terça-feira, 26 de maio de 2015
A crise da Igreja na Alemanha
Apesar da Conferência Episcopal Alemã ter virado contra a doutrina cristã, existem naturalmente bispos que se mantém fiéis. Seis destes acabam de se manifestar.
Ver pormenores no link:
http://infocatolica.com/?t=noticia&cod=24047
segunda-feira, 25 de maio de 2015
O efeito Bergoglio
É meia hora de discurso. Vale a pena.
https://www.youtube.com/watch?
Excelente palestra do P.e Linus Clovis (da Arquidiocese de Castries, Ilha de Santa Lúcia, Caribe) num seminário de líderes do Movimento Pró-Vida em Roma, em 8 de Maio de 2015.
domingo, 24 de maio de 2015
De televisão da Igreja Católica
a televisão da Carbonária
Helena Matos em Blasfémias
[Ver a nossa achega final]
Via Corta
fitas cheguei a
este video do telejornal da TVI apresentado
do Museu dos Coches. A
finalizar o dito bloco informativo José Alberto Carvalho mostrou o landau onde
viajava D. Carlos no dia do regicídio. Aí começa uma singular peça jornalística
de apologia do assassínio em nome da República.
Para começar o
dia do regicídio é definido como «uma data considerada funesta
para os monárquicos». Já de si é estranho que se
restrinja a condenação do assassínio de um chefe de Estado e de um dos seus
filhos (já agora o dito chefe de Estado era bem mais tolerante e democrático do
que aqueles que lhe sucederam nessas mesmas funções) apenas àqueles que apoiam
esse tipo de regime, logo se se mata um rei isso perturba os monárquicos, se se
mata um PR isso perturba os republicanos, se se mata um católico o crime é
condenado pelos católicos…
Mas o mais extraordinário veio depois. José Alberto
Carvalho começa a ler a carta-testamento do Buíça «Meus filhos ficam pobrissimos; não tenho nada que lhes
legar senão o meu nome e o respeito e compaixão pelos que soffrem. Peço que os
eduquem nos principios da liberdade, egualdade e fraternidade que eu commungo e
por causa dos quaes ficarão, porventura, em breve, orphãos» para de seguida afirmar exclamativo e
consternado: «Dois
dias antes Manuel Buíça antevia o que lhe podia acontecer» (Coisa extraordinária
esta e de uma clarividência única: uma pessoa prepara-se para matar outra que
por sinal até é chefe de Estado e supor que não sobrevive a tal intento é uma
antevisão profética! Experimente o Zé Alberto armar-se em Buíça por exemplo ao pé
de presidentes progressistas como Hollande ou Obama isto para já não
falar de Putin e provavelmente só lhe resta apresentar o telejornal para
os anjinhos.)
Mas o pior estava para chegar. Em modo televisão Carbonária José Alberto Carvalho
conclui «E ainda hoje
curiosamente mais de um século depois estes princípios republicanos ou de
humanidade são ainda objecto de debate. O que queremos e o que estamos
dispostos a fazer pelos nossos jovens é o tema
de um debate na TVI 24 (…) Está sempre tudo por dizer em relação ao sonho
e à mudança.»
A avaliar por esta peça da TVI o que podemos fazer pelos
nossos jovens é ensiná-los a fazer bombas para em nome dos princípios de
humanidade matarem aqueles que os progressistas identificam como maus. E depois
poeticamente concluímos «Está
sempre tudo por dizer em relação ao sonho e à mudança.»
A NOSSA ACHEGA FINAL
Desde já, os meus cumprimentos à autora de mais este excelente artigo, autora que aqui reproduzimos frequentemente dado que é daquelas pessoas que diz as coisas para que se entendam...
Em relação a este artigo, uma pequena correcção. Apenas no título. E só na primeira metade do título. De facto, «De televisão da Igreja Católica a televisão da Carbonária» encerra um erro na primeira metade porque a TVI nunca foi da Igreja Católica. Explico.
Eu fui daqueles crédulos que entraram com algum para a Igreja Católica ter uma voz na cultura e na informação. Concretamente, foram 102 mil escudos (número não redondo por razões aritméticas minhas...).
Quando soube que era esse Roberto Carneiro a dirigir a TVI, fiquei de pé atrás, pois já o topava das guerras do ensino. Chegado o dia da primeira emissão, estava atento.
O que vi eu logo no início da primeira emissão da televisão dita católica? Vi o kamarada Carlos Alberto Moniz (entretanto tendo vendido o passe à maçonaria, pois o PCP já não rendia), com outros kamaradas convidados, da área do entretenimento infantil, a «catequizar» a miudagem.
O que vi eu de significativo numa posterior emissão da televisão dita católica? Vi Júlio Isidro a promover os invertidos, entrevistando um deles, com aquele catálogo de «direitos» que hoje se tornou banal invocar mas em que a TVI, televisão dita católica, se tornava precursora.
O que vi mais na televisão dita católica? Vi a apresentação de filmes ironicamente designados por uma pessoa minha amiga como «semi-pornográficos».
O que vi eu no telejornal da RTP ou SIC? Vi, no aeroporto, Roberto Carneiro, presidente da TVI, à chegada a Lisboa, questionado por uma repórter sobre a adequação de tais «filmes ousados» a uma televisão católica, dando uma resposta sábia (como sempre), confessando-se assim publicamente: –– «Mas a TVI não é uma televisão seminarista!». Gostei!
Meus belos 102 contos! Tanto jeito me davam hoje!
A NOSSA ACHEGA FINAL
Desde já, os meus cumprimentos à autora de mais este excelente artigo, autora que aqui reproduzimos frequentemente dado que é daquelas pessoas que diz as coisas para que se entendam...
Em relação a este artigo, uma pequena correcção. Apenas no título. E só na primeira metade do título. De facto, «De televisão da Igreja Católica a televisão da Carbonária» encerra um erro na primeira metade porque a TVI nunca foi da Igreja Católica. Explico.
Eu fui daqueles crédulos que entraram com algum para a Igreja Católica ter uma voz na cultura e na informação. Concretamente, foram 102 mil escudos (número não redondo por razões aritméticas minhas...).
Quando soube que era esse Roberto Carneiro a dirigir a TVI, fiquei de pé atrás, pois já o topava das guerras do ensino. Chegado o dia da primeira emissão, estava atento.
O que vi eu logo no início da primeira emissão da televisão dita católica? Vi o kamarada Carlos Alberto Moniz (entretanto tendo vendido o passe à maçonaria, pois o PCP já não rendia), com outros kamaradas convidados, da área do entretenimento infantil, a «catequizar» a miudagem.
O que vi eu de significativo numa posterior emissão da televisão dita católica? Vi Júlio Isidro a promover os invertidos, entrevistando um deles, com aquele catálogo de «direitos» que hoje se tornou banal invocar mas em que a TVI, televisão dita católica, se tornava precursora.
O que vi mais na televisão dita católica? Vi a apresentação de filmes ironicamente designados por uma pessoa minha amiga como «semi-pornográficos».
O que vi eu no telejornal da RTP ou SIC? Vi, no aeroporto, Roberto Carneiro, presidente da TVI, à chegada a Lisboa, questionado por uma repórter sobre a adequação de tais «filmes ousados» a uma televisão católica, dando uma resposta sábia (como sempre), confessando-se assim publicamente: –– «Mas a TVI não é uma televisão seminarista!». Gostei!
Meus belos 102 contos! Tanto jeito me davam hoje!
terça-feira, 19 de maio de 2015
sexta-feira, 15 de maio de 2015
Crime contra a Língua Pátria
quinta-feira, 14 de maio de 2015
Fiéis suplicam a Bergoglio
para que intervenha com clareza
no próximo Sínodo
COMENTÁRIO DA NOSSA
REDACÇÃO:
É o mesmo que pedir ao
incendiário para apagar o fogo...
Mas está certo pedir
formalmente
para clarificar
responsabilidades!
Gregorio Vivanco Lopes
Tendo em vista a convocação feita pelo Papa Francisco de um Sínodo sobre a família, para Outubro próximo, a Santa Sé elaborou um questionário-sondagem, intitulado Lineamenta, para conhecer a opinião dos fiéis a respeito de problemas referentes ao tema e enviou-o aos bispos do mundo todo para que colhessem sugestões.
Uma reunião sinodal prévia já foi realizada no Vaticano em 2014, provocando as maiores controvérsias entre aqueles bispos que desejavam manter a doutrina da Igreja, tal qual ela foi ensinada por Nosso Senhor Jesus Cristo, e os que, pelo contrário, em nome de uma pastoral «actualizada», desejavam facilitar a comunhão para casais vivendo em adultério e tinham opinião favorável ao acolhimento dos que se entregam a práticas homossexuais.
O Centro Cultural Catolico Fe y Razón, associação privada de fieis com sede em Montevideo (Uruguai), elaborou uma resposta às questões levantadas pela Santa Sé, e publicou-a na sua revista online Fe y Razón.(1)
Dessa resposta, extraímos alguns pontos que nos pareceram especialmente convincentes para ajudar o leitor a dar-se conta dos graves problemas que se levantam em face do próximo Sínodo.
«A mudança fundamental que se faz necessária hoje na Igreja Católica nesta matéria [família] é um ajuste total da prática à doutrina. Ora, só pode haver esse ajuste se os fiéis católicos conhecerem a doutrina católica e nela crerem. Mas, como a conhecerão e crerão, se ela é tão pouco ensinada, ao menos em alguns dos seus aspectos fundamentais? Nisto os pastores têm uma grande responsabilidade».
É preciso «denunciar o pecado com uma linguagem clara e com um forte apelo à conversão».
«A principal causa da crise da família cristã é a crise da fé».
Há uma «frequente infidelidade à doutrina católica sobre o matrimónio na catequese e na pastoral. Este facto inscreve-se dentro da crise do pós-concílio».
«Durante essa crise, que persiste até hoje, floresceram e desenvolveram-se dentro da Igreja muitos erros, heresias e abusos, que afectaram todos os aspectos da vida cristã (doutrina, moral, culto etc.).»
«Certamente os erros mais ruidosos são aqueles referentes a questões de moral sexual ou matrimonial (aceitação da anticoncepção, o aborto, a homossexualidade activa, o novo ‘casamento’ dos divorciados etc.), mas na realidade eles derivam de erros doutrinários mais básicos e mais graves.»
«A ideologia de ‘género’, vinculada ao feminismo radical e a uma espécie de neomarxismo, transfere a dialética da luta de classes para dentro da família.»
Com referência ao matrimónio e à família «conviria que o próximo Sínodo os apresente de modo mais abrangente (incluindo entre outras coisas uma rejeição explicita dos pecados contra a castidade) e que aprofunde a reflexão sobre como promover mais e melhor a castidade dos fiéis cristãos em todas as etapas da sua vida, e portanto também a virgindade das pessoas solteiras.»
«Conferências episcopais inteiras, cardeais, bispos e sacerdotes saem publicamente a contestar partes fundamentais da doutrina católica, sem que se saiba de nenhuma consequência ao nível disciplinar ou canónico.»
Em face dessa situação de grave confusão, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, juntamente com diversas outras associações de diferentes partes do mundo, está recolhendo assinaturas para uma filial súplica ao Papa Francisco, no sentido de que, no próximo Sínodo, ele intervenha com clareza em defesa da doutrina católica em matéria de família.(2)
_______________
Notas:
(1) http://www.revistafeyrazon.
(2) http://www.filialsuplica.
quarta-feira, 13 de maio de 2015
Bergoglio na onda maçónica
do alarmismo ambientalista
Conferência do
Vaticano apoia políticas de aborto
Está explicada a questão dos coelhos...
Uma conferência do Vaticano para promover a próxima encíclica do Papa Francisco sobre o meio ambiente colocou os holofotes nos defensores do aborto.
Ban e Sachs, secretário-geral da ONU Ban Ki-moon, e Jeffrey Sachs, director do Instituto Terra na Universidade de Colúmbia, reuniram-se com o Papa e seus assessores na semana passada.
Ban Ki-moon é defensor do aborto na ONU, chegando ao ponto de promovê-lo em áreas de conflito em que o aborto é ilegal. Sachs é outro abortista.
Ban Ki-moon fez propaganda da «encíclica» de Bergoglio que será lançada em Junho. Ele exortou os líderes religiosos a fazerem mais para assegurar o sucesso para uma muito antecipada conferência da ONU sobre mudança climática em Dezembro — um processo que não conseguiu chegar a um acordo até agora.
O secretário-geral da ONU e Jeffrey Sachs, da Universidade de Colúmbia, passaram boa parte da década passada opondo-se à Igreja Católica e promovendo o aborto e o controle populacional em todo o mundo. Contudo, agora são festejados no Vaticano por Bergoglio e seus principais assessores porque eles também defendem um dos maiores embustes políticos de todos os tempos, a tão chamada «mudança climática.»
(Texto resumido do Centro para a Família em https://c-fam.org/friday_
Notas sobre o chamado «Acordo Ortográfico»
1 – Revisão ou não revisão da grafia não é uma questão de princípio. As coisas que porventura estejam mal devem ser corrigidas (este é que é um princípio geral de um ser racional).
2 – MAS, ao fazer-se uma correcção ou revisão, esta deve respeitar certos aspectos, como a etimologia. Não provocar o caos.
3 – E essa revisão só pode ser feita por gente competente e séria. Não por idiotas ou políticos populistas, ou neófilos, ou relativistas, ou multiculturalistas, ou «novos pedagogos», ou mercenários ao serviço da indústria do livro ou de países terceiros. Este tipo de pessoas só poderia produzir um aborto linguístico e político.
4 – A língua portuguesa é portuguesa. Dizer que é de todos é uma grande treta relativista, multiculturalista e internacionalista. Se outros quiserem escrever ou falar arremedos do português, fazem favor, ninguém os pode impedir, apenas aconselhá-los... Não devemos permitir que o relativismo, o multiculturalismo e o internacionalismo destruam o nosso património cultural e a nossa identidade.
5 – Uma revisão não tem de ser feita por acordo do Estado português com outros estados. Compete ao Estado português defender o que é nosso, a nossa identidade, a nossa cultura, sem abdicar de nada. Se outros quiserem dar pontapés na gramática, que dêem. A barbárie linguística é problema deles.
quinta-feira, 7 de maio de 2015
sábado, 2 de maio de 2015
Além Guadiana: cultura portuguesa em Olivença
A associação oliventina Além Guadiana está a desenvolver em Olivença um extraordinário trabalho de promoção da cultura e da língua portuguesas. Este trabalho não é, obviamente, bem visto por Madrid.
A associação promove cursos de português para crianças, noites de fado e outros saraus musicais, colóquios, etc.
Veja aqui uma reportagem da TV da Extremadura espanhola sobre essas actividades:
https://www.youtube.com/watch?
sexta-feira, 1 de maio de 2015
Greve dos pilotos da TAP
Luís Nobre
No dia 1 de Maio começará a greve mais censurável dos últimos 40 anos.
Os privilegiados usam de um direito dos trabalhadores para exigirem serem patrões.
Uma casta, a dos pilotos, uma verdadeira casta onde a forma mais normal de entrada é a cunha.
Quantos deles estão na TAP apenas porque os papás lá trabalharam?
Enfim, esta será a sua última greve.
Aproveitem-na bem e sejam felizes, pois com ela privatizada nem irão piar.
Falta pouco, ainda bem.
domingo, 26 de abril de 2015
Eanes, o seu Conselho da Revolução
e a causa nacional de Olivença
Heduíno Gomes
Eanes e o seu Conselho da
Revolução traíram a causa nacional de Olivença ao permitirem que a Espanha
entrasse para a NATO, em Maio de 1982, sem previamente devolver a Portugal o
seu território de Olivença.
Portugal, na NATO, como seu
membro fundador, tinha direito de veto. Foi uma oportunidade de ouro perdida
pelos DDT (donos disto tudo) entre 1974 e Setembro de 1982, data da extinção do
CR.
O «grande estratega» de salão
Loureiro dos Santos, com culpas no cartório, arranja uma versão surrealista
para «a grande oportunidade» de Portugal reaver Olivença. Calcule-se que, para
este «estratega», a grande oportunidade teria acontecido se os americanos, em
vez de terem desembarcado na Normandia, tivessem desembarcado em Portugal... como
se não houvesse Pirenéus! (Declaração
proferida na apresentação de um livro de Paula Fitas sobre Olivença, no
Ministério dos Negócios Estrangeiros, em 28 de Fevereiro de 2008.)
![]() |
| O grande logro chamado Eanes. |
![]() |
| O que festejam eles? |
sábado, 25 de abril de 2015
Petição entrega de Olivença a Portugal
PETIÇÃO
Petição
usando a internet.
O
nome e o número do Bilhete de identidade ou Cartão de cidadão são obrigatórios.
Só
podem assinar esta petição cidadãos Portugueses.
São
necessários 4 000 assinaturas válidas.
Petição
ao Governo da Republica Portuguesa.
Em
particular, «ao Senhor Primeiro-Ministro e ao Senhor Ministro dos Negócios
Estrangeiros».
Objecto
da petição: entrega de Olivença a Portugal.
Esta
petição tem como base o artigo 5 da Constituição da República Portuguesa no seu
n.º 3, – preceitua – «O Estado não aliena qualquer parte do território
português ou dos direitos de soberania que sobre ele exerce, sem prejuízo da
rectificação de fronteiras.»
Esta
petição respeita o que está disposto na Lei n.º 43/90 de 10 de Agosto –
Exercício do Direito de Petição, com as alterações introduzidas pela Lei n.º
6/93, de 1 de Março e Lei n.º 15/2003, de 4 de Junho e Lei n.º 45/2007, de 24
de Agosto.
A Vila
de Olivença foi conquistada pelos portugueses aos mouros, pela primeira vez em
1166. A sua posse definitiva foi reconhecida em 1297, no Tratado de Alcanices,
quando foram fixadas as fronteiras entre Portugal e Castela. Durante mais de
600 anos a sua população bateu-se contra as investidas de Castela e depois da
Espanha (a partir de 1492) para preservar a sua identidade nacional.
No
dia 20 de Maio de 1801, o exército espanhol, tomou o Concelho de Olivença,
usurpando 750 km2 do território de Portugal, incluindo uma das suas vilas mais
importantes.
Esta
usurpação ocorreu num momento particularmente dramático para Portugal, dado que
vivia sob a ameaça de uma invasão pelo exército francês. A Espanha
aproveitou-se desta fragilidade de Portugal, e declarou-lhe guerra pela força
das armas, ocupando, em violação do direito internacional, um território que
não lhe pertencia, subjugando uma população indefesa.
Em
1815, após inúmeras manobras negociais, a Espanha compromete-se a devolver
aquilo que havia roubado a Portugal, mas acabou por nunca o fazer. Pelo
contrário, iniciaram uma sistemática política de genocídio cultural de uma
parte do povo português e de ocultação das marcas de um crime.
Em
1817 a Espanha reconheceu a soberania portuguesa subscrevendo o Congresso de
Viena de 1815, comprometendo-se à retrocessão do território o mais prontamente
possível. Porém, até aos dias de hoje, tal ainda não aconteceu.
Para
tentar provar que Olivença não é Portuguesa, recentemente a Igreja de Santa
Maria Madalena, Manuelina, foi eleita por Espanha Monumento Espanhol. Mas o seu
estilo, a sua arquitectura, as armas que ostenta, são indubitavelmente
Portuguesas.
Exigimos
a entrega imediata de Olivença a Portugal pela potência invasora.
Apoie esta Petição. Assine e divulgue. O seu apoio é
muito importante.
quinta-feira, 23 de abril de 2015
Escrevo como aprendi,
porque aprendi com quem sabia
Nuno Fradique Vieira, Público, 27 de Março de 2015
Para a dra. Maria Alice não existia «um erro sem importância» — um erro era um erro e a dra. Maria Alice não tolerava erros.
1. A dra. Maria Alice era o terror do meu colégio. Quando a dra. Maria Alice assomava ao fundo do corredor, que o vagar do seu passo fazia interminável, a algazarra tornava-se murmúrio, o rebuliço serenidade fingida e ia-se a esperança de que aquele fosse enfim o dia da sua primeira «falta».
Na ponta oposta do corredor ficava a sala 1. A dra. Maria Alice dava aulas na sala 1 – mais ninguém dava aulas na sala 1 e ela não dava aulas em nenhuma outra. A sala 1 era «a sala da dra. Maria Alice» e a dra. Maria Alice era «a professora de Português».
A dra. Maria Alice era severa e carrancuda. As únicas paixões que lhe conheci foram o ensino, o rigor e a Língua Portuguesa. Para a dra. Maria Alice não existia «um erro sem importância» – um erro era um erro e a dra. Maria Alice não tolerava erros. Quando algum se apresentava, a punição imediata fazia com que não tornasse. Mas os bons resultados eram premiados com presentinhos – livros, claro – pagos pelo bolso próprio. Ainda guardo um.
Nos «pontos», a dra. Maria Alice usava uma escala de classificações peculiar que incluía «Óptimo», «Péssimo» e «Recuso-me a ler isto». Nas aulas, a dra. Maria Alice não se limitava a dizer «é assim» – a Dra. Maria Alice explicava porque é que era assim, ensinando-nos a génese de cada palavra a partir da sua raiz latina ou grega; e mais tarde isso facilitou sobremaneira a nossa aprendizagem de outras línguas. Ensinou-nos, também, que «parvo» vem do Latim, «Parvus, Parva, Parvum», e significa – quem o diria! – pequeno. «Pequeno de espírito», costumava ela repetir pensando certamente em alguém, «pequeno de espírito».
A dra. Maria Alice não tinha idade; acho que foi sempre velha. Era velha quando me tornei seu aluno, assim ficou enquanto minha professora e velha permaneceu até morrer. A dra. Maria Alice nunca se casou e, como Brás Cubas, não teve filhos, não transmitiu a nenhuma criatura o legado da nossa miséria. O que a dra. Maria Alice alcançou foi ensinar Português correcto a incontáveis gerações. Essa foi a sua herança.
2. Em prol da memória da dra. Maria Alice, agradeço ao PÚBLICO por não enveredar pelo caminho do «menor esforço» que está a conduzir à destruição da Língua Portuguesa e ao aumento da iliteracia – criando situações deploráveis onde escritores consagrados por um Nobel celebram «patos» com o diabo e sinais de trânsito proíbem a passagem «exeto» para (ironia das ironias) acesso à Faculdade de Letras e à Faculdade de Ciências.
Escusando-se a adoptar o «Acordo Ortográfico» de 1990, que não é «Acordo» (porque um acordo pressupõe a concordância de todas as partes) e não é «Ortográfico» (porque a palavra grega «orthós», como a dra. Maria Alice nos ensinou, significa «direito» – e este pseudo-acordo é uma ode à tortuosidade, à incoerência e à pequenez de espírito), o PÚBLICO está a preservar o legado de todos os professores e professoras que foram como a minha hoje querida dra. Maria Alice.
Bem hajam!
Nota – Junte-se a nós no Facebook; adira a «Cidadãos contra o 'Acordo Ortográfico' de 1990»
quarta-feira, 22 de abril de 2015
O rosto da Constituição de Abril
O Tribunal Constitucional – aquele órgão que nem
deveria existir – foi auditado pela primeira vez: carros para uso pessoal,
dinheiro recebido a mais pelos juízes, avaliação dos funcionários por fazer.
Sousa Ribeiro, o seu Presidente, «desgostoso»,
garante que vai emendar.
Entretanto, andou a usufruir dos nossos impostos –
ele e os outros.
quinta-feira, 16 de abril de 2015
Cardeal Müller:
Defensores da mudança da doutrina
sobre o casamento
são heréticos – mesmo que sejam bispos
O Cardeal Walter Brandmüller tem sido uma das principais vozes críticas de propostas decorrentes do Sínodo do Vaticano sobre a família, que ameaça subverter a doutrina católica sobre os sacramentos e moralidade. Ele foi um dos cinco cardeais que contribuíram para o livro Permanecendo na Verdade de Cristo, que critica as propostas dissolutas do herético Cardeal Walter Kasper.
O Cardeal Walter Brandmüller afirma claramente:
«Quem [...] faz isso conscientemente, ou insistentemente o exige, é um herege — mesmo que use a púrpura romana.»
domingo, 12 de abril de 2015
quinta-feira, 9 de abril de 2015
Adriano Moreira e o seu «pluralismo político»
que «não julga»...
Heduíno Gomes
Num debate na TVI 24, no programa Política Mesmo (7.4.2015), assistimos a mais umas tiradas «sábias» de Adriano Moreira. E termina com uma máxima sobre a política certa para Portugal: «não julgo». E depois cita Bergoglio.
Sim, quem são eles para julgar?
Não se aguentam estas falinhas mansas subjectivistas de sabor maçónico!
![]() |
| Quando ele julgava, embora mal na solução para o Ultramar e para o Ocidente, razão pela qual o seu chefe teve de o despachar. |
quinta-feira, 2 de abril de 2015
Quem elogia Bergoglio
«Eu cá nunca tinha visto nada disto»...
Heduíno Gomes
Circula na net um powerpoint com o título «Eu Nunca Vi», que constitui um grande elogio a Bergoglio, colocando-o num pedestal.
As razões do elogio são populistas, igualitaristas, relativistas religiosas, demagógicas... (e outras não poderiam ser!).
E, claro, esses «elogios» implicam críticas aos papas anteriores, esses que não foram populistas, não foram igualitaristas, não foram relativistas, não foram demagogos...
E quem é o autor do maravilhoso texto «socio-teológico» que tanto agrada aos modernistas e às baratas tontas?
Um brasileiro, de seu nome Cláudio Pfeil.
E quem é este Cláudio Pfeil?
Palavras para quê? Veja as imagens...
V
V
V
V
V
V
![]() |
| Claudio e Marcio: um casal
em perfeita sintonia http://www.foradoarmario.net/2014/02/diario-de-um-analisando-em-paris.html [O Cláudio Pfeil é a bicha da direita] |
![]() |
| http://revistaagitorio.com.br/rio-lifestyle-festival-a-1a-festa-gay-internacional-do-rio-de-janeiro/ [O Cláudio Pfeil é a bicha da esquerda, no 1.º Festival Gay do Rio de Janeiro, em 2014] |
Conclusões morais da história:
1 – Esta coisa lá tem as suas razões para elogiar Bergoglio.
2 -- Eu, sendo papa ou não, preferiria que uma coisa destas não me elogiasse e, ao contrário, dissesse mal de mim!
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