Mais Lusitânia apela aos seus leitores
para que participem na grande Manifestação
contra o chamado «casamento» entre invertidos,
promovido pelas forças apostadas na destruição da família.
No dia 20 de Fevereiro, sábado, às 15 horas,
no Marquês de Pombal, em Lisboa,
é dever de todos estar presente com a família!
E desde já, é dever de todos falar aos amigos
para que façam o mesmo!
Vamos demonstrar às minorias activas
a nossa força!
.
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Leia aqui, a partir de amanhã
.
Pedro Passos Coelho,
o candidato a tomar conta de nós
Comentário ao livro Mudar,
com o qual não se muda nada e onde não se aprende nada
a não ser a conhecer melhor a mediocridade reinante no sistema,
infelizmente com origem não exclusiva no referido.
1 – Enquadramento e apresentação do candidato
2 – A ideologia política e a política do candidato
3 – A visão da cultura do candidato
4 – O sistema de ensino do candidato
5 – A economia do candidato
6 – O desenvolvimento regional do candidato
7 – A visão social do candidato
8 – A concepção do Partido e da Jota do candidato
9 – O nível intelectual e político e o estilo literário
da excelsa obra do candidato
Por Heduíno Gomes, militante n.º 7210 do PPD-PSD
Pedro Passos Coelho,
o candidato a tomar conta de nós
Comentário ao livro Mudar,
com o qual não se muda nada e onde não se aprende nada
a não ser a conhecer melhor a mediocridade reinante no sistema,
infelizmente com origem não exclusiva no referido.
1 – Enquadramento e apresentação do candidato
2 – A ideologia política e a política do candidato
3 – A visão da cultura do candidato
4 – O sistema de ensino do candidato
5 – A economia do candidato
6 – O desenvolvimento regional do candidato
7 – A visão social do candidato
8 – A concepção do Partido e da Jota do candidato
9 – O nível intelectual e político e o estilo literário
da excelsa obra do candidato
Por Heduíno Gomes, militante n.º 7210 do PPD-PSD
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Onde pára a máquina de apanhar gatunos?
Enviado por Maria de Lourdes Borges de Castro
Nos EUA fabricaram uma máquina que apanha gatunos.
Testaram-na em New York e em 5 minutos apanhou 1500.
Levaram-na para China e em 3 minutos apanhou 3500.
Na África do Sul e em 2 minutos apanhou 6000.
Trouxeram-na para Portugal e, num minuto, roubaram a máquina!
Este caso está em segredo de justiça para se apurar se faz parte do processo Face Oculta, uma vez que a referida máquina pode estar na sucata.
.
Nos EUA fabricaram uma máquina que apanha gatunos.
Testaram-na em New York e em 5 minutos apanhou 1500.
Levaram-na para China e em 3 minutos apanhou 3500.
Na África do Sul e em 2 minutos apanhou 6000.
Trouxeram-na para Portugal e, num minuto, roubaram a máquina!
Este caso está em segredo de justiça para se apurar se faz parte do processo Face Oculta, uma vez que a referida máquina pode estar na sucata.
.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
O rico currículo do veterano Passos Coelho
Heduíno Gomes
Pedro Passos Coelho, na falta de ideias, arma-se em veterano de guerra. Puxa por uns galões de antiguidade como se esta fosse o critério decisivo para avaliar da bondade de um quadro e da correcção da sua linha política. Até escrevinhou um livro (brevemente será aqui analisado) onde faz assim uma espécie memórias precoces, tão fúteis quanto é permitido a um noviço reflectir sobre a vida, ainda por cima não muito dotado nem preparado para a reflexão.

Entrevistado numa televisão, numa de desprezo e de cabeça oca sem argumentos políticos – e de deselegância –, tem o desplante de dizer que não conhece o Paulo Rangel, que entrou há pouco tempo para o PPD-PSD...
Olha que grande argumento político, este! O Rangel seria desprezível ou excelente não pelas suas ideias, pelo que poderia prejudicar ou ajudar o Partido e Portugal a sair do buraco mas por ser caloiro! O veterano é que, por antiguidade, é o bom!
Esta coisa, meio-demagógica, meio-nojenta, é inadmissível no meio de pessoas que se dizem sérias e politicamente competentes. E ainda por cima sai da boca de um sujeito que anda aos quatro ventos a apregoar – e até as pespega no seu livro – as virtudes das novas gerações! É a sua coerência, que aliás espelha ao longo do seu livro.
Mais. Já que se arma em veterano, é a hora de pedirmos ao sujeito que explique bem o que consta do seu rico currículo juntamente com aquela peça da sua geração chamada Carlos Coelho, naquela época em que o Rangel ainda não era do PPD-PSD nem sonhava tal virtude.
Para já, ficamos à espera do esclarecimento. É para depois avaliarmos politicamente quanto é que vale esse tempo que por cá andou o veterano.Observando as técnicas do demagogo Sócrates
Heduíno Gomes
No reino da demagogia descortinam-se várias técnicas, especializando-se cada um dos «artistas» numa ou em várias delas. Qual será a preferida do «artista» Sócrates?Ao longo dos debates no Parlamento podem sistematicamente ser observadas as habilidades deste «artista».
Primeiro passo: o «artista» Sócrates é alvo de uma crítica concreta sobre determinado assunto.
No reino da demagogia descortinam-se várias técnicas, especializando-se cada um dos «artistas» numa ou em várias delas. Qual será a preferida do «artista» Sócrates?
Primeiro passo: o «artista» Sócrates é alvo de uma crítica concreta sobre determinado assunto.
Segundo passo: o «artista» Sócrates fala ignorando a crítica e o assunto e, em gato assanhado, apresenta ele uma crítica a quem o criticou sobre qualquer coisa trazida de para-quedas.
Resultado da manobra: a atenção é desviada para o campo escolhido pelo «artista» Sócrates, que, à partida lhe poderá ser favorável, e já ninguém se lembra da crítica que lhe foi feita.
Quase todos os críticos do «artista» Sócrates caiem na esparrela e raramente alguém se lembra de repor e insistir na questão, o que aliás nem sempre é fácil pelos condicionalismos regimentais.
E assim se vive. E se sobrevive.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Má-fé e desinformação
Quando os bodes expiatórios se chamam Pio e Bento
Bernard-Henri Lévy, L'Osservatore Romano, 23 de Janeiro de 2010
Comentário escrito depois do encontro de Bento XVI com a comunidade judaica de Roma e publicado no Corriere della Sera do dia 20 de Janeiro.
Precisaria deixar de ter má-fé, de tomar partido e, para ser cabal, eliminar a desinformação, quando se trata de Bento XVI. Desde a sua eleição, intentou-se um processo ao seu "ultraconservadorismo", que é continuamente retomado pelos mass media (como se fosse possível um Papa não ser "conservador"). Insistiu-se, com subentendidos e até com anedotas pesadas, sobre o "Papa alemão", o "pós-nazi" de batina, ou sobre aquele a quem a transmissão satírica francesa "Les Guignols" [programa idêntico ao Contra-Informação] não hesitava em chamar "Adolfo II".Falsificaram-se, pura e simplesmente, os textos: por exemplo, a propósito da sua viagem a Auschwitz de 2006, afirmou-se dado que com o passar do tempo as lembranças se tornam mais incertas ainda hoje se repete que teria homenageado a memória de seis milhões de mortos polacos, vítimas de um simples "bando de criminosos", sem especificar que metade deles eram judeus (a verdade de facto é surpreendente, pois Bento XVI naquela ocasião falou efectivamente dos "poderosos do Terceiro Reich" que tentaram "eliminar" o "povo judeu" do "elenco dos povos da Terra", Le Monde, 30 de Maio de 2006).
E eis que por ocasião da visita do Papa à sinagoga de Roma e depois das suas duas visitas às sinagogas de Colónia e de Nova Iorque, o mesmo coro de desinformadores estabeleceu um primado, estava para dizer que recebeu os louros da vitória, porque não esperou sequer que o Papa ultrapassasse o Tibre para anunciar, urbi et orbi, que ele não soube encontrar as palavras exactas a dizer, nem os gestos justos a realizar e que, portanto, a sua intenção tinha falido...
Por conseguinte, dado que o evento ainda é actual, ser-me-á consentido pôr um pontinho sobre alguns ii. Bento XVI, quando se recolheu em oração diante da coroa de rosas vermelhas deposta sob a placa comemorativa do martírio dos 1021 judeus romanos deportados, não fez mais do que o seu dever, mas fê-lo. Bento XVI, quando prestou homenagem aos "rostos" dos "homens, mulheres e crianças" capturados numa incursão no âmbito do projecto de "extermínio do povo da Aliança de Moisés", disse uma evidência, mas disse-a. De Bento XVI que retoma, palavra por palavra, os termos da oração de João Paulo ii, há dez anos, no Muro das Lamentações; de Bento XVI que então pede "perdão" ao povo judeu devastado pelo furor de um anti-semitismo por longo tempo de essência católica e ao fazê-lo, repito, lê o texto de João Paulo ii, precisa deixar de repetir, como burros, que é atrasado-em-relação-ao-seu-predecessor.
A Bento XVI que declara enfim, depois da segunda vez que se detinha diante da inscrição que recorda o atentado cometido em 1982 por extremistas palestinos, que o diálogo judaico-católico iniciado pelo Concílio Vaticano II já é "irrevogável"; a Bento XVI que anuncia ter a intenção de "aprofundar" o "debate entre iguais", o debate com os "irmãos mais velhos" que são os judeus, podem ser intentados todos os processos que quiserem, mas não o de "congelar" os progressos realizados por João XXIII.
Quanto à vicissitude muito complexa de Pio XII, voltarei a falar, se for necessário. Tratarei de novo o caso Rolf Hochhuth, autor do famoso Il Vicario, que em 1963 lançou a polémica sobre os "silêncios de Pio XII". Em particular, voltarei sobre o facto de que este fogoso justiceiro é também um negacionista consolidado, condenado mais de uma vez como tal e cuja última provocação, há cinco anos, foi a defesa, numa entrevista ao semanário de extrema direita Junge Freiheit, daquele que nega a existência das câmaras a gás, David Irving. Agora gostaria de recordar, como acabou de fazer Laurent Dispot na revista que dirijo, La règle du jeu, que o terrível Pio XII, em 1937, quando ainda era só o Cardeal Pacelli, foi o co-autor com Pio XI da Encíclica Mit brennender Sorge ("Com viva preocupação"), que até hoje continua a ser um dos manifestos antinazistas mais firmes e eloquentes.
Neste momento, devemos por exactidão histórica citar que, antes de optar pela acção clandestina, antes de abrir, sem o dizer, os seus conventos aos judeus romanos perseguidos pelos fascistas, o silencioso Pio XII pronunciou algumas alocuções radiofónicas (por exemplo no Natal de 1941 e 1942) que lhe valeram, depois da morte, a homenagem de Golda Meir: "Durante os dez anos do terror nazi, enquanto o nosso povo sofria um martírio assustador, a voz do Papa elevou-se para condenar os carnífices".
E, agora, surpreende sobretudo que, do silêncio ensurdecedor descido no mundo inteiro sobre o Shoah, se faça carregar todo o peso, ou quase, àquele que, entre os soberanos do momento: a) não possuía canhões nem aviões; b) não poupou os próprios esforços para partilhar com quem dispunha de aviões e canhões, as informações que lhe chegavam; c) salvou pessoalmente, em Roma mas também alhures, um grandíssimo número daqueles pelos quais tinha a responsabilidade moral. Último retoque ao Grande Livro da baixeza contemporânea; Pio ou Bento pode ser Papa ou bode expiatório.
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Jornal israelita:
Acusações contra Pio XII não têm fundamento
L'Osservatore Romano deu a conhecer hoje um artigo publicado no jornal israelita Haaretz, no qual se explica que as acusações contra o venerável Papa Pio XII são totalmente infundadas, que, diferentemente do que dizem seus caluniadores, este Pontífice fez muito para defender os judeus, salvando mais de 800 mil deles de morrer no holocausto, e que, além disso, os nazis o conheciam bem e o temiam.
O artigo, que aparece logo depois da defesa que também fizera de Pio XII e do Papa Bento XVI o intelectual francês Bernard-Henri Lévy a seguir à assinatura do decreto que proclama as virtudes heróicas do Papa Pacelli, questiona a falta de provas daqueles que acusam este grande Pontífice e explica como uma de suas primeiras medidas que ordenou em 1933 ao Núncio na Alemanha, quando ainda era Secretário de Estado, foi «ver quê coisas podiam ser feitas para rebater as políticas anti-semitas do nazismo».
Seguidamente recorda a encíclica Mit brennender Sorge, redigida pelo ainda Cardeal Pacelli em representação de Pio XI, que condenava a «doutrina nazi». Este documento «foi introduzido ilegalmente na Alemanha e lido nos púlpitos das igrejas em 21 de março de 1937».
Cinco dias depois, um funcionário do Ministério das Relações Exteriores da Alemanha, Hans Dieckhoff, escreveu que «a encíclica contém ataques muito duros ao governo alemão e exorta os católicos a rebelarem-se contra a autoridade do Estado».
Cinco dias depois, um funcionário do Ministério das Relações Exteriores da Alemanha, Hans Dieckhoff, escreveu que «a encíclica contém ataques muito duros ao governo alemão e exorta os católicos a rebelarem-se contra a autoridade do Estado».
«Logo depois da morte de Pio XI, em 2 de Março de 1939, foi eleito Papa o Cardeal Pacelli. Os nazis estavam descontentes pelo novo Pontífice, que tomou o nome de Pio XII. Em 4 de março, Joseph Goebbels, Ministro alemão de propaganda, escreveu no seu diário: 'almoço com o Führer. Está considerando a ideia de anular a concordata com Roma depois da eleição de Pacelli ao pontificado'».
O artigo do Haaretz explica logo que, «durante a guerra, o Papa não ficou em silêncio: em numerosos discursos e encíclicas defendeu os direitos humanos para todos e chamou as nações beligerantes a respeitar os direitos de todos os civis e prisioneiros de guerra».
«Contrariamente ao que acreditam muitos de seus caluniadores, os nazis compreenderam Pio XII muito bem. Logo depois de ter examinado atentamente a mensagem de Pio XII para o Natal de 1942, o gabinete central do Reich para a segurança concluiu: 'Como nunca antes acontecera, o Papa repudiou a nova ordem nacional-socialista europeia. Acusa virtualmente o povo alemão de injustiça para com os judeus e faz-se porta-voz dos criminosos de guerra judeus'».
O texto aconselha a consultar «qualquer livro que critique a Pio XII e não se encontrará nem rastos deste importante relato».
Depois de assinalar que Pio XII «esteve em estreito contato com a resistência alemã» e que contribuiu para a ajuda que os americanos deram aos soviéticos invadidos pelos nazis, o artigo do jornal Haaretz indica que, «no curso da guerra, o pessoal encarregado pelo Papa ordenou aos representantes diplomáticos vaticanos em muitas zonas ocupadas pelos nazis e nos países do Eixo para intervir em nome do povo judeu em perigo».
O artigo do Haaretz explica logo que, «durante a guerra, o Papa não ficou em silêncio: em numerosos discursos e encíclicas defendeu os direitos humanos para todos e chamou as nações beligerantes a respeitar os direitos de todos os civis e prisioneiros de guerra».
«Contrariamente ao que acreditam muitos de seus caluniadores, os nazis compreenderam Pio XII muito bem. Logo depois de ter examinado atentamente a mensagem de Pio XII para o Natal de 1942, o gabinete central do Reich para a segurança concluiu: 'Como nunca antes acontecera, o Papa repudiou a nova ordem nacional-socialista europeia. Acusa virtualmente o povo alemão de injustiça para com os judeus e faz-se porta-voz dos criminosos de guerra judeus'».
O texto aconselha a consultar «qualquer livro que critique a Pio XII e não se encontrará nem rastos deste importante relato».
Depois de assinalar que Pio XII «esteve em estreito contato com a resistência alemã» e que contribuiu para a ajuda que os americanos deram aos soviéticos invadidos pelos nazis, o artigo do jornal Haaretz indica que, «no curso da guerra, o pessoal encarregado pelo Papa ordenou aos representantes diplomáticos vaticanos em muitas zonas ocupadas pelos nazis e nos países do Eixo para intervir em nome do povo judeu em perigo».
«Até à morte de Pio XII, em 1958, muitas organizações, jornais e líderes judeus elogiaram os seus esforços. Para citar um de tantos exemplos, Alexander Shafran, rabino principal de Bucarest, na sua carta de 7 de Abril de 1944 ao Núncio Apostólico na Roménia, escreve: 'Não é fácil para nós encontrar as palavras justas para expressar o afecto e o consolo recebidos graças ao interesse do Sumo Pontífice, que doou uma quantia enorme para aliviar os sofrimentos dos deportados judeus. Os judeus da Roménia jamais esquecerão estes factos de importância histórica'».
O artigo do jornal israelita Haaretz finaliza assinalando que «a campanha contra o Papa Pio XII está destinada ao fracasso porque os seus caluniadores não têm nenhuma prova para sustentar as suas acusações principais, como ter ficado em silêncio, que era favorável ao nazismo e que fez pouco ou nada para ajudar aos judeus».
O artigo do jornal israelita Haaretz finaliza assinalando que «a campanha contra o Papa Pio XII está destinada ao fracasso porque os seus caluniadores não têm nenhuma prova para sustentar as suas acusações principais, como ter ficado em silêncio, que era favorável ao nazismo e que fez pouco ou nada para ajudar aos judeus».
«Talvez – conclui – só em um mundo ao contrário do nosso, o único homem que, no período bélico, fez mais que qualquer outro líder para ajudar os judeus e outras vítimas do nazismo, receberia a condenação mais dura».
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
A Lusitânia dos Pequeninos
Perante a revelação das escutas pelo semanário O Sol,
Cavaco toma uma atitude severa

Na sequência da revelação das escutas pelo semanário O Sol, Cavaco, que tudo ignorava, tomou finalmente uma atitude na esfera de competências que lhe são atribuídas. Efectivamente, ele chamou Sócrates a Belém e interrogou-o severamente:--- Então, José, fiquei a saber que pretendias colocar nas mãos do meu genro e filha, e dos meus netinhos, as rádios da Média Capital e falhaste a operação! Que tens a dizer sobre este grave falhanço?!
A podridão no Partido Conservador britânico
Para conhecer a posição do líder conservador David Cameron sobre a questão dos pederastas, é obrigatório ler as suas últimas declarações:1. Asilo político para homos estrangeiros.
2. Persuadir a igreja anglicana a modificar a sua atitude negativa.
3. Permitir a educação sexual nas escolas no sentido favorável à homosexualidade.
4. Cameron também prometeu a proibição de entrada na Inglaterra de cantores rap cujas canções dizem mal dos 'gays'.
4. Cameron também prometeu a proibição de entrada na Inglaterra de cantores rap cujas canções dizem mal dos 'gays'.
Será que ele quer perder quer perder as póximas eleições?
Ele quer mais pederastas na Grã-Bretanha.
Não seria mais fácil ele ir para ao pé deles?
A defesa coxa de Iris Robinson
A. Rocha
Sob o título «O caso (nos dois sentidos) da sra. Robinson», publicou o comentador Alberto Gonçalves no DN do passado dia 12 de Janeiro um nota que constitui uma defesa coxa da senhora. Coxa porque é liberal. Coxa porque é incoerente. Coxa porque é sectária.
Eis o texto integral.
«A consciência moral de meio mundo despertou para a história de Iris Robinson, a deputada e mulher do primeiro-ministro da Irlanda do Norte que, aos 59 anos, deu umas cambalhotas extraconjugais com um rapaz de 19 e, ao que consta, se serviu da posição (política, nada de segundas intenções) para financiar o bar do amante. A justiça local pegou no lado corrupto da questão. A justiça popular de toda a parte preferiu naturalmente o lado pícaro e, além de elaborar vistosos trocadilhos com a adúltera homónima do filme A Primeira Noite (e a canção de Paul Simon feita para o filme), desatou a condenar a sra. Robinson pela aventura sexual.
«A condenação merece um ou dois comentários. Há uma quantidade notável de políticos infiéis que se safaram sem mácula, ainda que as consequências da infidelidade fossem ligeiramente mais graves que a abertura de um bar. Um exemplo moderado é o de Bill Clinton. Um exemplo extremo é o de Edward Kennedy, que, em Julho de 1969, conduziu não demasiado sóbrio o seu carro para o fundo de um lago. No carro seguia, e lá ficou até morrer, uma "amiga" do senador. O senador fugiu. O escândalo não impediu que Kennedy sobrevivesse biológica e politicamente ao acidente e que, 40 anos decorridos, as elegias fúnebres de Agosto passado o pintassem como um santo. Já a carreira da sra. Robinson (e, talvez, a do marido) terminou dias após a divulgação do seu pecado. O que explica a diferença de tratamento?
«O problema, se bem percebo, passa pelas convicções, sinceras ou simuladas, da sra. Robinson. Antes do deslize amoroso, ela cometeu o deslize de confessar fé cristã e simpatia pelos "valores familiares". Pior ainda, em 2008 produzira umas afirmações desagradáveis acerca da homossexualidade. Isto, somado ao affaire, chega e sobra para transformar a senhora numa "hipócrita". Na América, embora obviamente não só na América, a detecção da "hipocrisia" em políticos conservadores é um dos desportos preferidos da esquerda, sob o argumento de que a vida privada deve corresponder escrupulosamente aos ideais professados na vida pública. Podia-se inferir daqui que, em nome da coerência, os ideais públicos de Clinton incluíam o abuso de funcionárias e os de "Ted'' Kennedy a embriaguez, o homicídio e a fuga. Mas é melhor dar um desconto, e apenas notar que atrás de imensos progressistas se esconde um inquisidor e uma fogueira acesa.»
Análise coxa porque liberal.
A crítica moral constituiria um acto de «justiça popular». E essa «justiça popular» cometeu a injustiça de «condenar a sra. Robinson pela aventura sexual» (gosto sobretudo do aventura sexual!). A infidelidade da senhora Robinson ter-se-ia resumido a qualquer coisa sem importância, a «umas cambalhotas extraconjugais» (gosto sobretudo do umas!). O facto de o ter feito com um miúdo com idade para ser neto dela deve ser encarado com naturalidade. Eis porque os cato-liberais aderem a análises como esta.
Análise coxa porque incoerente.
Diz o comentador: «A justiça local pegou no lado corrupto da questão.» Qual será então o lado honroso da questão? A infidelidade da senhora teria acontecido com «um rapaz». Ora, à data do comentário, já se sabia que os casos não ficavam por «um rapaz». Abundavam. Aliás, basta olhar para a falta de decoro no vestir desta cristã (na verdade, ninguém lhe pode negar a fé, lá por ser uma mulher de mau porte) para não ficar surpreso com o rol. Com tudo isto, o comentador pretende moldar as regras cristãs à prática cristã não conforme. À prática não conforme às leis chama-se pecado. Conciliar o pecado de cristãos com as regras cristãs chama-se incoerência.
Análise coxa porque sectária.
O comentador entende que não se poderia falar desta adúltera porque outros, do outro lado, também não estão inocentes, como, por exemplo, Bill Clinton e Edward Kennedy. E que todo este julgamento «popular» se deve à sujeitinha se ter declarado cristã, com simpatia pelos valores familiares e crítica em relação à maneira como é colocada a questão da homossexualidade. O comentador, em vez de encarar as questões segundo critérios éticos, está mais preocupado com a camisola. Com a seita.
Se Alberto Gonçalves pretendeu defender os valores familiares, cristãos, foi pior a emenda do que o soneto. Se pretendeu defender o campo cristão, então deu tiros nos pés.
Admiro-lhe o esforço de reagir contra o domínio mediático pela esquerda mas a sua análise não chega. E mais de admirar é que pessoas com obrigações intelectuais e religiosas se identifiquem com o que foi dito por Alberto Gonçalves e o reproduzam sem comentários.
Para ouvir no Youtube a canção de Simon & Garfunkel, clique em
domingo, 31 de janeiro de 2010
Para que serve a República?
100 ANOS DE MAU, DE BOM, DE MAU...
Heduíno Gomes
Cá para mim, está para demonstrar a superioridade da república sobre a monarquia e vice-versa. Tudo depende do presidente e do monarca em questão e respectivos governantes. É assim que penso, excepto no caso do Estado espanhol, onde desejo ardentemente a reimplantação da República como meio de desintegração daquela coisa (já faltou mais tempo). E também na Dinamarca, onde reina uma família que não defende os valores morais da Civilização: se uma família real nem para referência moral serve, porquê mantê-la? E o mesmo digo em relação àquelas monarquias que se apresentem com modernices.
Se olharmos para estes 100 anos de República Portuguesa, o que vemos?
A I República, filha da maçonaria, por mais que se esforcem os «historiadores» a lavá-la, foi uma palhaçada trágica para Portugal e para as vítimas que à sua mão sucumbiram, começando logo pelo «herói da Rotunda», Machado dos Santos, a quem ela deveria a sua existência. Afonso Costa foi o principal actor do circo republicano. Desordem, bombas, insegurança, atentados à vida das pessoas, perseguições religiosas e bancarrota.O único Presidente da I República que efectivamente tentou pôr fim à palhaçada trágica, Sidónio Pais, foi assassinado (1918), igualmente pela maçonaria.
Perante o caos da I República, surge o Movimento Nacional do 28 de Maio (1926). Com Gomes da Costa à frente, e ladeado por Carmona e Cabeçadas, maçãos moderados, este movimento instaurou a Ditadura Nacional e teve o mérito abrir o caminho à recuperação e regeneração de Portugal. Contudo, as ideias sobre o que fazer não estavam claras na cabeça do principal chefe militar e foi preciso outro movimento dentro do movimento para acertar as agulhas e abrir o caminho à paz, segurança e estabilidade. Porque senão a «república» (isto é, a bagunçada, de que ficou como sinónimo) continuaria. Correcção feita graças a Carmona (Julho de 1926).Carmona acabaria por entregar o executivo a Salazar (1932) e, em conjunto, fundaram a II República (1933), da qual foi o único Presidente com poder real. Sendo Salazar a segunda figura da II República e falecido Carmona (1951), a partir daí, enquanto Salazar viveu, os presidentes viveram à sua sombra. Craveiro Lopes (1951-1958) foi um colaborador de Salazar que, em determinado momento, pretendeu saber mais do que o mestre. E Américo Tomás, na sua simplicidade, ao contrário de Craveiro Lopes, teve o mérito de não estorvar, permitindo assim um período de enorme desenvolvimento de Portugal e a defesa sábia da estratégia do Ocidente em África perante a cobiça e o expansionismo soviético.
Chega o 25 de Abril de 1974. Para Presidente vai Spínola, um fanfarrão, ambicioso e ignorante que, para alcançar a «Suprema Vaidade da Nação», não hesitou em trair a sua palavra (consultar Marcelo Caetano, O Meu Depoimento) e incendiar Portugal. Como se isso não bastasse, vai de asneira em asneira, de casca de banana em casca de banana, entregando o poder ao Partido Comunista e seus aliados. Segue-se-lhe o Costa Gomes (Setembro de 1974), que dá ainda mais abertura ao Partido Comunista, e que, já fora da Presidência, revelará a sua verdadeira face ao perder a vergonha e integrar abertamente o «movimento da paz» sovietista.
A III República (1976) faz eleger para seu primeiro Presidente Eanes, aquele que começou por ser eleito contra o Partido Comunista e acabou reeleito com os votos do Partido Comunista e aos abraços a Brejnev. E hoje temos o cérebro de Boliqueime a presidi-la. Querem melhor? Para que serve afinal a República? Começou por afundar ainda mais Portugal, reergueu-o e voltou a transformá-lo nesta choldra. Eis a República.
E se houver aqui alguma mentira (ou inverdade, como se diz agora em português «politicamente correcto»), que me desmintam.
E se houver aqui alguma mentira (ou inverdade, como se diz agora em português «politicamente correcto»), que me desmintam.
Que me perdoe o meu bisavô Joaquim (partidário de Brito Camacho), o meu avô João (partidário de Afonso Costa) e o meu tio-avô José (partidário de António José de Almeida). Aliás, certamente perdoam pois tiveram ocasião de perceber o logro em que haviam caído, acontecendo que o meu avô, para dizer desordem, dizia sempre república.
E já que se trata de República como facto consumado sem que nunca os Portugueses para tal tenham votado (que grandes democratas que os republicanos são!), para quando a Quarta, livre de toda esta actual mediocridade?
A imprensa e os Estados Unidos no Haiti
Cláudio Mafra
Não adianta. A lavagem cerebral anti-americana é a força mais actuante, mais influente dos nossos tempos, a mais importante de todas. Não adianta os Estados Unidos enviarem ajuda para o Haiti numa escala excepcional, nunca vista. Os jornais preferem criticá-la e insinuam de uma forma ridícula o perigo de uma ocupação permanente. Seria um insulto à inteligência crítica se essa inteligência não estivesse adormecida, ao que parece em carater perpétuo. E a desonestidade é flagrante. As manchetes não correspondem ao que está na matéria. Na quarta-feira, dia 20, o Estadão publicou em letras garrafais um primor de má fé: «FORÇAS AMERICANAS AMPLIAM ACÇÕES E OCUPAM SEDE DO GOVERNO». Não é óptimo? Parece uma guerra, a descrição de um ataque americano. Mas, que governo é esse a que se referem? Ainda não perceberam que não existe um Estado no Haiti? Não perceberam que o último governo para valer foi o da ditadura de Baby Doc, o ladrão que fugiu para a França em 1986.O especialista em armamentos do Estadão começa assim: «Os Estados Unidos estão a fazer no Haiti o que sabem fazer de melhor: ocupar, assumir, controlar». Que coisa, hein? Conquistaram outro país. E o mais esquisito vem depois, quando ele cita a Doutrina Powell «aplicada em tempo de paz». Mas, o que é isso? Por conta própria resolveu adaptar o inadaptável, apenas para os leitores ficarem impressionados com sua cultura ao citar o general*. Diz o especialista: «Ela prevê que os EUA não devem entrar em acção a não ser com superioridade arrasadora». Mas como, diabos, é que esse vocabulário guerreiro se aplica à situação no Haiti? A gente pensa que ele vai descrever uma competição entre os Estados Unidos e outros países para ver quem ajuda mais -- um approach idiota -- mas dessa nós escapamos. Aliás, o Brasil ressentiu-se com a presença formidável dos americanos e andou trilhando o seu caminho preferido: o da falta de compostura nas relações internacionais. Achou que estava perdendo prestígio (e estava mesmo, como é possivel igualar-se à primeira potência mundial?) e passou logo para a difamação. Êta Amorim!
Virando a página temos outra manchete: «Acção agressiva dos EUA causa atrito com a ONU». Quer dizer, os EUA estão metendo os pés pelas mãos. E na reportagem: «A operação americana no Haiti causa mal-estar na ONU e a entidade é obrigada a declarar que o país ainda é ‘um Estado soberano’». «Obrigada a declarar »… Mas que advertência mais absurda! Parece que os Estados Unidos estão truculentamente investindo contra os poderes constituídos. E por falar nisso, o Presidente da República, René Préval, já saiu de debaixo da ponte? Bem, sabemos que a ONU é mais do que esquerdista, mais do que anti-americana, embora um terço do salário dos seus funcionários-marajás venha dos Estados Unidos.
Voltando à reportagem, vemos que depois do estrago feito, o repórter filo-comuna resolve fingir isenção: «Quase 70%do orçamento da ONU para o Haiti vêm de Washington». Mas ele não resiste a esse ataque de quase honestidade e ataca outra vez: «É a bandeira americana que está hasteada no aeroporto de Porto Príncipe». Malditos americanos! Já tomaram o aeroporto! E o restante da matéria é uma barbaridade. Critica o que seria uma ocupação: «A ONU está irritada, já que os americanos estão actuando como se estivessem num local de guerra» e «a ONU protestou porque os alimentos estão sendo distribuidos usando paraquedas». Dá para acreditar? Implicam até com os paraquedas. O completo nonsense. E o cabide de empregos usa tudo para criticar os Estados Unidos, ainda que seja sustentado por eles. O repórter segue com suas bobagens monumentais, mas sempre procurando disfarçar o seu sentimento de ódio. Para isso usa o mecanismo de alguém afirmando alguma coisa agradável sobre a ajuda extraordinária dos Estados Unidos. Dessa maneira finge que está sendo neutro, mas o peso da matéria, o seu direccionamento geral, o que se instala na cabeça do leitor, é a repulsa aos famosos imperialistas que são a desgraça do mundo, mesmo quando os factos mostram uma clareza imbatível, com os americanos trazendo alimentos, remédios, soldados e organização numa quantidade que só mesmo eles, com seu imenso poder, podem fazer. E por falar nisso, onde é que está a China? Comportando-se de maneira a justificar o sonho da esquerda de que amanhã será o maior país do mundo, tomando o lugar dos Estados Unidos? Impressionando pela quantidade de ajuda ou enviando suas quinquilharias falsificadas?
Um correspondente fala na «mania dos generais americanos de colocar os generais europeus na sua insignificância». Nossa Senhora, mas é exatamente o contrário! Desde a 2.ª Guerra Mundial, e na Guerra Fria, os militares americanos aprenderam a tomar o maior cuidado para não humilhar os seus aliados. Em determinados momentos chegaram a ser patéticos. O exemplo histórico foi deixarem De Gaulle entrar à frente em Paris com a sua tropinha francesa, negando aos soldados que realmente libertaram a cidade o orgulho, o direito, de fazê-lo. (De Gaulle deu logo um pontapé na História e começou o seu discurso dizendo: «A França! A França que se libertou com suas próprias forças!»). E, além do mais, todos sabemos que os generais europeus são mesmo insignificantes. Não conseguiram colocar ordem na própria cozinha, nos episódios da Bósnia e no Kosovo. Morreram de medo dos sérvios. Dependem dos americanos para tudo.
O porta-voz da diplomacia de Washington enviado ao Haiti deu uma entrevista e vocês viram a manchete que o Estadão colocou? Foi assim: «Americanos não vão se retirar tão cedo». Não é demais?
O Globo também segue na mesma linha e nem vale a pena citá-lo. Agora me lembrei do Dave Letterman fazendo uma piada: «Amanhã estaremos transmitindo a entrega do Oscar para 137 países que nos odeiam».
Tudo que coloquei no artigo é apenas do dia 20 de Janeiro de 2010, quarta-feira. Se eu pegasse toda a semana seria material para uma tese.
Nós precisamos educar os nossos filhos EM CASA, já que do lado de fora tudo é esquerdismo, tudo é anti-americanismo. É falta de amor, respeito, é indignidade permitir que eles façam parte da boiada.
* Essa doutrina atribuida a Powell de fato não é dele. Já havia sido formulada por MacArthur em declarações sobre a guerra da Coreia, e por outros generais com referência à guerra do Vietnam. Kissinger também escreveu a mesma coisa. A grande característica de Collin Powell é a falta de caráter.
Publicado em Reflexões Radicais
Virando a página temos outra manchete: «Acção agressiva dos EUA causa atrito com a ONU». Quer dizer, os EUA estão metendo os pés pelas mãos. E na reportagem: «A operação americana no Haiti causa mal-estar na ONU e a entidade é obrigada a declarar que o país ainda é ‘um Estado soberano’». «Obrigada a declarar »… Mas que advertência mais absurda! Parece que os Estados Unidos estão truculentamente investindo contra os poderes constituídos. E por falar nisso, o Presidente da República, René Préval, já saiu de debaixo da ponte? Bem, sabemos que a ONU é mais do que esquerdista, mais do que anti-americana, embora um terço do salário dos seus funcionários-marajás venha dos Estados Unidos.
Voltando à reportagem, vemos que depois do estrago feito, o repórter filo-comuna resolve fingir isenção: «Quase 70%do orçamento da ONU para o Haiti vêm de Washington». Mas ele não resiste a esse ataque de quase honestidade e ataca outra vez: «É a bandeira americana que está hasteada no aeroporto de Porto Príncipe». Malditos americanos! Já tomaram o aeroporto! E o restante da matéria é uma barbaridade. Critica o que seria uma ocupação: «A ONU está irritada, já que os americanos estão actuando como se estivessem num local de guerra» e «a ONU protestou porque os alimentos estão sendo distribuidos usando paraquedas». Dá para acreditar? Implicam até com os paraquedas. O completo nonsense. E o cabide de empregos usa tudo para criticar os Estados Unidos, ainda que seja sustentado por eles. O repórter segue com suas bobagens monumentais, mas sempre procurando disfarçar o seu sentimento de ódio. Para isso usa o mecanismo de alguém afirmando alguma coisa agradável sobre a ajuda extraordinária dos Estados Unidos. Dessa maneira finge que está sendo neutro, mas o peso da matéria, o seu direccionamento geral, o que se instala na cabeça do leitor, é a repulsa aos famosos imperialistas que são a desgraça do mundo, mesmo quando os factos mostram uma clareza imbatível, com os americanos trazendo alimentos, remédios, soldados e organização numa quantidade que só mesmo eles, com seu imenso poder, podem fazer. E por falar nisso, onde é que está a China? Comportando-se de maneira a justificar o sonho da esquerda de que amanhã será o maior país do mundo, tomando o lugar dos Estados Unidos? Impressionando pela quantidade de ajuda ou enviando suas quinquilharias falsificadas?
Um correspondente fala na «mania dos generais americanos de colocar os generais europeus na sua insignificância». Nossa Senhora, mas é exatamente o contrário! Desde a 2.ª Guerra Mundial, e na Guerra Fria, os militares americanos aprenderam a tomar o maior cuidado para não humilhar os seus aliados. Em determinados momentos chegaram a ser patéticos. O exemplo histórico foi deixarem De Gaulle entrar à frente em Paris com a sua tropinha francesa, negando aos soldados que realmente libertaram a cidade o orgulho, o direito, de fazê-lo. (De Gaulle deu logo um pontapé na História e começou o seu discurso dizendo: «A França! A França que se libertou com suas próprias forças!»). E, além do mais, todos sabemos que os generais europeus são mesmo insignificantes. Não conseguiram colocar ordem na própria cozinha, nos episódios da Bósnia e no Kosovo. Morreram de medo dos sérvios. Dependem dos americanos para tudo.
O porta-voz da diplomacia de Washington enviado ao Haiti deu uma entrevista e vocês viram a manchete que o Estadão colocou? Foi assim: «Americanos não vão se retirar tão cedo». Não é demais?
O Globo também segue na mesma linha e nem vale a pena citá-lo. Agora me lembrei do Dave Letterman fazendo uma piada: «Amanhã estaremos transmitindo a entrega do Oscar para 137 países que nos odeiam».
Tudo que coloquei no artigo é apenas do dia 20 de Janeiro de 2010, quarta-feira. Se eu pegasse toda a semana seria material para uma tese.
Nós precisamos educar os nossos filhos EM CASA, já que do lado de fora tudo é esquerdismo, tudo é anti-americanismo. É falta de amor, respeito, é indignidade permitir que eles façam parte da boiada.
* Essa doutrina atribuida a Powell de fato não é dele. Já havia sido formulada por MacArthur em declarações sobre a guerra da Coreia, e por outros generais com referência à guerra do Vietnam. Kissinger também escreveu a mesma coisa. A grande característica de Collin Powell é a falta de caráter.
Publicado em Reflexões Radicais
A desonestidade da comemoração republicana
com Antero do Quental
Nuno Castelo-Branco
Nesta azáfama propagandística das capitosas delícias da implantação da república, tem sido frequente o recurso aos grandes nomes do pensamento e da literatura do Portugal oitocentista. Se o descaramento não atinge Camilo, Herculano e Garrett, a ostensiva manipulação de outros como Oliveira Martins -- ministro de um governo de D. Carlos I --, Eça -- representante diplomático da Monarquia --, Ortigão -- abnegado amigo do rei --, ou Fialho, procura amalgamar estas personalidades na massa informe onde pontificaram Bernardino, Teófilo [Braga], Almeida, Junqueiro, Leão e uma infinidade de Costas, uns mais conhecidos que outros.De uma total e deliberada desonestidade é a persistente usura de Antero de Quental, alternando o aproveitamento em benefício de uma certa ideia de «socialismo», com a da república. (...)
A uma Comissão que pretende fazer História, recomendar-se-ia, no mínimo, um pouco de discernimento, honestidade e, sobretudo, de pesquisa desapaixonada dos factos.
A uma Comissão que pretende fazer História, recomendar-se-ia, no mínimo, um pouco de discernimento, honestidade e, sobretudo, de pesquisa desapaixonada dos factos.
Aqui ficam em breves linhas, alguns desbafos de Antero:
I - in Carta a João Lobo de Moura, possivelmente de finais de 1873.
«Creio que teremos a república em Portugal, mais ano menos ano: mas, francamente, não a desejo, a não ser num ponto de vista pessoal, como espectáculo e ensino. Então é que havemos de ver o que é atufar-se uma nação em lama e asneira. Falam da Espanha com desdém -- e há de quê -- mas eles, os briosos portugueses, estão destinados a dar ao mundo um espectáculo republicano ainda mais curioso; se a república espanhola [a efémera, caótica e desastrada I república espanhola, de Fev. de 1873 a Dez. de 1874] é de doidos, a nossa será de garotos. A grande revolução, meu caro, só pode ser uma revolução moral, e essa não se faz de um dia para o outro, nem se decreta nas espeluncas fumosas das conspirações, e sobretudo não se prepara com publicações rancorosas, de espírito estreitíssimo e ermas da menor ideia prática.»
II- In Carta a João Lobo de Moura, Lisboa 18 de Março de 1875.
«Há já república em França. Isto não altera muito sensivelmente o estado das coisas: entretanto os nossos jacobinos criaram com isso grande ânimo, e andam alvoroçados. Querem também uma República. Talvez a tenham; mas, se assim for, duvido que gostem dela. Imagine uma República em Portugal! Entretanto pensam nisso com grande confiança, e é certo que o partido republicano engrossa a olhos vistos. Quando os republicanos forem maioria, tratarei de me fazer anti-republicano, porque fui sempre amigo de me achar em minoria».
III - In Carta a Oliveira Martins, Lisboa 10 de Outubro de 1878.
«Aqui pretendem uns centros republicanos, soi-disant socialistas, apresentar a minha candidatura por Alcântara. Respondi que achava equívoca a expressão republicano-socialista e como este equívoco praticamente me parece perigoso, só aceitaria a dita candidatura com o carácter exclusivamente socialista, com toda a reserva de questão política e em completa isenção do movimento republicano actual».
sábado, 30 de janeiro de 2010
Há certezas se já houver votos internos contados
Afonso Perdigão
Seria esclarecedor, regenerador e revitalizante para o PPD-PSD os candidatos a lideres (por mais votos contados que tenham) terem a humildade de expor as suas ideias e o seu verdadeiro carácter num congresso do Partido, cara a cara com os outros militantes representativos do Partido e perante o País, com transparência e verticalidade.
As eleições directas sem um congresso prévio permitem apenas que, de forma pouco transparente, seja eleito quem tiver mais votos arregimentados e tenha feito mais encenações, como a apresentação de livros, minutos de televisão e forças subterrâneas a trabalhar para si. Não quer dizer que todos os partidários do congresso prévio pretendam transparência mas a verdade é que, sem ele, não há certamente transparência. O congresso prévio, como elemento de debate interno, é uma condição necessária mas não suficiente para haver transparência, pois, também ele pode ser adulterado.
Seria esclarecedor, regenerador e revitalizante para o PPD-PSD os candidatos a lideres (por mais votos contados que tenham) terem a humildade de expor as suas ideias e o seu verdadeiro carácter num congresso do Partido, cara a cara com os outros militantes representativos do Partido e perante o País, com transparência e verticalidade.
As eleições directas sem um congresso prévio permitem apenas que, de forma pouco transparente, seja eleito quem tiver mais votos arregimentados e tenha feito mais encenações, como a apresentação de livros, minutos de televisão e forças subterrâneas a trabalhar para si. Não quer dizer que todos os partidários do congresso prévio pretendam transparência mas a verdade é que, sem ele, não há certamente transparência. O congresso prévio, como elemento de debate interno, é uma condição necessária mas não suficiente para haver transparência, pois, também ele pode ser adulterado.
A seita sodomita do PS
censura o socialista Carlos Anaia
Por motivos «inexplicados» e sem ser previamente avisado, a entrevista programada para a revista Focus ao socialista Carlos Anaia foi «suspensa». Está na cara o que se passou. Depois das cenas eventualmente chocantes de censura na TVI e noutros órgãos de informação para serem caladas as vozes críticas ao Governo de Sócrates, chegou agora a vez da Focus «suspender» a entrevista a este militante socialista que se tem empenhado na luta dentro do seu partido contra os chamados «casamentos» entre invertidos.
A Focus colabora assim com a seita sodomita. Por isso deve ser boicotada e não deve ser comprada pelos portugueses normais. Nem mais um cêntimo para a Focus sem que publique a prometida entrevista!
A Focus colabora assim com a seita sodomita. Por isso deve ser boicotada e não deve ser comprada pelos portugueses normais. Nem mais um cêntimo para a Focus sem que publique a prometida entrevista!
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
domingo, 24 de janeiro de 2010
Um golpe no tráfico de influências em1935:
A Lei Cabral proibindo filiação em associações secretas
Enviado por A. F.
E se se voltasse a tentar impor uma lei similar? Os detentores de cargos públicos, politicos, e funcionários públicos, sob compromisso de honra declararem que não pertencem a nenhuma sociedade ou associação secreta?...
Será que os tráficos de influências, os compadrios se manteriam? Mas menos...
[ Citação não referenciada: ]
«Em 19 de Janeiro de 1935, na recém-inaugurada Assembleia Nacional do Estado Novo, o deputado José Cabral apresentou um projecto de lei proibindo aos cidadãos portugueses fazerem parte de associações secretas, sob penas várias que incluíam sempre prisão, multa e, em casos de reincidência, desterro.
«Os estudantes de 16 anos para cima, os candidatos ao funcionalismo público e os funcionários públicos em exercício seriam obrigados a declarar, por sua honra, que não pertenciam nem jamais pertenceriam a qualquer associação secreta, ou que haviam deixado de a ela pertencer. Todos os bens das referidas associações seriam arrolados e vendidos em praça, revertendo o seu produto para a assistência pública. para a assistência pública. para a assistência pública.
«Ainda que o não especificasse, o projecto dirigia-se unicamente contra a Maçonaria. Isso mesmo foi desde logo compreendido por ela, motivando a carta de respeitoso protesto que o Grão-Mestre Norton de Matos resolveu escrever ao presidente da Assembleia Nacional, Dr. José Alberto dos Reis, ironicamente maçon este também. Mas nem a carta, nem o contundente artigo que Fernando Pessoa conseguiu publicar no Diário de Lisboa em 4 de Fevereiro - um segundo artigo foi cortado pela censura -, nem todas as diligências junto dos parlamentares e de outras autoridades lograram travar a marcha dos acontecimentos. Após um extenso e bem documentado "Parecer" da Câmara Corporativa - porventura o primeiro a que foi chamada a elaborar - assinado por Fezas Vital, Afonso de Melo, Gustavo Cordeiro Ramos, José Gabriel Pinto Coelho e Abel de Andrade em 27 de Março, o projecto nº 2 entrou em discussão nas sessões da Assembleia de 5 e 6 de Abril, onde se ouviram mais censuras à Ordem Maçónica. Foi votado nominalmente por unanimidade nesse mesmo dia 6, apressando-se muitos outros deputados ausentes, em declarações de voto expressas nos dias seguintes, a juntar-se à corrente condenatória. E enfim, em 21 de Maio, saía no Diário do Governo nº 115, 1ª série, a lei nº 1901, que obrigava as associações e institutos exercendo a sua actividade em território português a fornecerem aos governadores civis dos distritos cópia dos seus estatutos e regulamentos, relação dos sócios e quaisquer outras informações complementares que lhes fossem solicitadas. No mais, a lei obedecia às cláusulas de base do projecto, incluindo as penalidades nele consignadas, declarações de funcionários públicos - mas não de estudantes - e venda de bens.»
[ Manifestaram o seu desacordo com a lei Agostinho da Silva, Fernando Pessoa e Norton de Matos. ]
sábado, 23 de janeiro de 2010
Génesis
Enviado por R. D. C.
Quando Deus fez o mundo, para que os homens pudessem evoluir livremente, decidiu dar-lhes apenas duas virtudes. Mandou o seu anjo-secretário anotar quais seriam os dons.-- Aos Suíços, vou fazê-los estudiosos e respei- tadores da lei.
-- Aos Ingleses, organizados e pontuais.
-- Aos Castelhanos, orgulhosos e extravagan- tes.
-- Aos Japoneses, trabalhadores e disciplinados.
-- Aos Italianos, alegres e românticos.
-- Aos Franceses, cultos e requintados.
-- Aos Portugueses, inteligentes, honestos e socialistas.
O anjo foi anotando mas no fim, cheio de respeito e humildade, perguntou:
O anjo foi anotando mas no fim, cheio de respeito e humildade, perguntou:
-- Senhor, a todos os povos do mundo Vós destes duas virtudes, porém aos portugueses, destes três! Isto não os fará demasiado soberbos em relação aos restantes povos da terra?
-- Muito bem observado, bom anjo! -- exclamou o Senhor. -- Isso é verdade ! Façamos então uma correcção: de agora em diante, os Portugueses, povo do meu coração, manterão esses três dons, mas nenhum deles poderá utilizar simultaneamente mais de dois, tal como os outros povos. Assim, os que forem socialistas e honestos não podem ser inteligentes; os que forem socialistas e inteligentes não podem ser honestos; e os que forem inteligentes e honestos não podem ser socialistas!
Palavra do Senhor!
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Raciocínio simplex
1. Deixem que todos os homens que queiram casar com homens o façam.
2. Deixem que todas as mulheres que queiram casar com mulheres o façam.
3. Deixem que todos os que queiram abortar abortem sem limitações.
4. Em duas gerações, não haverá mais socialistas e bloquistas. (Será o truque do Jerónimo para derrotar a concorrência à esquerda e à direita?)(Ilustração de autor não identificado. Aparentemente, pelo traço, será de José Vilhena.)
O Zé faz falta ao António Barreto
Heduíno Gomes
José Sá Fernandes, um esperto xuxo-bloquista,
vereador de esquerda na Câmara Municipal de Lisboa,
vereador de esquerda na Câmara Municipal de Lisboa,
quanto custará por mês em ordenado, assessores, automóveis e motoristas?
Aceitam-se informações devidamente documentadas.
O que é mais engraçado é este esperto ter tido o apoio eleitoral
de cabecinhas bem-pensantes como a do intelectual de esquerda António Barreto,
que se diz muito rigoroso e crítico do sistema.
Na realidade, todos são fraudes intelectuais e morais e comem todos do orçamento.
E quando toca a unir, «o Zé faz falta»...
E amanhã, será a vez do Zé zurrar «O António faz falta»!
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Pequena lição de economia política
Recessão é quando o vizinho perde o seu emprego.
Depressão é quando perdes o teu.
E recuperação é quando Sócrates perder o dele
Depressão é quando perdes o teu.
E recuperação é quando Sócrates perder o dele
Subscrever:
Mensagens (Atom)



















