sábado, 5 de outubro de 2013

O erro de Francisco: a Igreja não é uma ONG,
e o Papa não é um livre-pensador


Reinaldo Azevedo

Muitos perguntaram-me porque escrevi tão pouco a respeito da vinda do Papa ao Brasil. Preferi o silêncio e uma brincadeira que trazia uma realidade fática: «Enquanto ele estava aqui, eu estava em Roma». É verdade. No dia do grande alvoroço, aliás, eu encontrava-me no Vaticano. Francisco concedeu uma entrevista à revista jesuíta La Civiltà Cattolica que, mais uma vez, está causando confusão. Ele está-se especializando, parece, em criar estardalhaço. Tentarei ler depois na íntegra com serenidade. Se o que se propaga pelo mundo for mesmo verdade, a Igreja caminha para uma grande complicação, da qual sairá muito pior, por tentar atrair a simpatia daqueles que, no fundo, não entendem porque ela deva existir.

Extraio um resumo da sua entrevista, publicada na VEJA.com:

«Não precisamos insistir nesses assuntos relacionados ao aborto, casamento invertido e o uso de contraceptivos. Eu não falei muito sobre essas coisas, e fui repreendido por isso. Não é necessário falar sobre isso a toda a hora (…) Os grandes líderes das pessoas de Deus, como Moisés, sempre deixaram a porta aberta para a dúvida. Você deve deixar a porta aberta para o Senhor.»

Como é que é, Santidade?

Parece-me que a Igreja «insiste» nesses assuntos porque há uma grande insistência, não é?, para que insista nesses assuntos! Está mais do que claro, nesta altura, que a instituição não rejeita, por exemplo, os fiéis invertidos, reservando-se, aí sim, o direito de ter uma orientação sobre o tipo de família que considera adequada à comunidade católica. Esse assunto é aborrecido e transita na irracionalidade. Militantes invertidos reivindicam a igualdade e, ao mesmo tempo, leis especiais que reafirmem a sua diversidade. Não me quero estender sobre esse particular porque retira o foco da minha real restrição.

Ao misturar o aborto num cabaz de temas que dizem respeito aos costumes, comete um erro monumental. No dia em que a vida humana deixar de ser, se deixar, uma questão de princípio para a instituição, então Igreja para quê? A sua essência consiste em proclamar a superioridade do humano que é divino. Sem isso, perde-se nas razões contingentes; renuncia ao seu compromisso com a eternidade. A quem o papa espera atrair com esta linguagem?

Francisco diz ter sido repreendido. Não deve ter sido pela Guarda Suíça, não é? Num dos pouquíssimos textos que escrevi a respeito da sua visita ao Brasil, eu mesmo critiquei a sua, vamos dizer, «peugada» apenas sociológica. Acho que o seu discurso está fora da essência.

A linguagem de Francisco atrai a atenção e a simpatia dos que acham que a Igreja Católica só passará a ser aceitável quando deixar de ser a Igreja Católica, transformando-se, quem sabe?, numa ONG. Ao contrário do que se diz, dadas as grandes religiões, o catolicismo é a que procura mais obsessivamente a «modernidade», ajustando o seu discurso aos grupos influentes. A despeito disso, é alvo frequente da fúria anti-religiosa na imprensa ocidental, o que, é visível, não acontece com o islamismo, por exemplo. A ironia é que as vertentes que mais crescem no Islão são as de cunho fundamentalista — inclusive no Ocidente. Não obstante, os «analistas» são sempre muito cuidadosos em distinguir aquela que seria a «essência» da religião das suas supostas deformações extremistas.

Para mim, o papa estaria dedicado, neste momento, a iniciar uma outra grande reforma: a do culto católico. Daria início agora a um esforço, que só traria fruto daqui por umas décadas, para que as missas deixassem de ser uma ladainha aborrecida, levada a efeito, na maior parte das vezes, por sacerdotes transformados em burocratas da preguiça. Não é que eu defenda que o padre se confunda com treinador de ginástica ou com cantor de música popular brasileira. E isso pode ser feito — aliás, só assim pode ser feito — conservando-se a essência da doutrina.

De resto, se o Papa acha que a Igreja é obcecada por esses temas, o chefe da Igreja poderia tê-los ignorado na entrevista concedida a uma revista católica. Com Francisco, por enquanto, antevejo uma Igreja tratada com mais simpatia por os seus críticos habituais, mas muito pior: não atrai os que a repudiam por princípio e corre o risco de perder os fieis que já tem. A Igreja não é uma ONG, e o papa não é um livre-pensador. Um amigo italiano disse-me porque não via com simpatia o Sumo Pontífice: «Parece-me bom para cura de aldeia, não para comandar a Igreja». No mês de Julho, discordei. Em Setembro, estou pensando na sua linguagem.

«Esse Reinaldo Azevedo agora decidiu discordar até do Papa…» Ah, mas não duvidem! Na entrevista, ele declarou uma coisa óbvia, mas que está causando confusão: também é um pecador. Claro que é! Com isso, quer dizer que é humano e está sujeito ao erro. Respeito, como católico, a autoridade religiosa do Papa. Mas não tenho respeito nenhum por os seus erros.





O Tolentino sobre si próprio


José Lemos

No site da Pastoral da Cultura, de que é director, escreve o Tolentino ou alguém seu subordinado a propósito da morte de Ramos Rosa:

«O corpo do poeta, considerado uma das maiores figuras da poesia portuguesa do século XX, vai estar em câmara ardente a partir de terça-feira, na Capela do Rato, espaço que está à responsabilidade do sacerdote poeta, diretor do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura.»

Fica bem ao «sacerdote poeta» esta modéstia.





sexta-feira, 4 de outubro de 2013

O gabinete de Passos Coelho


Chefe de gabinete
Francisco Ribeiro de Menezes
46 anos                                  4.592,43 €

Assessor
Carlos Henrique Pinheiro Chaves
60 anos                                  3.653,81 €

Assessor
Pedro Afonso A. Amaral e Almeida
38 anos                                  3.653,81 €

Assessor
Paulo João L. Rêgo Vizeu Pinheiro
48 anos                                  3.653,81 €

Assessor
Rudolfo Manuel Trigoso Rebelo
48 anos                                  3.653,81 €

Assessor
Rui Carlos Baptista Ferreira
47 anos                                  3.653,81 €

Assessora
Eva Maria Dias de Brito Cabral
54 anos                                  3.653,81 €

Assessor
Miguel Ferreira Morgado
37 anos                                  3.653,81 €

Assessor
Carlos A. Sá Carneiro Malheiro
38 anos                                  3.653,81 €

Assessora
Marta Maria N. Pereira de Sousa
34 anos                                  3.653,81 €

Assessor
Bruno V. de Castro Ramos Maçães
37 anos                                  3.653,81 €

Adjunta
Mafalda Gama Lopes Roque Martins
35 anos                                  3.287,08 €

Adjunto
Carlos Alberto Raheb Lopes Pires
38 anos                                  3.287,08 €

Adjunto
João Carlos A. Rego Montenegro
34 anos                                  3.287,08 €

Adjunta
Cristina Maria Cerqueira Pucarinho
46 anos                                  3.287,08 €

Adjunta
Paula Cristina Cordeiro Pereira
41 anos                                  3.287,08 €

Adjunto
Vasco Lourenço C. P. Goulart Ávila
47 anos                                  3.287,08 €

Adjunta
Carla Sofia Botelho Lucas
28 anos                                  3.287,08 €

Técnico especialista
Bernardo Maria S. Matos Amaral
38 anos                                  3.287,08 €

Técnica especialista
Teresa Paula Vicente de Figueiredo Duarte
44 anos                                  3.653,81 €

Técnica especialista
Elsa Maria da Palma Francisco
40 anos                                  3.653,81 €

Técnica especialista
Maria Teresa Goulão de Matos Ferreira
49 anos                                  3.653,81 €

Secretária pessoal
Maria Helena Conceição Santos Alves
54 anos                                  1.882,76 €

Secretária pessoal
Inês Rute Carvalho Araújo
46 anos                                  1.882,76 €

Secretária pessoal
Ana Clara S. Oliveira
38 anos                                  1.882,76 €

Secretária pessoal
Maria de Fátima M. L. Hipólito Samouqueiro
47 anos                                  1.882,76 €

Secretária pessoal
Maria Dulce Leal Gonçalves
52 anos                                  1.882,76 €

Secretária pessoal
Maria M. Brak-Lamy Paiva Raposo
59 anos                                  1.882,76 €

Secretária pessoal
Margarida Maria A. A. Silva Neves Ferro
53 anos                                  1.882,76 €

Secretária pessoal
Maria Conceição C. N. Leite Pinto
51 anos                                  1.882,76 €

Secretária pessoal
Maria Fernanda T. C. Peleias de Carvalho
45 anos                                  1.882,76 €

Secretária pessoal
Maria Rosa E. Ramalhete Silva Bailão
58 anos                                  1.882,76 €

Coordenadora
Luísa Maria Ferreira Guerreiro
48 anos                                  1.506,20 €

Técnico administrativo
Alberto do Nascimento Cabral
59 anos                                  1.506,20 €

Técnica administrativa
Ana Paula Costa Oliveira da Silva
42 anos                                  1.506,20 €

Técnica administrativa
Elisa Maria Almeida Guedes
47 anos                                  1.500,00 €

Técnica administrativa
Isaura Conceição A. Lopes de Sousa
59 anos                                  1.506,20 €

Técnico administrativo
José Manuel Perú Éfe
60 anos                                  1.506,20 €

Técnica administrativa
Liliana de Brito
50 anos                                  1.500,00 €

Técnica administrativa
Maria de Lourdes Gonçalves Ferreira Alves
61 anos                                  1.506,20 €

Técnica administrativa
Maria Fernanda Esteves Ferreira
57 anos                                  1.506,20 €

Técnica administrativa
Maria Fernanda da Piedade Vieira
61 anos                                  1.506,20 €

Técnica administrativa
Maria Umbelina Gregório Fernandes Barroso
47 anos                                  1.500,00 €

Técnica administrativa
Zulmira Jesus G. Simão Santos Velosa
47 anos                                  1.506,20 €

Técnico administrativo
Artur Vieira Gomes
53 anos                                  1.600,15 €

Técnica administrativa
Benilde Rodrigues Loureiro da Silva
58 anos                                     975,52 €

Apoio auxiliar
Fernando Manuel da Silva
68 anos                                     975,52 €

Apoio auxiliar
Francisco José Madaleno Coradinho
45 anos                                  1.472,82 €

Apoio auxiliar
Joaquim Carlos da Silva Batista
57 anos                                     975,52 €

Apoio auxiliar
José Augusto Morais
51 anos                                     975,52 €

Apoio auxiliar
Maria Lurdes da Silva Barbosa Pinto
58 anos                                     975,52 €

Apoio auxiliar
Maria de Lurdes Camilo Silva
65 anos                                     975,52 €

Apoio auxiliar
Maria Júlia R. Gonçalves Ribeiro
58 anos                                     975,52 €

Apoio auxiliar
Maria Natália Figueiredo
64 anos                                     975,52 €

Apoio auxiliar
Maria Rosa de Jesus Gonçalves
58 anos                                     975,52 €

Motorista
António Francisco Guerra
52 anos                                  1.848,53 €

Motorista
António Augusto Nunes Meireles
61 anos                                  2.028,28 €

Motorista
António José Pereira
48 anos                                  1.848,53 €

Motorista
Arnaldo de Oliveira Ferreira
49 anos                                  1.848,53 €

Motorista
Jaime Manuel Valadas Matias
52 anos                                  1.848,53 €

Motorista
Jorge Henrique S. Teixeira Cunha
52 anos                                  1.848,53 €

Motorista
Jorge Martins Morais
46 anos                                  1.848,53 €

Motorista
José Hermínio Frutuoso
53 anos                                  1.848,53 €

Motorista
Nuno Miguel R. Martins Cardoso
37 anos                                  1.848,53 €

Motorista
Paulo Jorge Pinheiro da Cruz Barra
40 anos                                  1.848,53 €

Motorista
Rui Miguel Pedro da Silva Machado
42 anos                                  1.848,53 €

Motorista
Vitor Manuel G Marques Ferreira
42 anos                                  1.848,53 €


Total/Mês                          149.486,76 €


RESUMO
1   – Chefe de gabinete
10 – Assessores
7   – Adjuntos
4   – Técnicos especialistas
10 – Secretárias pessoais
1   – Coordenadora
13 – Técnicos administrativos
9   – Apoio auxiliar
12 – Motoristas





quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Latim, língua maravilhosa!



O vocábulo «maestro» vem do latim «magister» e este, por sua vez, do advérbio «magis» que significa «mais» ou «mais que».

Na antiga Roma o «magister» era o que estava acima dos restantes, pelos seus conhecimentos e habilitações!

Por exemplo um «Magister equitum» era um Chefe de cavalaria, e um «Magister Militum» era um Chefe militar.

Já o vocábulo «ministro» vem do latim «minister» e este, por sua vez, do advérbio «minus» que significa «menos» ou «menos que».

Na antiga Roma o «minister» era o servente ou o subordinado que apenas tinha habilidades ou era jeitoso.

Como se vê, o Latim explica a razão por que qualquer imbecil pode ser ministro mas não maestro!




terça-feira, 1 de outubro de 2013

Um sacerdote interroga-se
sobre a doutrina de certa hierarquia


Nuno Serras Pereira

Respostas eminentemente pastorais e prontas

Nós, sacerdotes, somos assaltados com miríades de perguntas surpreendentes sobre assuntos que cuidávamos serem consabidos de todos. Eu tenho gasto muito tempo quer por conversas quer por escrito em procurar responder longamente explicando com minúcia o que Nosso Senhor ensina através da Sua Igreja. Mas descobri agora que tenho andado enganado e que há um método expedito e altamente esclarecedor – responder a uma pergunta com outra que deixa o conteúdo da interrogação em aberto e remata para o olhar afectuoso de Jesus.

Daqui em diante quando me perguntarem se a Igreja aprova:


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http://www.moldaraterra.blogspot.pt/2013/10/um-sacerdote-interroga-se-sobre.html





segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Cartoon Network
tira Tom & Jerry do ar
por ser politicamente incorrecto


A onda do politicamente correcto vai tirando poder aos pais, injectando ideologias pacifistas na mente dos nossos filhos.

Depois de divertir crianças (e adultos) das mais diversas gerações, o desenho animado Tom & Jerry foi considerado politicamente incorrecto pelo canal pago Cartoon Network, dono dos direitos de exibição da animação no Brasil, e deixará de ser exibido.

São 27 episódios retirados do ar devido ao conteúdo violento das surras aplicadas pelo gato no rato. Segundo o canal, a famosa dupla pode ser considerada como péssimo exemplo para a criançada...

O desenho foi criado em 1940 pela dupla Joseph Barbera e William Hanna.





sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Que referências morais da escola «democrática»?


Heduíno Gomes

(A propósito da professora porno de Mértola e dos seus chefes muito «compreensivos»)

Antigamente, ser professora – e professor – constituía uma referência moral. Com a chamada «democratização do ensino», na escola tudo foi «democratizado» e lá se vai a referência...

Alguns professores e professoras perderam a compostura e daí também a sua autoridade moral. Vestuário chunga, despudor chunga (passo o pleonasmo), cabeleira chunga, linguagem chunga, higiene chunga, postura chunga, «educação sexual» chunga. E ainda, por vezes, com umas passas à mistura.


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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Cai um símbolo invertido?


Austin Ruse
A ONU e outros responsáveis por políticas públicas notaram que os pais de Matthew Shepard tornaram-se os principais porta-vozes dos direitos dos invertidos no mundo inteiro.

Eles apareceram na ONU e recentemente fizeram também uma tournée em várias capitais da Europa com o patrocínio do Departamento de Estado dos Estados Unidos, que fizeram dos direitos LBGT o foco prioritário da política externa americana.

Matthew Shepard era um jovem que foi brutalmente assassinado em Outubro de 1998. Quase que a atenção do mundo inteiro se voltou imediatamente para a especulação de que os assassinos de Shepard o torturaram e mataram por ódio de ele ser invertido. Os assassinos amarraram-no a uma cerca nos arredores da cidade de Laramie, Wyoming, e a sua morte foi comparada à crucificação de Jesus Cristo.

Dias depois da sua morte Shepard tornou-se o símbolo dos invertidos nos EUA e no mundo. Um editorial do jornal New York Times da época sugeria que Shepard era o representante que o movimento invertido precisava a tempo inteiro. Ele era jovem, bonito e inocente.

A tempo inteiro estavam os pessimistas em relação ao caso de Shepard. A crítica social Camille Paglia escreveu no site Salon que Shepard tinha preferência pelo que se chama «prostituição invertida» e que ele poderia ter sido morto por isso. Os detectives nessa época indicaram que a probabilidade era que a morte dele tinha mais ligação com as drogas do que com o facto de ele ser invertido. Um segmento do programa ABC 20/20 vários anos mais tarde explorou essa possibilidade.

Contudo, um livro recente escrito por Steven Jiminez, um premiado jornalista invertido, vai muito mais longe do que os antigos críticos do caso Shepard. Jiminez foi a Laramie há muitos anos fazer entrevistas para um roteiro de filme sobre a vida e a morte de Shepard. Imediatamente ele começou a ouvir histórias sobre Shepard que nunca tinham sido noticiadas e que contradizem categoricamente a noção de que ele foi morto por ser invertido.

O «The Book of Matt» (O Livro de Matt) revela que os habitantes da cidade sabiam há muito tempo, que Shepard estava muito envolvido nos ambientes de drogas em Laramie, pode ter sido um traficante ocasional de drogas, e até mais importante, ele conhecia os seus assassinos. Mais do que isso, ele e os seus assassinos tinham feito sexo juntos.

Um dos conceitos da história dominante era que Shepard não conhecia os seus assassinos, e que eles entraram no bar Fireside naquela noite às 11 horas e 45 minutos convencendo de alguma forma um desconhecido, Shepard, a sair com eles 15 minutos mais tarde. De acordo com o livro de Jiminez, Shepard conhecia os seus assassinos muito bem. O livro também examina com atenção que Shepard foi morto porque tinha um novo depósito de metanfetamina e os assassinos queriam a mercadoria. O livro traz também a informação de que o seu principal assassino, Aaron McKinney, estava usando metanfetamina cinco dias seguidos, um estado propenso à violência maníaca.

O livro tem sido noticiado recentemente na imprensa invertida e também na imprensa conservadora, mas não parece ter alcançado os media. As coisas poderão mudar quando o livro for finalmente lançado em 1 de Outubro. Mas permanece a pergunta: Essa nova história alterará de algum modo a história dominante que está ajudando tão bem o movimento invertido? Se Matthew Shepard foi morto estritamente por causa de drogas por um homem que por algum tempo foi o seu parceiro sexual, o que isso acarretará para a sua condição de mártir na comunidade invertida e no mundo em geral, inclusive para a ONU?





2 princípios + 4 objectivos
do novo Ministro dos Assuntos Sociais
da Austrália


As suas propostas baseiam-se em  dois princípios:
  • Primeiro, as políticas públicas devem proteger e promover o casamento e a família,
  • e, em segundo lugar, sempre que possível, as políticas públicas devem actuar através das organizações familiares e da comunidade, em vez de as substituir.

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terça-feira, 24 de setembro de 2013

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

D. Ilídio Leandro apoia a petição europeia
«Um de Nós», contra destruição
de embriões humanos


O bispo de Viseu manifestou o seu apoio à petição europeia «Um de Nós», pelo fim do financiamento de acções que destruam embriões humanos, para «dar voz a quem queira gritar pelo valor, respeito e defesa da vida».


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http://www.moldaraterra.blogspot.pt/2013/09/d-ilidio-leandro-apoia-peticao-europeia.html





domingo, 22 de setembro de 2013

Irmandade Muçulmana transformou
igreja protestante em mesquita


A Irmandade Muçulmana transformou em mesquita uma igreja evangélica na região de Monshaat Baddini, Província de Samalout, (Minya, Alto Egito). Segundo fontes locais, «os islâmicos removeram todos os objectos sacros, quadros, ícones e recitaram uma oração especial para consagrar o prédio a Alá. No muro principal da igreja foi escrito «mesquita dos mártires» e «não existe outro Deus senão Alá».
O pastor da comunidade protestante local, Menassa Nesseim, contou à MCN (Agência de notícias cristãs egípcia) que «desde o dia do assalto islamita contra os cristãos, ninguém havia conseguido entrar no prédio», e denunciou «a inércia das autoridades que aceitaram o facto com indiferença: nem a polícia, nem as forças armadas inspecionaram a igreja para desalojar os ocupantes abusivos e restituir o edifício à comunidade protestante. Os militantes colocaram os seus homens de guarda no complexo e os cristãos tem medo de se aproximar».





sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Para ti, que és um amante da língua portuguesa!


Sabe o que é tautologia? É o termo usado para definir um dos vícios, e erros, mais comuns de linguagem. Consiste na repetição de uma ideia, de maneira viciada, com palavras diferentes, mas com o mesmo sentido.O exemplo clássico é o famoso ' subir para cima ' ou o ' descer para baixo ' . Mas há outros, como pode ver na lista a seguir:

há anos atrás  –  professores catedráticos a falar assim!

elo de ligação

acabamento final

em duas metades iguais

sintomas indicativos

detalhes minuciosos

razão é porque

anexo junto à carta

superávit positivo

todos foram unânimes

conviver junto

facto real

encarar de frente

multidão de pessoas

amanhecer o dia

retornar de novo

empréstimo temporário

surpresa inesperada

escolha opcional

abertura inaugural

continua a permanecer

comparecer em pessoa

demasiadamente excessivo

exceder em muito.






quarta-feira, 18 de setembro de 2013

A nossa liberdade


Paulo Chagas, General da Reserva do Exército do Brasil

Liberdade para quê? Liberdade para quem?

Liberdade para roubar, matar, corromper, mentir, enganar, traficar e viciar?

Liberdade para ladrões, assassinos, corruptos e corruptores, para mentirosos, traficantes, viciados e hipócritas?

Falam de uma «noite» que durou 21 anos, enquanto fecham os olhos para a baderna, a roubalheira e o desmando que, à luz do dia, já dura 26!

Fala-se muito em liberdade!

Liberdade que se vê de dentro de casa, por detrás das grades de segurança, de dentro de carros blindados e dos vidros fumê!

Mas, afinal, o que se vê?

Vê-se tiroteios, incompetência, corrupção, quadrilhas e quadrilheiros, guerra de gangues e traficantes, Polícia Pacificadora, Exército nos morros, negociação com bandidos, violência e muita hipocrisia.

Olhando mais adiante, enxergamos assaltos, estupros, pedófilos, professores desmoralizados, ameaçados e mortos, vemos «bullying», conivência e mentiras, vemos crianças que matam, crianças drogadas, crianças famintas, crianças armadas, crianças arrastadas, crianças assassinadas.

Da janela dos apartamentos e nas telas das televisões vemos arrastões, bloqueios de ruas e estradas, terras invadidas, favelas atacadas, policiais bandidos e assaltos a mão armada.

Vivemos em uma terra sem lei, assistimos a massacres, chacinas e seqüestros. Uma terra em que a família não é valor, onde menores são explorados e violados por pais, parentes, amigos, patrícios e estrangeiros.

Mas, afinal, onde é que nós vivemos?

Vivemos no país da impunidade onde o crime compensa e o criminoso é conhecido, reconhecido, recompensado, indenizado e transformado em herói! Onde bandidos de todos os colarinhos fazem leis para si, organizam «mensalões» e vendem sentenças!

Nesta terra, a propriedade alheia, a qualquer hora e em qualquer lugar, é tomada de seus donos, os bancos são assaltados e os caixas explodidos. É aqui, na terra da «liberdade», que encontramos a «cracolândia» e a «robauto», «dominadas» e vigiadas pela polícia!

Vivemos no país da censura velada, do «micoondas», dos toques de recolher, da lei do silêncio e da convivência pacífica do contraventor e com o homem da lei. País onde bandidos comandam o crime e a vida de dentro das prisões, onde fazendas são invadidas, lavouras destruídas e o gado dizimado, sem contar quando destroem pesquisas cientificas de anos, irrecuperáveis!

Mas, afinal, de quem é a liberdade que se vê?

Nossa, que somos prisioneiros do medo e reféns da impunidade ou da bandidagem organizada e institucionalizada que a controla?

Afinal, aqueles da escuridão eram «anos de chumbo» ou anos de paz?

E estes em que vivemos, são anos de liberdade ou de compensação do crime, do desmando e da desordem?

Quanta falsidade, quanta mentira quanta canalhice ainda teremos que suportar, sentir e sofrer, até que a indignação nos traga de volta a vergonha, a auto estima e a própria dignidade?

Quando será que nós, homens e mulheres de bem, traremos de volta a nossa liberdade?





segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Putin sem papas na língua!


No dia 4 de Fevereiro de 2013, Vladimir Putin, o Presidente russo, falando à Duma (parlamento russo) fez o seguinte discurso sobre as situações de tensão que se dão com as minorias na Rússia:


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