sábado, 16 de janeiro de 2010

À atenção da esquerda hipócrita que defende
ao mesmo tempo o feminismo e os árabes

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O filho do Lula é um talentoso empreendedor...

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Para onde as deveríamos despachar em tgv

Era para um desses países muçulmanos que deveríamos despachar as tipas de esquerda, anti-Ocidente, sempre a defender esses países contra «as agressões» ocidentais, feministas, e muitas delas com brutos e escandalosos decotes. Burka, burka!

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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Alfredo Bruto da Costa:
«uma leitura pouco exigente do Evangelho»

Terá sido Jesus Cristo o primeiro comunista?
Heduíno Gomes
Alfredo Bruto da Costa (à esquerda) é Presidente daquela instituição política e teologicamente nada recomendável chamada «Comissão Nacional Justiça e Paz», onde pontificam católicos vermeluscos e onde esteve já, até recentemente, o José Manuel Pureza, agora chefe do grupo parlamentar do Bloco de Esquerda, esse mesmo cujo primeiro acto nesta qualidade foi apresentar a proposta de «casamento» entre sodomitas.

A Agência Ecclesia, do cónego António Rego (em baixo), dava grande destaque ao Pureza e continua a dar grande destaque às actividades e declarações destes vermelhuscos. No seu boletim de 13 de Janeiro, a Agência publica mais umas declarações de Bruto da Costa sobre a pobreza, que é o seu prato forte. Tal Carvalho da Silva, Bruto da Costa desempenha o papel de Secretário-Geral da CGTP-Intersindical especial para o povo católico.
Nota curiosa, por grave «falta conspirativa» (era assim que, no meu tempo de PCP, se chamava a uma bronca dessas), lhe foge a boca para a denúncia de funções e utiliza exactamente as palavras do cardápio actual dos camaradas: «consequências gravosas» (estejam os caros leitores atentos quando um camarada fala na televisão e reparem neste coincidente e conspirativamente gravoso pormenor).

E então lamenta-se Bruto da Costa de que os cristãos em Portugal fazem «uma leitura pouco exigente do Evangelho».

Que falta de exigência será essa em relação ao Evangelho?

A de alguns de se calarem perante a actual grande ofensiva sodomita ou outros objectivos «progressistas» da esquerda?
A de pactuarem com o feminismo e outros fenómenos dissolventes da família?

A de abraçarem um «Evangelho» socialista e marxizado?

Nada disso. O que Bruto da Costa pretende na sua retórica «social» em nome do Evangelho é que os católicos sejam mais progressistas, mais socialistas, mais marxistas.
Afinal, quem fará «uma leitura pouco exigente do Evangelho», os outros ou ele?
Bruto da Costa é o perfeito protótipo daqueles confusos que acham que Jesus Cristo foi o primeiro comunista. Nem sabem o que é o comunismo nem sabem o que é o cristianismo. Quem é que lhe explica? Deixo essa árdua tarefa ao senhor Bispo do respectivo pelouro.



quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Casamento mesmo!

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terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Pelo menos sete cristãos foram assassinados no Egipto


Pelo menos sete pessoas morreram e nove ficaram feridas num tiroteio, no sul do Egipto.

Um homem armado disparou contra uma multidão de fiéis que saía de uma missa de Natal dos cristãos coptas.
O atacante disparou a partir de um veículo, onde seguia com mais duas pessoas. Entre as vítimas mortais estão seis fiéis e um agente de segurança.
O tiroteio aconteceu na cidade de Nag Hamadi, na província de Quena, a cerca de 700 quilómetros do Cairo.
A justificação do Ministério do Interior egípcio é, desta vez, que o episódio estaria relacionado com o sequestro e a violação de uma adolescente muçulmana por um jovem cristão.
Esta manhã, mais de dois mil manifestantes envolveram-se em confrontos com a polícia, junto ao hospital para onde foram transferidas as vítimas.




O Santuário de Fátima vandalizado

Na madrugada de10 de Janeiro, as quatro estátuas que ladeiam a Igreja da Santíssima Trindade (na Praça João Paulo II, as estátuas dos papas Paulo VI e João Paulo II e, na Praça Pio XII, a do papa Pio XII e a do bispo D. José Alves Correia da Silva) e a própria igreja, no exterior, foram vandalizadas com graffitis, a negro, com as palavras "Islão", "Lua", "Sol", "Muçulman" e "Mesquita".

Certamente que as autoridades muçulmanas instaladas em Portugal virão demarcar-se deste acto. A situação histórica, a relação de forças, assim o exige. Mas isto é já um primeiro aviso à demasiada tolerância, comodismo, passividade e mesmo permissividade dos cristãos.


Conservadores dos registos civis admitem recusar
«casamentos» entre sodomitas

Heduíno Gomes



Segundo o DN, vários conservadores dos registos civis do Norte e de Lisboa querem saber se podem recusar a realização de casamentos entre pessoas do mesmo sexo alegando objecção de consciência.

Sobre esta matéria, estabelece-se uma discussão jurídica, alheada da essência moral, sobre a legalidade ou ilegalidade da objecção de consciência. Como sempre, no direito, por cada jurista que diga uma coisa, há sempre outro a dizer o contrário. Ou não houvesse Isabeis Moreiras.

De qualquer modo, a conclusão é que a exigência do direito à objecção de consciência abre outra frente de luta das pessoas dignas.




segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

A propósito da perseguição ao Juiz Rui Teixeira


Agora que o PS clama tanto pelo sagrado segredo de justiça, é bom lembrar o que se passou realmente no caso de pedofilia na Casa Pia. As «diligências» do Paulo Pedroso e do Ferro Rodrigues, este a dizer (ouviu-se nas escutas) que se estava «cagando para o segredo de justiça»...



É também uma boa altura para recapitular e tentar descobrir onde estará afinal o invocado «erro grosseiro» de que o juiz Rui Teixeira foi acusado para ser punido, afinal pela sua isenção e coragem. Aliás, segundo se diz, por erro processual...

Já agora, façam o favor de passar o endereço deste post aos vossos amigos. Não é para dar sorte, não é para sair o euromilhões, é para que todos saibam e para que também eles saibam que nós sabemos e nos lembramos!!!





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Enviado por L. M. C.

domingo, 10 de janeiro de 2010

Católicos do PS acusam Sócrates de «governar contra o povo»


Filomena Fontes, Público, 10.1.2010



Inconformados com o chumbo do referendo ao casamento entre homossexuais, um grupo de militantes socialistas católicos acusa José Sócrates de ter assumido «uma posição antidemocrática, virando ostensivamente as costas ao povo», ao não acolher o apelo de mais de 92 mil pessoas que assinaram uma petição reclamando a realização de uma consulta popular. «José Sócrates está a governar contra o partido e contra o povo. Há milhares de militantes que são contra o casamento gay e sabemos que há muitos que se preparam para entregar o cartão, porque não aceitam que o líder do PS e os seus pares decidam sobre uma matéria que nunca foi discutida no partido», afirma Cláudio Anaia, porta-voz deste grupo de militantes.

As críticas, duras, ao secretário-geral do PS, mas também aos deputados, ouviram-se ontem numa reunião realizada no Barreiro, na qual participaram mais de 70 socialistas católicos, um dia depois de o Parlamento ter aprovado a legalização do casamento entre homossexuaise ter rejeitado, por maioria, a convocação de um referendo. Esta semana seguirá uma carta endereçada a José Sócrates, na qual, além de protestarem a sua indignação, advertem para o perigo de uma ruptura irreversível com o eleitorado. «Isto é tão grave que pode trazer sérios dissabores ao PS no próximo acto eleitoral. A maioria das sondagens indica que os portugueses estão contra a legalização do casamento homossexual», frisa ainda Cláudio Anaia.

Primeiro grande pensamento em 2010

Autor filósofo anónimo
Enviado por Maria de Lourdes Borges de Castro







A Europa a financiar o islão conquistador

Heduíno Gomes

Em vários países da Europa ocidental, como é sabido, pela via da demografia, avança a infiltração islâmica. Mas temos a particularidade de serem os próprios Europeus a financiar a explosão demográfica islâmica no interior da Europa.

Efectivamente, os serviços de segurança social europeus estão a financiar «as famílias» segundo regras aritméticas abstractas, o que significa, na prática, a financiar as largas proles islâmicas. Mais, esse financiamento alarga-se igualmente às actividades religiosas anti-ocidentais, quer no âmbito do referido «apoio às famílias», quer no âmbito de «apoio cultural para a integração», este dado a organizações pseudoculturais encobrindo actividades islâmicas que doutrinam e preparam activistas islâmicos para a guerra civil cultural e mesmo terroristas.

O vídeo que apresentamos mostra um famoso e escandaloso caso passado em França. O indivíduo acabou por ser expulso de França em 2004, mas enquanto durou a estadia, não foi nada mau... Entretanto, de um modo mais discreto, milhares de outros casos, em maior ou menor grau de parasitismo, continuam.
  [ Clique na imagem para ver o diaporama ]

Socialistas opõem-se a Sócrates na questão
do chamado «casamento» entre invertidos


Declaração de Luís Gestas, Comissário Nacional do Partido Socialista e Secretário Coordenador da Secção PS de Loures.

Infelizmente foi aprovado na Assembleia da República a legalização do Casamento Homossexual sem uma discussão séria sobre este tema.

Estou triste... não só porque discordo de tudo isso e também porque recebi dezenas de telefonemas de camaradas meus, que dizem que 2.ª feira se vão demitir de militantes do PS. Tentei demove-los porque a luta pela verdade continua... mas penso que alguns deles vão mesmo faze-lo.

Partilho convosco uma mensagem de um outro camarada que nem sequer conheço pessoalmente, mas que mostra o sentimento da maioria dos militantes do PS :

«Nada me move, mas temos de ser coerentes (independentemente das posições... Ver mais acções assumidas por cada um), não podemos queixar-nos da falta de participação cívica dos portugueses, lamentarmos a fraca afluência as urnas e quando mais de 90.000 se movimentam em redor de uma causa, fingimos que não é nada connosco. Alias, o que hoje se passou, foi um atentado a Declaração de Princípios do Partido Socialista, que no seu ponto 20, e que passo a transcrever, «O PS é um partido republicano, que emana dos cidadãos. Por isso, concebe a acção política como tarefa colectiva de mobilização de pessoas e grupos para o projecto da plena realização da democracia e da afirmação dos ideais da liberdade, da igualdade e da solidariedade. Por isso, é um partido plural, coeso e fraterno, aberto à comunicação permanente com as diferentes organizações e correntes de opinião que fazem a riqueza da sociedade civil, e assente na intervenção social e cívica dos seus membros, militantes e simpatizantes, cidadãos livres e activos unidos pela ampla plataforma política da democracia e do socialismo democrático.»

Eu ainda vejo este PS como o Partido Socialista fundado por ideais, com lágrimas e dor, com lutas e debates, mas sempre indo ao encontro da vontade de Portugal.»

Luís Gestas 

Recorda-se que também Carlos Teixeira, presidente socialista da Câmara Municipal de Loures, assinou a petição a pedir o referendo.



sábado, 9 de janeiro de 2010

Doutoramento em direito fiscal «técnico»

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Como se chama ao viúvo do invertido?

Enviado por Alfredo Pereira

 

Numa aula de teologia, em assuntos do matrimónio, o aluno pergunta ao professor:
-- Se morre a mulher, o marido passa a ser viúvo; se morre o marido, a mulher passa a ser viúva. E, num casamento de homossexuais, como se chama a pessoa a quem morreu o companheiro?
Resposta do professor:
-- Bicha solitária!


Jornalista brasileiro que fala abertamente

Enviado por Alfredo Pereira

Luiz Carlos Prates (Santiago, 26 de Janeiro de 1943) é um jornalista brasileiro da rádio e imprensa escrita.



Luiz Carlos Prates iniciou a carreira de jornalista em 1960, na Rádio Porto Alegre, de Porto Alegre, onde foi repórter, locutor e relator de futebol. Entre 1964 a 1969, foi repórter da emissora americana Voz da América, no Brasil. Como narrador desportivo, participou de quatro edições da Taça do Mundo, de 1978 a 1990.

Actualmente, é colunista do jornal Diário Catarinense, comentador do Jornal do Almoço, da RBS TV de Florianópolis, e apresentador da rádio CBN Diário e da TVCOM. Luiz Carlos Prates é formado em psicologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul.

É famoso por alguns comentários nada «politicamente correctos». Também mantém uma concorrida agenda de palestras motivacionais, principalmente para estudantes.

É casado e pai de três filhos.

Veja um dos seus comentários sobre a corrupção no Brasil. Clique AQUI.

Árvore genealógica moderna

Crónica de Luís Fernando Veríssimo, filho do Erico Veríssimo,
que escreve semanalmente na
Folha de S. Paulo



-- Mãe, vou casar!

-- Jura, meu filho?! Estou tão feliz! Quem é a moça?

-- Não é moça. Vou casar com um moço. O nome dele é Murilo.

-- Você falou Murilo... Ou foi meu cérebro que sofreu um pequeno surto psicótico?

-- Eu falei Murilo. Porquê, Mãe? Tá acontecendo alguma coisa?

-- Nada, não... Só minha visão que está um pouco turva. E meu coração, que talvez dê uma parada.

-- No mais, está tudo óptimo.

-- Se você tiver algum problema em relação a isto, melhor falar logo...

-- Problema? Problema nenhum.

-- Só pensei que algum dia ia ter uma nora... Ou isso.

-- Você vai ter uma nora. Só que uma nora... Meio macho. Ou um genro meio fêmea. Resumindo: uma nora quase macho, tendendo a um genro quase fêmea...

-- E quando eu vou conhecer o meu. A minha... O Murilo?

-- Pode chamar ele de Biscoito. É o apelido.

-- Tá! Biscoito... Já gostei dele... Alguém com esse apelido só pode ser uma pessoa bacana. Quando o Biscoito vem aqui?

-- Porquê?

-- Por nada. Só para eu poder preparar seu Pai com antecedência.

-- Você acha que o Papai não vai aceitar?

-- Claro que vai aceitar! Lógico que vai. Só não sei se ele vai sobreviver... Mas isso também é uma bobagem. Ele morre sabendo que você achou sua cara-metade... E olha que espectáculo: as duas metades com bigode.

-- Mãe, que besteira... Hoje em dia... Praticamente todos os meus amigos são gays.

-- Só espero que tenha sobrado algum que não seja... Para poder apresentar para tua irmã.

-- A Bel já está namorando.

-- A Bel? Namorando?! Ela não me falou nada... Quem é?

-- Uma tal de Veruska.

-- Como ?

-- Veruska...

-- Ah!, bom! Que susto! Pensei que você tivesse falado Veruska.

-- Mãe!!!...

-- Tá..., tá..., tudo bem... Se vocês são felizes. Só fico triste porque não vou ter um neto...

-- Por que não? Eu e o Biscoito queremos dois filhos. Eu vou doar os espermatozóides. E a ex-namorada do Biscoito vai doar os óvulos.

-- Ex-namorada? O Biscoito tem ex-namorada?

-- Quando ele era hétero... A Veruska.

-- Que Veruska ?

-- Namorada da Bel...

-- Espera aí. A ex-namorada do teu actual namorado... E a actual namorada da tua irmã. Que é minha filha também... Que se chama Bel. É isso? Porque eu me perdi um pouco...

-- É isso. Pois é... A Veruska doou os óvulos. E nós vamos alugar um útero.

-- De quem?

-- Da Bel.

-- Mas. Logo da Bel?! Quer dizer então... Que a Bel vai gerar um filho teu e do Biscoito. Com o teu espermatozóide e com o óvulo da namorada dela, que é a Veruska...

-- Isso.

-- Essa criança, de uma certa forma, vai ser tua filha, filha do Biscoito, filha da Veruska e filha da Bel.

-- Em termos...

-- A criança vai ter duas mães: você e o Biscoito. E dois pais: a Veruska e a Bel.

-- Por aí...

-- Por outro lado, a Bel..., além de mãe, é tia... Ou tio... Porque é tua irmã.

-- Exacto. E o ano que vem vamos ter um segundo filho. Aí o Biscoito é que entra com o espermatozóide. Que dessa vez vai ser gerado no ventre da Veruska... Com o óvulo da Bel. A gente só vai trocar.

-- Só trocar, né? Agora o óvulo vai ser da Bel. E o ventre da Veruska.

-- Exato!

-- Agora eu entendi! Agora eu realmente entendi...

-- Entendeu o quê?

-- Entendi que é uma espécie de swing dos tempos modernos!

-- Que swing, mãe?!!....

-- É swing, sim! Uma troca de casais... Com os óvulos e os espermatozóides, uma hora no útero de uma, outra hora no útero de outra...

-- Mas..

-- Isso é um bacanal de última geração! E pior... Com incesto no meio...

-- A Bel e a Veruska só vão ajudar na concepção do nosso filho, só isso...

-- Sei!!!... E quando elas quiserem ter filhos...

-- Nós ajudamos.

-- Quer saber? No final das contas não entendi mais nada. Não entendi quem vai ser mãe de quem, quem vai ser pai de quem, de quem vai ser o útero, o espermatozóide... A única coisa que eu entendi é que...

-- Que...?

-- Fazer árvore genealógica daqui prá frente... vai ser...

Enviado por Afonso Perdigão

Comunicado da Plataforma Cidadania e Casamento
após o debate na Assembleia da República



Lamentamos que uma maioria circunstancial no parlamento tenha chumbado o pedido de referendo. Configura um grave desrespeito do parlamento pelos cidadãos que o subscreveram e revela uma aflitiva falta de cultura democrática, quando não de uma pretensão totalitária que a todos nos deve fazer pensar. Nestes termos e porque (pela identificação dos que o chumbaram com os que defendem o casamento entre pessoas do mesmo sexo) nos parece que a rejeição do referendo está associada ao medo de o perder, não podemos deixar de observar que aconteceu o que é clássico: a falta de coragem com facilidade resvala para o uso violento da força.

No entanto o resultado da votação de hoje não anula um facto: a sociedade portuguesa deseja este referendo. Prova-o as 92 mil assinaturas angariadas em três semanas “de rua”, todas as sondagens e estudos de opinião (que foi pena não tivesse havido em maior quantidade), a maioria da opinião publicada e, até, a expressiva votação em seu favor hoje havida.

Demonstra-o também o facto de nos continuarem a chegar assinaturas de todo o país e cujas, por respeito pelo empenho cívico dos que as angariaram e subscreveram, não deixaremos de entregar na Assembleia da República, no momento que considerarmos oportuno. Apelamos nesse sentido a todos os que ainda tem assinaturas na sua posse a que no-las façam chegar.

Com a votação de hoje, que não fecha o processo legislativo, não se encerra por isso nem o pedido de referendo nem o debate que a sociedade portuguesa reclama.
A Plataforma Cidadania e Casamento continuará a fazer-se eco deste clamor popular não apenas pelo país inteiro como junto de todas as instâncias políticas e jurídicas. Não pararemos até que em Portugal se realize o referendo que esta petição tão expressivamente pediu. Quer as leis hoje aprovadas venham, após a passagem de todos os crivos legais, a efectivamente vigorar, quer não.

Porque se o casamento é um contrato, o referendo é um direito!

Lisboa, 8 de Janeiro de 2010

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Tenho uma certa vergonha de pertencer ao PPD-PSD.
Confesso. Mas...


Heduíno Gomes



Tenho uma certa vergonha de pertencer ao PPD-PSD. Confesso. Mas... igual vergonha teria se pertencesse ao PP.

Se fosse do PS ou do PCP, nem sairia à rua! E se fosse do Bloco fugia para o estrangeiro.
Tudo isto por causa de muitos dos reles dirigentes destes partidos, que não representam de modo nenhum nem o pensamento íntimo dos seus membros nem os Portugueses e, não obstante, se preparam para aprovar ou tolerar o chamado «casamento» ou «união de facto», ou lá o que é, entre invertidos.
Como disse, tenho uma certa vergonha de pertencer ao PPD-PSD mas não saio. Descanse essa gente que não tem coluna vertebral, essa gente que usa argumentos oportunistas e estúpidos para se opor à onda pederasta e que lhe saem pela culatra, essa gente que não presta para dirigir um partido decente e muito menos para governar um país. Não há pachorra.
Esta, na generalidade, reles classe política, rasca, só presta para sacar benesses para si própria, para legalizar a decadência, para servir-se das casas pias, para gerir os bêcêpês, para autorizar os Freeports, para sacar ao contribuinte, para liquidar a agricultura e as pescas, para politicar em nova «Reforma Geral do Ensino». É demais.
A resistência continua. Na rua e em todo o lado. E, para mim, sobretudo, dentro do PPD-PSD. Com as quotas em dia.


E o velho PCP, esse da «moral proletária», onde é que ele estará, ó Jerónimo? Os «casamentos» entre pederastas serão afinal «as portas que Abril abriu»?
Onde estará o PCP no qual, para entrar, era preciso ser pessoa normal, e que defendia a normalidade, e de onde eram corridos os invertidos?
Se esse PCP acabou, então, ó Jerónimo, junta-te ao Bloco. Não há razões para tantas zangas entre vocês. Acredita que, por esse caminho, é essa a tua sina. É só uma questão de tempo. Se o teu papel histórico é gerir o tempo...

domingo, 3 de janeiro de 2010

Homenagem a Carlos Candal, o socialista que os topava


Heduíno Gomes

Foi em 1995 que Carlos Candal escreveu um manifesto que ficou célebre, com o qual participava na campanha eleitoral para a AR no seu distrito, Aveiro, opondo-se a Pacheco Pereira, pelo PSD, e Paulo Portas, pelo PP. O tom frontal e irónico levou a um coro de críticas. Nesse manifesto, intitulado «Breve manifesto anti-Portas em português suave», Carlos Candal reafirma as suas ideias socialistas, de que não comungamos, mas tem a coragem de denunciar uma série de práticas corruptas vividas na política e nos meios de comunicação.

Por isto, neste momento em que o lóbi sodomita atingiu as altas esferas do poder e se prepara para legalizar o chamado «casamento» entre essa espécie, aqui prestamos a nossa homenagem a Carlos Candal reproduzindo dois parágrafos desse manifesto.

21.- Por definição, as interferências do género são discretas ou mesmo subliminares - e passam geralmente desapercebidas aos cidadãos influenciáveis. Na verdade, quem é que, de manhã, ao acompanhar a torrada e o galão do dejejum com a leitura do 'Público', pondera que esse jornal tem dono - e que o editorialista Vicente Jorge Silva é capataz dos respectivos interesses (mesmo quando - agora instalado - escreve considerações que fazem lembrar os tempos remotos e diferentes em que foi considerado pelos situacionistas de então como um jovem rasca da 'geração de 60')? E quem perceberá que está a ser condicionado na formação da sua opinião, quando escuta na rádio uma análise ou critica - injustamente lisonjeira - da acção de um diplomata, do trabalho de um artista ou da capacidade de um político homossexual proferida por outro homossexual, se não souber que tal apreciação reporta afinal a solidariedade de pessoas da mesma minoria ?

22.- A acção de todos ou alguns desses 'lobbies' perpassa de facto os principais partidos - transversalmente. E, por vezes, é no espírito-de-corpo ou jogo de conveniências dos respectivos protagonistas que se encontra explicação para surpreendentes convívios gastronómicos no 'Gambrinus' ou na província e para inesperados apoios ou solidariedades espúrias ocasionalmente detectáveis nos mais variados campos da nossa vida colectiva.

Carlos Candal (Aveiro, 1 de Junho de 1938 — Coimbra, 18 de Junho de 2009)




Inquérito mundial da ONU

[clique na imagem para visualizar a apresentação]

Uma boa solução para a questão dos minaretes


Eis a boa e justa solução para a delicada questão dos minaretes na Suíça e na cristandade em geral: um dos nossos por cada um dos deles.

Isto é, os muçulmanos deverão autorizar a construção de igrejas com as respectivas torres nos seus países e dar aos cristãos inteira liberdade de culto – tantas igrejas e torres quantas as mesquitas e minaretes, e com igual liberdade de culto.
Imagens: Igreja de Ervidel e mesquita de Akbar.

A razão e a omissão de Luís Filipe Menezes


Heduíno Gomes
Comentando a Mensagem de Ano Novo de Cavaco ao País, Luís Filipe Menezes, apesar de continuar numa de vingançazita em relação aos dirigentes do PSD que o destronaram, conseguiu atinar e dizer uma grande verdade. Parabéns! Já não era sem tempo!

Disse Menezes: o PR quer que o PSD contribua para o País encontrar um rumo; mas o PSD precisará para isso de, ele próprio, resolver os seus problemas.

Muito bem, Luís Filipe! Aqui reside a razão.

A omissão reside simplesmente no facto de não ter indicado como e quem poderá resolver esse problema. Ele próprio com o que preconiza? Alguém do seu grupo, como Pedro Passos Coelho com os casamentos entre sodomitas, regionalizações e outos progressismos do género? 

Seria pior a emenda do que o soneto.
A mudança terá de ser mais profunda para que o PPD-PSD possa dar  a sua contribuição para um Portugal a que a maioria dos Portugueses aspira.


quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

O horror do vazio

Mário Crespo, DN 16.2.2009*

Depois de em Outubro ter morto o casamento gay no parlamento, José Sócrates, secretário-geral do Partido Socialista, assume-se como porta-estandarte de uma parada de costumes onde quer arregimentar todo o partido.

Almeida Santos, o presidente do PS, coloca-se ao seu lado e propõe que se discuta ao mesmo tempo a eutanásia. Duas propostas que em comum têm a ausência de vida. A união desejada por Sócrates, por muitas voltas que se lhe dê, é biologicamente estéril. A eutanásia preconizada por Almeida Santos é uma proposta de morte. No meio das ideias dos mais altos responsáveis do Partido Socialista fica o vazio absoluto, fica "a morte do sentido de tudo" dos Niilistas de Nietzsche. A discussão entre uma unidade matrimonial que não contempla a continuidade da vida e uma prática de morte, é um enunciar de vários nadas descritos entre um casamento amputado da sua consequência natural e o fim opcional da vida legalmente encomendado. Sócrates e Santos não querem discutir meios de cuidar da vida (que era o que se impunha nesta crise). Propõem a ausência de vida num lado e processos de acabar com ela noutro. Assustador, este Mundo politicamente correcto, mas vazio de existência, que o presidente e o secretário-geral do Partido Socialista querem pôr à consideração de Portugal. Um sombrio universo em que se destrói a identidade específica do único mecanismo na sociedade organizada que protege a procriação, e se institui a legalidade da destruição da vida. O resultado das duas dinâmicas, um "casamento" nunca reprodutivo e o facilitismo da morte-na-hora, é o fim absoluto que começa por negar a possibilidade de existência e acaba recusando a continuação da existência. Que soturno pesadelo este com que Almeida Santos e José Sócrates sonham onde não se nasce e se legisla para morrer. Já escrevi nesta coluna que a ampliação do casamento às uniões homossexuais é um conceito que se vai anulando à medida que se discute porque cai nas suas incongruências e paradoxos. O casamento é o mais milenar dos institutos, concebido e defendido em todas as sociedades para ter os dois géneros da espécie em presença (até Francisco Louçã na sua bucólica metáfora congressional falou do "casal" de coelhinhos como a entidade capaz de se reproduzir). E saiu-lhe isso (contrariando a retórica partidária) porque é um facto insofismável que o casamento é o mecanismo continuador das sociedades e só pode ser encarado como tal com a presença dos dois géneros da espécie. Sem isso não faz sentido. Tudo o mais pode ser devidamente contratualizado para dar todos os garantismos necessários e justos a outros tipos de uniões que não podem ser um "casamento" porque não são o "acasalamento" tão apropriadamente descrito por Louçã. E claro que há ainda o gritante oportunismo político destas opções pelo "liberalismo moral" como lhe chamou Medina Carreira no seu Dever da Verdade. São, como ele disse, a escapatória tradicional quando se constata o "fracasso político-económico" do regime. O regime que Sócrates e Almeida Santos protagonizam chegou a essa fase. Discutem a morte e a ausência da vida por serem incapazes de cuidar dos vivos.

(*Sublinhados nossos)

Hoje, 31 de Dezembro,
para terminar o ano em sacrifício,
fiz um esforço enorme.


Heduíno Gomes

Tendo recebido na carta electrónica «Povo» um artigo de José Manuel Fernandes do Público do dia 26 e intitulado «Não ser cristão no Natal, os minaretes e a placa de Auschwitz», resolvi lê-lo até ao fim!. Abordando logo três temas, 3 em 1, apesar de ter mais de 1100 palavras, era de aproveitar. Li todo.
Que fazer com os muçulmanos na Europa cristã? Os Suíços decidiram bem ou mal sobre os minaretes? Que coisa foi aquela do gamanço da placa de Auschwitz?
E cheguei ao fim e digo para comigo: -- Qual é a conclusão moral da história? Afinal não é 3 em 1 mas 0 em 1.
Jornalismo em forma de «langue de bois». Compare-se este «estilo» com o de Mário Crespo no artigo colocado a seguir a este...
Quando é que Belmiro de Azevedo fechará a torneira àquela «referência» chamada Público?



Antes que se torne obrigatório...

Enviado por Alfredo Pereira


Psiquiatras doidarrões


Nuno Serras Pereira



1. Quando os médicos do Colégio de Psiquiatria destrambelham e conseguem que o Conselho Nacional Executivo da Ordem dos Médicos caucione o seu desvario é caso para profunda preocupação. A história tem-nos ensinado que quando esses profissionais tresloucam tornam-se inspiradores e cúmplices das maiores barbaridades através, por exemplo, da eutanásia, do aborto, da tortura, etc., – basta lembrar o papel que tiveram na perseguição demente que moveram aos dissidentes nos regimes comunistas com os consequentes internamentos e “tratamentos” forçados; as mortandades que provocaram em deficientes, eutanasiando-os, a invenção do gaseamento para as mortes maciças com a consecutiva aplicação nos campos de extermínio nazis; a descabeçada afirmação da gravidez como uma doença e a sucessiva elaboração de atestados para autorizar o aborto provocado, como se de uma terapia se tratasse.


A doidarraz posição dos delirantes membros do Colégio de Psiquiatria, hoje anunciada com grandes parangonas em tudo quanto é comunicação social, é patente, por exemplo, em asserções deste tipo: a) “ … não existe evidência científica que suporte uma intervenção que resulte na completa mudança de orientação sexual”. Trata-se obviamente de uma mentira colossal, contrariada pelos factos e por estudos credíveis de eminentes profissionais da saúde mental, publicitada com o propósito claro de induzir em erro as mentalidades, de modo a torná-las vulneráveis à investida da ideologia “gay”, agora consubstanciada na reivindicação do “casamento” entre pessoas do mesmo sexo, como uma fase decisiva na sua escalada pelo poder; b) “é generalizado o consenso entre os médicos psiquiatras de que não existe qualquer tratamento para a homossexualidade, pois esta designação não se refere a uma doença mas sim a uma variante do comportamento sexual”. Primeiro, o consenso não é generalizado; segundo, a afirmação de que não é uma patologia é ideológica e não médica; terceiro, dizer que não é uma doença porque é uma variante do comportamento sexual é tão desatinado como afirmar que a pedofilia, o sadomasoquismo, a bestialidade ou a necrofilia não são do foro patológico porque são variantes do comportamento sexual. Claro que são variantes, mas são variantes desvariadas, desvairadas, doentias.

Este parecer ao afirmar que “considerar a possibilidade de um tratamento da homossexualidade implicaria, nos tempos actuais, a violação de normas constitucionais e de direitos humanos” é claramente intimidatório para todos os terapeutas, em particular os psiquiatras, e subliminarmente insidioso para toda e qualquer pessoa de bom senso, inclusive pais, amigos familiares e Padres, que queira ajudar o ou a infeliz a reencontrar-se com a sua sexualidade natural, masculina ou feminina.

Por este andar dias virão em que a cleptomania deixará de ser considerada uma patologia para passar a ser uma variante do comportamento social e a piromania uma variante, sei lá, do comportamento rural.

2. Tenho vindo a insistir, ao que parece sem grande eco, nos textos que tenho escrito sobre este assunto, que o diabolicamente chamado “casamento” entre pessoas do mesmo sexo (ou legalização das ditas “uniões”) implicará, tarde ou cedo, uma redução das nossas liberdades e direitos. De facto, a liberdade de expressão, a liberdade de consciência (não confundir com liberdade da), a liberdade religiosa, a liberdade de ensino e de educação, os direitos das crianças e os direitos ao trabalho, à saúde e mesmo ao uso livre da propriedade privada serão postos em causa, limitados ou mesmo, nalguns casos, aniquilados.

3. Acresce que considero que o combate à legalização do “casamento” entre pessoas do mesmo sexo perde muito da sua força e eficácia quando se renuncia à proclamação da verdade integral, e portanto também moral e antropológica, sobre este assunto. O calar, esconder, fingir, dissimular não são armas da Verdade. E o facto de apostar tudo no argumento, aliás de enorme peso, da adopção e da reprodução artificial como se tudo o resto não importasse não me parece suficientemente adequado.

4. Felizmente tenho entre os melhores amigos excelentes médicos psiquiatras que se distinguem pela seriedade, pela competência, pela doação de si mesmos, e que não embarcam em fantasias alucinatórias que descambam na mais vil desumanidade.