegas Jean-Pierre Godefroy (socialista), Alain Fouché (maioria governamental) e Guy Fischer (comunista).
Na véspera do debate, segunda-feira, o Primeiro-ministro François Fillon opôs-se à eutanásia, convidando a sua maioria no Senado a fazer o mesmo.
O essencial da proposta de lei estava no seu artigo primeiro,entretanto suprimido. “Qualquer pessoa capaz maior, em fase avançada ou terminal de uma doença acidental ou patológica grave e incurável, que lhe inflige um sofrimento físico ou psíquico, que não pode ser aliviado ou que julga insuportável, pode pedir para beneficiar (...) de uma assistência médica que permita, por um acto deliberado, uma morte rápida e sem dor”, referia o texto.
No hemiciclo, o ministro da Saúde falou “de eutanásia”, que “vai contra os nossos fundamentos jurídicos”.
Xavier Bertrand invocou “os doentes de Alzheimer, que não podem manifestar a sua livre e espontânea vontade”.
O mesmo ministro defendeu o desenvolvimento dos cuidados paliativos.
Durante o longo debate, os oradores referiram-se a Vincent Humbert, um jovem tetraplégico que a sua mãe ajudou a morrer em 2003.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Salários na RTP

(Circula na net)

Judite de Sousa: 15 000,00 EUR / mês x 14 meses
Catarina Furtado: 25 000,00 EUR / mês x 14 meses
Malato: 20 000,00 EUR / mês x 14 meses (fora por trás...)
O escritor: 16 000,00 EUR / Mês x 14 meses
O chefe de programação: 17 000,00 EUR / mês x 14 meses

etc., etc., etc.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

França diz não ao "matrimónio" homossexual

O Conselho Constitucional francês decidiu que a proibição do matrimónio entre duas pessoas do mesmo sexo não viola a Constituição do país, e só o Parlamento pode decidir uma mudança na legislação, segundo a resolução publicada na sua página Web.
Os nove "Sábios" que o compõem recordaram que segundo os artigos 75 e 144 do Código Civil, "o matrimónio é a união de um homem e uma mulher". Além disso, o órgão francês indicou que o legislador, "no exercício de sua competência, estimou que a diferença de situação entre os casais do mesmo sexo e os casais compostos por um homem e uma mulher poderia justificar uma diferença de tratamento quanto às regras de direito da família".
"Não corresponde ao Conselho Constitucional substituir a sua apreciação (do legislador) na hora de ter em conta esta diferença de situação", explicou o Conselho referindo-se ao Parlamento.
A resolução vem pelo recurso de inconstitucionalidade interposto por duas lésbicas contra esses dois artigos.



Cavaco: o homem que fala verdade…

Factos são factos.

http://www.youtube.com/watch?v=PU7Aajs3sTQ




sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Já sei em quem votar

Heduíno Gomes
Àqueles que ainda tinham algumas ilusões sobre o sistema da III República e os seus actores, a campanha eleitoral e as suas revelações -- sobre a capacidade política e honestidade dos candidatos mais cotados -- vieram fazer luz. Por isso, já lá vai o tempo em que se limitavam a pregavam aos peixinhos aqueles que denunciavam a podridão do sistema e dos seus figurões. 
Que respeito deve merecer então o sistema da III República? Que respeito devem merecer os seus actores?
Dada a miséria de candidatos do sistema, confesso, pois, a minha dificuldade em encontrar o meu candidato.
Depois de muito hesitar, aquele que se colocou abertamente contra o sistema, o Tiririca da Madeira, acabou por seduziu-me. Mas, às tantas, armou-se em «anti-imperialista». Lá fiquei sem candidato!
Então decidi fazer o que já fiz no passado: votar em todos. Mas com as apropriadas declarações de voto em cada um deles.
Lá estarei no domingo a cumprir o meu direito -- que não dever (esta é para os partidários do voto obrigatório)!
(Que fazer na segunda-feira também sei.)


Como opor-se à agenda escolar da União Europeia

Para unir-se a esta iniciativa, entre em:
http://www.agendaeurope.fr/




 
 
 
 
 
 
 
 



Durão Barroso convidado por loja maçónica do GOL
Maçonaria anuncia presença do presidente da Comissão Europeia em Lisboa,
a confirmar.
Assessoria de Durão diz que não está nada na agenda
O Grande Oriente Lusitano (GOL), a mais importante corrente maçónica portuguesa, está a anunciar internamente a presença, ainda que sujeita a confirmação, do presidente da Comissão Europeia num ciclo de conferências sobre o futuro da União Europeia. À SÁBADO, a assessoria de Durão Barroso diz que nada está marcado na agenda do presidente da Comissão Europeia. “Ou não aceitou ou ainda não aceitou”, referiu a assessora Leonor Ribeiro da Silva.
Um Documento interno da Loja Europa a que a SÁBADO teve acesso refere que Durão Barroso deverá encerrar, em Junho, ainda sem data exacta designada, um ciclo de sete conferências sobre a União Europeia.
A sessão deverá decorrer entre as 19h e as 20h30 na sala Magalhães Lima, na sede do GOL, no Bairro Alto, em Lisboa. As inscrições estão ainda a fazer-se para o próprio endereço electrónico da Loja Europa (europa.gol [at] gmail.com), anunciando-se também a participação de António Reis, grão-mestre do GOL, que falará sobre o tema Os valores europeus.
[...]
Este mês já se realizou urna sessão, no dia 2, com a presença de Ernâni Lopes, director do Instituto de Estudos Europeus, prevendo-se que nesta quinta-feira, dia 25, seja o presidente da Fundação Calouste Gulbenkian, Rui Vilar, o convidado principal no evento realizado pela maçonaria.
Com ou sem Durão Barroso, ainda irão passar pelo GOL, em Abril, Carlos Santos Ferreira, presidente do Millenium BCP, e, Em Maio, o antigo Presidente da Republica Mário Soares.
In Revista Sábado

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Agenda Europa

Aura Miguel, RR online
Gastaram cinco milhões de euros para fazer e distribuir esta agenda. Colorida e de aspecto simpático, já chegou a 3200 escolas secundárias, ONGs e instituições variadas, espalhadas por todo o espaço da UE, incluindo Portugal.
Folheamos a dita agenda e encontramos indicações consideradas úteis sobre sexo seguro, como deixar de fumar, ser tolerante e combater a xenofobia. Há sete anos que existe esta agenda, mas desta vez resolveram incluir referências às principais festas religiosas.
Assim, a “Agenda Europa” assinala as festas dos judeus, dos muçulmanos, dos hindus, fala do ano chinês… mas, sobre as festas do cristianismo nem uma só palavra. A maior religião da Europa não merece qualquer referência… por exemplo, abrimos a agenda no dia 25 de Dezembro e ficamos a saber que a primeira árvore de Natal surgiu na Estónia no século XV… e se formos ver o que diz a agenda no Domingo de Páscoa, encontramos umas breves linhas sobre a deusa Europa.
Choveram protestos da França, Polónia, Itália, Irlanda e Espanha. Durão Barroso mandou dizer que vai fazer três milhões e duzentas mil erratas para juntar às agendas já distribuídas.
É a Europa que temos!


domingo, 16 de janeiro de 2011

RR -- Uma pervertida insaciável

Nuno Serras Pereira
Hoje, ainda não eram 13h, quando sintonizei a Rádio Renascença – “emissora católica portuguesa” --, fiquei aturdido ao escutar uma veemente defesa do positivismo jurídico, radicalmente relativista, em total contraste quer com o Direito Natural quer com a Doutrina da Igreja. Tratava-se de um programa, transmitido aos Sábados, que tem como comentador residente o juiz desembargador Eurico Reis. Este jurista, cuja posição pública favorável ao aborto era notória, escrevia, em 2007, esta coisa extraordinária: “Todos instintivamente sabemos que responder SIM em 11 de Fevereiro é a solução mais humana, mais fraterna e mais justa.[1] … Nós que votamos SIM somos partidários da dignidade da Vida Humana … E, portanto, voto SIM e peço a todos que em 11 de Fevereiro façam o mesmo.”
Em 2009, assina, como membro da comissão promotora, uma inacreditável e inqualificável petição do “Movimento pela igualdade no acesso ao casamento civil entre pessoas do mesmo sexo”.[2]
Esta estação emissora, e os seus proprietários, tem demonstrado, ao longo de aproximadamente uma década a esta parte, uma tendência maníaca irresistível para convidar abortófilos e outros espécimes moralmente vergonhosos, enfatuados de ideias infestas, perniciosas, sinistras e aberrantes, para pregações habituais aos seus microfones.
Esta sede insatisfazível de esbandalhar, deformar e apeçonhentar os seus ouvintes revela uma perversão insaciável cuja explicação é inexplicável porque tudo parece indicar que estamos diante do mistério da iniquidade, do fortíssimo poder sedutor do Maligno.

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[1] O sim refere-se à votação favorável à liberalização do aborto, cujo referendo ocorria nessa data.
[2] Ver o texto da petição e os nomes que constituíram a comissão promotora: http://www.petitiononline.com/mpi/  e http://casamentocivil.org/casamentocivil/igualdade.asp . Ver ainda a sua concepção estapafúrdia do Direito no final do seguinte texto: http://casamentocivil.org/casamentocivil/igualdade.asp  .

sábado, 15 de janeiro de 2011

Pérolas dos nossos políticos e intelectuais (20)
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Enquanto houver um voto para caçar,
a hipocrisia continua...

Heduíno Gomes

Numa de populismo mais descarado e foleiro, o sistemático Cavaco veio-nos agora com a de ser «do povo».
Pois por o fulano ser do povo é que teve acesso às acções a metade do preço. É, não é?
Se não fosse triste Portugal estar dirigido por gente desta, até daria vontade de rir.
Mas não dá.


quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Alteração ao IRS 2010
Atenção à declaração de dependentes

IRS 2010 - Atenção à actualização da relaçãodos seus dependentes!
Actualize a sua lista de dependentes na DECLARAÇÃO ANUAL DE RENDIMENTOS - IRS(Por definição, são seus dependentes, todos aqueles que você é OBRIGADO, POR LEI, A SUSTENTAR)
Assim, são SEUS DEPENDENTES:
- Ciganos;
- Vagabundos;
- Governo e assessores (até mesmo os familiares nomeados por clientelismo político);
- Câmara Municipal e assessores (idem);
- Águas de ... (consumos mínimos e estimado);
- EDP (consumos mínimos e consumo estimado);
- TMN; VODAFONE; OPTIMUS; etc.
- Gás de Portugal (consumos mínimos e estimado);
- Beneficiárias da taxa de saneamento básico (recolha de lixo, etc);
- Centros de inspecção de veículos;
- Companhias seguradoras (seguro automóvel obrigatório);- BRISA
- Portagens;
- Concessionárias de parques e estacionamento automóvel;
- Concessionárias de terminais aeroportuárias e rodoviários;
- Instituições financeiras - Taxas de administração e manutenção de contas correntes, renovação anual de cartões, requisição de cheque etc.;
- Mais de 230 deputados da Assembleia da República, com os respectivos ESQUEMAS de apoio.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Mais uma obra do Cavaco e do seu ajudante Santana

E. Sales
O Conselho de Ministros de 9 de Dezembro de 2010 aprovou uma resolução que determina a aplicação do Acordo Ortográfico da língua portuguesa no sistema educativo no ano lectivo de 2011-2012. Eis pois mais uma obra na continuidade dos notáveis Cavaco como Primeiro-Ministro (o do Amadeus, obra de Mozart...) e seu ajudante (Secretário de Estado -- da Cultura!!!) Santana (o dos violinos de Chopin...).
A mesma disposição aplica-se, a partir de 1 de Janeiro de 2012, ao Governo e a todos os serviços, organismos e entidades na dependência do Governo, bem como à publicação do Diário da República.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Hitler, a guerra e o Papa

Hitler, a Guerra e o Papa é o título do livro de Ronald J. Rychlak que este mês foi apresentado em Nova Iorque.
Advogado e formado em economia, o autor apresenta documentos e depoimentos que prestam esclarecimentos sobre a acção do Papa Pio XII durante a II Guerra Mundial.
O volume foi oferecido a Bento XVI, no Vaticano, por Gary e Meredith Krupp, fundador da «Pave the Way Foundation» (PTWF).
Foi também apresentada outra obra histórica, dos jesuítas Robert J. Araujo e John Lucal: Diplomacia Pontifícia e Organizações Internacionais.
Esta apresentação foi organizada pela Missão de Observação Permanente da Santa Sé nas Nações Unidas.

 


Pérolas dos nossos políticos e intelectuais (19)
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A cómica e autoproclamada honestidade de Cavaco

Heduíno Gomes

«Para serem mais honestos do que eu têm que nascer duas vezes.» – disse Cavaco, porventura o candidato à Presidência da República mais hipócrita que qualquer das três repúblicas já teve – facto perfeitamente demonstrável –, apenas quase igualado pelo seu apoiante Eanes – facto igualmente demonstrável.

Há na boca cavacal alguns aspectos interessantes a salientar.


Para começar, como a classe política da III República está pejada de aldrabões, não seria difícil encontrar alguém mais honesto do que qualquer deles. A questão está em saber se o candidato Cavaco consegue estar algum furo acima dos colegas de classe.

Depois, ai de nós se os N aldrabões da classe política da III República, não considerando o candidato Cavaco, nascessem duas vezes! Teríamos então 2(N-1)+1 aldrabões na classe política da III República! Se assim já é como é, imagine-se como seria este pobre país com a aplicação da fórmula matemática ao caso!

E, depois, o candidato Cavaco, a dizer que é honesto, sabendo as pessoas atentas como ele é, não deixa de fazer lembrar aquelas marafonas que batem com a mão no peito a jurar pureza.

Lembram-se da «honestidade» do candidato Cavaco, há cinco anos, a prometer aos seus crédulos eleitores que, com a sua «cooperação estratégica», ia pôr Portugal na linha, para afinal vir agora dizer que não tem poderes (grande novidade que o gajo só agora descobriu!)?

Lembram-se da «honestidade» do candidato Cavaco, apesar dos poucos poderes que tinha, não mexer uma palha e promulgar de cruz as leis do aborto e do chamado «casamento» entre invertidos, traindo assim o seu próprio eleitorado?

Lembram-se da «honestidade» do candidato Cavaco ao dar o seu agrément aos seus homens de mão no Congresso do Coliseu dos Recreios boicotando uma lista opositora ao Conselho Nacional e a baptizando a sua de «Lista A»?

Cavaco com o seu querido Secretário-Geral Dias Loureiro,
o homem-chave da golpaça do Coliseu dos Recreios.
Lembram-se da «honestidade» do candidato Cavaco a dizer que a recusa de visto a Savimbi não era com ele mas com o Ministro dos Negócios Estrangeiros?

Lembram-se da «honestidade» do candidato Cavaco a lavar as mãos da expulsão de Carlos Macedo pela sua cáfila?

Lembram-se da «honestidade» do candidato Cavaco a dizer que foi à Figueira da Foz apenas com o propósito de fazer a rodagem ao seu carro?

Lembram-se da «honestidade» do candidato Cavaco com suas manobras para afundar Fernando Nogueira, Presidente do PSD, nas eleições legislativas?

Chega de exemplos de «honestidade» cavacal?

Este típico exemplar da classe política da III República, apesar da sua altura, não passa de uma rasteirinha pessoa, ao mesmo nível dos seus pares da classe política. Sem projecto político decente para Portugal, apenas com projecto pessoal. Sem preocupação com o bem comum, apenas com agenda política pessoal. Sem valores morais e políticos interiores, apenas com valores formais para eleitor ver. É esta a «honestidade» do candidato Cavaco e dos seus colegas de classe desta miserável III República.


quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Se a homossexualidade fosse natural...

(Dos blogues)

«Se a homossexualidade fosse natural, Deus teria criado Adão e Ivo.»




Acordo ortográfico

Ao que isto chegou
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Em Espanha, professor acusado de xenofobia
por falado de presunto numa aula

Foi durante uma aula de Geografia, numa escola, da Andaluzia, que o professor José Reyes Fernández procurou ilustrar a importância dos diferentes climas, recorrendo a um exemplo que os seus alunos poderiam compreender bem.
“Por exemplo, o clima frio da zona montanhosa de Trévelez, em Granada, é propícia à cura de presuntos”, explicou aos seus 30 alunos.
Na altura, um dos alunos levantou a mão e pediu que não voltasse a falar de presunto, uma vez que tal ofendia a sua sensibilidade islâmica.


“Fiquei perplexo. Então, disse, literalmente, ‘repara, miúdo, em primeiro lugar, não és tu que vens dizer do que posso ou não posso falar nas minhas aulas. Segundo, o que tu comes, ou o que comem os outros, não me interessa nada. Em terceiro lugar, a religião que professas, também não me interessa nada. Em quarto lugar, vocês são 30 alunos e és tu que te deves adequar aos 29, e não ao contrário. Finalmente, se não estás satisfeito com o que aqui se ensina, estás livre de escolher outra escola’”.


Em declarações ao jornal Diario de Cadiz, o professor diz ter fi cado ainda mais perplexo com o desenvolvimento da situação, uma vez que os pais do aluno decidiram fazer queixa, acusando José Reyes de xenofobia.
Um agente policial chegou a deslocar-se à escola para recolher o depoimento do professor, a propósito de uma denúncia que o próprio classifica como “ridícula, insustentável e grotesca”, tanto mais que, “para a sustentar, foi necessário recorrer à difamação, à mentira e à calúnia”, afirmou, referindo-se ao facto de, segundo os pais, o professor ter mandado o aluno “ir para outro país”, algo que nega ter feito, tendo apenas indicado a sua liberdade em escolher outra escola.
O caso está a levantar alguma polémica em Espanha, especialmente por se ter passado na Andaluzia, zona que alguns muçulmanos radicais reivindicam enquanto território islâmico.



Rússia 1 -- Península Ibérica 0

João J. Brandão Ferreira


                                                                   “Os ibéricos continuam a trabalhar:
                                                                   os nossos são em menor número
                                                                   do que os hespanhois, mas decidi-
                                                                   damente mais malvados e estúpidos”
                                                                           Desabafo do Conde de Lavradio,
                                                                           1860 (Memórias….VIII. P.305)



Finalmente uma boa noticia: não se vai realizar nenhum campeonato do mundo de futebol, de organização conjunta entre Portugal e Espanha!
Admirados? Às vezes o bom Deus dá-nos uma ajuda apesar “dos ibéricos continuarem a trabalhar…”
Podemos considerar que o Iberismo tem duas vertentes, uma espanhola, melhor dizendo, castelhana, e outra portuguesa. A primeira pode ser condensada na célebre frase de José de Carvalhal y Lencastre, ministro de Estado ao tempo do rei D. Fernando IV, “A perda de Portugal foi de puro sangue e, por isso, o ministro espanhol que não pense constantemente na reunião, ou não obedece à lei ou não sabe do seu ofício”.
É, sem dúvida, uma posição constante, adaptada às circunstâncias e, no mais das vezes, dissimulada.
O iberismo português, por seu lado, é errático, disperso e sazonal. Desperta, normalmente, em épocas de crise e tem vários matizes e motivações. Chega a ser ingénuo, idealista e roça algumas vezes a traição. Em todos os casos é, porém, ilusório e irrealista e estará, enquanto houver uma mão cheia de portugueses determinados, votado ao fracasso.
O iberismo acarreta, portanto, para o povo português e para as suas elites – quando estas estão ao lado daquele – duas frentes de combate: uma externa, para fazer face às investidas castelhanas; outra interna, a fim de neutralizar os ingénuos úteis e os “cavalos de Tróia”, que sempre os vai havendo.

O Iberismo não é coisa do passado, mas sim actualíssima e hoje em dia muito mais perigoso, por três razões principais:
Primeiro porque o “poder nacional”português foi catastroficamente reduzido após a calamidade daquilo a que chamaram de “descolonização”, o que levou o jornal “ABC” a escrever, na altura, “Adeus ao Portugal das grandezas. E agora nada mais resta a Portugal que se acolher a Castela”; e o ministro dos negócios estrangeiros espanhol, Fernando Móran, não se coibiu de fazer a seguinte declaração logo na primeira reunião de chefes de governo de ambos os países, a seguir ao 25 de Abril de 1974: “A reconversão histórica de Portugal, passa pela continentalidade e, sem dúvida, pela Europa, salvo se, como faz desde Aljubarrota aos Tratados de Windsor, procurar converter-se na base de desembarque de uma potencia ultramarina e salvo se enfeude aos EUA e à Nato”.

A segunda razão prende-se com a adesão de Portugal e Espanha à CEE, em 1986. Ora esta adesão potencia, ao máximo, o iberismo, dado facilitar amplamente a “invasão espanhola do todo português: económica, financeira, cultural e psicológica, ainda por cima sem ter a maçada de grandes manobras diplomáticas ou enviar um qualquer derivativo do Duque de Alba…
As defesas caíram todas uma a uma e sem ninguém se preocupar com as implicações. Chegámos ao cúmulo dos portugueses irem abastecer-se, estudar, tratar-se e parir a Espanha. Só falta fecharem os cemitérios, para termos de ir lá morrer também!
Além da débacle atrás apontada, passou a verificar-se uma nova realidade geopolítica: a de nós termos passado a estar nas mesmas alianças politico-militares internacionais em que a Espanha está, o que é a primeira vez que se verifica em toda a nossa História. Existe uma excepção, porém, de que ninguém fala: a Aliança Inglesa, muito apropriadamente esquecida nos actuais conceitos estratégicos de defesa nacional e militar!
Finalmente, que dizer da actuação politica? Toda a gente trata a Espanha como se ela tivesse sido sempre nossa amiga e aliada, e que essa é a situação que vai perdurar no futuro. Isto não é ingenuidade esperançosa, é inconsciência dolosa!
Ministros de governos socialistas têm afirmado, publicamente, as suas convicções iberistas; empresários e financeiros “vendem-se” ao mercado espanhol; primeiros ministros cobrem-se de ridículo a falarem “portunhol”, em ambos os lados da fronteira e em actos oficiais, e até ao mais alto nível se permite que as cimeiras semestrais entre os governos dos dois países se chamem “ibéricas” em vez do correcto “luso – espanholas.
O baixar de guardas foi longe de mais para se transformar numa leviandade, e isto não tem nada a ver com as boas relações que se pretende se mantenham e reforcem.
Mas tal não deve impedir que se levante, por ex., a questão de Olivença, que está cativa da Espanha, desde 1807, uma situação ilegal e vergonhosa; se permitisse, há anos atrás, que a volta a Espanha em bicicleta, tivesse tido inicio em Lisboa – com a presença de guardas-civis armados! -; ou se insista em construir o TGV, que já se provou ser económico – financeiramente ruinoso, mas nunca se falou ser um aborto estratégico, não só pela finalidade como pelo traçado!
Os exemplos podiam continuar pelas centenas.
Por isso jamais devia passar pela cabeça de qualquer português, digno desse nome, e muito menos pelo bestunto de um político minimamente responsável, organizar um campeonato de futebol (ou outro qualquer), com os nossos vizinhos. Tal destinar-se-á apenas a permitir que os inquilinos do palácio da Zarzuela e da Moncloa, continuem (entre muitas outras coisas), a tentar confundir a opinião pública dos dois países e a da comunidade internacional, fazendo crer que a realidade geográfica chamada Península Ibérica, representa apenas uma única entidade politica.
Não por acaso, cada ano que passa se esfuma cada vez mais as comemorações dessa aurora luminosa, que representou o 1º de Dezembro de 1640, em que os portugueses ganharam novamente as suas liberdades como nação. Este ano nem uma linha se pôde ler na comunicação social, ou uma referência de um qualquer detentor de cargo político, sobre a efeméride…No dia seguinte lá veio a notícia da nega da FIFA.
Resta lembrar Frei Heitor Pinto, patriota sem mácula, que morreu miseravelmente, numa masmorra de Madrid e que afirmou: “El Rei Filipe bem poderá meter-me em Castela, mas Castela em mim, é impossível”.





segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

domingo, 19 de dezembro de 2010

Relatório à direcção da Confederação Nacional
das Associações de Família
sobre o visionamento prévio de dois filmes
a emitir pela RTP2

    

[ Apresentado por Heduíno Gomes à Direcção da Confederação Nacional das Associações de Família em Maio de 2005, na sequência do visionamento prévio pela CNAF de 2 filmes sobre a suposta «educação sexual» de crianças e jovens na RTP2.
Refere-se à operação lesiva do equilíbrio moral e psíquico de crianças e jovens montada por Manuel Falcão, então director do referido canal do Estado, e Teresa Paixão, produtora. ]


Ler em:
http://uniaodasfamiliasportuguesas.blogspot.com/2010/12/relatorio-direccao-da-cnaf-sobre-o.html



quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Pérolas dos nossos políticos e dos nossos intelectuais (18)
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Que o Nuno Rogeiro saiba, não estamos em guerra!

Heduíno Gomes

Na SIC Notícias, 16.12.2010, a propósito do Wikileaks.
Como «não estamos em guerra nem em estado de sítio», não há problema em que os atrevidos como os do Wikileaks ponham tudo na praça pública -- em causa segredos de Estado e de segurança do Ocidente. 
No fim de contas, isto por outras palavras. Ah! Não esquecer o Estado de direito!
Ele é o máximo, este Nuno Rogeiro, de novo com cabelo à 1970!





sábado, 4 de dezembro de 2010

Obrigado, corrupta FIFA!!!

M. Fernandes















Obrigado, corrupta FIFA por nos teres livrado de mais esta argolada imbecil e iberista do Madail!

Acordo ortográfico

Pérolas dos nossos políticos e dos nossos intelectuais (17)
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Você acredita no blá-blá dos políticos?

Heduíno Gomes
O Plano Inclinado de 6.11.2010 recebeu de visita Ângelo Correia. Eis a frase-chave do programa. Medina Carreira para Ângelo Correia:
– Você acredita no que está a dizer?

Todos os dias se cumpre Portugal

Tributo a São Nuno de Santa Maria Álvares Pereira
Por ocasião da sua Canonização, em Roma, pelo Papa Bento XVI

Todos os dias se cumpre Portugal,
Desde um sonho cristão, também guerreiro,
Na cruz que nos levou ao mundo inteiro
A Língua Portuguesa é Universal,

Une o Ocidental Mundo ao Oriental,
Dos Oceanos fez só um verdadeiro,
No Mar o Português foi sempre primeiro
E na Terra sempre tentou ser celestial!

Fez o grande percurso à sua maneira,
Heróis houve que ficaram na História,
Guerreiros, Santos, Poetas e a Padeira

De Aljubarrota traz viva memória
Do Santo Guerreiro Álvares Pereira,
Cumpriu Portugal – Filho da Vitória!

Lisboa, 26 de Abril de 2009

José Geraldo