sexta-feira, 21 de Novembro de 2014


Podes crer...


Luís Lemos

Para saber o que Jorge Bergoglio pensa, «leiam seus escritos», diz o bispo argentino Víctor Fernández.

Podes crer...





quarta-feira, 19 de Novembro de 2014



«Para surpresa e espanto de muitos», diz ele...


Luís Lemos

Um funcionário da sacristia Rádio Renascença, Filipe Avilez, publica um blogue de cariz religioso e de incidência social e política, onde dá umas no cravo e outras na ferradura ( http://www.actualidadereligiosa.blogspot.pt/ ).


Das duas uma: ou o homem é um confuso, ou então confronta-se com um enorme peso na sua consciência quando, por querer conservar o emprego na dita sacristia, a par de artigos interessantes, defende ideias pouco católicas dos patrões.

Por outras palavras, se está confuso, então está perdoado. Mas convinha informar-se e aprender umas coisas. E, já agora, arranjar outro emprego para ser livre.

Se age por interesse, sacrificando a sua consciência e a verdade, então terá de prestar contas ao Altíssimo. Filipe Avilez tem de optar entre a verdade e o bando dos «progressistas» alojados na RR, na  Ecclesia, na Pastoral da Cultura, etc. Tem de optar entre o cristianismo sem equívocos e os Tolentinos. Esta é a realidade.

Na carta electrónica em que divulga alguns artigos do seu blogue, escreve ele:

«O Papa Francisco criticou a manipulação ideológica à volta da família. Para surpresa e espanto de muitos, o Papa continua a ser contra a eutanásia, o aborto, a destruição de embriões para experimentação e acredita que a família deve ser assente num casamento entre um homem e uma mulher. Parem as rotativas! O Papa é católico.»

«Para surpresa e espanto de muitos», diz ele...Então explique lá o Filipe Avilez, no seu blogue, aqui ou onde pretender, porque é que esses muitos estão tão equivocados a pensar mal (e, claro, alguns  a  pensar «bem»...) de Jorge Bergoglio, coisa que nunca fizeram em relação a Bento XVI, João Paulo II, etc..., dos quais pensam bem. Enquanto  os tais alguns pensam mal. Explique lá, vá lá!





sábado, 15 de Novembro de 2014


Uma caricatura de militância


Heduíno Gomes

Perante uma hierarquia alheia às suas obrigações militantes – ou não fosse a hirarquia da Igreja Militante –, surgem iniciativas várias de leigos em defesa das causas cristãs mais prementes, aquelas que são mais importantes e por isso mais sofrem os ataques dos inimigos da Civilização cristã. A saber, a defesa da vida e a defesa da família natural.

Já aconteceram mesmo «alheamentos» (chamemos-lhes assim...) insólitos, do género de um grupo de militantes católicos ter sido impedido pelo Reitor do Santuário de Fátima, P. Carlos Cabecinhas, de aí recolher assinaturas contra o aborto (http://maislusitania.blogspot.pt/2013/05/o-padre-carlos-cabecinhas-ao-lado-de.html), ou ainda do Senhor Cardeal Patriarca D. José Policarpo, entre outras façanhas, ter pretendido desmobilizar a manifestação de 2010, no tempo do Governo de Sócrates, contra o chamado «casamento» entre invertidos (ver http://maislusitania.blogspot.pt/2010/02/manidestacao-pelo-casamento-foi-um.html).

Vem tudo isto a propósito de, agora, perante novas iniciativas de leigos em defesa da vida, o Presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, D. Manuel Clemente, ter sido interrogado por alguém da RR sobre se «as igrejas locais estão autorizadas a servir de base de recolha de assinaturas para a iniciativa».

Pergunta pertinente, não será? Sim, parece haver razão para a dúvida, incluindo para o jornalista da católica progressista RR, sobre a autorização concedida às igrejas locais para militarem a favor da defesa da vida... Será que a defesa da vida faz parte da agenda da Igreja portuguesa?

Valeu-nos a nós a clareza da resposta do Presidente da Conferência Episcopal Portuguesa para desta ficarmos tranquilos: «Estamos de alma e coração com a iniciativa. As nossas comunidades cristãs estão alertadas nesse sentido, contem connosco.» É caso para gritarmos Aleluia!

Militância assim, não, obrigado.


O padre Carlos Cabecinhas
O então Cardeal Patriarca





sexta-feira, 14 de Novembro de 2014


Vítor Pereira: o Sócrates da arbitragem


Heduíno Gomes

Neste dia em que rebentou a bomba da corrupção à volta dos vistos gold, Vítor Pereira, Presidente do Conselho de Arbitragem, deu uma senhora entrevista a um dos programas da bola, na RTP-N.

Tal e qual o Sócrates na política.

A mesma charlatanice, a mesma cagança balofa, a mesma fuga aos problemas reais.

Um é padrinho da corrupção na bola. Quem o ouve, fica a saber que criou um modelo de arbitragem onde reina a competência e a moralidade.

O outro é padrinho da Parque Escolar, das parcerias publico-privadas e etc. Quem o ouve fica a saber que governou honestamente e bem.

E a RTP dá palco aos dois. É Portugal da III República.


Apitos dourados, apitos diamantados.
A explicação para muita coisa inexplicável.























quinta-feira, 13 de Novembro de 2014


Judas Iscariotes e os católicos a 95%


P. Gonçalo Portocarrero de Almada

Um fiel que seja um professor incompetente, um fiscal corrupto, um empresário desonesto, um marceneiro negligente, um estudante cábula, não é só um mau profissional é também e sobretudo um mau cristão.

Era uma vez um empresário de sucesso, que se gabava de ser 95% católico. Quando alguém lhe perguntou a razão dessa percentagem, explicou:

— É que é com os restantes 5% que me governo!

A história, como diriam os italianos, si non è vera, è bene trovata. De facto, retrata quem, dizendo-se cristão, não vive, na sua actividade profissional, as exigências éticas da fé em Cristo. São, talvez, praticantes de alguns ritos, certamente necessários para uma coerente vida cristã, mas não de certos princípios morais, que são essenciais para um católico. São até capazes de dar à Igreja, uma vez por outra, uma esmola avultada, mas esquecem que a sua principal contribuição deveria ser o testemunho da sua integridade moral.

Toda a gente reconhece, com razão, que não faz sentido que um católico não vá à missa dominical, mas nem todos detectam a incoerência de quem reduz a vivência da sua fé à participação semanal na eucaristia e não honra, na sua vida pessoal, profissional e social, as implicações morais da religião que diz professar. É uma falácia afirmar que é preferível não ir à igreja e viver a caridade, do que ir à missa e não cumprir o mandamento novo, porque é óbvio que uma falta não se pode justificar com um acto virtuoso, por mais leve que aquela seja, ou mais santo que este possa ser, ou parecer. Mas pode-se dizer, sem exagero, que uma crença, mais do que para celebrar religiosamente uma vez por semana, é para viver todos os dias.

Um fiel que seja um professor incompetente, um fiscal corrupto, um empresário desonesto, um marceneiro negligente, ou um estudante cábula, não é, apenas, um mau profissional, mas também e sobretudo um mau cristão. A qualidade do trabalho é condição necessária para a realização humana e espiritual do trabalhador e, consoante a perfeição técnica e ética da sua obra, assim é quem a realiza. Como dizia Etienne Gilson, foi a fé e a geometria que elevaram as sés da Idade Média. Sem religião, não haveria catedrais, mas sem trabalho também não. Só um labor de excelência pode ser, efectivamente, um acto de louvor a Deus e uma obra de arte.

A um funcionário público, a um advogado, ou a um comerciante cristão pede-se, em primeiro lugar, que seja honesto, sério, competente. Não basta que realize o seu trabalho com amor, porque também os ladrões amam … sobretudo os bens alheios!

Há já alguns anos, um jornalista estrangeiro foi a Varsóvia, onde ficou espantado com a devoção dos polacos. Quando o disse ao Cardeal Glemp, a quem também comentou que lhe tinham roubado a carteira, o então arcebispo de Varsóvia fez-lhe notar que a religiosidade cristã de um povo não se mede apenas pela sua participação em actos de culto, mas também e principalmente pela sua prestação ética: é este o critério que permite distinguir a verdadeira fé cristã dos seus sucedâneos, a religião genuína da mera beatice de sacristia. Caso contrário, poder-se-ia incorrer na hipocrisia do assaltante que, na quaresma, não fumava … mas roubava, claro!

Há erros de gestão que, certamente, revelam falta de competência, mas também má formação moral. A inépcia técnica não se pode desculpar sem se ser cúmplice das suas consequências éticas. Quem, por incúria, leva uma empresa à falência, é moralmente responsável pelas gravosas consequências sociais desse fracasso. Não se trata apenas de um infortúnio dos negócios, mas de uma grave irresponsabilidade moral, que não pode, nem deve, ficar impune.

Também de Judas Iscariotes se poderia dizer que era 95% cristão: deixou tudo para seguir o Mestre, ouviu os seus sermões, participou nas suas orações, assistiu aos seus milagres, etc. Mas, à margem da sua vida de apóstolo, São João esclarece que roubava e não se importava com os pobres. Porque era avarento e ladrão, vendeu Cristo por trinta dinheiros. O pouco que lhe faltou para ser verdadeiramente cristão – os tais 5%! – chegou e sobrou para trair Jesus e cair na desesperação.


NOTA:

Estará o Padre Gonçalo, na volta, a referir-se também àquele católico a 95% chamado Bergoglio?






Cavaco não aprendeu nada.

E Costa também não!


Camilo Lourenço, Jornal de Negócios, 11 de Novembro de 2014

Cavaco Silva perguntou ontem o que andaram a fazer os gestores da PT e os seus accionistas, numa crítica ao que se está a passar na Portugal Telecom. Mas como é típico na sua prática, Cavaco preferiu o «toca e foge»: depois de dizer que não gosta da ideia de desmembrar a PT (eu também não gosto) avançou que antes de chegar a Belém escreveu sobre os custos de transferir activos nacionais para o estrangeiro.

Pois eu gostava que o Presidente explicasse bem o que isso significa. Por exemplo, que dissesse como é que um país sem capital pode viver num mundo sem fronteiras sem transferir activos. Mais: gostava que Cavaco explicasse como é que empresas portuguesas poderiam comprar activos lá fora se todos pensassem como ele… Ah! E gostava mesmo que o Presidente explicasse de que forma o modelo de privatizações que escolheu, como primeiro-ministro, favoreceu esse objectivo, o da manutenção de activos em Portugal.

António Costa deu ontem um sinal do que é o seu pensamento económico: criou uma «taxa turística» com a qual pensa ir buscar mais 19 milhões de euros a quem visite Lisboa.

A ideia da taxa é o afloramento do princípio de «exportar a recessão», tão do gosto de certos pensadores de Esquerda. Não lhes ocorre que como há países e cidades que só querem importar turistas, deixando a parvoíce (leia-se aumentar impostos e taxas aos visitantes) para outros, vão ficar mais competitivos do que Lisboa.

Costa e algumas personalidades que o rodeiam continuam a não perceber que o problema do País é a despesa pública e não os impostos. De facto não aprenderam nada com os disparates dos últimos 20 anos, cometidos pela Esquerda e pela Direita.





terça-feira, 11 de Novembro de 2014


80% dos catalães quer a independência




Hino da Catalunha
Els Segadors — Hino de Catalunha

http://www.youtube.com/watch?v=ZgoRyTjSW7o&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=7ELn_OmyEvE&feature=related

        Catalunya, triomfant,
        tornarà a ser rica i plena!
        Endarrera aquesta gent
        tan ufana i tan superba!

        Bon cop de falç!
        Bon cop de falç, defensors de la terra!
        Bon cop de falç!

        Ara és hora, segadors!
        Ara és hora d'estar alerta!
        Per quan vingui un altre juny
        esmolem ben bé les eines!

        Bon cop de falç!
        Bon cop de falç, defensors de la terra!
        Bon cop de falç!

        Que tremoli l'enemic
        en veient la nostra ensenya:
        com fem caure espigues d'or,
        quan convé seguem cadenes!

        Bon cop de falç!
        Bon cop de falç, defensors de la terra!
        Bon cop de falç!


(Tradução)

        Catalunha, triunfante,
        tornará a ser rica e plena!
        Por detrás desta gente
        tão ufana e tão soberba!

        Bom golpe de foice!
        Bom golpe de foice, defensores da terra!
        Bom golpe de foice!

        Agora é hora, segadores!
        Agora é hora de estar alerta!
        Para quando chegar o outro Junho
        amolem bem as ferramentas!

        Que trema o inimigo
        mostraremos a nossa bandeira:
        como fazemos cair as espigas de ouro,
        quando convém ceifamos correntes!






As minhas desculpas ao cardeal Kasper


Frei Clemente Rojão

Não acompanhei, de facto, o sínodo das famílias por causa das eleições [no Brasil]. Mas no final, do lido, uma coisa me surpreendeu: o Cardeal Kasper saiu mal.

E eu não estou celebrando isso, não! É evidente que o Cardeal Kasper tentou o que tentou por instigação do papa Francisco, que desejava que o sínodo referendasse a mudança de doutrina que ele por si só não tem coragem de assinar. Esta estratégia é muito boa para as coisas boas. Mudança de doutrina, nem se um anjo do céu pedir, já dizia São Paulo. E eu me pergunto porque ainda não me atirei da ponte ao constatar - ó tempora, ó mores - que um papa quer mudar a doutrina do casamento...

Foi ele!
Ao fim, os conservadores reagiram e bloquearam. Às custas de suas cabeças, podem crer. Cada um deles vai ser punido veementemente pelo papa Francisco, que é democrata vestido com um pálio igual aos outros para pedir que o Sínodo referende as suas ideias marotas, mas é papa-Rei de tiara tripla para punir seus desafectos sem apelo nem recurso. Eu presto mais atenção ao que Francisco faz do ao que Francisco fala. Amo o papa Francisco dos sermões [Modo de falar, evidentemente. (N.R.)], lamento o homem real sentado na cátedra de Pedro.

E Kasper? Kasper foi atirado aos leões. Parece que tudo saiu da sua cabecinha torta. Nem dele nem de Baldisseri!!! Eles eram testas de ferro. Foram os Josés-Dirceus que viraram os réus para ocultar o chefe. Agora Kasper tornou-se o ícone da heterodoxia na Igreja (mas talvez não se importe) e apanhou mais que Aécio e Marina (até eu bati, com justiça). O facto é que politicamente perdeu e quando a maré do Sínodo se voltou, o nosso santo padre tirou o seu pontifício xxx da recta, «não era com ele». E, na política, quem bate mais leva.

É por isso que na vida eu tenho uma lei: Nunca faço trabalho sujo para o chefe. Isso já me custou diversos cargos e promoções, mas uma incrível tranquilidade na vida.

Desculpe-me, Cardeal Kasper. Mas da próxima vez não seja o pontifício carregador de marmitas doutrinárias.






sábado, 8 de Novembro de 2014


A maior investida de um Cardeal contra o Papa:

«Pode ser ele o falso papa 38»!


LV 12 On line

O Cardeal australiano George Pell antecipou «divisões» na Igreja Católica. Também a rebelião na hierarquia de Filadélfia, que será visitada pelo papa argentino. Desde algum tempo se vem observando como os sectores mais conservadores da Igreja Católica fazem frente, quase sempre e ainda de forma controlada, aos avanços postos em marcha por Jorge Bergoglio, o Papa Francisco.

Porém, neste fim de semana aconteceu uma situação que deixou a descoberto toda uma tendência «anti-Francisco» e que foi estampada na imprensa australiana e britânica. Trata-se de uma homília do Cardeal australiano, George Pell, escrita em latim e que ele não poderia ler «por questões de saúde», mas que foi lida na principal Missa desta nação por outro sacerdote em seu nome.

Pell foi lapidar: deu a entender que o argentino pode ser o falso papa número 38, e não o verdadeiro número 266 da Igreja. E deu indícios de um cisma: «Nos próximos 12 meses teremos a tarefa de explicar a necessidade da conversão, a natureza da Santa Missa e da pureza de coração exigida pelas Escrituras para receber a Sagrada Comunhão».

Hoje – escreveu o prelado – temos um dos papas mais inusuais da história, e que desfruta de uma popularidade quase sem precedentes.

O periodista britânico Andrew Brown, especializado em temas do Vaticano, do diário The Guardian mostrou-se preocupado. Ele escreveu que «até este momento estava seguro de que as reformas liberais postas em curso por Francisco não podiam ser paradas. Mas a reacção conservadora tem sido tão feroz e de tão extensa repercussão que pela primeira vez  a possibilidade de um cisma parece algo mais real do que distante»!


A Igreja teve até este momento 37 pontífices que foram considerados falsos, coisa que foi lembrada na sua homília pelo máximo expoente da religião Católica neste país insular. Se este «falso» implica para os católicos de que «ele foi enviado pelo diabo» e não por Deus, esta alusão é muito mais grave do que uma simples insinuação interna: acusa-se o pontífice argentino de ser um antipapa.

Pell acusou Bergoglio de «acumular cardeais», para ganhar posições no Sínodo da Família e considerou que «este tipo de coisas se devem realizar por consenso».

Nos Estados Unidos, depois do Cardeal Burke se levantar contra, temos também o Arcebispo Charles Chaput, bem como outros importantes cardeais. Eles têm acusado o Papa Francisco de desestabilizar a Igreja Católica, convertendo-a num «barco sem timoneiro», fazendo com que os católicos se sintam traídos, segundo informa Religião Digital.

O Arcebispo de Filadélfia, Charles Chaput, disse que na actualidade a Igreja é um barco sem timoneiro, que está deixando os católicos «mareados», devido ao que o Vaticano sugere – um enfoque mais suave a respeito da homossexualidade, conforme informa o portal Daily Mail.

Estas declarações chegam-nos depois do sínodo do Vaticano, sobre temas da família, que foi celebrado em Outubro passado, no qual se propôs uma abertura aos homossexuais, já que estes «têm dons e qualidades que podem oferecer à comunidade cristã!».

«Estava muito preocupado como se desenvolviam as coisas neste sínodo», disse Chaput. «A Igreja não pode dar-nos as boas vindas segundo as nossas próprias palavras. O que nos dá as boas vindas são as Palavras de Jesus. E isso é que significa ser cristão! Submeter-se a Jesus e aos Seus ensinamentos. Não é necessário voltar a criar uma nova espiritualidade», disse o Cardeal, que se reunirá com Francisco em Setembro do próximo ano, durante o Encontro Mundial das Famílias, a celebrar-se em Filadélfia.

O Sínodo encerrou-se com a aprovação de um documento que, não sendo definitivo, mostra pela primeira vez que a balança está-se inclinando para que a Igreja integre os pares de homossexuais e os divorciados, questões estas que já tinham sido deixadas de lado pelo Vaticano.


http://www.lv12.com.ar/303464-maxima-embestida-contra-el-papa-francisco-puede-ser-el-falso-papa-38.html





quarta-feira, 5 de Novembro de 2014


A opinião do pederasta Elton John sobre Francisco


Francisco é «o meu herói», afirmou o invertido Elton John.

Recorde-se que no passado este indivíduo disse que «se pudesse abolia completamente a religião».

Tudo bate certo – ele odeia a religião e adora Francisco.









A «cultura» e «sociologia»

cunhalo-cavaquista de Pacheco Pereira


Heduíno Gomes

Pacheco Pereira, como é sabido, dispõe de bastante tempo nas antenas do regime, que é dizer do sistema instaurado com a porca III República, que nos conduziu onde estamos. Não é por acaso que lhe concedem esse tempo de antena.

Um dos seus programas de televisão, na SIC-N, é o Ponto Contraponto, uma espécie de Borda d’Água em formato etéreo, cheio de pretensiosismos sociologistas, isto é, de banalidades e curiosidades de almanaque. É a sua grande cultura.

Na última edição deste programa (1.11.2014), Pacheco Pereira termina em beleza com mais uns elogios à cultura do grande amor intelectual da sua vida: Álvaro Cunhal. No caso, Pacheco põe Cunhal nos píncaros como competente crítico de dança porque viu com os seus próprios olhos, calcule-se, e escreveu sobre uma encenação do ballet Spartacus, de Khachaturian! Pacheco na Roménia e seria ele o cronista ideal de serviço a louvar os dotes científicos da investigadora Elena Ceausescu!

Mas antes, nesta edição do programa, já havia feito outras. Vejamos esta, de actualidade.

Como é sabido, Pacheco Pereira, estava na área do PS, sector Mário Soares, concretamente no MASP (Movimento de Apoio Soares à Presidência). Perante a oferta de lugar como deputado, vendeu o passe ao cavaquismo, à sombra do que ascendeu no PSD e nas antenas do regime, conciliando – o que não é difícil – o seu apoio à tecnocracia cavaquista com a sua concepção de esquerda do mundo. A sua carreira política, deve-a ao cavaquismo. Na federação laranja de interesses e rivalidades, os seus amigos são os cavaquistas.

Na luta pelo poder que actualmente se desenvolve dentro do PSD, Pacheco Pereira está presente. Do lado dos cavaquistas, claro. E utiliza as suas antenas para, por tudo e por nada, atacar as outras facções, especialmente a de Passos Coelho por estar no poder. Com razão algumas vezes – o que não é difícil, diga-se de passagem – mas quase sempre na base da pura dor de corno, demagogia e má língua. Assim, tudo quanto sirva para deitar abaixo o Passos Coelho é bom. Mesmo que seja porcaria.

É o caso, na referida edição do programa Ponto Contraponto, a propósito de uma suposta censura a um «estudo» da revista Análise Social. Não vale a pena repetirmo-nos, pelo que reproduzimos o comentário de Jorge Almeida Fernandes sobre essa suposta censura com a qual o democrata Pacheco tanto se indignou no seu programa da SIC-N. Esse mesmo democrata que andou a apoiar a ditadura cavaquista sobre os militantes do PSD.

Apenas há a acrescentar que Jorge Almeida Fernandes indica o link onde o leitor pode ver as ordinarices contidas nesse «estudo», com as quais Pacheco não se importa de conviver por considerar úteis para mandar abaixo o Passos Coelho. A utilidade é o seu critério moral. Já sabíamos.


A «segunda morte» de Sedas Nunes

Público, 2014.11.02 
JORGE ALMEIDA FERNANDES

A revista Análise Social (AS), fundada em 1963 por Adérito Sedas Nunes e editada pelo Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (ICS), produziu insolitamente o escândalo da semana: censura na universidade. O director do ICS, José Luís Cardoso, retirou da circulação o último número da AS. Porquê? Um «ensaio visual» intitulado «A luta voltou ao muro» e composto por uma selecção de graffiti conteria imagens «chocantes, ofensivas e de gosto duvidoso». Diz tratar-se de uma peça «inapropriada para publicação numa revista académica» e que, por ser considerada «decorativa», não foi sujeita «a avaliação e arbitragem científica».

O «director cessante» da revista, João de Pina Cabral, acusa Cardoso de «censura» e de «ataque de lesa-ciência». Os graffiti em causa, argumenta, «reflectem a frustração popular que se vive em Portugal contra as políticas de austeridade». A palavra «censura» — «censura pura e dura» — espalha-se pelos blogues e comentários de leitores dos jornais.

graffito que se reproduz — numa foto do PÚBLICO — é o único imaginativo. Outros são mera grosseria. No que encerra a série, lê-se: «Nos bolsos dele / Estão os teus sacrifícios /Américo Amorim / Ricardo Salgado / Belmiro de Azevedo / Soares dos Santos / Pingo Doce / Sacrifícios / O caralho.» O «ensaio visual» pode ser lido em 
http://www.esquerda.net/sites/default/files/as_212_ev.pdf.

Os graffiti são um excelente objecto de estudo. O que este caso tem de interessante é colocar uma velha questão: está-se perante um estudo «científico» ou perante um panfleto «cientificamente» justificado? Que é próprio de uma revista académica e que é próprio de uma revista de combate político? Na História ou na Sociologia, há regras do ofício que não devem ser atropeladas. A linha divisória nem sempre é evidente. No caso dos graffiti da AS, a leitura parece-me inequívoca: um panfleto. Este insólito incidente e os comentários que provocou espelham o estado duma academia em que cresce o «contrabando», se procuram «temas sexy» e se perde o espírito do rigor — a chave da sua credibilidade. Se são lamentáveis as derivas do jornalismo, mais chocantes são as da academia. Falo como mero leitor das suas publicações.

Declaração de interesses: fui secretário de redacção da AS durante cinco anos, na era de Sedas Nunes. Testemunho o cuidado que ele punha não apenas no rigor dos estudos mas também na separação de águas entre o trabalho científico e os textos de intervenção política a coberto da «ciência». Morreria pela segunda vez ao folhear esta Análise Social.


Graffito na Avenida Fernando de Sousa, em Lisboa,
por ocasião da visita da chanceler Angela Merkel






A III Grande Guerra – a Família, a Liberdade

e a Igreja sob perigosíssimos ataques


Poderá ser difícil de acreditar mas infelizmente é verdade que o que se estar a passar, como poderão verificar nos textos, principalmente nos que vão em Bold, é de extrema gravidade para os vossos filhos e os vossos netos. Se os amam, como não duvido, não se poderão calar e terão de reagir e tomar medidas.

Who’s the bigot now? – by Michael Cook

Increasingly it seems that the touchstone of success for supporters of same-sex marriage is shifting from accommodation and acceptance to unconditional surrender. Disagreement and criticism will not be tolerated.

In a recent speech in Washington DC Robert P. George, a professor at Princeton University in the US and vice chairman of the United States Commission on International Religious Freedom explained why.

I veri discriminati siamo noi, ex gay – di Luca Di Tolve

Surrogacy, human dignity and the best interests of the child – by José Ramos-Ascensão






terça-feira, 4 de Novembro de 2014


Jantar-conferência da maçonaria


CONVITE AOS ANJINHOS



A maçonaria (obediência Nandim) vai organizar um jantar-conferência sobre Francisco (Jorge Bergoglio).

Cabe ao Patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, apresentar a «prancha».

Não sabemos quando é que este convite da maçonaria ao D. Manuel Clemente será retribuído com uma homilia na Sé Patriarcal feita pelo Nandim.


Entretanto, para os anjinhos interessados, aqui ficam mais informações sobre o evento (copy-past).

http://bardoalem.blogspot.pt/2014/10/a-mensagem-do-papa-francisco-ansliada-e.html


Informação convite:

Dia 22 de Novembro, sábado, às 12h.

Tertúlia do Bar do Além, Alenquer. EN N.º 9, KM 94.

Orador Don Manuel Clemente, Cardeal Patriarca de Lisboa (confirmado)

Moderador: Luís Nandin de Carvalho

(Lotação limitada, com inscrições segundo ordem de entrada dos membros mais antigos, e com pagamento prévio – NIB 0033.0000.4541.5435.89105).

Menu: Entradas variadas, Feijoada à Moda Transmontana, sobremesa surpresa. Vinho regional, sumos, café. Com Iva a 23%, tudo incluído 20 €. Facturas com número de contribuinte, se indicado previamente.

Restrições alimentares a manifestar no momento da inscrição.






domingo, 2 de Novembro de 2014


Cortes na educação e cortes na corrupção

Que verbas merecerá a UBI receber?


Luís Lemos

Todos sabemos da roubalheira que por aí vai através de duplicação de serviços com institutos e fundações, a receberem financiamento do Estado. E que papel terão nessa roubalheira as universidades com os seus «estudos» de nível analfabético sobre temas ridículos? Sabemos que não é desprezível esse papel na roubalheira.

Pior ainda do que a roubalheira de fundos dos nossos impostos é a sua utilização
 por essas universidades ao serviço da agenda dos invertidos, promoção a corrupção moral.

Um tal Henrique Pereira, psicólogo activista da causa dos invertidos, e uma tal Maria João Rasteira, assinam uma carta electrónica em nome do 
Departamento de Psicologia e Educação da Universidade da Beira Interior que comprovam o que acabamos de afirmar.

Esta universidade gaba-se de ter sido a primeira a promover a chamada ideologia do género, que faz parte da propaganda dos invertidos e lésbicas. Condiz.

A apadrinhar tudo isto está o senhor professor doutor reitor
 António Carreto Fidalgo. O curioso é que o fulano fez grande parte da sua carreira académica na Universidade... Católica, onde passou quase dez anos a ensinar filosofia! Pois não admira, com os critérios progressistas que a têm orientado no recrutamento de professores. Condiz.


António Fidalgo, o reitor-padrinho da corrupção moral.
Recentemente, o sujeito «lamenta os cortes no ensino superior». Abençoados cortes, digo eu!


_____________


Sobre o 
psicólogo dos invertidos, ver:

Sobre a universidade do reitor-padrinho, entre outras coisas:


A carta electrónica dos «investigadores»:

Estamos a realizar um estudo ibero-americano com PSICÓLOGOS, PSICOTERAPEUTAS, PSIQUIATRAS, CONSELHEIROS ou outros TÉCNICOS DE SAÚDE MENTAL para avaliar a competência cultural no trabalho com clientes lésbicas, gays e bissexuais (LGB). Solicitamos deste modo a sua participação neste estudo através do preenchimento de um inquérito que demora cerca de 10 minutos. Todas as suas respostas são anónimas e confidenciais e destinam-se exclusivamente a serem analisadas no âmbito deste estudo.

Assim, SE PERTENCE A UMA DESSAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS clique AQUI​

Desde já, muito obrigado pela sua colaboração.

Os investigadores:

Henrique Pereira, PhD (hpereira@ubi.pt)
&
Maria João Cunha (m6593@ubi.pt)

Universidade da Beira Interior – Portugal

Departamento de Psicologia e Educação