sábado, 9 de janeiro de 2010

Doutoramento em direito fiscal «técnico»

[Para ler, clicar sobre a miniatura]


Como se chama ao viúvo do invertido?

Enviado por Alfredo Pereira

 

Numa aula de teologia, em assuntos do matrimónio, o aluno pergunta ao professor:
-- Se morre a mulher, o marido passa a ser viúvo; se morre o marido, a mulher passa a ser viúva. E, num casamento de homossexuais, como se chama a pessoa a quem morreu o companheiro?
Resposta do professor:
-- Bicha solitária!


Jornalista brasileiro que fala abertamente

Enviado por Alfredo Pereira

Luiz Carlos Prates (Santiago, 26 de Janeiro de 1943) é um jornalista brasileiro da rádio e imprensa escrita.



Luiz Carlos Prates iniciou a carreira de jornalista em 1960, na Rádio Porto Alegre, de Porto Alegre, onde foi repórter, locutor e relator de futebol. Entre 1964 a 1969, foi repórter da emissora americana Voz da América, no Brasil. Como narrador desportivo, participou de quatro edições da Taça do Mundo, de 1978 a 1990.

Actualmente, é colunista do jornal Diário Catarinense, comentador do Jornal do Almoço, da RBS TV de Florianópolis, e apresentador da rádio CBN Diário e da TVCOM. Luiz Carlos Prates é formado em psicologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul.

É famoso por alguns comentários nada «politicamente correctos». Também mantém uma concorrida agenda de palestras motivacionais, principalmente para estudantes.

É casado e pai de três filhos.

Veja um dos seus comentários sobre a corrupção no Brasil. Clique AQUI.

Árvore genealógica moderna

Crónica de Luís Fernando Veríssimo, filho do Erico Veríssimo,
que escreve semanalmente na
Folha de S. Paulo



-- Mãe, vou casar!

-- Jura, meu filho?! Estou tão feliz! Quem é a moça?

-- Não é moça. Vou casar com um moço. O nome dele é Murilo.

-- Você falou Murilo... Ou foi meu cérebro que sofreu um pequeno surto psicótico?

-- Eu falei Murilo. Porquê, Mãe? Tá acontecendo alguma coisa?

-- Nada, não... Só minha visão que está um pouco turva. E meu coração, que talvez dê uma parada.

-- No mais, está tudo óptimo.

-- Se você tiver algum problema em relação a isto, melhor falar logo...

-- Problema? Problema nenhum.

-- Só pensei que algum dia ia ter uma nora... Ou isso.

-- Você vai ter uma nora. Só que uma nora... Meio macho. Ou um genro meio fêmea. Resumindo: uma nora quase macho, tendendo a um genro quase fêmea...

-- E quando eu vou conhecer o meu. A minha... O Murilo?

-- Pode chamar ele de Biscoito. É o apelido.

-- Tá! Biscoito... Já gostei dele... Alguém com esse apelido só pode ser uma pessoa bacana. Quando o Biscoito vem aqui?

-- Porquê?

-- Por nada. Só para eu poder preparar seu Pai com antecedência.

-- Você acha que o Papai não vai aceitar?

-- Claro que vai aceitar! Lógico que vai. Só não sei se ele vai sobreviver... Mas isso também é uma bobagem. Ele morre sabendo que você achou sua cara-metade... E olha que espectáculo: as duas metades com bigode.

-- Mãe, que besteira... Hoje em dia... Praticamente todos os meus amigos são gays.

-- Só espero que tenha sobrado algum que não seja... Para poder apresentar para tua irmã.

-- A Bel já está namorando.

-- A Bel? Namorando?! Ela não me falou nada... Quem é?

-- Uma tal de Veruska.

-- Como ?

-- Veruska...

-- Ah!, bom! Que susto! Pensei que você tivesse falado Veruska.

-- Mãe!!!...

-- Tá..., tá..., tudo bem... Se vocês são felizes. Só fico triste porque não vou ter um neto...

-- Por que não? Eu e o Biscoito queremos dois filhos. Eu vou doar os espermatozóides. E a ex-namorada do Biscoito vai doar os óvulos.

-- Ex-namorada? O Biscoito tem ex-namorada?

-- Quando ele era hétero... A Veruska.

-- Que Veruska ?

-- Namorada da Bel...

-- Espera aí. A ex-namorada do teu actual namorado... E a actual namorada da tua irmã. Que é minha filha também... Que se chama Bel. É isso? Porque eu me perdi um pouco...

-- É isso. Pois é... A Veruska doou os óvulos. E nós vamos alugar um útero.

-- De quem?

-- Da Bel.

-- Mas. Logo da Bel?! Quer dizer então... Que a Bel vai gerar um filho teu e do Biscoito. Com o teu espermatozóide e com o óvulo da namorada dela, que é a Veruska...

-- Isso.

-- Essa criança, de uma certa forma, vai ser tua filha, filha do Biscoito, filha da Veruska e filha da Bel.

-- Em termos...

-- A criança vai ter duas mães: você e o Biscoito. E dois pais: a Veruska e a Bel.

-- Por aí...

-- Por outro lado, a Bel..., além de mãe, é tia... Ou tio... Porque é tua irmã.

-- Exacto. E o ano que vem vamos ter um segundo filho. Aí o Biscoito é que entra com o espermatozóide. Que dessa vez vai ser gerado no ventre da Veruska... Com o óvulo da Bel. A gente só vai trocar.

-- Só trocar, né? Agora o óvulo vai ser da Bel. E o ventre da Veruska.

-- Exato!

-- Agora eu entendi! Agora eu realmente entendi...

-- Entendeu o quê?

-- Entendi que é uma espécie de swing dos tempos modernos!

-- Que swing, mãe?!!....

-- É swing, sim! Uma troca de casais... Com os óvulos e os espermatozóides, uma hora no útero de uma, outra hora no útero de outra...

-- Mas..

-- Isso é um bacanal de última geração! E pior... Com incesto no meio...

-- A Bel e a Veruska só vão ajudar na concepção do nosso filho, só isso...

-- Sei!!!... E quando elas quiserem ter filhos...

-- Nós ajudamos.

-- Quer saber? No final das contas não entendi mais nada. Não entendi quem vai ser mãe de quem, quem vai ser pai de quem, de quem vai ser o útero, o espermatozóide... A única coisa que eu entendi é que...

-- Que...?

-- Fazer árvore genealógica daqui prá frente... vai ser...

Enviado por Afonso Perdigão

Comunicado da Plataforma Cidadania e Casamento
após o debate na Assembleia da República



Lamentamos que uma maioria circunstancial no parlamento tenha chumbado o pedido de referendo. Configura um grave desrespeito do parlamento pelos cidadãos que o subscreveram e revela uma aflitiva falta de cultura democrática, quando não de uma pretensão totalitária que a todos nos deve fazer pensar. Nestes termos e porque (pela identificação dos que o chumbaram com os que defendem o casamento entre pessoas do mesmo sexo) nos parece que a rejeição do referendo está associada ao medo de o perder, não podemos deixar de observar que aconteceu o que é clássico: a falta de coragem com facilidade resvala para o uso violento da força.

No entanto o resultado da votação de hoje não anula um facto: a sociedade portuguesa deseja este referendo. Prova-o as 92 mil assinaturas angariadas em três semanas “de rua”, todas as sondagens e estudos de opinião (que foi pena não tivesse havido em maior quantidade), a maioria da opinião publicada e, até, a expressiva votação em seu favor hoje havida.

Demonstra-o também o facto de nos continuarem a chegar assinaturas de todo o país e cujas, por respeito pelo empenho cívico dos que as angariaram e subscreveram, não deixaremos de entregar na Assembleia da República, no momento que considerarmos oportuno. Apelamos nesse sentido a todos os que ainda tem assinaturas na sua posse a que no-las façam chegar.

Com a votação de hoje, que não fecha o processo legislativo, não se encerra por isso nem o pedido de referendo nem o debate que a sociedade portuguesa reclama.
A Plataforma Cidadania e Casamento continuará a fazer-se eco deste clamor popular não apenas pelo país inteiro como junto de todas as instâncias políticas e jurídicas. Não pararemos até que em Portugal se realize o referendo que esta petição tão expressivamente pediu. Quer as leis hoje aprovadas venham, após a passagem de todos os crivos legais, a efectivamente vigorar, quer não.

Porque se o casamento é um contrato, o referendo é um direito!

Lisboa, 8 de Janeiro de 2010

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Tenho uma certa vergonha de pertencer ao PPD-PSD.
Confesso. Mas...


Heduíno Gomes



Tenho uma certa vergonha de pertencer ao PPD-PSD. Confesso. Mas... igual vergonha teria se pertencesse ao PP.

Se fosse do PS ou do PCP, nem sairia à rua! E se fosse do Bloco fugia para o estrangeiro.
Tudo isto por causa de muitos dos reles dirigentes destes partidos, que não representam de modo nenhum nem o pensamento íntimo dos seus membros nem os Portugueses e, não obstante, se preparam para aprovar ou tolerar o chamado «casamento» ou «união de facto», ou lá o que é, entre invertidos.
Como disse, tenho uma certa vergonha de pertencer ao PPD-PSD mas não saio. Descanse essa gente que não tem coluna vertebral, essa gente que usa argumentos oportunistas e estúpidos para se opor à onda pederasta e que lhe saem pela culatra, essa gente que não presta para dirigir um partido decente e muito menos para governar um país. Não há pachorra.
Esta, na generalidade, reles classe política, rasca, só presta para sacar benesses para si própria, para legalizar a decadência, para servir-se das casas pias, para gerir os bêcêpês, para autorizar os Freeports, para sacar ao contribuinte, para liquidar a agricultura e as pescas, para politicar em nova «Reforma Geral do Ensino». É demais.
A resistência continua. Na rua e em todo o lado. E, para mim, sobretudo, dentro do PPD-PSD. Com as quotas em dia.


E o velho PCP, esse da «moral proletária», onde é que ele estará, ó Jerónimo? Os «casamentos» entre pederastas serão afinal «as portas que Abril abriu»?
Onde estará o PCP no qual, para entrar, era preciso ser pessoa normal, e que defendia a normalidade, e de onde eram corridos os invertidos?
Se esse PCP acabou, então, ó Jerónimo, junta-te ao Bloco. Não há razões para tantas zangas entre vocês. Acredita que, por esse caminho, é essa a tua sina. É só uma questão de tempo. Se o teu papel histórico é gerir o tempo...

domingo, 3 de janeiro de 2010

Homenagem a Carlos Candal, o socialista que os topava


Heduíno Gomes

Foi em 1995 que Carlos Candal escreveu um manifesto que ficou célebre, com o qual participava na campanha eleitoral para a AR no seu distrito, Aveiro, opondo-se a Pacheco Pereira, pelo PSD, e Paulo Portas, pelo PP. O tom frontal e irónico levou a um coro de críticas. Nesse manifesto, intitulado «Breve manifesto anti-Portas em português suave», Carlos Candal reafirma as suas ideias socialistas, de que não comungamos, mas tem a coragem de denunciar uma série de práticas corruptas vividas na política e nos meios de comunicação.

Por isto, neste momento em que o lóbi sodomita atingiu as altas esferas do poder e se prepara para legalizar o chamado «casamento» entre essa espécie, aqui prestamos a nossa homenagem a Carlos Candal reproduzindo dois parágrafos desse manifesto.

21.- Por definição, as interferências do género são discretas ou mesmo subliminares - e passam geralmente desapercebidas aos cidadãos influenciáveis. Na verdade, quem é que, de manhã, ao acompanhar a torrada e o galão do dejejum com a leitura do 'Público', pondera que esse jornal tem dono - e que o editorialista Vicente Jorge Silva é capataz dos respectivos interesses (mesmo quando - agora instalado - escreve considerações que fazem lembrar os tempos remotos e diferentes em que foi considerado pelos situacionistas de então como um jovem rasca da 'geração de 60')? E quem perceberá que está a ser condicionado na formação da sua opinião, quando escuta na rádio uma análise ou critica - injustamente lisonjeira - da acção de um diplomata, do trabalho de um artista ou da capacidade de um político homossexual proferida por outro homossexual, se não souber que tal apreciação reporta afinal a solidariedade de pessoas da mesma minoria ?

22.- A acção de todos ou alguns desses 'lobbies' perpassa de facto os principais partidos - transversalmente. E, por vezes, é no espírito-de-corpo ou jogo de conveniências dos respectivos protagonistas que se encontra explicação para surpreendentes convívios gastronómicos no 'Gambrinus' ou na província e para inesperados apoios ou solidariedades espúrias ocasionalmente detectáveis nos mais variados campos da nossa vida colectiva.

Carlos Candal (Aveiro, 1 de Junho de 1938 — Coimbra, 18 de Junho de 2009)




Inquérito mundial da ONU

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Uma boa solução para a questão dos minaretes


Eis a boa e justa solução para a delicada questão dos minaretes na Suíça e na cristandade em geral: um dos nossos por cada um dos deles.

Isto é, os muçulmanos deverão autorizar a construção de igrejas com as respectivas torres nos seus países e dar aos cristãos inteira liberdade de culto – tantas igrejas e torres quantas as mesquitas e minaretes, e com igual liberdade de culto.
Imagens: Igreja de Ervidel e mesquita de Akbar.

A razão e a omissão de Luís Filipe Menezes


Heduíno Gomes
Comentando a Mensagem de Ano Novo de Cavaco ao País, Luís Filipe Menezes, apesar de continuar numa de vingançazita em relação aos dirigentes do PSD que o destronaram, conseguiu atinar e dizer uma grande verdade. Parabéns! Já não era sem tempo!

Disse Menezes: o PR quer que o PSD contribua para o País encontrar um rumo; mas o PSD precisará para isso de, ele próprio, resolver os seus problemas.

Muito bem, Luís Filipe! Aqui reside a razão.

A omissão reside simplesmente no facto de não ter indicado como e quem poderá resolver esse problema. Ele próprio com o que preconiza? Alguém do seu grupo, como Pedro Passos Coelho com os casamentos entre sodomitas, regionalizações e outos progressismos do género? 

Seria pior a emenda do que o soneto.
A mudança terá de ser mais profunda para que o PPD-PSD possa dar  a sua contribuição para um Portugal a que a maioria dos Portugueses aspira.


quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

O horror do vazio

Mário Crespo, DN 16.2.2009*

Depois de em Outubro ter morto o casamento gay no parlamento, José Sócrates, secretário-geral do Partido Socialista, assume-se como porta-estandarte de uma parada de costumes onde quer arregimentar todo o partido.

Almeida Santos, o presidente do PS, coloca-se ao seu lado e propõe que se discuta ao mesmo tempo a eutanásia. Duas propostas que em comum têm a ausência de vida. A união desejada por Sócrates, por muitas voltas que se lhe dê, é biologicamente estéril. A eutanásia preconizada por Almeida Santos é uma proposta de morte. No meio das ideias dos mais altos responsáveis do Partido Socialista fica o vazio absoluto, fica "a morte do sentido de tudo" dos Niilistas de Nietzsche. A discussão entre uma unidade matrimonial que não contempla a continuidade da vida e uma prática de morte, é um enunciar de vários nadas descritos entre um casamento amputado da sua consequência natural e o fim opcional da vida legalmente encomendado. Sócrates e Santos não querem discutir meios de cuidar da vida (que era o que se impunha nesta crise). Propõem a ausência de vida num lado e processos de acabar com ela noutro. Assustador, este Mundo politicamente correcto, mas vazio de existência, que o presidente e o secretário-geral do Partido Socialista querem pôr à consideração de Portugal. Um sombrio universo em que se destrói a identidade específica do único mecanismo na sociedade organizada que protege a procriação, e se institui a legalidade da destruição da vida. O resultado das duas dinâmicas, um "casamento" nunca reprodutivo e o facilitismo da morte-na-hora, é o fim absoluto que começa por negar a possibilidade de existência e acaba recusando a continuação da existência. Que soturno pesadelo este com que Almeida Santos e José Sócrates sonham onde não se nasce e se legisla para morrer. Já escrevi nesta coluna que a ampliação do casamento às uniões homossexuais é um conceito que se vai anulando à medida que se discute porque cai nas suas incongruências e paradoxos. O casamento é o mais milenar dos institutos, concebido e defendido em todas as sociedades para ter os dois géneros da espécie em presença (até Francisco Louçã na sua bucólica metáfora congressional falou do "casal" de coelhinhos como a entidade capaz de se reproduzir). E saiu-lhe isso (contrariando a retórica partidária) porque é um facto insofismável que o casamento é o mecanismo continuador das sociedades e só pode ser encarado como tal com a presença dos dois géneros da espécie. Sem isso não faz sentido. Tudo o mais pode ser devidamente contratualizado para dar todos os garantismos necessários e justos a outros tipos de uniões que não podem ser um "casamento" porque não são o "acasalamento" tão apropriadamente descrito por Louçã. E claro que há ainda o gritante oportunismo político destas opções pelo "liberalismo moral" como lhe chamou Medina Carreira no seu Dever da Verdade. São, como ele disse, a escapatória tradicional quando se constata o "fracasso político-económico" do regime. O regime que Sócrates e Almeida Santos protagonizam chegou a essa fase. Discutem a morte e a ausência da vida por serem incapazes de cuidar dos vivos.

(*Sublinhados nossos)

Hoje, 31 de Dezembro,
para terminar o ano em sacrifício,
fiz um esforço enorme.


Heduíno Gomes

Tendo recebido na carta electrónica «Povo» um artigo de José Manuel Fernandes do Público do dia 26 e intitulado «Não ser cristão no Natal, os minaretes e a placa de Auschwitz», resolvi lê-lo até ao fim!. Abordando logo três temas, 3 em 1, apesar de ter mais de 1100 palavras, era de aproveitar. Li todo.
Que fazer com os muçulmanos na Europa cristã? Os Suíços decidiram bem ou mal sobre os minaretes? Que coisa foi aquela do gamanço da placa de Auschwitz?
E cheguei ao fim e digo para comigo: -- Qual é a conclusão moral da história? Afinal não é 3 em 1 mas 0 em 1.
Jornalismo em forma de «langue de bois». Compare-se este «estilo» com o de Mário Crespo no artigo colocado a seguir a este...
Quando é que Belmiro de Azevedo fechará a torneira àquela «referência» chamada Público?



Antes que se torne obrigatório...

Enviado por Alfredo Pereira


Psiquiatras doidarrões


Nuno Serras Pereira



1. Quando os médicos do Colégio de Psiquiatria destrambelham e conseguem que o Conselho Nacional Executivo da Ordem dos Médicos caucione o seu desvario é caso para profunda preocupação. A história tem-nos ensinado que quando esses profissionais tresloucam tornam-se inspiradores e cúmplices das maiores barbaridades através, por exemplo, da eutanásia, do aborto, da tortura, etc., – basta lembrar o papel que tiveram na perseguição demente que moveram aos dissidentes nos regimes comunistas com os consequentes internamentos e “tratamentos” forçados; as mortandades que provocaram em deficientes, eutanasiando-os, a invenção do gaseamento para as mortes maciças com a consecutiva aplicação nos campos de extermínio nazis; a descabeçada afirmação da gravidez como uma doença e a sucessiva elaboração de atestados para autorizar o aborto provocado, como se de uma terapia se tratasse.


A doidarraz posição dos delirantes membros do Colégio de Psiquiatria, hoje anunciada com grandes parangonas em tudo quanto é comunicação social, é patente, por exemplo, em asserções deste tipo: a) “ … não existe evidência científica que suporte uma intervenção que resulte na completa mudança de orientação sexual”. Trata-se obviamente de uma mentira colossal, contrariada pelos factos e por estudos credíveis de eminentes profissionais da saúde mental, publicitada com o propósito claro de induzir em erro as mentalidades, de modo a torná-las vulneráveis à investida da ideologia “gay”, agora consubstanciada na reivindicação do “casamento” entre pessoas do mesmo sexo, como uma fase decisiva na sua escalada pelo poder; b) “é generalizado o consenso entre os médicos psiquiatras de que não existe qualquer tratamento para a homossexualidade, pois esta designação não se refere a uma doença mas sim a uma variante do comportamento sexual”. Primeiro, o consenso não é generalizado; segundo, a afirmação de que não é uma patologia é ideológica e não médica; terceiro, dizer que não é uma doença porque é uma variante do comportamento sexual é tão desatinado como afirmar que a pedofilia, o sadomasoquismo, a bestialidade ou a necrofilia não são do foro patológico porque são variantes do comportamento sexual. Claro que são variantes, mas são variantes desvariadas, desvairadas, doentias.

Este parecer ao afirmar que “considerar a possibilidade de um tratamento da homossexualidade implicaria, nos tempos actuais, a violação de normas constitucionais e de direitos humanos” é claramente intimidatório para todos os terapeutas, em particular os psiquiatras, e subliminarmente insidioso para toda e qualquer pessoa de bom senso, inclusive pais, amigos familiares e Padres, que queira ajudar o ou a infeliz a reencontrar-se com a sua sexualidade natural, masculina ou feminina.

Por este andar dias virão em que a cleptomania deixará de ser considerada uma patologia para passar a ser uma variante do comportamento social e a piromania uma variante, sei lá, do comportamento rural.

2. Tenho vindo a insistir, ao que parece sem grande eco, nos textos que tenho escrito sobre este assunto, que o diabolicamente chamado “casamento” entre pessoas do mesmo sexo (ou legalização das ditas “uniões”) implicará, tarde ou cedo, uma redução das nossas liberdades e direitos. De facto, a liberdade de expressão, a liberdade de consciência (não confundir com liberdade da), a liberdade religiosa, a liberdade de ensino e de educação, os direitos das crianças e os direitos ao trabalho, à saúde e mesmo ao uso livre da propriedade privada serão postos em causa, limitados ou mesmo, nalguns casos, aniquilados.

3. Acresce que considero que o combate à legalização do “casamento” entre pessoas do mesmo sexo perde muito da sua força e eficácia quando se renuncia à proclamação da verdade integral, e portanto também moral e antropológica, sobre este assunto. O calar, esconder, fingir, dissimular não são armas da Verdade. E o facto de apostar tudo no argumento, aliás de enorme peso, da adopção e da reprodução artificial como se tudo o resto não importasse não me parece suficientemente adequado.

4. Felizmente tenho entre os melhores amigos excelentes médicos psiquiatras que se distinguem pela seriedade, pela competência, pela doação de si mesmos, e que não embarcam em fantasias alucinatórias que descambam na mais vil desumanidade.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Zapatero Gaspar

[para visualizar a apresentação clique na imagem]



Portugal é mesmo assim.
Espanta-me o tão justo que é,
ditosa Pátria que tais governantes tem.

Enviado por Alfredo Pereira

Vais ter relações sexuais? O governo dá-te preservativos!

Já tiveste? O governo dá-te a pílula do dia seguinte!

Engravidaste? O governo oferece o aborto!

Tiveste filhos? O governo dá-te o abono de família e, em breve, 200 euros!

Estás desempregado? O governo dá-te subsídio de desemprego!

Estas na escola e não aprendes nada? O governo dá-te novas oportunidades!

És viciado? O governo troca a seringa!

Detestas trabalhar? O governo dá-te o rendimento social de inserção.

Agora experimenta estudar, trabalhar, produzir e andar na linha para ver o que acontece!

O Governo oferece-te uma carrada de impostos e responsabilidades.

Assim se vive à pala de quem trabalha.


segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Pio XII - Entre a conivência e a salvação de judeus

[Para ver uma versão aumentada clique na imagem]

O processo Casa Pia e o PS

Pedro Namora denuncia o afastamento de Catalina Pestana e outras manobras de bastidores para encobrir pedófilos.

sábado, 19 de dezembro de 2009

Carta entreaberta ao Prof. Marcelo

João José Brandão Ferreira

Na sua prédica domingueira, do passado dia 13 de Dezembro, o Prof. Marcelo Rebelo de Sousa (MRS), contemplou nas suas «escolhas» o meu mais recente livro Em Nome da Pátria. E neste acto de mostrar o livro é que a coisa passou a inusitada.
De facto MRS não se limitou a mostrar a capa do livro mas a tecer considerações que nunca o havíamos visto fazer a nenhuma das centenas de obras que já deu a conhecer.
Pese embora a falta de equidade para com os restantes autores - um pecadilho para a sua qualidade de jurista - eu só teria a agradecer a distinção se ela não fosse eivada de descortesia. Estamos, pois, em face de uma discriminação negativa que exige algum contraditório.
Que disse então MRS? Basicamente três coisas: que não concordava com o conteúdo do livro; apelida o autor de «radical de direita» e que, apesar de tudo, o livro também «tem lugar aqui, isto é um programa pluralista».
MRS é livre de ter as opiniões que entender e também de as dar a conhecer ou guardar para si. Ao contrário do que fez, porém, relativamente à esmagadora maioria dos livros que exibe, deste quis dizer que não concorda, o problema sendo, que toda a gente ficou sem saber com o quê, dado não ter referido sequer do que é que o livro trata. Ou seja, é uma recusa literal da obra.

Afirmar que o seu programa é pluralista (era suposto não ser?), parece um pleonasmo. Eu julgava, mesmo sem ser matemático, que tal era um axioma, isto é, não carecia de demonstração. Assim passou a carecer...


Não, o que MRS, lá no seu íntimo, quis dizer aos espectadores era que o livro era tão (?), que estaria nas barbas do pluralismo...
Teria sido mais honesto e menos ínvio, ignorar o livro, que nada o obrigava a trazer à colação.
Mais grave se apresenta a adjectivação de «radical de direita».
Não quero maçar ninguém com os diferentes significados que tem o termo «radical». É incontroverso que ele foi aplicado na sua vertente política o que me classifica entre os adeptos do «radicalismo». Ora o radicalismo em ciência política é o sistema político que "pretende reformas absolutas e profundas na organização social". Não parecendo ser isto,também, o que MRS quis dizer - ele o desmentirá se for o caso -- só resta a hipótese do comentador me querer remeter para aquilo que a vox populi entende por radical, isto é, extremista, fundamentalista, etc. Foi ou não foi, Professor?
Quanto ao termo «direita» (dextra) estou certo, também, que MRS não quis atribuir-me o epiteto de «pessoa recta», mas sim colocar-me entre as forças políticas, que se sentam à direita do presidente do parlamento (o que tem origem na Revolução Francesa).
Ou seja, MRS quis rotular-me como estando na extrema do leque partidário da AR (que por caso acaba ao centro...).

Julgo, porém, menos apropriado, que um distinto professor universitário, e proclamado democrata, venha dizer na televisão de uma pessoa que ele não conhece, que não tem filiação partidária, e não está presente para se defender, que ele é «radical de direita». E substituindo com isso a critica ao livro com um anátema sobre o autor...

Será que o título do livro, que nem sequer pronunciou, lhe queima os lábios? Será que algo no conteúdo lhe faz doer, nalgum lado?

Alguma coisa será, de outro modo não me teria dispensado segundos preciosos do seu apertado tempo de antena.
Tudo somado e pela sua prestação, dou-lhe três valores, um por cada questão que levantou. Nos meus tempos de estudante, tal equivalia a um reprovativo «Mau».
14.12.2009
João José Brandão Ferreira

A vida voltou a sorrir a Aníbal Cavaco Silva

João Miguel Tavares, DN
Só mesmo o pandemónio em que está transformada a actual legislatura conseguiria fazer Cavaco Silva regressar tão rapidamente do reino dos mortos. Há três meses, ele estava enfiado até ao pescoço na maior trapalhada envolvendo um Presidente da República desde os tempos do PREC. Há dois meses, teve uma intervenção pública que bateu todos os recordes de atabalhoamento e infelicidade semântica. Há um mês, a sua popularidade caía a pique em todos os barómetros e metade da pátria jurava que a sua reeleição estava em risco. Actualmente, Cavaco até se dá ao luxo de renomear Fernando Lima para a sua Casa Civil sem que o País lhe desabe em cima - como, efectivamente, ele merecia.

Nada como uma boa crise, um défice galopante, um primeiro-ministro a braços com mais um «caso» e um Parlamento em delírio para Cavaco recuperar a sua pose professoral e o papel de guardião de um mínimo de sanidade política. A sua estratégia pós-Lima parecia óbvia: fechar as portas e as janelas do Palácio de Belém e aparecer apenas a picar o ponto em ocasiões protocolares e prestigiantes (tipo assinatura do Tratado de Lisboa). Dentro da boa tradição portuguesa, boca calada, popularidade assegurada, e Cavaco deixaria assim que a passagem do tempo tratasse de sarar as feridas abertas pelos encontros de Fernando Lima com a comunicação social nos cafés da Avenida de Roma. Mas a minoria do PS e tudo o que se lhe seguiu foram uma espécie de banho de mercurocromo sobre um corpo em chagas, do qual o Presidente da República está a sair milagrosamente cicatrizado.
Agora, até se chega à suprema ironia de ser o PS, que tanto apreciava o seu silêncio, vir a terreiro exigir que Cavaco desça da «torre de marfim» (palavras de António Vitorino) e faça ouvir a sua voz, para pôr ordem na Assembleia da República. Percebe--se o desespero: o único truque que Sócrates e o PS poderiam ter na manga - provocar eleições antecipadas na esperança de uma segunda maioria absoluta - esfumou-se por completo com o caso «Face Oculta» e os terríveis números do défice. Ainda que toda a oposição se unisse malvadamente para derrubar o Governo, ninguém hoje acredita que Sócrates conseguisse melhor resultado do que o de Setembro.
Donde, Cavaco passou subitamente a ser o único homem capaz de impor um mínimo de respeito, por mais fragilizada que fosse a sua anterior posição. É como ter uma pequena lanterna no bolso durante um apagão -- pode alumiar pouco, mas ainda assim é a única coisa que consegue apontar caminho. Não admira que Manuel Alegre tenha voltado a marcar jantares com os seus amigos. O papel reforçado de Cavaco é uma péssima notícia para si e uma machadada nos seus sonhos presidenciais.


A família segundo a malta de Hollywood


A cultural revista Notícias TV (20 de Novembro) informa-nos que
Artur Albarran viveu um romance fugaz no início da década de 80 com Maria Elisa...
Casou com Teresa P. L., de quem tem um filho, A., de 26 anos.
Em 1986 voltou a casar com Isabella J., de quem tem uma filha, C., de 20 anos.
De Paula C., ... tem uma filha, F., de 15 anos.
L., de 10 anos, e L., de 8, são filhas da ainda mulher, Lisa H., ...
M., de 5 anos, é fruto da sua relação com a sua actual companheira, Sandra N.

Baralhei ou esqueci-me de alguém? Desculpa lá, ó Artur!

Como é que aqueles que escolhem, programam e produzem programas para as televisões hão-de torná-las educativas para as famílias, para os jovens, para as crianças?

O que é a globalização?

Enviado por M. L. B. Castro
Pergunta: Qual é a mais correcta definição de Globalização?
Resposta: A morte da Princesa Diana.
Pergunta: Porquê?
Resposta:
Uma princesa inglesa
com um amante egípcio,
que tem um acidente num túnel francês
dentro de um carro alemão
com motor holandês
funcionando com petróleo saudita
refinado na Áustria,
conduzido por um belga
bêbado de whisky escocês,
que era perseguido por paparazzis italianos
em motos japonesas,
tratada por um médico canadiano
que usou medicamentos brasileiros.
E isto é-te enviado por um português
a partir de um computador internacional Magalhães
usando tecnologia americana,
comprado a um membro de etnia cigana
por 5 euros.
E tu estás a ler num computador genérico
com certificado da União Europeia
e manual em inglês técnico traduzido pelo Sócrates,
que usa chips made in Taiwan,
e um monitor coreano
montado por trabalhadores de Bangladesh,
numa fábrica de Singapura
respeitando as emissões de CO2 de Copenhague,
transportado em camiões conduzidos por indianos,
roubados por indonésios,
descarregados por pescadores sicilianos,
reempacotados por espanhóis (é o que sabem fazer)
e, finalmente, vendido por chineses,
através de uma conexão russa.
Isto é, caros amigos,
a GLOBALIZAÇÃO !!!



sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

O merecido exílio dourado



Como prémio pela sua reconhecida competência, visível nas previsões acertadas que faz (sendo de destacar a "previsão" para "défice" orçamental de 2005 com precisão até à centésima da célebre Comissão Constâncio),  na diligente atenção com que evitou  abusos nas instituições bancárias que supervisiona, o Sr. Dr. Constâncio é candidato a vice-presidente do BCE.

Mais um motivo de "orgulho" para Portugal, a juntar ao José Manel, ao Sr. Dr. Lopes da Mota, ao Sr. Dr. Cunha Rodrigues, ao Sr. Eng. Ferro Rodrigues, só para mencionar alguns. Não é pois surpresa que haja uma percepção de Portugal no estrangeiro como país em que a «ética republicana» é Lei e a «fraternidade maçónica» a Regra.

O Sr. Prof. Silva não deixa de apoiar mais uma candidatura de uma pessoa "extremamente competente"[1] na órbita da maçonaria/PS. É a sempre presente «cooperação estratégica»...

João Louro

[1] - http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=400353

«(...)O Presidente da República classificou como "muito positiva" a candidatura do governador do Banco de Portugal, Vítor Constâncio, ao cargo de vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE).

Cavaco Silva fez este breve comentário no Hospital Conde Ferreira, Porto, depois de concluir o segundo e último dia da terceira jornada do Roteiro para a Juventude, em resposta a perguntas dos jornalistas.

"É extremamente competente", afirmou mais tarde, ao terminar uma visita ao Sea Life (Oceanário do Porto), quando os jornalistas lhe pediram que desenvolvesse o seu pensamento sobre o assunto.

"Espero bem que a decisão final vá no sentido da sua escolha", acrescentou, sublinhando o conhecimento que tem da personalidade do actual governador do Banco de Portugal, uma pessoa que, disse, tratar por "tu" e que conhece desde os tempos da faculdade.(...)»

A traição avança a Alta Velocidade



O tal comboio que nos vai ligar à Alta Velocidade Europeia, mas que não tem qualquer plano para ir a lado nenhum que não Madrid, já está a começar a drenar o pouco financiamento que Portugal ainda possa captar no estrangeiro. Para além do desastre do projecto em si, seja em termos geopolíticos, seja em termos económicos, seja em termos de finanças públicas, temos que somar o factor "eucalipto": Esse projecto vai encarecer todos os restantes financiamentos para outros projectos, públicos ou privados em Portugal. Castela sorri...

Que dizer da "capacidade" das empresas portuguesas que um administrador da RAVE[1] refere na defesa de mais um "investimento" público, que vai de uma vez por todas "modernizar" o país? Entre os participantes deste consórcio vencedor[2] está a Iridium Concesiones de Infraestructuras S.A. e a Dragados S.A., empresas genuinamente lusas e cuja participação nos lucros é desconhecida.

Mas o verdadeiramente curioso na notícia é a redução de custos. Menos 900 M€ em relação ao projecto inicial... deve ser esta a forma de vender esse desastre: É um mau negócio, não é barato, mas é mais barato do que anunciado previamente. E mesmo esta "prenda" é virtual: logo começarão as derrapagens do costume. A questão torna-se ainda mais premente quanto se constata que numa primeira fase o actual vencedor tinha a proposta mais cara[3].

Será que vale a pena falar dos milhares e milhares de postos de trabalho que supostamente serão criados por este "investimento"?
Certamente juntar-se-ão aos outros milhares criados com todas as autoestradas e outras obras públicas que têm sido feitas e que resultaram na taxa de desemprego superior a 10% que temos actualmente...

João Louro


[1] - http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=400349
«(...)Durante a cerimónia, Carlos Fernandes, administrador da Rede Ferroviária de Alta Velocidade (RAVE), já tinha sublinhado que tanto a proposta da ELOS, que ganhou a concessão, como a outra finalista, do consórcio Altavia Alentejo, liderado pela Mota-Engil, eram "excelentes", dos pontos de vista "técnico e financeiro".

O mesmo administrador da RAVE elogiou ainda a "capacidade" demonstrada pelas empresas portuguesas no âmbito deste concurso do TGV.(...)

De acordo com os dados da RAVE, desde Dezembro de 2005 até Junho deste ano, foi possível reduzir em "cerca de 40 por cento" os custos estimados para a concessão do troço de AV Poceirão-Caia, numa extensão de 165 quilómetros.

Em 2005, o troço estava orçado em 2.260 milhões de euros, acabando por ser a sua concessão adjudicada por 1.359 milhões de euros, o que significa "menos 900 milhões de euros", disse o administrador Carlos Fernandes. (...)»

[2] - http://www.rave.pt/tabid/232/ItemID/271/View/Details/Default.aspx

«(...)Concorrente n.º 1 - Agrupamento "ELOS - Ligações de Alta Velocidade", constituído por: Brisa Auto-Estradas de Portugal S.A.; Soares da Costa Concessões SGPS, S.A.; Soares da Costa S.A.; Iridium Concesiones de Infraestructuras S.A.; Dragados S.A.; Lena Concessões e Serviços, SGPS, S.A.; Lena Engenharia e Construções, S.A.; Bento Pedroso Construções S.A.; Odebrecht, Investimentos em Concessões Ferroviárias, SGPS, S.A.; Edifer - Construções Pires Coelho & Fernandes, S.A.; Edifer - Desenvolvimento de Negócios, S.A.; Zagope - Construções e Engenharia, S.A.; Zagope SGPS, Lda.; Banco Millenium BCP Investimento, S.A.; Caixa Geral de Depósitos, S.A.(...)»

[3] - http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1398628

«(...)Os três consórcios com propostas para construção do troço Lisboa/Poceirão da rede de Alta Velocidade apresentaram projectos com custos de construção entre 1870 milhões de euros, do consórcio liderado pela FCC, e os 2310 milhões de euros, do consórcio co-liderado pela Brisa e pela Soares da Costa.(...)»