quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Bispo anglicano augura conversão de milhares ao catolicismo

Em declarações ao jornal The Times, o bispo anglicano John Broadhurst - que no fim de ano se incorporará na Igreja Católica – espera que milhares de pessoas seguirão o mesmo caminho dentro de pouco tempo.

Segundo o pastor, "há muita gente interessada. Alguns dizem que vão esperar para ver o que acontece. Eu o entendo. Se as pessoas forem clérigos à frente de uma paróquia e com esposa e filhos, é algo que pode resultar preocupante. Mas suspeito que apesar de tudo milhares, não centenas, de seculares vão passar à Igreja Católica".
Broadhurst sustenta que se fez de tudo para obter no anglicanismo uma estrutura separada para as comunidades opostas à consagração episcopal de mulheres, mas não se obteve nada e só o Vaticano ofereceu uma solução quando pediram ajuda à Congregação para a Doutrina da Fé.
"A Igreja Católica vai-me dar espaço para viver com dignidade. Explicámos à igreja da Inglaterra (anglicanos) o que queríamos, mas recusaram. Disseram que não, que eles não eram católicos".



quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Pérolas dos nossos políticos e dos nossos intelectuais (10)
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A honestidade intelectual (ou inteligência, como queira)
de uma deputada bloquista

Heduíno Gomes

A deputada bloquista Helena Pinto declarou na Assembleia da República (18.9. 2010) para quem a quis ouvir:

«Os ciganos são expulsos por serem ciganos.»

Comentários para quê?

As medidas de fundo do Governo

sábado, 30 de outubro de 2010

Pérolas dos nossos políticos e dos nossos intelectuais (9)
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A fadista saneada pela maestrina
Heduíno Gomes
A fadista Kátia Guerreiro foi substituída pela maestrina Joana Carneiro nas funções de não-sei-o-quê para a juventude da candidatura do Cavaco, uma qualquer função sem função, diga-se de passagem.
Terá Kátia Guerreiro atingido o limite de idade? Ter-se-á apercebido da essência do cavaquismo e auto-afastado do antro? Terá sido apanhada por aquela técnica cavacal do serve-se, embrulha e deita fora?
Em qualquer hipótese, ninguém a mandou aproveitar-se do inerente suplemento de mediatismo a troco de servir de jarrão «para a juventude» do farol de Boliqueime. Aí tem.
À fadista Kátia resta-lhe fazer o seu exame de consciência e tirar as respectivas lições para a vida e para a política. E, já agora, ser médica, a função para a qual o País consigo gastou dinheiro. Sempre é menos um cubano por cá.

Uma história da História

João José Brandão Ferreira
No fim do dia 25 de Setembro de 1910 o jovem rei D. Manuel II estava contentíssimo.
Acabava de regressar do Buçaco onde assistira às comemorações da memorável batalha que se travara contra os franceses naquele mesmo local, em 1810. Cem anos antes.
O seu contentamento, quis partilhá-lo com os seus íntimos e confidenciou-lhes que naquele dia tinha conquistado o Exército! A que se devia este seu julgamento? Pois ao brilhantismo da cerimónia; àqueles milhares de homens perfilados nos seus melhores uniformes engalanados de todas as condecorações, aos discursos, às saudações. Enfim àquela memorável revista em que todos em uníssono, gritaram "Viva o Rei”!
A alegria do rei poderia ter sido justificada se a interpretação que deu aos factos fosse a correcta. Naquela conturbada época a agitação política e social era infrene e a monarquia portuguesa estava abalada nos seus alicerces. O jovem monarca não tinha sido preparado para ser rei, ao contrário do seu irmão Luís Filipe, barbaramente abatido com o seu pai às mãos do Buiça e do Costa, dois anos antes.
Ter uma força como o Exército ao seu lado seria indubitavelmente importante. Mas a ingenuidade, o faz-de-conta dos cortesãos, a fraqueza do governo, as dissenções dos monárquicos e o “não me comprometas” dos restantes, ditaram a sorte, neste lance da História.
Na madrugada do dia 5 de Outubro, isto é, apenas nove dias depois era proclamada a República e o único oficial do Exército que levantou armas pela monarquia foi Paiva Couceiro, herói das campanhas de África. O Comandante e o 2.º Comandante de Infantaria 16 foram mortos por sargentos, os navios de guerra tomados por uma espécie de sovietes de marinheiros que incluíam também alguns sargentos e oficiais.
Na Rotunda estava apenas um oficial: Machado Santos da Marinha e umas centenas de populares mal armados e enquadrados. O batalhão da Guarda Municipal e outras forças podia-os ter dizimado em pouco, mas… renderam-se. O golpe não tinha pernas para andar mas saiu vitorioso em pouco tempo.
Pergunta-se: seria possível a hierarquia daquele tempo não se ter dado conta de que tinha as unidades subvertidas pela Carbonária? Andariam todos cegos? É difícil de crer. As razões para que as coisas se passem desta maneira, como em outras épocas da nossa História, terão que se buscar noutras áreas.
Mas não vamos hoje por esse caminho.
Finalizamos lembrando que é preciso olhar para o porvir estando atento às lições da História.
O Rei anda nú em qualquer época.
 
 

Pérolas dos nossos políticos e dos nossos intelectuais (8)
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Mais da Fátima do Prós e Contras
(25.10.2010)
Afonso Perdigão
Tema do programa: Testamento vital.
Boca do génio: «países civilizacionalmente mais avançados» (referia-se aos países da Europa do Norte e arredores).
Nossa pergunta: o que será avanço civilizacional para esta nabiça? A «civilização» viking? O bacalhau sueco? A eurocracia e amoralismo de Bruxelas?
Sem bússola de valores e parola!

As inundações que Portugal sofre

Pérolas dos nossos políticos e dos nossos intelectuais (7)
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Marcelo, a estrela de salão

Afonso Perdigão
Será que Portugal vai a algum lado com a conversa de salão do entertainer Marcelo e com os «magníficos livros» (palavras suas) que recomenda?
Com este Conselheiro de Estado, Portugal está bem aconselhado!





sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Acordo ortográfico

Pérolas dos nossos políticos e dos nossos intelectuais (6)
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O Picanço que se bica para dentro
Heduíno Gomes

Bettencourt Picanço é um distinto membro daquele sindicato de interesses que funciona dentro do PSD chamado «Trabalhadores Sociais-Democratas», vulgo TSD, e que para mais nada serve do que para garantir uns tachos por inerência dentro da nomenklatura. O Picanço, que é membro do Conselho Nacional do PSD e chefe de um dos sindicatos de funcionários públicos, está-se nas tintas para a contenção de despesas e para a necessária redução dos salários do funcionalismo. Na qualidade de sindicalista, opõe-se e é um dos assanhados convocadores da greve geral. É a sua lógica da apologia da barriga para ser eleito pelos barriguistas.  Ele deveria estar era no PCP ou no BE a defender «os trabalhadores» com todo o seu vigor.
Isto é. O Picanço bica-se para dentro. E é por gente desta laia que andamos a ser governados nos governos e nos partidos.





«A Oligarquia das Bestas»!

Caro Camarada Baptista Bastos,

O seu encomiástico panegírico de hoje no DN sobre a 1ª República e o papel insubstituível do iluminado radical jacobino Afonso Costa dizem muito sobre a reescrita histórica daquele regime que nos foi sendo vendida pela maçonaria e seus correligionários ao longo de décadas. Ficaria esclarecido se me respondesse a estas questões menores:
As grandezas da 1ª República estão também nas perseguições, nos prisioneiros políticos aos milhares, no cerceamento dos direitos eleitorais dos pobres e analfabetos e das mulheres e nos milhares de jovens mortos da primeira guerra?
Nas bombas que quase diariamente rebentavam na capital, nos assassinatos de Presidentes e de políticos do regime? Na censura da imprensa que durou anos?
E no colapso das finanças públicas que acabou no não pagamento das pensões e no chamamento do Doutor de Santa Comba? E nos 28 governos e 7 Presidentes da República?
E no tal figurão do doutor Afonso Costa que Fernando Pessoa abominava e disse que conduzia um governo que era uma “oligarquia das bestas”?
Defina lá decência e moral e deixe os historiadores fazerem a história! Porque era na União Soviética que os estalinistas refaziam a história, os denominados revisionistas que queriam dourar o regime responsável por uma ditadura e um totalitarismo responsável por muitas centenas de milhares de mortos, nas guerras e nos campos de concentração do Gulag.
Com estes seus panegíricos revolucionários, que desvalorizam completamente o valor das vidas humanas vitimadas por doutrinas de iluminados radicais, antes quero ouvir os homens que espumam aos cantos da boca e os monárquicos constitucionalistas.
Para si os mortos das guerras coloniais salazaristas valiam alguma coisa? Ou eram também carne para canhão como os da primeira guerra Afonsina?
Com os cumprimentos e a anteposição consciente e decentemente moralizadora do

José Pinto Correia


quinta-feira, 14 de outubro de 2010

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

As nossas cabecinhas pensadoras comemoram a I República


MARIA DE BELÉM LEVOU A MEDALHA
Afonso Perdigão
Maria de Belém distinguiu-se nas comemorações no Parlamento com a intervenção mais ridícula.
A feminista começa logo por dirigir-se ao semi-circo com a fórmula «Senhoras deputadas e senhores deputados». Então se os homens, por cortesia, colocam em primeiro lugar as senhoras, por que ordem deve uma convicta feminista colocá-los? Onde é que estará a «igualdade do género»? Feministas, feministas, mas é quando lhes convém.
O discurso está cheio de patacoadas como esta da «igualdade do género», aquela doença que a afecta. E tem ainda umas saídas que demonstram a sua grande inteligência. A melhor de todas é sem dúvida a sua preocupação com o efeito das «mudanças geoestratégicas»: é que são estas que nos lixam o financiamento externo! Para começar, o que a preocupa não é a viabilidade económica de Portugal mas o financiamento externo! Continuassem a emprestar-nos massa e tudo estaria bem para aquela cabecinha pensadora. E depois, a relação causa-efeito que estabelece é genial!
Como, ao contrário dos monárquicos, tem um coração muito bonzinho, acusou a monarquia de ter deixado Portugal com 75% de analfabetos. Só é pena que não tenha referido a parte da responsabilidade dos seus manos Pombal e Joaquim António de Aguiar, o mata-frades, nessa calamidade. E também é pena que não tenha referido a percentagem de analfabetos que a I República deixou de herança à II República. Era só para quantificarmos a «obra»…


SABERÁ O ROSAS CONTAR ATÉ 3?
Heduíno Gomes
Nas comemorações da I República, a vedeta da história contemporânea Fernando Rosas massacrou-nos com as suas habituais baboseiras. Uma delas foi a numeração das repúblicas. Para aquela cabecinha de historiador, estaríamos na II República porque o Estado Novo não foi república…
Então o que foi?
(Lobo Xavier subscreve tudo o que disse o Rosas e o Pacheco)


A ESCOLA DO ROSAS E O SEU CONCEITO DE «REVOLUÇÃO POPULAR»
Heduíno Gomes
Como é sabido, o intelectual Rosas provém do MRPP, local onde desde a sua génese, a ideologia política não apresentava qualquer rigor. A evocação de Mao e da China (no que não era retribuído...), uns slogans prafrentex, uma cassete-metralhadora, uns punhos erguidos, uns murais pintados, era quanto bastava naquele mundo de loucos. De pensamento marxista (isso não se recomenda mas existe), nada. Nem este, para quem se reclamava do marxismo e do leninismo! Aos mais novos pode explicar-se brevemente o fenómeno dizendo que o MRPP era assim uma espécie de IURD do comunismo.
O Rosas até era chefe e, sendo intelectual, era mesmo um dos teóricos do MRPP. Teórico ao nível da própria seita, onde não se aprendia nada, o que corresponde de facto às suas próprias capacidades intelectuais. Por isso não admira que continue agora a produzir literatura de baixo rigor.
O Rosas não destoa do Portugal de hoje e está integrado no sistema. Temos um sistema político dominado por medíocres fala-barato, uma meia dúzia de frascos de veneno que constitui a «elite» e domina o panorama intelectual, com direito a lugar cativo nos meios de comunicação. E aí está, entre eles, o Rosas.
Discursando no Parlamento em nome do BE (6 de Outubro), este historiador de pacotilha chamou «revolução popular» àquilo que foi um golpe armado de uma dúzia de insurrectos perante a apatia do povo. E ao movimento nacional do 28 de Maio, que teve a participação da generalidade das forças armadas e o apoio popular nas ruas, de Norte a Sul, chamou «golpe militar». Afinal, onde estava o povo tão querido do Rosas? No 5 de Outubro ou no 28 de Maio? Qual deles foi popular?
No mesmo discurso, o Rosas mais uma vez revela a sua falta de rigor chamando «movimentos» a reduzidos grupos armados que se insubordinaram contra o Estado Novo. Que «movimentos» eram esses grupos isolados?
É isto um «historiador».
(Lobo Xavier subscreve tudo o que disse o Rosas e o Pacheco)


PACHECO: OUTRO «HISTORIADOR» CONTEMPORÂNEO
Heduíno Gomes
Pacheco Pereira é mais um do lote de intelectuais do sistema. E, tal como o Rosas, historiador sem verdade. Conhece uns factos, ignora outros que são fundamentais, floreia e analisa torto. Em nome do PSD, na mesma circunstância, brindou-nos igualmente com uns exemplos.
Pacheco explicou-nos que, na monarquia, só «os de nascimento» (presume-se que os aristocratas) é que podiam escolher os governantes. Eu ouvi bem?! E teria sido então graças à República que deixou de ser só «os de nascimento» a votar. Eu ouvi bem?! Para azar dele, o direito de voto até ao 5 de Outubro era mais extenso do que passou a ser com a I República. Esta o que fez foi restringir o direito de voto! Como é que se chama em futebolês a uma aldrabice histórica? Inverdade, não é?
Pacheco explicou-nos que Salazar chegou ao poder como «ditador das finanças». Ora não deixa de ser engraçado vindo isto de alguém que factura todas as semanas na SIC umas larachas a defender o controlo das despesas do Estado e a criticar o Governo por não o fazer. Como é que se chama em futebolês a uma hipocrisia? Atitude menos boa, não é?
Pacheco explicou-nos que os tipos dos vários reviralhos durante a Ditadura Nacional (1926-1933) e no início do Estado Novo (leia-se dos atentados à bomba, da comuna da Marinha Grande e outros), coitadinhos, foram reprimidos. Também não deixa de ser engraçado vindo isto do mesmo alguém facturador que critica o Governo por não nos garantir a ordem e a segurança. Como é que se chama em futebolês a uma posta de pescada demagógica? Drible, não é?
Pacheco explicou-nos que os republicanos da I República mostraram de si próprios o melhor… durante a II República! Os tipos que não deram conta do recado enquanto detiveram o poder aí estavam eles na II República a dar lições a quem equilibrou as finanças, a quem repôs a legalidade e a ordem, a quem salvou Portugal das ameaças comunista e fascista espanholas e da guerra ajudando os Aliados, a quem liquidou o analfabetismo nas novas gerações, a quem fez os planos de fomento que conduziram Portugal a taxas de crescimento de 8% de média na década de 60 (tendo ultrapassado os 10%), enfim, a quem arrumou a casa! Brilhante análise «histórica»! Como é que se chama em futebolês a um tipo que não pesca nada do que diz? Que funciona só com um neurónio e é lá quando funciona, não é?
(Lobo Xavier subscreve tudo o que disse o Rosas e o Pacheco)


SE A ASSUNÇÃO CRISTAS APRENDESSE MAIS UMAS COISAS,
TALVEZ FOSSE AO LUGAR
Afonso Perdigão
A Assunção Cristas fez sem dúvida o melhor discurso das comemorações na AR. Contudo há umas observações a fazer-lhe.
A primeira é ter reclamado um «mundo multicultural». Se conhece o sentido do que disse, saiu asneira. Se não conhece, também. Nós devemos reclamar é a evangelização do mundo e não o relativismo cultural.
A segunda é ter reclamado «um Portugal onde todos possam ser tudo». Se conhece o sentido do que disse, saiu asneira. Se não conhece, também. Rousseau subscreveria completamente esta tirada igualitarista e utópica.
A terceira é sobre a sua pouca discrição. D. Francisco Manuel de Melo fazia-lhe bem.


domingo, 10 de outubro de 2010

terça-feira, 5 de outubro de 2010

terça-feira, 28 de setembro de 2010

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

«De Homem para Homem» (???)

R. Silva

No seu programa «De Homem para Homem» (???) (TVI 24, 18.9.2010), apresentado pelo «Homem» Goucha, mais uma vez levámos com a cassete do «inocente» «Homem» Cruz, a debitar a sua habitual demagogia e mentiras, a desmentir o Tribunal, a fazer a lavagem dos criminosos. Mais uma vez os juízes foram indecentemente atacados sem poderem vir a público defender-se.
Desta vez o «Homem» Cruz teve a lata de insultar as pessoas, dizendo que, se não acreditam na sua inocência, é por «deficiência intelectual». Deficiência intelectual tens tu, ó ..., mais concretamente localizada no hipotálamo!
E o «Homem» Goucha, que lá foi ao longo do programa ajudando o «Homem» Cruz na lavagem, teve o cuidado de nos dar o esclarecimento capital: «A homossexualidade não tem nada a ver com pedofilia.»

Pois pode não ter. Só que alguns «homens» acumulam.


Goucha vítima de assédio sexual pela Cicciolina.

Carlos Cruz: só as bem educadas


Por que é que o Carlos Cruz não gosta de nevoeiro?
R: Porque não se vê puto...


Para Carlos Cruz, 7 anos é o ideal.


O que disse Carlos Cruz quando soube da sentença?
- Não percebo. Pode trocar isso por miúdos?

(Ilustração da blogosfera)
 
 
 
 

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Casa Pia: a neutralidade do candidato a estadista Passos Coelho

Heduíno Gomes

O que Passos Coelho tinha a dizer sobre a pedofilia: devia haver «um desfecho mais expedito».
O candidato a estadista esquece-se de defender os tribunais, atacados pelos pedófilos e seus defensores.
O candidato a estadista esquece-se de defender a moral. A «neutralidade» não faz inimigos -- pensa ele... Engana-se.


Qual delas é a Gertrudes de Elvas?




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segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Notas ao Prós e Contras de 6.9.2010 sobre o processo Casa Pia

Heduíno Gomes

A grande jornalista Fátima, que ainda não aprendeu que um intervalo de tempo não é necessariamente um interregno, destacou-se assim.
A dar achegas a ajudar o Daniel Oliveira, por sua vez a atacar a Justiça.
A interromper sistematicamente o juiz Rui Rangel, que defendia a Justiça.
A juntar-se com intimidade ao colega de tribo Cruz, tratando-o por tu – tudo malta de Hollywood.
A invocar a «responsabilidade social» (???!!!) do Cruz.
A referir-se a Soares Louro como um «grande casapiano» (???!!!).

O grande «marxista»-subjectivista Daniel Oliveira, que, como de costume, alinhou pela defesa da bandalheira, destacou-se assim.
Dúvidas, dúvidas, dúvidas, sobre a culpabilidade dos réus, como se o tribunal não dispusesse de provas. Subjectivismo a mais para quem continua a chafurdar no «marxismo»...
Chamou «abutres» às pessoas que exigem o castigo dos criminosos pedófilos e invertidos, isto é, às pessoas que exigem justiça.
Explica o envolvimento do inocente Cruz por ter de haver alguém conhecido na tramóia – eis a razão escondida do envolvimento do actor melhor que apresentador...
Defende o Pedroso, pretendendo que a acusação apenas visava decapitar o PS.

O grande jurista Marinho Pinto, bastonário particular dos advogados das causas do PS e dos criminosos condenados por pedofilia, destacou-se assim.
Defendeu o Ritto!!! Grande lata!!!
Lançou poeira sobre os factos e o direito para nada se poder concluir.
Colocou palavras na boca do juiz Rui Rangel para o poder atacar.
Invocou a falha no juízo de algum caso raro para poder generalizar a todos os juízos.
Definiu o papel do advogado como a «defesa intransigente dos interesses do acusado». Dos interesses sobre a verdade...
E, numa tentativa de impor a sua voz de terrorista verbal e atemorizar os opositores, neste caso o juiz Rangel, fez a javardice do costume, aos berros, o que não resultou.

O grande jornalista José Manuel Fernandes, que, enquanto director do jornal Público, deu cobertura ao lóbi dos invertidos, pisca agora o olho à direita e a leva como parvinha, destacou-se assim.
«Não consigo dizer se a condenação é justa ou injusta». Mas que mal informado andava e anda este ex-director de jornal diário! Alguém acredita?


Opiniões de José António Saraiva
«O último Prós e Contras foi sobre a sentença do caso Casa Pia – e alguns dos defeitos do programa vieram ao de cima.
«As escolhas de Marinho Pinto, bastonário dos advogados, e de Rui Rangel, juiz, foram razoáveis; mas o mesmo não pode dizer-se dos convites a José Manuel Fernandes e Daniel Oliveira. O que fizeram ou escreveram eles de muito relevante sobre o caso para estarem ali? Aliás, os seus depoimentos mostraram isso: não tinham nada de original ou interessante para dizer.
«Também a presença de Adelino Granja era dispensável, sabendo-se ser uma pessoa confusa, pouco afirmativa – estando a léguas de outro casapiano ofendido: Pedro Namora.
«Intencionalmente ou não, a escolha dos convidados acabou, pois, por dar alguma vantagem aos arguidos.»
José António Saraiva, O Sol, 10 de Setembro de 2010

«Percebeu-se que, naquele debate, o que importava para Marinho era defender Carlos Cruz, Jorge Ritto e os mais condenados, sendo para ele totalmente irrelevante o facto de haver ou não haver vítimas e o que foi feito delas.»
Idem

«E com Daniel Oliveira passa-se aproximadamente o mesmo.
«Na segunda-feira insurgia-se contra a condenação prévia dos arguidos pela comunicação social – mas não me lembro que tenha tomado idêntica posição nos casos BCP, BPN ou BPP. Bem pelo contrário.
«E além disso cometeu erros históricos.
«A direcção do PS não foi decapitada, como afirmou: Ferro Rodrigues demitiu-se da liderança do partido na sequência, não das notícias sobre a Casa Pia, mas da decisão de Jorge Sampaio de dar posse a Santana Lopes como primeiro-ministro.
«Foi no dia em que Sampaio divulgou essa decisão – e como protesto contra ela -- que Ferro renunciou ao cargo.
«Porque queria que houvesse eleições legislativas imediatas, sob o risco de Sócrates o destronar internamente.»
Ibidem



domingo, 12 de setembro de 2010

Cristóvão Colombo português

Noticiamos aqui as três próximas actividades da Associação Cristóvão Colon.

Dia 09 de Outubro - Palestra em Portimão: Provas da mentira do «Colombo italiano» 
Dia 11 de Outubro - Palestra em Lisboa: A Esposa de Colombo – Comendadora de Santiago
Dia 30 de Outubro - Inauguração do Centro Cristóvão Colon, em Cuba, Baixo-Alentejo, sua terra natal
[ Para ler, clicar nas imagens ]




11 de Outubro de 2010, 17:30
Conferência do Sr. Manuel da Silva Rosa, promovida pela Secção de História da Sociedade de Geografia de Lisboa e subordinada ao tema:
“A Esposa de Colombo – Comendadora de Santiago”
Introdução a cargo do Dr. Rui Pinto, Presidente da Secção de História.
Esta Sessão realiza-se no Anfiteatro da Sociedade de Geografia de Lisboa.

Pérolas dos nossos políticos e dos nossos intelectuais (5)
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Cavaco bem educado

Heduíno Gomes

Na sua visita eleitoral a Ponte de Lima (11 de Setembro), interpelado por jornalistas, Cavaco disse que é «pessoa bem educada».
Que dirá ele da «boa educação» de um tal homónimo que foi Presidente do PSD?
É que esse homónimo, nas reuniões do Conselho Nacional do PPD, estava sempre na conversa com os parceiros do lado, sem ligar patavina ao que os conselheiros diziam nas suas intervenções. Além do grande respeito que demonstrava pela sua própria função, mas que grande educação! Por acaso, conhecendo esta sua atitude «bem educada»,  lixei-o bem. Numa reunião do Conselho Nacional, dirigi-me directa e longamente à sua augusta pessoa, apontando-lhe o dedo, obrigando-o a ouvir as boas que tinha para lhe dizer, enquanto aqueles a quem faltava a coragem para lhas dizerem, gostando do que ouviam, me iam piscando o olho em sinal de apoio -- nas filas da frente, num ângulo donde o chefe não os via, obviamente.
Também esse mesmo homónimo «bem educado», em 1985, recentemente eleito na Figueira da Foz, onde apenas se deslocou para fazer a rodagem do carro, foi a uma festarola da Secção A de Lisboa, em Benfica, dar prova da sua «esmerada educação». Enquanto um cantor profissional cujo nome não recordo na totalidade cantava as suas canções à borla, o homónimo «bem educado», na primeira fila de uma pequenina sala, põe-se na conversa com outro tipo «bem educado», o Júdice, então Presidente da Distrital, sem prestar qualquer atenção a quem estava ali a dar uma borla, e ainda por cima fazendo barulho, a perturbar a concentração do cantor e a audição das pessoas que pretendiam ouvir. Aí também o «bem educado» (os dois «bem educados») se lixou. O cantor interrompeu a sua canção e passou-lhes um raspanete de boa educação. Os tipos calaram-se e a música continuou.
Quem não os conhece...


À esquerda, o original, da Fonte de Boliqueime, «pessoa bem educada».
À direita, o homónimo, do Poço de Boliqueime. Não confundir!



terça-feira, 7 de setembro de 2010

O que continham os contentores para a faixa de Gaza?

Vejam o que continham os contentores de "ajuda humanitária" à faixa de Gaza.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Comunicado do Conselho Superior da Magistratura
sobre o processo Casa Pia

[Clique nas imagens para obter uma versão mais legível]

Para aceder ao documento original clique aqui

A contribuição da indígena Maria Filomena Mónica
para a salvação da Pátria

Heduíno Gomes

Plano Inclinado, SIC Notícias, 28 de Agosto de 2010. Indígena convidada (como diria o seu amigo Vasco Pulido Valente): Maria Filomena Mónica.
Contribuição da crânio para o esclarecimento público: pela positiva, zero; pela negativa, foi óptima através da refutação por Medina Carreira dos disparates que largou.
Eis a questão central da sua participação: para este crânio, a chave do problema nacional estaria na mudança da lei eleitoral. Com uns deputados eleitos de outra maneira, verdadeiramente democrática, lá como ela sabe, tudo ficaria resolvido! Genial! E simples!
Ela repetiu obsessivamente esta sua ideia, que deve imaginar tombada de uma inspiração superior, daquelas que só cintilam quando estamos na banheira. Ou então ouviu-a numa sessão da sua tertúlia intelectual.
Ela acredita piamente no sistema democrático – aparentemente de um modo determinista desde que receba as devidas transformações da lei eleitoral – para gerar uma direcção política competente. Ela não percebe que, independentemente do sistema eleitoral dever de facto ser alterado – e deve –, isso em nada garante a resolução do problema. Ela não percebe que a resolução do problema reside essencialmente na existência de uma elite política disposta a entregar-se ao bem comum, organizar-se para tal e, através da acção perseverante, conseguir afastar do poder a rasteira classe política actual (havendo hoje no activo, naturalmente, alguns políticos sérios e competentes com quem Portugal poderia e deveria contar).
Afinal a sociologo-historiadora não consegue interpretar a história!
Mas a intelectual anglo-indígena não se ficou por aqui.


Diz ela em abono desta III República e em crítica ao Estado Novo: «Durante 40 anos, o Francisco Balsemão não poderia fazer o que faz agora.» Pois não, não podia fazer os seus Big Show SIC, mostrar as coelhinhas, vender pornografia, deseducar a juventude, etc.
Afinal a sociologo-historiadora não consegue distinguir liberdade de liberalidade!
Diz ela como prova do terror do Estado Novo: «Eu fui incomodada pela PIDE». Ai sim?! Imagine-se o incómodo causado à heroína! Deve ter sido por andar já então a recolher material para as suas futuras, edificantes e «catárticas» (no seu dizer) memórias.*
Afinal a sociologo-historiadora não consegue compreender a função da PIDE no contexto histórico do decénio de 30 e seguintes e que esta polícia se estava nas tintas para meninas do seu género!
Diz ela, armada em conhecedora de economia, que o Estado Novo fez a maldade do condicionamento industrial: lá teve Medina Carreira de lhe explicar que, no contexto da economia portuguesa da época, o condicionamento industrial estava correcto.
Afinal a sociologo-historiadora não consegue compreender a história económica de Portugal!
Diz ela, dando de barato que Salazar era sério, para a seguir atacá-lo: «No Estado Novo havia um homem que não roubava, que era Salazar.» Um? Ela saberá contar? Ela que pegue na lista dos ministros de Salazar, que conte os ladrões e que calcule a percentagem deles.
Afinal a sociologo-historiadora também não conhece o clima moral no Estado Novo para poder escrever história!
E tem a mania que sabe coisas!
Medina Carreira deu bem conta dela.
Para mim não foi novidade nenhuma o valor intelectual que exibiu. Em 1985 tive a tarefa de ler a tese de doutoramento desta anarco-liberal, versando educação. Além de verificar as modernices da autora e os seus conceitos pedagógicos «progressistas», verifiquei ainda que a sua tese de doutoramento não é uma tese mas uma antítese pois prova precisamente o contrário do que pretende provar sobre o posicionamento do Estado Novo em relação à alfabetização. A então doutoranda arreia no Estado Novo por ser supostamente obscurantista, enquanto vai fornecendo estatísticas da educação que documentam precisamente o grande progresso de alfabetização levado a cabo pelo Estado Novo. Genial! Maria Filomena Mónica é um crânio!
Já sabíamos: esquerda caviar, queque e decadente tem destas coisas.
Comenta-se com tristeza o nível dos nossos políticos dominates no sistema. A eles podemos juntar os nossos intelectuais dominates no mesmo sistema. Para sair do buraco, Portugal precisa de uma elite política mas também de uma elite intelectual.
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*  VER geracao-rasca.blogspot.com/2006_01_01_archive.html (Lady Mónica na cidade do castelo)




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domingo, 5 de setembro de 2010

Deve uma democracia aceitar sociedades secretas?

João José Brandão Ferreira
Durante o período histórico português conhecido como “Estado Novo” (1933-1974), vigorou uma disposição que obrigava todos aqueles que se candidatavam a trabalhar para o Estado, a assinarem uma declaração em que afirmavam, por sua honra, em como repudiavam o comunismo e todas as ideias subversivas. Este decreto visava objectivamente o Partido Comunista Português (PCP). Eu próprio a assinei, quando concorri à Academia Militar – presumo que Vasco Gonçalves e muitos outros, também o terão feito...
Esta exigência foi muito criticada antes e depois do 25 de Abril.
Não cremos que estas críticas tenham razão de ser. Antes de alguns dos leitores começarem já aos pulos e a vociferar, permitam que lhes diga porquê.
É simples: o PCP defendia uma doutrina totalitária, internacionalista, auto exclusiva e fundamentalista, que recebia directivas, quando não ordens, do Partido Comunista da União Soviética, seguindo também as orientações das internacionais comunistas. Numa palavra não era um partido livre nem nacional, mas apenas uma correia de transmissão de terceiros. Ora os órgãos do Estado – de qualquer Estado – devem ser eminentemente nacionais, neste caso, portugueses, pois é suposto representarem a nação politicamente organizada.

O casal Rosenberg, elementos secretos do Partido Comunista dos Estados Unidos,
passaram aos soviéticos importante informação sobre a construção da bomba atómica.
Facto negado por comunistas de todo o mundo, veio a ser confirmado
quando da abertura dos arquivos do KGB.
Desta forma, trazer um elemento comunista para um órgão do Estado resultava, de imediato, num conflito de lealdades e numa desconfiança permanente. Isto afigura-se límpido e razoável. Outra coisa não faria sentido.
Aliàs, práticas semelhantes existem desde o inicio da nacionalidade,começando no juramento de lealdade aos monarcas,aclamados em Cortes – ou, até, em cerimónias especificas, como foi o caso do compromisso de obediencia, por parte da nobreza a D.João II. A partir de 1818, estas práticas ganharam um cariz mais idelógico, com o Alvará de 30 de Março daquele ano, que proibiu as sociedades secretas ( visando a Maçonaria), consequencia da revolta de Pernambuco e da conspiração de Gomes Freire,em Lisboa, ambas em 1817.
Seguiram-se as perseguições entre Absolutistas e Liberais até que, com a implantação da República, o novo regime passou a exigir aos servidores do Estado, provas inequivocas de adesão ao ideal republicano,que incluía uma declaração, nesse sentido, do presidente da junta de freguesia, respectivo.
Durante o “Estado Novo” o problema das “Sociedades Secretas” deixou de se colocar, pois foram ilegalizadas pela lei 1921, de 21 de Maio de 1935, o que não quer dizer que tivessem desaparecido. Aliàs, parece ilógico extinguir uma “organização”que não tinha existencia legal...
Sabe-se, por outro lado, que a melhor forma de combater algo é usando os próprios meios, doutrina e organização, do que se combate.
Por isso, é que não se deve lutar contra a guerrilha com armas nucleares, nem o terrorismo, com aviões de caça…
Foi esta ideia que levou, por exemplo, o senhor D. Miguel e seus partidários, já no exílio a tentarem formar uma sociedade secreta (Ordem de S. Miguel da Ala), que pudesse combater, nos mesmos moldes as forças que, na verdade, derrotaram o Absolutismo, atacaram a Igreja e, mais tarde acabaram com o Trono.
Mas como, para certas pessoas e doutrinas, os fins não justificam todos os meios, aquela organização “miguelista”, não chegou a tomar forma e foi dissolvida, já que, reclamando-se cristã e católica, decidiu obedecer ao Papa que condenara a existência de sociedades secretas…
Partindo do princípio (que está por provar) de que vivemos, em Portugal, numa “democracia”, onde tudo deve ser transparente (tirando, obviamente, as matérias que devem ser classificadas), onde as regras e as leis deverão ser conhecidas e comuns a todos, e onde deve haver clareza no exercicio do Poder, como se pode admitir a existência legal de organizações, de que não se conhecem os “sócios”, os fins, a doutrina, a organização e o que fazem?.
Como se pode admitir a influência na sociedade - e alguma há-de haver senão não se justifica a existência – de quem não foi eleito, nem a quem foi outorgada qualquer autoridade, por quem de direito?
E sendo as coisas assim, como não exigir um documento a quem vá trabalhar para o Estado, nos moldes daquele exigido para as ideias comunistas e subversivas, no passado recente? É que o conflito de lealdades é notório e imediato. E tal não se faz notar apenas no campo político, passa pelos negócios, pelo emprego e até pela justiça. Se um juiz, por ex., topar com um correligionário de “clube”, vai julgá-lo segundo as leis vigentes ou segundo a “fraternidade” de grupo?
Existe, porém, um estádio ainda mais grave para o que estamos a querer alertar: é quando políticos proeminentes ou membros de órgãos de soberania, participam em reuniões internacionais de alto gabarito e pesadamente vigiadas (com os nossos impostos) e de que ninguém sabe a agenda, os objectivos, ou as intenções. Nunca vão oficialmente nem em representação de ninguém. E ninguém os votou, sendo elegíveis sabe-se lá porque razão ou regras. E já repararam que nenhuma das organizações a que me refiro, tem qualquer pendencia ou ligação à ONU onde, supostamente, se devem discutir os progectos para a Humanidade e dirrimir os contenciosos internacionais?
Ou seja,se isto não for travado, teremos que “Estado” e “Sociedades Secretas”, serão uma e a mesma coisa.
Como é fácil de perceber nada disto tem a ver com “Democracia” – a Democracia é, aliás, capa para tudo isto. Nem tudo o que luz é ouro. Fica aqui o aviso. E se alguma coisa de mais ou menos grave me vier a acontecer, um dia, já têm pistas onde procurar...
Portugal está ameaçado de morte. Muito mais até, do que quando o Conde Duque Olivares ditava leis em Madrid. Podem crer.

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Dec.lei 27003,de 14/09/1936. O texto completo do paragrafo era o seguinte: “Declaro por minha honra que estou integrado na ordem social estabelecida pela Constituição de 1933,com activo repúdio do comunismo e de todas as ideias subversivas”
O mesmo sucedia,por ex., com o acesso a documentação NATO, classificada.
O Rei D. João VI, foi surpreendido com a existencia de uma loja maçónica, na própria Corte, que mandou extinguir de imediato alegando “que conspiravam contra o seu governo”. O que era verdade...




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