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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

O falso catolicismo de José Manuel Pureza (?), agora líder parlamentar do BE




Algumas pessoas que perdem a fé manifestam-se como tal. Porém, outras continuam dizendo-se crentes e encetam aí uma campanha por dentro contra a Igreja. Já é velha a táctica de alguns se afirmarem católicos para, junto dos católicos, fazerem a propaganda do marxismo, do liberalismo ou de qualquer outra ideologia anticristã. Agora chegou a hora de se ver bem o que escondia este José Manuel Pureza, entretanto líder parlamentar do BE.




Não é que não se visse já antes o que era o indivíduo: abortista militante, apoiante da seita dos pederastas, já bloquista, anti-Papa... Mas agora caiu-lhe completamente a máscara.




Contudo, algumas pessoas da Igreja, por razões que não compreendo - a não ser de comunhão com o dito ou falta de instinto político gerador de uma ingénua «tolerância» - davam-lhe tempo de antena. Até foi colocado na Comissão Nacional Justiça e Paz! Na Ecclesia, aí, tinha lugar cativo.

Em determinado momento, pedi explicações à Ecclesia sobre essa anormalidade. Em 1 de Janeiro de 2008, escrevi ao Bispo de uma diocese a chamar-lhe a atenção de o responsável pelo site dessa diocese ter sido induzido a reproduzir  - e assim promover - o texto de José Manuel Pureza vindo da Ecclesia, um texto de um abortista militante, apoiante de um partido das chamadas «causas fracturantes» e de todas as «teologias» contra a Igreja.

Receberam os leitores alguma explicação sobre isso? Assim eu.

Mas o tempo tudo acaba por esclarecer. Agora não é ao Pureza que temos de pedir contas. É aos responsáveis que na Ecclesia lhe deram boleia.

Heduíno Gomes

De http://moldaraterra.blogspot.com

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Afinal quem é hipócrita?!

 A esquerdalha acusa sistematicamente de hipocrisia os defensores da vida, nomeadamente na questão do aborto. Na esquerdalha toma lugar de destaque a sarjeta do comunismo que são os trotskistas, hoje acantonados em Portugal no Bloco de Esquerda. Pois bem, vejamos a coerência desta gente.
Em discurso para o pagode na sua campanha eleitoral para a Câmara de Lisboa (visto nas televisões em 4 de Outubro), Luís Fazenda apresenta a sua ementa de reivindicações, dizendo, entre outras coisas, sem mais nem menos, que «A cidade precisa de crianças!». Que humano que ele é!
Pois é por isso, para que Lisboa tenha mais crianças, que o indivíduo é um dos mais ferozes defensores do aborto!
A hipocrisia desta gente não fica por  aqui.
O Programa político do Bloco de Esquerda declara ser contra touradas, touros de morte e rodeios. Mas depois, em Salvaterra de Magos, a sua candidata à Câmara defende... o contrário. Em zona de tradição de touros, a sujeita revela a sua coerência.
Afinal quem serão os hipócritas? Os defensores dos valores da Civilização ou os trotskistas?

Heduíno Gomes