sexta-feira, 10 de março de 2017

Muçulmanos promovem leilão de mulheres em Londres


Paulo Eneas, Crítica Nacional, 15 de Fevereiro de 2017

O multiculturalismo como mecanismo de engenharia social e o politicamente correcto como meio de censura e inibição da expressão do pensamento têm sido os principais instrumentos que a esquerda vem utilizando para a corrosão interna das sociedades democráticas. Uma corrosão que possibilita promover o lento e gradual colapso da Civilização ocidental. colapso este que sempre foi o objectivo declarado do pensamento revolucionário, com a finalidade da construção de um suposto outro mundo, tido como possível.

O multiculturalismo e o politicamente correcto foram especialmente talhados para possibilitar a invasão islâmica do Ocidente, principalmente na Europa. Esta invasão por sua vez tem servido de combustível e fermento para não apenas criar situações de tensão social geradas pelo aumento da violência e da criminalidade, incluindo abusos e crimes sexuais contra mulheres ocidentais, além da pressão sobre o estado de bem-estar social, entre outros.

Esta invasão muçulmana ao Ocidente, propiciada e facilitada pela esquerda em aliança com globalistas, tem servido também para colocar em cheque os próprios fundamentos éticos e morais das sociedades ocidentais. Isto porque o multiculturalismo parte do pressuposto falacioso da convivência harmoniosa de culturas e valores civilizacionais distintos numa mesma sociedade. Como tal interacção harmoniosa não existe, o que se tem é um choque de civilizações. Um choque que se dá principalmente no campo em que se definem os próprios parâmetros éticos e morais de cada civilização, e que pode tomar feições de uma guerra de culturas.

Choque de civilizações: sem direito de lutar e resistir

Deste choque de civilizações ou desta guerra de culturas, que constitui a realidade do multiculturalismo e não o cenário cor-de-rosa fantasioso que promete, obviamente a Civilização ocidental sairá derrotada. E sairá derrotada porque, a despeito de ser detentora de um padrão ético e moral superior ao da cultura islâmica, a Civilização ocidental vê-se na impossibilidade de reagir aos ataques promovidos pela cultura invasora aos seus valores culturais. E esta impossibilidade de reagir deve-se ao politicamente correcto, que foi criado justamente para isso, sob pretexto de promover e proteger a diversidade.

Assistimos a um capítulo emblemático deste choque de civilizações em Maio do ano passado, quando um grupo de muçulmanos promoveu um leilão de mulheres nas ruas de Londres. O leilão foi filmado e publicado na página do grupo Britain First. O leilão foi feito em público, na rua, e não foi noticiada qualquer reacção por parte do poder público ou mesmo dos cidadãos comuns na cidade.

A ideia de leiloar um ser humano é obviamente inaceitável para a ética e a moralidade judaico-cristãs da cultura ocidental, assim como são inaceitáveis a pedofilia e o estupro. Mas estas práticas são aceites e estimuladas pela civilização muçulmana. E o facto de tal leilão ter ocorrido impunemente nas ruas londrinas é um sinal de que os muçulmanos estão a vencer esta batalha. E vencem com a ajuda do politicamente correcto, criado pela esquerda justamente para impedir a Civilização ocidental de lutar pela defesa dos seus valores.

O vídeo do leilão está apresentado abaixo e logo em seguida trazemos a transcrição do áudio para o português. A transcrição foi  preparada por Rubia Mackin, colaboradora do Crítica Nacional.

Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=-_oE5jLz3fk

Transcrição:

A primeira, vendida!  Em nome de Allah! Vai! Vai! Aisha. 18 anos. Já foi usada antes. Vendo muito barato! Muito barato! 25 dólares! 25 dólares! Ela era cristã e submeteu-se a Allah! 15 dólares! Alguém aí quer a Aisha?

Vai Aisha! Vai! Vai Aisha! (Aisha foi vendida por 15 dólares)

Halmah, 15 anos! (Gritos em árabe) Quanto? $60! Quanto? $100! Quanto? $150!
Vamos! Esta tem que ser vendida hoje! (Gritos em árabe). Vamos, ela é virgem! 
$200 aqui! Para este muçulmano kurdish. Vamos! Quanto? $250!  Vamos!
$300! A jihadist kurdish! 
(Gritos em árabe)


Vamos! Ela não vai decepcionar! Dêem-nos um bom dinheiro! 
(Gritos em árabe saudando o Estado Islâmico) 
A virgem de 15 anos foi vendida por 300 dólares.

Nota: Yallah quer dizer vamos, siga, ande. Trata-se de uma gíria que designa imperativo em árabe.





Arcebispo italiano: «Daqui a dez anos ficaremos muçulmanos por culpa da nossa estultice»



Luis Dufaur, Abim (Agência Boa Imprensa), 9 de Março de 2017

Mons. Carlo Liberati, arcebispo emérito de Pompeia (Itália), condenou incisivamente durante uma palestra a chegada massiva de imigrantes islâmicos à Europa.

O arguto prelado identificou a maior culpa pelo drama não nos invasores, mas nos europeus cristãos que lhes abrem não somente os portos e postos de fronteira, mas também as portas da sociedade, produzindo vazios populacionais e de Fé que os seguidores do Corão preenchem com o auxílio de líderes religiosos e civis.

«Daqui a dez anos vamos ficar todos muçulmanos por culpa da nossa estultice. A Itália e a Europa vivem no ateísmo, fazem leis contra Deus e promovem tradições próprias do paganismo», disse.

«Toda esta decadência moral e religiosa favorece o Islão», acrescentou o bispo emérito de Pompeia.

«Temos uma fé cristã débil. A Igreja não age bem e os seminários estão vazios. Tudo isso pavimenta a estrada para o Islão. Eles têm filhos e nós não. Estamos numa decadência total», prosseguiu.

Segundo as estatísticas oficiais, em 1970 só havia dois mil muçulmanos na Itália. Hoje são mais de dois milhões.

O bispo questionou as ajudas económicas que organizações eclesiásticas, estatais, europeias e ONGs estão a fornecer aos invasores, enquanto os italianos pobres católicos não são auxiliados.

«Ajudamos logo os que vêm de fora e esquecemo-nos de muitos anciãos italianos que procuram alimento nas lixeiras. Eu, se não fosse sacerdote, estaria protestando nas praças».

«Como pode ser que tantos imigrantes, em vez de agradecer pela comida que lhes damos, jogam-na na rua e passam horas mexendo nos seus telemóveis e até organizam distúrbios?» – perguntou.

O Papa São Pio V segura o terço
enquanto o príncipe Don João de Áustria
comanda a batalha de Lepanto.

Mosaico na Basílica de Notre Dama de Fourvière, Lyon, França

Em entrevista ao jornal católico online La Fede Quotidiana, Dom Liberati lembrou que o bispo polonês Pieronek também afirma que a «Europa corre o risco de ser islamizada».

Qual é então a solução?

É uma, aliás, a única. Encoleriza os falsos cristãos, mas o arcebispo emérito de Pompeia defendeu-a corajosamente:

«Para deter o Islão, que é uma ameaça, devemos todos lembrar aquele glorioso espirito de Lepanto e de Viena que nos permitiu salvar o Ocidente pela mediação de Maria e recitação do Rosário.

«Nós estamos aqui tentando fazer um diálogo impossível e fantasioso com aqueles que nos querem submeter porque nos tratam de infiéis.

«O Islão baseia-se no Corão, que prega a submissão dos infiéis. Eu não quero morrer islâmico e sustento que todos nós deveremos empunhar a espada da fé e da verdade.

«O Islão é violento porque o Corão é violento; acabemos com a crença de que existe um Islão moderado», concluiu.





quinta-feira, 9 de março de 2017

Sobre o remédio para os pecadores, as receitas opostas de Ratzinger e Bergoglio



Sandro Magister, Settimo Cielo, 3 de Fevereiro de 2017

Vistas las instrucciones de los obispos de la región de Buenos Aires – aprobadas por escrito por el papa Francisco –, de los obispos de Malta, de otros obispos también y por última de la Conferencia Episcopal de Alemania, ahora es evidente que el argumento principal sobre el cual los innovadores se palanquean para justificar la comunión a los divorciados que se han vuelto a casar es el esbozado en esta frase sugestiva de «Amoris laetitia», a su vez retomada por «Evangelii gaudium», el documento programático del actual pontificado:

«La Eucaristía no es un premio para los perfectos sino un generoso remedio y un alimento para los débiles».

Ésta es una afirmación que está frecuentemente asociada – también en la predicación de Jorge Mario Bergoglio – a las comidas que Jesús compartía con los pecadores.

Pero es también una afirmación que ha sido sacada a la luz y criticada a fondo por Benedicto XVI.

Basta confrontar los textos de uno y de otro Papa para verificar cuanto contraste hay entre ellos.

*****

En el papa Francisco, la asociación entre la Eucaristía y las comidas con los pecadores es postulada en forma alusiva y con el estudiado auxilio de notas a pie de página:

En «Amoris laetitia» el pasaje clave está en el parágrafo 305:

«A causa de los condicionamientos o factores atenuantes, es posible que, en medio de una situación objetiva de pecado – que no sea subjetivamente culpable o que no lo sea de modo pleno – se pueda vivir en gracia de Dios, se pueda amar, y también se pueda crecer en la vida de la gracia y la caridad, recibiendo para ello la ayuda de la Iglesia».

La nota 351 se conecta con este parágrafo:

«En ciertos casos, podría ser también la ayuda de los sacramentos. Por eso, 'a los sacerdotes les recuerdo que el confesionario no debe ser una sala de torturas sino el lugar de la misericordia del Señor' (Exhort. ap. Evangelii gaudium [24 noviembre 2013], 44: AAS 105 [2013], 1038). Igualmente destaco que la Eucaristía 'no es un premio para los perfectos sino un generoso remedio y un alimento para los débiles' (ibíd, 47: 1039)».

Si después seguimos con «Evangelii gaudium», esto es lo que se lee en el parágrafo 47:

«Todos pueden participar de alguna manera en la vida eclesial, todos pueden integrar la comunidad, y tampoco las puertas de los sacramentos deberían cerrarse por una razón cualquiera. […] La Eucaristía, si bien constituye la plenitud de la vida sacramental, no es un premio para los perfectos sino un generoso remedio y un alimento para los débiles».

También aquí con un envío a una nota, la 51:

«Cf. San Ambrosio, De Sacramentis, IV, 6, 28: PL 16, 464: 'Tengo que recibirle siempre, para que siempre perdone mis pecados. Si peco continuamente, he de tener siempre un remedio'; ibíd., IV, 5, 24: PL 16, 463: 'El que comió el maná murió; el que coma de este cuerpo obtendrá el perdón de sus pecados'; San Cirilo de Alejandría, In Joh.Evang. IV, 2: PG 73, 584-585: 'Me he examinado y me he reconocido indigno. A los que así hablan les digo: ¿Y cuándo seréis dignos? ¿Cuándo os presentaréis entonces ante Cristo? Y si vuestros pecados os impiden acercaros y si nunca vais a dejar de caer – ¿quién conoce sus delitos?, dice el salmo –, ¿os quedaréis sin participar de la santificación que vivifica para la eternidad?'».

*****

En Joseph Ratzinger, teólogo y Papa, por el contrario, nos encontramos en presencia de una argumentación ajustada, que apunta a a probar la insostenibilidad de la asociación entre la Eucaristía y las comidas de Jesús con los pecadores, con las consecuencias que se derivan de ello.

He aquí cómo él desarrolla esa argumentación en las páginas 422-424 del volumen XI de su Opera Omnia, «Teología de la Liturgia», publicado en el 2008 a cargo del actual prefecto de la Congregación para la Doctrina de la Fe, cardenal Gerhard L. Müller:

«La tesis según la cual la Eucaristía apostólica se vuelve a vincular con la cotidiana convivencia comunitaria de Jesús con sus discípulos […] se radicaliza en amplios círculos, en el sentido que […] se hace derivar la Eucaristía más o menos exclusivamente de las comidas que Jesús llevaba a cabo con los pecadores.

«En esas posiciones se hace coincidir la Eucaristía según la intención de Jesús con una doctrina de la justificación rígidamente luterana, como doctrina de la gracia concedida al pecador. Si en definitiva las comidas con los pecadores son admitidas como único elemento seguro de la tradición del Jesús histórico, resulta de ello una reducción de toda la cristología y teología a este punto.

«Pero de esto sigue después una idea de la Eucaristía que ya no tiene nada en común con la tradición de la Iglesia primitiva. Mientras que san Pablo define el acercamiento en estado de pecado a la Eucaristía como un comer y beber «la propia condenación» (cf. 1 Cor 11, 29) y protege a la Eucaristía del abuso mediante el anatema (cf. 1 Cor 16, 22), aparece aquí incluso como esencia de la Eucaristía que ella sea ofrecida a todos sin ningún distingo ni condición previa. [En este caso] ella es interpretada como el signo de la gracia incondicional de Dios, que como tal se ofrece inmediatamente también a los pecadores, más aún, también a los no creyentes. Es una posición que, sin embargo, tiene ahora muy poco en común con la concepción que tenía Lutero de la Eucaristía.

«El contraste con toda la tradición eucarística neotestamentaria en la que cae la tesis radicalizada refuta el punto de partida: la Eucaristía cristiana no fue comprendida partiendo de las comidas que Jesús celebró con los pecadores. […] Un indicio contra la derivación de la Eucaristía de las comidas con los pecadores es su carácter cerrado, que lo continúa el rito pascual: así como la cena pascual se celebra en la comunidad doméstica rigurosamente circunscrita, así también desde el comienzo había para la Eucaristía condiciones de acceso bien establecidas; desde el comienzo ella era celebrada, por así decir, en la comunidad doméstica de Jesucristo, y es de este modo que se ha edificado la 'Iglesia'».

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Es evidente que de esta argumentación de Ratzinger deriva la prohibición de la comunión a los divorciados que se han vuelto a casar, y no sólo a ellos: prohibición que ha encontrado clara expresión en su magisterio como Papa, al igual que en el magisterio de sus predecesores.

Del mismo modo, no sorprende que de las afirmaciones alusivas del papa Francisco deriven interpretaciones favorables a la comunión a los divorciados que se han vuelto a casar: interpretaciones no sólo consentidas por él, sino explícitamente aprobadas.

El contraste existe. Y a juzgar por los argumentos de Ratzinger no es sólo un contraste práctico, «pastoral», sino uno que roza los pilares de la fe cristiana.





Che GuePapa: a estrela do Carnaval de Viareggio


(Artigo de opinião https://odogmadafe.wordpress.com/), 2 de Março de 2017

Veja no Youtube – Carnaval de Viareggio 2017 – Ale Dpl

Este ano, o famoso desfile de Carnaval de Viareggio, em Itália, caricaturou o Santo Padre como um líder revolucionário de esquerda. O seu andor alegórico denominava-se Che GuePapa e ostentava uma imagem de um simpático Papa, sorridente, com o punho esquerdo erguido e cerrado. A «foice e martelo» comunistas erguiam a sua férula, em vez de um crucifixo, e o solidéu papal foi substituído por uma boina semelhante à do mítico guerreiro marxista Che Guevara.


À volta da imagem do Pontífice romano, no mesmo andor, foram colocados quatro anjinhos, cujas cabeças representavam antigos líderes históricos marxistas, nomeadamente, Mao Tse Tung, Fidel Castro, Vladimir Lenin e o próprio Karl Marx.


Apesar de se tratar de uma mera paródia de Carnaval, onde as grandes figuras públicas são sempre satirizadas, acaba por ser um motivo de reflexão para os cristãos. Que tipo de mensagens tem recebido a opinião pública do actual bispo de Roma para o caricaturar desta maneira?

O Che GuePapa acaba por representar a imagem do Papa Francisco conforme ela é percebida por uma grande parte da opinião pública. É uma caricatura amistosa que, sem deixar de ser completamente anti-católica, realça a aprazibilidade do líder católico que lhe tem valido uma grande empatia popular. Não representa um guerreiro hostil e violento, como foram os grandes líderes revolucionários marxistas, mas antes um líder comunista benevolente e sorridente.

Esta imagem socialmente construída e politizada do Santo Padre não surpreende e até converge com algumas opiniões jornalísticas de referência mundial.

The Wall Street Journal, 22/12/2016

Relativamente à edição do The Wall Street Journal de Dezembro do ano passado, a página católica Sensus Fidei publicou, na altura, uma excelente análise crítica que vale a pena ler.


Os pontífices anteriores eram socialmente hostilizados nas caricaturas pela sua resistência às tendências mundanas. Agora as caricaturas são amistosas para com o Papa, mas colocam-no como promotor dessas mesmas tendências anti-católicas. Existe aqui um exagero satírico, é evidente, mas onde é que ele se fundamenta?

Tudo isto é um sinal de que o discurso papal mudou consideravelmente, na forma e no conteúdo, relativamente aos pontífices anteriores e os resultados estão à vista, não só nos desfiles de Carnaval, mas um pouco por todo o lado.

Talvez esteja na altura de o Santo Padre começar a ensinar a doutrina católica da forma como ela é verdadeiramente, simples e clara. Para isso terá de começar a esclarecer urgentemente – não apenas cinco mas – todos os «dúbia» que cria diariamente na opinião pública. Entre estes, o actual Papa, à semelhança dos anteriores, deve condenar vigorosamente o comunismo e todas as ideologias de esquerda que lhe estão associadas. O comunismo não é compatível com o ensinamento cristão.




sexta-feira, 3 de março de 2017

Trump no Congresso: ele tocou os estômagos, os corações e os espíritos!

Então, Pelosi, McCain et Graham… vem ou não este golpe de estado?...

André Archimbaud, Bvoltaire, 2 de Março de 2017

Il y a ceux qui se rendent au chevet de jeunes innocents martyrisés par l’implacable police. Il y a ceux qui prospèrent dans le clientélisme ethno-catégoriel. Il y a ceux qui rééduquent la jeunesse, le peuple, la nation, le monde. Bref, ceux qui adorent les idoles. Et puis il y ceux qui choisissent de vivre, renversent les idoles, rassemblent, montrent le chemin, donnent un sens à la politique. Les révolutionnaires…

Le discours de Donald Trump du 28 février 2017 restera dans les annales de la politique américaine. Certes, un discours est seulement un discours, fait de quelques mots juxtaposés par des rédacteurs professionnels, et récités avec plus ou moins de talent. Mais les Américains ont eu droit à plus que ça: une cérémonie, celle de la fusion des institutions avec un homme, une fois de plus sous-estimé par ses adversaires. Une dernière chance pour ces institutions de fusionner avec le peuple…

Trump, diabolique, leur a donné cette chance. Et les idoles vacillent. Une majorité des élus républicains est tombée sous le charme.

Une minorité des élus démocrates également. Ces derniers ont donc un choix: ou bien répondre aux appels à l’unité pour réparer le pays et lui rendre la prospérité, ou bien continuer de respecter les mots d’ordre de grève donnés par Soros, Pelosi et les donateurs dans les salons de l’hôtel Mandarin de Washington, le 13 novembre dernier. Ordre renouvelé le 21 janvier à Miami par le clintonien David Brock, fort de sa récente cagnotte: American Bridge.

Le matin même, Pelosi claironnait qu’un effort méthodique visant l’impeachment de Trump était en route. Il suffisait de voir son visage le soir, au Capitole, tout comme celui d’Elizabeth Warren, ou ceux de ses vieillissantes collègues déguisées en «vestales» au blanc virginal, celui du droit des femmes, pour comprendre qu’il se passait quelque chose d’imprévu.

Certes, Pelosi avait invité ses contingents d‘immigrant illégaux, les «dreamers», croyant faire mouche. Mais la culpabilisation changea de bord. Champion de la contre-attaque, Trump avait invité les familles de citoyens dont les proches avait été tués par des repris de justice, immigrants illégaux. Il mit les victimes à l’honneur, devant environ 50 millions de téléspectateurs et internautes, ovation après ovation. Mais, surtout, maître de l’esquive, il sut concentrer les cœurs sur l’essentiel: le patriotisme, incarné par Carryn Owens, la jeune veuve du commando de marine Ryan Owens, tout récemment mort au Yémen… au cours d’une mission qualifiée d’incompétente par le pontifiant et cacochyme sénateur républicain McCain. Pas de chance! Les parlementaires accordèrent plus de deux minutes d’applaudissements à la veuve, les yeux au ciel, évoquant les mânes de son époux. McCain rongeait le tapis…

Moment fusionnel… Van Jones, le chroniqueur de CNN habituellement si hostile à Trump, concluait: «C’est à ce moment précis [que Trump] est devenu président, point final!»

Ayant touché les tripes et le cœur, restait au président la tâche de convaincre les esprits en traçant un plan d’action simple et clair, et surtout le plus bipartisan possible: en insérant des coins entre les establishments des deux partis et leurs «travailliste patriotiques», il a tenté de les rallier à des politiques communes (fiscalité, santé, infrastructure, immigration). Le 1er mars, la Bourse exulte. La Russie un peu moins…

Alors, Pelosi, McCain et Graham… il vient ou pas, ce coup d’État?





À imagem dos óscares de Hollywood em Belém



Heduíno Gomes

A palhaçada de Hollywood, cujo momento alto são os óscares, teve também o seu momento alto em Belém.

Rui de Carvalho recebeu o seu óscar, isto é, uma comenda das mãos de Marcelo. Ao recebê-la, não poderia deixar de imitar os palhaços de Hollywood. Como? Defendendo a boa gente que são os jornalistas ( « a profissão mais digna do mundo », disse ele tocando violinos ao contingente de repórteres — pondo assim as prostitutas em segundo plano! ) e atacando Trump.

Não teria mais nada a dizer se não tivesse encontrado duas interessantes peças sobre este crónico subsidiodependente e apoiante do chamado «casamento» entre invertidos*.


Em Blasfémias esta peça deliciosa:

CARTA DE RUI DE CARVALHO AO CONTRIBUINTE [ANOTADA]

https://blasfemias.net/2013/05/27/carta-de-rui-de-carvalho-ao-contribuinte-anotada/


No Correio da Manhã (16.8.2013):

ENTREVISTA


Aqui exprime o seu apoio a Bergoglio e pede muito mais progressismo à Hollywood...

———

* Entrevista à revista do lóbi Com’Out, n.º 4, de  Outubro de 2004.





quinta-feira, 2 de março de 2017

«O Islão está a ganhar força na Europa com a bênção da Igreja»



Giulio Meotti, Il Foglio, 28 de Fevereiro de 2017


Original em inglês:



  • Já há inúmeros observadores católicos questionando a cegueira da Igreja em relação ao perigo que a Europa está a enfrentar.
  • «O Islão conta com todas as oportunidades para fortalecer, de maneira expressiva, a sua presença na Europa com a bênção da Igreja... a Igreja não só está a conduzir o continente a um impasse como também está a dar um tiro no pé.» — Laurent Dandrieu, editor cultural da revista francesa Valeurs Actuelles.
  • «É claro que os muçulmanos têm um objectivo final: conquistar o mundo... O Islão, por intermédio da Lei Islâmica (Sharia), permite o uso da violência contra os infiéis, como por exemplo os cristãos... E qual é a conquista mais importante? Roma». — Entrevista concedida pelo Cardeal Raymond Burke ao Il Giornale.
  • «Eles não são refugiados, isto é uma invasão, vêm para cá com gritos de 'Allahu Akbar', querem assumir o poder». — Laszlo Kiss Rigo, chefe da comunidade católica do Sul da Hungria.
  • François Fillon publicou um livro que tem o título: Conquistando o Totalitarismo Islâmico, subiu nas sondagens por ter prometido controlar o Islão e a imigração: «temos que reduzir a imigração para o mínimo dos mínimos», salientou Fillon. «O nosso país não é uma soma de comunidades, é uma identidade!»
Em breve na Itália e no resto da Europa todos «serão muçulmanos» devido à nossa «estupidez», alerta o Monsenhor Carlo Liberati, arcebispo emérito de Pompeia. Liberati afirmou que graças ao grande número de migrantes muçulmanos, aliado ao crescente secularismo dos europeus autóctones, em breve o Islão se tornará a principal religião da Europa. «Toda essa decadência moral e religiosa favorece o Islão», esclarece o arcebispo Liberati.

Decadência também é o título de um novo livro do filósofo francês Michel Onfray, no qual sugere que a Era judaico-cristã pode ter chegado ao fim. Compara o Ocidente ao Islão: «nós temos o niilismo, eles têm o fervor, nós estamos exaustos, eles têm o vigor, nós temos o passado, eles têm o futuro».

O arcebispo Liberati pertence a uma crescente parcela de líderes católicos que se recusa a aceitar que o futuro irá pertencer ao Islão na Europa. Manifestam-se abertamente contrários ao Papa Francisco, que não parece estar muito siderado com o colapso do cristianismo devido à queda na natalidade, acompanhada pela apatia religiosa e a sua substituição pelo Islão.

Monsenhor Carlo Liberati, arcebispo emérito de Pompeia (esquerda) pertence a uma crescente parcela de líderes católicos que se recusam a aceitar que o futuro irá pertencer ao Islão na Europa
e que se manifestam abertamente contrários ao Papa Francisco (direita).

A visão oficial do Papa Francisco é personificada pelo bispo Nunzio Galantino que foi nomeado pelo Pontífice ao posto de Secretário Geral dos Bispos de Itália. Em Dezembro passado Galantino concedeu uma entrevista à imprensa na qual descartou que qualquer motivação religiosa esteja por trás dos ataques jihadistas afirmando que na realidade eles estão atrás do «dinheiro».

Já há inúmeros observadores católicos a questionar a cegueira da Igreja em relação ao perigo que a Europa está a enfrentar. Um desses observadores é o editor cultural da revista francesa Valeurs Actuelles, Laurent Dandrieu, que salienta:

«O Islão conta com todas as oportunidades para fortalecer, de maneira expressiva, a sua presença na Europa com a bênção da Igreja. A Igreja contempla o estabelecimento de milhões de muçulmanos na Europa... e o culto muçulmano no nosso continente como inevitável manifestação da liberdade religiosa. Mas simplesmente jamais se menciona a questão civilizacional... Ao afastar-se dos povos autóctones da Europa e dos seus legítimos temores, a Igreja não só está conduzindo o continente a um impasse como também está dando um tiro no pé.»

Dandrieu apresenta uma série de gestos e discursos do Papa Francisco a favor do Islão e dos migrantes:

«Em 1 de Outubro de 2014 o Papa recebeu sobreviventes eritreus de um naufrágio ocorrido na costa de Lampedusa, em 8 de Fevereiro de 2015 fez uma visita surpresa a um campo de refugiados em Ponte Mammolo que fica na região nordeste de Roma, em 18 de Abril aproveitou a primeira visita oficial do novo presidente italiano Sergio Mattarella para exigir «um comprometimento muito maior» no tocante aos migrantes, em 6 de Setembro de 2015 no final das orações do Angelus na Praça de São Pedro, conclamou cada paróquia, comunidade religiosa, mosteiro e santuário na Europa a acolher uma família de refugiados, em 24 de Março de 2016 escolheu um alojamento que abrigava 900 refugiados para celebrar a Quinta-Feira Santa e lavar os pés de doze candidatos a asilo, em 28 de Maio recebeu crianças cujos pais tinham falecido num barco que naufragou repleto de migrantes, durante a audiência geral de 22 de Junho o Papa Francisco juntou-se à multidão para resgatar quinze refugiados.»

No entanto, conforme mostra o caso de Liberati, a resistência à visão do Papa Francisco em relação à Europa está a aumentar dentro da Igreja católica.

«É claro que os muçulmanos têm um objectivo final: conquistar o mundo», salientou o cardeal Raymond Burke.

«O Islão, por intermédio da Lei Islâmica (Sharia), quer dominar o mundo, permitindo o uso da violência contra os infiéis, como por exemplo contra os cristãos. Mas achamos difícil reconhecer esta realidade e responder defendendo a fé cristã (...) Tenho escutado inúmeras vezes a seguinte ideia islâmica: 'o que não conseguimos fazer com as armas no passado, estamos fazendo hoje com a taxa de natalidade e imigração'. A população está a mudar. Se continuar assim, em países como a Itália a maioria será muçulmana (...) O Islão alcança a sua meta na conquista. E qual é a conquista mais importante? Roma».

O primeiro a dar a conhecer este rumo dramático foi o missionário mais importante de Itália, padre Piero Gheddo, tornando saliente que devido à queda da fertilidade somada ao fervor muçulmano, «o Islão irá, mais cedo do que se imagina, conquistar a maior parte da Europa«. Este temor não se restringe apenas à ala conservadora da Igreja católica.

O cardeal Christoph Schönborn, arcebispo de Viena, cotado como candidato a ser o próximo papa, muito próximo do Papa Francisco, é um centrista. Em Setembro passado, no aniversário do Cerco a Viena, quando tropas otomanas da Turquia por pouco não conquistaram a Europa, Schönborn emitiu um apelo dramático para salvar as raízes cristãs da Europa. «Muitos muçulmanos querem e dizem que a Europa está acabada», enfatizou o Cardeal Schönborn, em seguida acusou a Europa de «esquecer a sua identidade cristã». Então alertou, de forma contundente, sobre a possibilidade da «conquista islâmica da Europa.»

Assim que um tunisiano, chegou no meio da avalanche de imigrantes à Alemanha, assassinou 12 pessoas numa feira natalícia em Berlim, o arcebispo católico da capital alemã Heiner Koch, outro líder católico «moderado» nomeado pelo Papa Francisco, também soou o alarme: «talvez nós nos activemos demais em cima da imagem radiante da humanidade, no que é louvável. Nesta altura, no último ano ou talvez também nos últimos anos, vimos que não, também há o perverso».

O chefe da Igreja católica romana Tcheca, Miloslav Vlk, também fez um alerta sobre a ameaça da islamização. «Os muçulmanos na Europa têm muito mais filhos do que as famílias cristãs, isto explica porque é que os demógrafos chegaram à conclusão de que num determinado momento a Europa se tornará muçulmana», segundo afirmou o cardeal Vlk. Ele também culpou a própria Europa pela conquista islâmica:

«A Europa vai pagar muito caro por ter abandonado os seus fundamentos espirituais, este é o último período que não irá continuar por décadas, quando ainda é relativamente possível fazer alguma coisa. A menos que os cristãos acordem, a vida será islamizada e o cristianismo não terá forças para marcar o seu carácter na vida das pessoas, isto sem falar na sociedade».

O Cardeal Dominik Duka, arcebispo de Praga e Primaz da Boémia também questionou a «a cultura de boas-vindas» do Papa Francisco.

No âmbito dos bispos católicos orientais há muitas vozes a levantar temores quanto à revolução demográfica e religiosa na Europa. Uma dessas vozes é a do líder dos católicos do Líbano, os quais pagaram um preço altíssimo em virtude da islamização do seu próprio país, incluindo assassinato e exílio e agora vê o mesmo perigo a vir para a Europa. «Tenho ouvido muitas vezes de muçulmanos que o seu objectivo é conquistar a Europa com duas armas: a fé e a taxa de natalidade», salientou o cardeal Bechara Rai.

Outra voz é a do bispo Paul Desfarges, natural de França, que dirige a diocese de Constantine na Argélia: «não é de se admirar que o Islão assumiu uma importância desta envergadura», salientou Desfarges. «É um problema que preocupa a Europa». O cardeal de Sydney, George Pell, logo urgiu «um debate sobre as consequências da presença islâmica no mundo ocidental». Pell foi repercutido por Laszlo Beijo Rigo, chefe da comunidade católica do Sul da Hungria, que afirmou: «eles não são refugiados, isto é uma invasão, vêm para cá com gritos de 'Allahu Akbar', querem assumir o poder».

Na esfera política há outra propensão, a de fortes líderes católicos que desafiam o Papa Francisco na questão islâmica e da imigração. O mais importante deles é o candidato à presidência da França François Fillon, um dos primeiros políticos que «não esconde o facto de ser católico». Fillon publicou um livro que tem o título: Conquistando o Totalitarismo Islâmico, subiu nas sondagens por ter prometido controlar o Islão e a imigração: «temos que reduzir a imigração para o mínimo dos mínimos», salientou Fillon. «O nosso país não é uma soma de comunidades, é uma identidade»!

Estes políticos, bispos e cardeais podem convencer o Papa Francisco a não abandonar a Europa, o berço do cristianismo e da Civilização ocidental a um iminente e sombrio destino tomando forma no horizonte. Michel Onfray escreveu no final do seu livro: «os valores judaico-cristãos governaram por dois milénios. Um período honroso para uma civilização. O barco está a afundar neste momento: só nos resta afundar com elegância». É urgente evitar isso. Já!


Tradução: Joseph Skilnik





quarta-feira, 1 de março de 2017

A deposição do papa: um tema que preocupa os espíritos



Francesca de Villasmundo, Medias-Catholique.info, 21 de Fevereiro de 2017

Ces derniers temps, la question canonique concernant la déposition du pape semble être un sujet qui agite les esprits. De par le monde. Serait-ce parce qu’avec François et sa révolution, succédant à l’abdication déconcertante de Benoît XVI, les fidèles sont profondément troublés?

Après l’annonce par un cardinal romain d'une possible «correction fraternelle du pontife à cause de l’exhortation scandaleuse sur la famille Amoris laetitia, qui fut suivie d'un appel de journalistes catholiques américains auprès du nouveau césar américain Donald Trump afin qu’il lance une enquête sur de possibles manœuvres des lobbies gérés par George Soros, Clinton, Obama et compagnie pour renverser le pape Ratzinger et installer au Vatican le pape Jorge Maria Bergoglio, ce qui pose la question de la validité de cette abdication et par ricochet de l’élection de François, voici que prochainement un colloque universitaire international, organisé par la célèbre université parisienne La Sorbonne, va se réunir à Paris pour étudier la question de la «déposition du pape». Retour au temps du Grand Schisme d’Occident dirait-on!

Tout comme durant cette époque sombre qui alignait ses deux et trois papes, ses conclaves illégaux, ses conciles illégitimes, ses factions et partis, un empereur appelé à la rescousse pour régler le schisme, la déposition du pape est redevenu un sujet qui préoccupe grandement le monde catholique d’aujourd’hui.

Mais pas uniquement. Le monde hostile au catholicisme, le monde du gauchisme international et du mondialisme apatride a tout intérêt à conserver François le plus longtemps possible sur le trône pétrinien. Comme le pape argentin est un agent efficace de la subversion progressiste mondiale et de la submersion migratoire de l’Occident, son éviction serait une défaite pour le nouvel ordre mondial en train de se mettre en place. Ce que ces puissants lobbyistes ne pourraient tolérer…