sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
Os Americanos e a Base das Lajes
João José Brandão Ferreira, Oficial Piloto Aviador
A operação das forças militares americanas na Base Aérea das Lajes há muito que merecia um livro.
Muito resumidamente foi assim:
A apetência dos EUA pelos Açores (e Cabo Verde) recua à Guerra Hispano-Americana, de 1898, que marca o início do imperialismo «yankee» fora do continente Americano, o que nunca mais parou até hoje.
Prolongou-se na I Guerra Mundial, com a ameaça submarina alemã e a visita do futuro presidente Roosevelt (na altura subsecretário de Estado da Marinha), em 1918, e firmou-se na II Guerra Mundial, por causa da ameaça naval alemã – podia ter sido aero-naval caso a Alemanha tivesse intentado e conseguido ocupar aquele arquipélago e também o da Madeira.
Mas quem, de facto, pensou ocupar os Açores – considerados como uma fronteira avançada de defesa da América – foram os próprios americanos, que chegaram a preparar uma invasão e ocupação do território, em Jul/Ago de 1941 (Operação «Life Buey», comandada pelo Brig. Gen. Holland Smith).
Acontece que o governo português da altura – estrénuo defensor dos interesses portugueses – tinha reforçado os Açores com 25 000 homens e alguns meios aéreos e navais, dispondo-se a garantir a neutralidade proclamada, mesmo com o uso da força.
Os Americanos fizeram um cálculo do risco e das baixas e hesitaram.
Mais experientes do que os seus amigos do outro lado do Atlântico, a diplomacia inglesa, valendo-se do especial relacionamento que tem connosco, desde 1373, veio tentar acalmar os ânimos e negociar uma solução adequada, até porque o governo português, num gesto habilíssimo, ameaçou invocar a velha Aliança em caso de ataque americano…
Destas negociações que foram duras e demoradas resultou a ida dos ingleses para as Lajes e, mais tarde, a dos americanos para Santa Maria, com a condição de no fim da guerra saírem, deixarem-nos todas as instalações, garantirem a soberania portuguesa em todos os territórios ultramarinos e, ainda, a garantia que Timor Leste – ocupado pelos japoneses – voltaria para Portugal e que forças portuguesas participariam na libertação do território.
Tudo foi cumprido.
Em 1948 (ano anterior ao estabelecimento da OTAN) os EUA solicitaram facilidades de operação na Base Aérea 4 nas Lajes, o que foi concedido, até hoje.
A Base das Lajes pertence à Força Aérea Portuguesa.
Deste modo estabeleceu-se um destacamento da Marinha dos EUA – que operavam os aviões – outro da USAF – que operavam os meios de apoio terrestre – e do Exército Americano - que operavam as lanchas e equipamento portuário…
E como o governo de Lisboa, da altura, não brincava em serviço e não deixava que estrangeiros nos ditassem leis, logo acordou com Washington, um conjunto de condições que, além de não comprometerem minimamente a soberania nacional, tornavam os EUA completamente devedores de Portugal, pois não pagavam um dólar por lá estarem.
Tal facto devia-se a que a lógica política de então defendia, por ex., que nenhum pedaço de território nacional podia ser alugado…
Foi criado um Comando Aéreo Português, cujo comandante seria sempre mais antigo que o oficial americano mais graduado e, até, a bandeira americana não estava autorizada (creio que ainda não está) a tocar o solo Pátrio, ficando simbolicamente, assente num bloco de pedra para o efeito concebido.
Marcello Caetano, que sucedeu a Salazar na chefia do governo, mudou a postura portuguesa para com os EUA, relativamente às Lajes, negociando contrapartidas materiais pela presença americana, o que se podia consubstanciar em ajuda económica directa ao Arquipélago, melhoria das condições dos trabalhadores portugueses e, sobretudo, em armamento e equipamento militar, de que as Forças Armadas Portuguesas estavam muito carenciadas devido aos conflitos ultramarinos iniciados em 1961.
Esta nova política acabou por não dar grandes frutos, sofrendo Portugal uma espécie de «ultimato» encapotado, relativamente ao uso indiscriminado da base, no socorro que Washington prestou a Israel na Guerra do Yom Kipur, em 1973.
A importância dos Açores nunca diminuiu para os EUA durante toda a «Guerra Fria», por causa do eventual reforço rápido da Europa, da ameaça submarina soviética, além de ser ponto de apoio importante para aviões em rota para o Médio Oriente.
Com a queda do «Muro de Berlim», em 1989, e a evolução geopolítica daí decorrente; a melhoria dos armamentos e, ultimamente, a mudança de prioridades de Washington para o Pacífico, a importância conjuntural da Base das Lajes perdeu valor relativo para os americanos.
Daí a natural mudança do seu dispositivo.
Por isso é lógico que queiram reduzir a sua presença nas Lajes (em 485 pessoas) mas, estamos em crer, jamais a Secretaria de Estado da Defesa dos EUA, quererá sair de lá de vez…
É claro que esta redução vai constituir um duro golpe na economia da Ilha Terceira e levar ao desemprego estimado de 500 trabalhadores portugueses, cujo vínculo se procurava articular com as leis de trabalho nacionais.
Mas temos de perceber que os Americanos não estão lá pelos nossos lindos olhos e tratam de defender os seus interesses e não os alheios.
Os Açores já tinham sofrido um duro golpe aquando da saída dos franceses da base de rastreio de mísseis, que montaram na Ilha das Flores, em 1993, sem que tivesse ocorrido o alarido de agora.[1]
Pacífica e gradual foi, também, a saída dos alemães da base de Beja, em 1993.[2]
Por tudo isto não se entende o actual «histerismo» de políticos e sobretudo do Governo Regional dos Açores, à volta deste assunto, revelando uma grande falta de sentido de Estado e em nada contribuindo para um bom desfecho do que está em curso e para as futuras relações com os EUA.
A ameaça velada e pública, sobre a possibilidade da China (ou outros) poder vir a operar no Arquipélago é, a todos os títulos, deplorável.
Há coisas que se tratam na circunspecção das chancelarias e não no ruído e demagogia da rua.
Um contracto é um vínculo de interesses comuns, entre duas ou mais partes. Se uma das partes se quiser desvincular, só tem que o fazer negociando tal desiderato em função do que estiver vertido no acordo.
Além do mais este é um assunto de Defesa e Segurança Nacionais, tratado Estado a Estado e, por isso, o Governo Regional, deve-se remeter apenas para as suas funções constitucionais.
Nós podemos, eventualmente, gostar mais ou menos da presença americana nas Lages, mas a decisão da sua diminuição ultrapassa-nos. A não ser que fossemos nós a querer impor essa redução.
Pode (e eventualmente deve) Lisboa mostrar as suas preocupações; oferecer a sua hospitalidade; apresentar outras propostas de relacionamento bilateral, etc., mas não pode exigir nada relativamente à presença americana na Base, a não ser o que está estritamente acordado para o efeito, e ficar com as decisões ora tomadas, em carteira.
A algaraviada de exigências propaladas pelos «media» não passam de ruído ineficaz, apenas explicáveis pela eterna luta partidária.
Temos que estar atentos ao comportamento do FMI e do Banco Mundial, onde os EUA pontificam, cuidar da nossa comunidade emigrante naquele país e ter que ter especial cuidado com a atitude que os Americanos irão assumir, na ONU, face à proposta de alargamento da Plataforma Continental, apresentada por Portugal.
E, curiosamente, não vemos ninguém preocupado com a exiguidade (sempre a diminuir…), de meios militares portugueses no (s) Arquipélago (s) e na necessidade urgente de inverter a situação.
Requerem-se bom senso e clarividência política e estratégica.
Uma coisa – além do «saber» – anda, aliás, ligada à outra.
__________________________________
[1] O anúncio da constituição da Base foi feito pelo MNE Franco Nogueira, em 1964, tendo o acordo sido assinado, em 7 de Abril daquele ano, e as suas instalações inauguradas em Outubro de 1966.
[2] O acordo para a utilização da Base de Beja (construída de raiz), ocorreu em Dezembro de 1960, mas o primeiro contingente de militares alemães só chegou em 8/8/1966.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
Ser homem ou mulher está inscrito no DNA
![]() |
| Luis Jensen com a sua esposa Pilar Escudero |
Luis Jensen,
médico membro do Instituto das Famílias de Schoenstatt e do Centro de Bioética
da Pontifícia Universidade Católica do Chile, revelou que a homossexualidade «jamais
vai permitir o desenvolvimento pleno da satisfação da complementariedade».
No dia 10 de Dezembro deste ano, apresentou-se no
Chile um projecto de lei do «Matrimónio Igualitário», que quer modificar a Lei
do Matrimónio actual para permitir as uniões homossexuais.
O projecto de lei foi pensado e redigido pelo
Movimento de Integração e Libertação Homossexual (Movilh), o mesmo que criou o
conto «Nicolau tem dois pais».
Em declarações feitas ao Grupo ACI, Jensen referiu
que «se eu acredito que na natureza tudo tem o mesmo valor, então a
pessoa desaparece, porque a pessoa é o mais extraordinário, é distinta, é outra
entidade diferente do resto das coisas naturais».
«O ser homem e mulher, que são as duas formas de
ser pessoa, tem uma razão de ser, um porquê, um para quê, está inscrito no DNA.
Se ignorar isso, está ignorando uma coisa que não é electiva, mas constitutiva»,
afirmou.
Luis Jensen explicou que «a pessoa que
realmente necessita move-se para procurar o outro e enriquece-se com o outro. E
nessa relação, descobre que o outro também tem necessidades. E para fazê-lo
feliz, que é a essência do amor, dá o máximo de si próprio como dom, como
presente ao outro. Essa é a dinâmica do amor, a dinâmica do dom, da gratuidade».
Entretanto, advertiu o perito, as relações que se
estabelecem hoje «não têm como base a complementariedade».
Jensen sustenta que «estas relações
(homossexuais) ficam na reciprocidade: em que eu te dou e tu me dás, que é na
verdade um intercâmbio comercial, funcional, estrutural, mas não da natureza da
pessoa. Onde está a gratuidade? Já não é a dinâmica do amor mas a dinâmica da
organização, do intercâmbio, da comercialização».
Para o médico, a polaridade homem-mulher tem a sua
causa na «unidade do homem e da mulher porque são capazes de
complementar-se em todos os campos».
«Isso jamais vai acontecer na homossexualidade, por
muita imitação que façam, por muita intenção, boa vontade ou amor pessoal que
tenham, não acontece. Por isso mesmo, acredito que hoje querem tirar o conceito
da complementariedade do vocabulário e ficar com o da reciprocidade».
Para Jensen, actualmente procura-se «reduzir
o tema do essencial do ser humano a róis: Há um rol feminino e um rol
masculino, um rol paternal e um rol maternal, e já não se responde ao que é a
natureza masculina e feminina».
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
A guerra do Islão
José António Saraiva, Jornal Sol, 26 de Janeiro de 2015
Depois dos atentados em Paris, o primeiro-ministro
francês, Manuel Valls, e a chanceler alemã, Angela Merkel, fizeram uma declaração
solene: «A luta é contra o terrorismo, não é contra o Islão».
O pior inimigo dos muçulmanos que hoje vivem na
Europa é a inacção dos Governos nacionais – permitindo uma liberdade de acção
aos fundamentalistas que acaba por virar a opinião pública contra toda a
comunidade islâmica
A intenção era óbvia: tentar precaver acções
racistas contra os muçulmanos – e, ao mesmo tempo, acalmar os países islâmicos
amigos.
Mas dizer isto é tentar tapar o sol com a peneira.
Porque este tipo de terrorismo é indissociável do
Islão.
Os terrorismos não são todos iguais – e o
terrorismo islâmico tem características próprias, sendo completamente diferente
dos terrorismos que conhecemos na Europa.
As organizações terroristas europeias das últimas
décadas – o Baader-Meinhof na Alemanha, as Brigadas Vermelhas em Itália, o Sinn
Fein na Irlanda, a ETA no País Basco, as FP-25 em Portugal – actuavam
geograficamente e tinham objectivos políticos concretos.
O terrorismo islâmico, pelo contrário, não é
localizado geograficamente – está disseminado por todo o planeta – e não tem um
objectivo político determinado – visa atingir a civilização Ocidental no seu
conjunto.
Há quem, como Ana Gomes, tente explicar o
terrorismo islâmico com base nas más condições de vida ou numa deficiente
integração dos muçulmanos nos países de imigração.
Ora, dizer isto é não compreender o fenómeno.
Se as condições de vida produzissem terroristas, já
teríamos visto muitos pobres em Portugal, atingidos pela austeridade, pegarem
em metralhadoras e irem por aí fora a matar pessoas.
E se fosse pela deficiente integração, muitos
africanos em Portugal já se teriam transformado em homens-bomba.
As condições de vida e o desenraizamento podem
facilitar o recrutamento de operacionais, mas a raiz do terrorismo islâmico é outra.
E se fosse esta também não teria solução, pois a
Europa não vai sair da crise tão cedo e a integração dos muçulmanos nas
sociedades europeias nunca será completa...
Como se vê em França, na Bélgica, em Inglaterra ou
na Alemanha, as populações de origem árabe, por exemplo, conservam em geral os
seus hábitos de vida: comem a sua comida, vestem à sua maneira, professam a sua
religião, lêem os seus jornais, vivem nos seus bairros.
E depois, em virtude de serem cada vez mais
associados ao terrorismo, os muçulmanos são olhados com desconfiança pelo resto
da população – o que agrava a segregação.
Perante um muçulmano, as pessoas hoje pensam: quem
sabe se por detrás deste homem não se esconde um terrorista?
Ao contrário de outros terrorismos, o terrorismo
islâmico é de natureza religiosa – embora haja dificuldade em aceitar esta
ideia, porque a cartilha marxista, que continua a condicionar o pensamento de
muita gente, contempla sobretudo as condições socio-económicas.
Mas basta olhar para a História para o perceber: a
guerra entre o Islão e o Ocidente cristão vem de muito longe (e nós sabemos
isso melhor do que ninguém, pois ajudámos a expulsar os «infiéis» da
Península).
Sucede que, ao contrário do cristianismo, o
islamismo conservou uma vertente fundamentalista e violenta, bem expressa nas
atrocidades de Khomeyni, de Bin Laden ou do Estado Islâmico.
E o fundamentalismo não tem parado de crescer nos
últimos tempos – conquistando cada vez mais terreno no Norte de África e
multiplicando os atentados terroristas pelo mundo fora.
Neste momento, a Europa é um paraíso para os
terroristas islâmicos, pela ausência de fronteiras nacionais, pela liberdade de
movimentos, pela liberdade de propaganda, etc.
Em nenhuma parte do mundo existem tais condições.
Ora isto pode fazer do continente europeu, nos
tempos que aí vêm, um palco privilegiado para os ataques terroristas.
Até porque aqui vivem 50 milhões de muçulmanos,
possibilitando que eles se escondam com tremenda facilidade (procurar um
muçulmano em certos países da Europa é como procurar agulha em palheiro) e
oferecendo um campo de recrutamento muito grande.
Enfrentar o terrorismo islâmico na Europa é uma
tarefa ciclópica.
Mas há uma coisa a fazer antes de mais nada:
abandonar os preconceitos ideológicos, os complexos de esquerda e os clichés –
e aceitar pôr tudo em questão.
A recusa dos partidos do sistema em debater
descomplexadamente a imigração, está a entregar à extrema-direita o monopólio
do debate sobre este tema.
Ora, isso é perigosíssimo.
Os partidos centrais têm de ser mais activos e
firmes no combate a este flagelo.
Não podem revelar a passividade e a inocência que
têm demonstrado.
Como aceitar, por exemplo, que alguns imãs
continuem a pregar livremente a violência e a recrutar homens nas
mesquitas de Paris ou Bruxelas para ataques terroristas?
Como admitir que em Londres haja municípios ostentando
à entrada placas dizendo: «Está a entrar numa zona controlada pela sharia [lei
islâmica]»?
É inadmissível.
Muitos europeus começam a estar cansados, com medo,
aterrorizados mesmo – e, se os Governos não derem respostas concretas, o
racismo anti-muçulmano na Europa pode ficar fora de controlo.
E os partidos da extrema-direita continuarão a
crescer eleitoralmente e começarão a ganhar eleições.
O tempo urge.
O discurso politicamente correcto já deu o que
tinha a dar e não convence ninguém.
Os próprios muçulmanos estão fartos dele, pois a
sua vontade é que se comece a separar o trigo do joio, não pagando o justo pelo
pecador.
domingo, 1 de fevereiro de 2015
Felizes apenas no inferno…
They’re not happy in Gaza
They're not happy in Egypt
They're not happy in Libya
They're not happy in Morocco
They're not happy in Iran
They're not happy in Iraq
They're not happy in Yemen
They're not happy in Afghanistan
They're not happy in Pakistan
They're not happy in Syria
They're not happy in Lebanon
They're not happy in Nigeria
They're not happy in Kenya
They're not happy in Sudan
sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
Bergoglio amoroso (2)
O Congresso serve como preparação para a XIV Assembleia Geral do Sínodo dos Bispos em Outubro de 2015, e foi organizado pelo Pontifício Conselho para a Família, que acolheu 80 movimentos e mais 300 peritos para falar sobre a pastoral familiar.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
Coincidências…
The Paris terrorist attackers, days ago, were Muslims, but:
The Madrid Train Bombers were Muslims
The Shoe Bomber was a Muslim
The Beltway Snipers were Muslims
The Fort Hood Shooter was a Muslim
The underwear Bomber was a Muslim
The U.S.S. Cole Bombers were Muslims
The Bali Nightclub Bombers were Muslims
The London Subway Bombers were Muslims
The Moscow Theatre Attackers were Muslims
The Boston Marathon Bombers were Muslims
The Pan-Am flight #93 Bombers were Muslims
The Air France Entebbe Hijackers were Muslims
The Iranian Embassy Takeover, was by Muslims
The Beirut U.S. Embassy bombers were Muslims
The Libyan U.S. Embassy Attack was by Muslims
The Buenos Aires Suicide Bombers were Muslims
The Israeli Olympic Team Attackers were Muslims
The Kenyan U.S, Embassy Bombers were Muslims
The Saudi, Kho bar Towers Bombers were Muslims
The Beirut Marine Barracks bombers were Muslims
The Besian Russian School Attackers were Muslims
The first World Trade Center Bombers were Muslims
The Bombay & Mumbai India Attackers were Muslims
The Achille Lauro Cruise Ship Hijackers were Muslims
The September 11th 2001 Airline Hijackers were Muslims'
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
domingo, 25 de janeiro de 2015
Um padre como deve ser
Ele não gostava mesmo de espanhóis...
Numa povoação pequena, mesmo junto à fronteira com Espanha, a Igreja fica cheia para a missa das dez com portugueses, espanhóis, o presidente da Junta, etc.
O padre começa o sermão:
— Irmãos estamos hoje aqui reunidos para falar dos Fariseus... Aquele povo desgraçado como esses espanhóis que estão aqui...
O maior tumulto tomou conta da Igreja. Os espanhóis ofenderam o padre, houve porrada no adro. O presidente da Junta levou as mãos à cabeça e, indignado, foi falar com o padre na sacristia:
— Sr. padre, vá devagar, os espanhóis vêm para este lado, gastam nas lojas, nos restaurantes, trazem euros para Portugal. Não faça mais provocações.
Durante a semana a conversa entre todos era a mesma: o padre e o sermão do domingo. Aquele zum-zum todo foi fazendo com que as pessoas ficassem curiosas e a querer saber mais sobre o que tinha acontecido.
Finalmente, chega o domingo. O presidente da Junta vai à sacristia e fala com o padre:
— Sr. padre, o senhor lembra-se da nossa conversa? Por favor, não arranje nenhum problema hoje, ok? Vem a missa e o padre começa o sermão:
— Irmãos... Estamos aqui reunidos, hoje, para falar de uma pessoa da Bíblia: Maria Madalena. Aquela mulher, prostituta que tentou Jesus, como essas espanholas que estão aqui...
Caldeirada: pancadaria na Igreja, partiram velas nos corredores, chapadas, socos e alguns internamentos no hospital mais próximo que, por acaso, ficava em Espanha. O presidente da Junta foi novamente ter com o padre:
— Sr. padre, eu não lhe disse para ir com mais calma? Se o senhor não amansar, vou escrever uma carta ao bispo e pedir a sua retirada imediata.
Naquela semana, as conversas sobre o sucedido abundavam mais. Ninguém iria perder a missa do próximo domingo, nem que a vaca tossisse...
Na manhã de domingo, o presidente da Junta entra na sacristia com o graduado da GNR e adverte o padre: Sr. padre, não provoque os espanhóis desta vez, senão acuso-o de provocação de tumulto e vai dentro!
A Igreja estava a abarrotar. Quase não se conseguia respirar de tanta gente.
Começa o sermão:
— Irmãos... Estamos aqui reunidos hoje, para falar do momento mais importante da vida de Jesus: a Santa Ceia.
(O presidente da Junta respirou aliviado...)
— Jesus, naquele momento, disse aos apóstolos: esta noite, um de vocês me trairá.
Então João pergunta:
— Mestre, sou eu?
E Jesus responde:
— Não, João, não serás tu.
Pedro pergunta:
— Mestre, sou eu?
E Jesus responde:
— Não, Pedro, não serás tu.
Então Judas pergunta:
— Mestre, soy yo ?

«Não compre produto judeu»
– Ruhollah Khomeini
O Irão e o então líder supremo aiatolá Ruhollah Khomeini, pediu ao mundo muçulmano para boicotar tudo e qualquer coisa que tenha origem judaica; em resposta, Meyer M. Treinkman, um farmacêutico, fora da bondade do seu coração, ofereceu-se para ajudá-los no seu boicote da seguinte forma.
Qualquer muçulmano que tenha sífilis não deve ser curado pelo teste de Wasserman que foi descoberto por um judeu Dr. Ehrlich. Muçulmanos que tenham gonorreia, não deveriam procurar o diagnóstico, porque vão usar o método de um judeu chamado Neissner.
Um muçulmano que tenha uma doença cardíaca não deve usar digitalis, descoberta por um judeu, Ludwig Traube.
Se ele sofrer de uma dor de dentes, não deve usar novocaína, uma descoberta dos judeus, Widal e Weil.
Se um muçulmano tiver diabetes, não deve usar insulina, o resultado da pesquisa por Minkowsky, um judeu.
Se alguém tem uma dor de cabeça, deve evitar Pyramidon e Antypyrin, devido aos judeus Spiro e Ellege.
Muçulmanos com convulsões devem ficar assim, porque era um judeu Oscar Leibreich, que propôs o uso de hidrato de cloral.
Árabes devem fazer o mesmo com os seus males psíquicos, porque Freud, pai da psicanálise, era um judeu.
Se uma criança muçulmana apanhar difteria, ela deve abster-se de o «schick» reacção, que foi inventada pelo judeu, Bella Schick.
Os muçulmanos devem estar prontos para morrer em grande número e não devem permitir o tratamento da orelha e danos cerebrais, trabalho de um judeu que ganhou o Prémio Nobel, Robert Baram.
Eles devem continuar a morrer ou ficar aleijados por paralisia infantil, porque o descobridor da vacina anti-pólio é judeu, Jonas Salk.
Os muçulmanos devem recusar-se a usar estreptomicina e continuar a morrer de tuberculose, porque um judeu, Zalman Waxman, inventou a droga milagrosa contra esta doença mortal.
Médicos muçulmanos devem rejeitar todas as descobertas e melhorias pelo dermatologista Judas Sehn Bento, ou o especialista em pulmão, Frawnkel, e muitas outras de renome mundial de cientistas judeus e médicos especialistas.
Muçulmanos apropriadamente devem permanecer aflitos com sífilis, gonorreia, doença de coração, dores de cabeça, tifo, diabetes, transtornos mentais, convulsões poliomielite e tuberculose e terem orgulho em obedecer ao boicote islâmico.
Ah, e por falar nisso, não chame um médico pelo seu telefone celular porque o telefone celular foi inventado em Israel por um engenheiro judeu.
Enquanto isso eu pergunto, «que contribuições médicas os muçulmanos fizeram para o mundo?»
A população Islâmica é aproximadamente de 1 200 000 000; mil e duzentos milhões ou 20% da população do mundo.
Eles receberam os seguintes Prémios Nobel
Literatura:
1988 – Najib Mahfooz
Paz:
1978 – Mohamed Anwar El-Sadat
1990 – Elias James Corey
1994 – Yasser Arafat:
1999 – Ahmed Zewai
Economia:
(Zero)
Física:
(Zero)
Medicina:
1960 – Peter Brian Medawar
1998 – Mourad Ferid
TOTAL: 7 SETE
A população global judia é de aproximadamente 14 milhões, cerca de 0,02% da população do mundo.
Eles receberam os seguintes Prémios Nobel:
Literatura:
1910 – Paul Heyse
1927 – Henri Bergson
1958 – Boris Pasternak
1966 – Shmuel Yosef Agnon
1966 – Nelly Sachs
1976 – Saul Bellow
1978 – Isaac Bashevis Singer
1981 – Elias Canetti
1987 – Joseph Brodsky
1991 – Nadine Gordimer Mundial
Paz:
1911 – Alfred Fried
1911 – Tobias Michael Carel Asser
1968 – René Cassin
1973 – Henry Kissinger
1978 – Menachem Begin
1986 – Elie Wiesel
1994 – Shimon Peres
1994 – Yitzhak Rabin
Física:
1905 – Adolf Von Baeyer
1906 – Henri Moissan
1907 – Albert Abraham Michelson
1908 – Gabriel Lippmann
1910 – Otto Wallach
1915 – Richard Willstaetter
1918 – Fritz Haber
1921 – Albert Einstein
1922 – Niels Bohr
1925 – James Franck
1925 – Gustav Hertz
1943 – Gustav Stern
1943 – George Charles de Hevesy
1944 – Isidor Isaac Rabi
1952 – Felix Bloch
1954 – Max Born
1958 – Igor Tamm1959 – Emilio Segre
1960 – Donald A. Glaser
1961 – Robert Hofstadter
1961 – Melvin Calvin
1962 – Lev Davidovich Landau
1962 – Max Ferdinand Perutz
1965 – Richard Phillips Feynman
1965 – Julian Schwinger
1969 – Murray Gell-Mann
1971 – Dennis Gabor
1972 – William Howard Stein
1973 – Brian David Josephson
1975 – Benjamin Mottleson
1976 – Burton Richter
1977 – Ilya Prigogine
1978 – Arno Penzias Allan
1978 – Peter L Kapitza
1979 – Stephen Weinberg
1979 – Sheldon Glashow
1979 – Herbert Charles Brown
1980 – Paul Berg
1980 – Walter Gilbert
1981 – Roald Hoffmann
1982 – Aaron Klug
1985 – Albert A. Hauptman
1985 – Jerome Karle
1986 – Dudley R. Herschbach
1988 – Robert Huber
1988 – Leon Lederman
1988 – Melvin Schwartz
1988 – Jack Steinberger
1989 – Sidney Altman
1990 – Jerome Friedman
1992 – Rudolph Marcus
1995 – Martin Perl
2000 – Alan J. Heeger
Economia:
1970 – Paul Anthony Samuelson
1971 – Simon Kuznets
1972 – Kenneth Joseph Arrow
1975 – Leonid Kantorovich
1976 - Milton Friedman
1978 – Herbert A. Simon
1980 – Lawrence Robert Klein
1985 – Franco Modigliani
1987 – Robert M. Solow
1990 – Harry Markowitz
1990 – Merton Miller
1992 – Gary Becker
1993 – Robert Fogel
Medicina:
1908 – Elie Metchnikoff
1908 – Paul Erlich
1914 – Robert Barany
1922 – Otto Meyerhof
1930 – Karl Landsteiner
1931 – Otto Warburg
1936 – Otto Loewi
1944 – Joseph Erlanger
1944 – Herbert Spencer Gasser
1945 – Ernst Boris Cadeia
1946 – Hermann Joseph Muller
1950 – Tadeus Reichstein
1952 – Selman Abraham Waksman
1953 – Hans Krebs
1953 – Fritz Albert Lipmann
1958 – Joshua Lederberg
1959 – Arthur Kornberg
1964 – Konrad Bloch
1965 – François Jacob
1965 – Andre Lwoff
1967 – George Wald
1968 – Marshall W. Nirenberg
1969 – Salvador Luria
1970 – Julius Axelrod
1970 – Sir Bernard Katz
1972 – Gerald Maurice Edelman
1975 – Howard Martin Temin
1976 – Baruch Blumberg S.
1977 – Roselyn Sussman Yalow
1978 – Daniel Nathans
1980 – Baruj Benacerraf
1984 – Cesar Milstein
1985 – Michael Stuart Brown
1985 – Joseph L. Goldstein
1986 – Stanley Cohen [& Rita Levi-Montalcini]
1988 – Gertrude Elion
1989 – Harold Varmus
1991 – Erwin Neher
1991 – Bert Sakmann
1993 – Richard J. Roberts
1993 – Phillip Sharp
1994 – Alfred Gilman
1995 – Edward B. Lewis
1996 – Lu RoseIacovino
TOTAL: 129!
Os judeus não estão a promover lavagem cerebral em crianças em campos de treino militar, ensinando-os a fazerem-se explodir e causar mortes de judeus e outros não-muçulmanos.
Os judeus não sequestram aviões, nem matam atletas nos Jogos Olímpicos, ou fizeram explodir-se em restaurantes alemães.
Não há um único judeu que tenha destruído uma igreja.
Não há um único judeu que proteste matando pessoas. Os judeus não fazem tráfico de escravos, nem tem líderes que pedem Jihad e morte a todos os infiéis.
Talvez os muçulmanos do mundo devam considerar investir mais em educação e menos em paradigma culpando os judeus por todos os seus problemas.
Os muçulmanos devem perguntar «o que eles podem contribuir para a humanidade», antes de exigir que a humanidade os respeite.
Independentemente dos seus sentimentos sobre a crise entre Israel e os palestinos e os seus vizinhos árabes, mesmo se acredita que há mais culpa por parte de Israel, as duas frases seguintes realmente dizem tudo:
Se os árabes depuserem as armas hoje, não haverá violência nunca mais.
General Eisenhower advertiu-nos. É uma questão
de história que, quando o Comandante Supremo das Forças Aliadas, General Dwight
Eisenhower, encontrou as vítimas dos campos de extermínio ordenou para se tirar
todas as fotografias possíveis, que os alemães das cidades vizinhas fossem levados
através dos campos e ainda mandou enterrar os mortos.
Ele
fez isso e disse: «Tenham tudo acerca da
documentação – obtenham os filmes – obtenham as testemunhas – porque nalgum lugar
no caminho da história algum bastardo se erguerá e dirá que isto nunca
aconteceu.»
Recentemente,
no Reino Unido debatem-se para remover o holocausto dos seus currículos
escolares porque «ofende» a população muçulmana, que afirma que nunca ocorreu.
Ainda
não foi removido. No entanto, este é um presságio assustador sobre o medo que
está atingindo o mundo, e como facilmente cada país está contribuindo para isso.
Há mais de 65 anos que terminou a Segunda Guerra Mundial na Europa.
Este e-mail destina-se a chegar a 400 milhões
de pessoas. Que seja um elo na cadeia do memorial e ajude a distribuir isto por
todo o mundo.
Quantos
anos se irão passar para que se pense que o ataque ao World Trade Center «nunca
aconteceu» porque ofende alguns muçulmanos nos Estados Unidos?
«Em
Deus nós confiamos e somos uma nação sob Deus»
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