quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Olivença e a «Guerra das Laranjas»


Com a devida vénia, dou divulgação ao testemunho do Dr. José Ribeiro e Castro, ex-presidente da Comissão de Negócios Estrangeiros da Assembleia da República, no seu blogue «Avenida da Liberdade»:

A questão de Olivença é uma delicada pendência dormente nas relações luso-espanholas. É, não – era! Um alcaide «voluntarioso» do lado espanhol resolveu chutar o tema para as primeiras páginas dos jornais. E inevitavelmente para a primeira linha da política. Agora, procura dobrar a língua, mas o mal está feito e o seu gesto tem tudo menos de inocente.
Nos últimos anos, o ambiente melhorava: com apoio das autoridades regionais extremenhas, a autarquia de Olivença abrira-se à revelação das raízes portuguesas, recuperando e reafirmando traços identitários na toponímia histórica das ruas e em festivais anuais de matriz portuguesa. Simultaneamente, com algum pragmatismo, dos dois lados da fronteira, descobriam-se formas imaginosas de tornear dificuldades políticas, a fim de responder às necessidades das populações - por exemplo, no dossier de reabilitação de uma ponte de acesso à vila. Este desanuviamento revelava grande sentido prático e era um processo inteligente, que procurava andar para diante sem ferir o alto melindre político da questão. As autoridades locais e regionais espanholas pareciam interessadas em avivar a especial identidade de Olivença, até para a singularizar na região como pólo específico de procura turística, e circunscrevendo o processo a traços de identidade cultural, sem entrar obviamente pelo delicadíssimo - e potencialmente explosivo - plano político.
Estávamos nós postos neste sossego, quando o «enérgico» alcalde Bernardino Píriz aterra em Olivenza e resolve reabrir a Guerra de las Naranjas. Desde há semanas que éramos altertados para a provocação que congeminou. Até que o PS e autarcas locais do lado português - a meu ver, bem - resolveram agarrar no assunto. Além do disparate político monumental, a iniciativa do novo alcaide oliventino interrompe esforços positivos que os autarcas alentejanos vizinhos conhecem bem e estavam a acompanhar e apoiar.
«Festejar» a Guerra das Laranjas em Olivença é uma coisa de flagrante mau gosto. Seria um pouco como a Rainha Isabel II ir celebrar a Gibraltar o Jubileu de Diamante no próximo mês de Junho.
José Ribeiro e Castro

As 11 coisas que são notícia para um jornalista...


Brad Phillips

O leitor que já tentou chamar a atenção de um jornalista para uma notícia por via telefónica sabe quão difícil é essa tarefa.
Quando um jornalista diz «não», a pessoa que está a tentar convencê-lo do outro lado da linha costuma protestar: «Mas esta questão é importantíssima!» E é provável que seja.
Mas uma coisa é aquilo que o leitor considera importante e outra coisa muito diferente é aquilo que O jornalista acha que é notícia.
Por exemplo, hoje em dia há mais de 33 milhões de pessoas com o VIH em todo o mundo; esta questão é importante.
Aos olhos de um jornalista, contudo, essa questão tem hoje a mesma importância que terá amanhã – a não ser que hoje aconteça qualquer coisa que tenha a ver com o VIH.
Assim, se os médicos descobrirem uma nova vacina contra o vírus, ou se uma empresa farmacêutica oferecer medicamentos de graça a um milhão de doentes de VIH em África, a questão «importante» passa de repente a ser «notícia».
Um porta-voz tem de compreender o que é que os jornalistas consideram ser notícia. Para fazer passar uma questão, de «importante» a «notícia», basta muitas vezes apresentá-la de um ponto de vista inovador.
Pegue então no assunto que decidiu propor a um jornalista e veja se ele contém algum (ou alguns) dos seguintes ingredientes.
E, se ainda não começou a dar atenção a estes ingredientes, pois é altura de o fazer!
Eis as 11 coisas que, para um jornalista, são notícia
1. Situações de conflito: um jornalista é um contador de histórias, e qualquer história que se preze apresenta um conflito. Por exemplo, se a abordagem do leitor for discordante da abordagem de um concorrente seu, tem mais hipóteses de a sua história ser notícia do que se as duas abordagens forem concordantes.
2. O local: de uma maneira geral, as organizações noticiosas cobrem uma área geográfica específica. É mais provável o jornal de um país cobrir um acontecimento de menor importância que se passe nesse país do que um acontecimento de maior importância que se passe no país vizinho.
3. Acidentes: tudo o que corre mal – uma explosão industrial, um desastre de viação, um tiroteio numa escola – tem potencial de notícia.
4. Os extremos e os superlativos: os jornalistas adoram extremos e superlativos: o primeiro, o último, o melhor, o pior, o maior, o mais pequeno. Se há algum extremo ou superlativo na sua história, chame a atenção para esse facto, e é provável que ela venha a ser notícia.
5. A novidade: as novidades são notícia. Em geral, uma história tem de ser capaz de responder à pergunta: «E por quê agora?» Uma história que não responda a esta pergunta deixou de ser notícia e perdeu o interesse.
6. A oportunidade e a relevância: uma história oportuna, por exemplo acerca de um acontecimento iminente, é geralmente notícia; igualmente notícia são as histórias com relevância para a especialidade de cada organização noticiosa.
7. O escândalo: o deputado que guarda o dinheiro no frigorífico, o corretor que engana os clientes, o músico de sucesso que assassina a companheira são quase de certeza notícia.
8. David e Golias: em muitas histórias, há um «grandalhão» e um «pequenino»; dado que muitos meios de comunicação consideram que têm a missão de proteger os explorados, o pequenino é geralmente mais bem tratado que o grandalhão.
9. A incompetência: o gestor, o político ou a celebridade que só faz asneiras atrai quase sempre o olhar crítico da imprensa.
10. A surpresa: as histórias inesperadas são um isco irresistível para os jornalistas. Se o leitor fizer um estudo e descobrir que os fritos têm afinal enormes benefícios para a saúde, pode ter a certeza de que os meios de comunicação lhe darão imenso espaço.
Além disso, fará de mim um homem feliz.
11. A hipocrisia: guardei para o fim a minha preferida. Por exemplo, um político que se opõe aos direitos dos homossexuais e é apanhado com um amante; ou o presidente de um canil que é apanhado a maltratar os seus cães. Poucas histórias são mais deliciosas para um jornalista que as de pessoas com poder que fazem o contrário daquilo que apregoam; e estas histórias quase sempre ocupam os títulos noticiosos durante dias ou mesmo semanas a fio.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

O Aborto é o cúmulo da violência doméstica

Fernando Castro, entrevistado no Diabo por João Filipe Pereira

«Barrigas de aluguer só interessam à esquerda caviar» 


Em Portugal há 5 mil famílias com três ou mais filhos registadas na Associação Portuguesa de Famílias Numerosas. Fernando Ribeiro e Castro é o seu presidente. Em entrevista a O DIABO, o homem que defende os interesses das famílias grandes é fulminante no ataque que faz à «Esquerda caviar», às políticas do Governo e aos «totós» do CDS, PSD e PS.




Ler mais em:
http://uniaodasfamiliasportuguesas.blogspot.com/2012/02/o-aborto-e-o-cumulo-da-violencia.html

O Governo deve ouvir o Cardeal: mãe há só uma


Manuel Tavares, Director do JN







O novo cardeal português foi ao fundo da questão europeia: a relação da mãe com a família e o trabalho. Para alguns será muito fácil colocar as etiquetas de conservador ou mesmo de reaccionário a D. Manuel Monteiro de Castro por, na entrevista que concedeu ao JN, ter dito sem papas na língua o seguinte:
«O trabalho da mulher a tempo completo creio que não é útil ao País. Trabalhar em casa, sim, mas que tenham de trabalhar pela manhã até à noite creio que para um país é negativo. A melhor formadora é a mãe, e se a mãe não tem tempo para respirar, como vai ter tempo para formar?».
 E, no entanto, vejamos...
 Ainda não há no mundo sítio com melhores condições de vida que o nosso velho continente: o modelo social europeu permanece imbatível. Mas está claramente ameaçado. E se um optimista como eu pode sempre acreditar que haveremos de superar a ameaça resultante da crise financeira, outra tanta dose de fé não chegará para eliminar a ameaça demográfica.
Ou seja: mesmo que a Europa resolva os seus problemas de competição no quadro do comércio mundial e o faça salvaguardando os salários pela redistribuição da riqueza, vai ser preciso que, para além das religiões, das ideologias e das práticas sociais, o cidadão renuncie ao conforto da responsabilidade mínima. A sua própria por natureza e a da eventual alma gémea com quem decida partilhar a aventura da vida comunitária.
Com a taxa de natalidade em queda vertiginosa em Portugal e na Europa não podemos esperar que o nosso modelo social sobreviva. Perceber que esta é a questão essencial, muito mais importante que as circunstâncias da crise, é o passo indispensável para termos uma atitude diferente em relação ao núcleo da nossa organização social: a família.
Salvar este nosso modelo de vida, com todas as heterodoxias que ele permite, significará sempre revalorizar a natalidade. E a primeira consequência desta revalorização será a de dar condições para que os pais que assim o pretendam possam ter mais filhos.
Este ponto é tão mais sério e tão mais decisivo para as gerações que as sérias dívidas soberanas, e seria imperdoável que falhássemos. Porque só depende de nós e do que possamos pensar para além do puro prazer de ter um único filho. Ou nenhum.
Acontece que do plano da cidadania para o da prática social, por mais cardeais que nos alertem, terão de ser os políticos a garantir-nos a sobrevivência do nosso modelo social europeu.
No que me toca, atrevo-me a dar-lhes um conselho: antes de pensarem em novas leis laborais, perguntem às mães que não podem fugir a despejar os filhos de seis meses em infantários

Olivença, território anexado por Espanha


Luciano Alvarez

PS reabre polémica de Olivença por causa da Guerra das Laranjas
O alcaide de Olivença resolveu festejar da anexação do território há 211 anos. O PS não gostou e tenta impedir a festa. A polémica está aberta entre autarquias dos dois países.
Em 1801 Espanha anexou Olivença ao seu território, retirando aquelas terras a Portugal. Por esses anos a polémica foi muita. Embora a questão nunca tenha sido resolvida, a contenda esfumou-se com o passar do tempo. Agora, o PS volta a trazer a polémica à tona da água.
A culpa, dizem seis deputados socialistas, alguns deles ilustres, é do novo alcaide de Olivença (presidente da autarquia local), Bernardino Píris (Partido Popular), que resolveu comemorar a Guerra das Laranjas de 1801, facto que recorda a batalha que levou à anexação nunca reconhecida internacionalmente, nem resolvida entre Portugal e Espanha.
Por isso, os deputados socialistas Maria de Belém Roseira, Alberto Martins, Basílio Horta, Paulo Pisco, Laurentino Dias e Gabriela Canavilhas pediram ao Governo português que impeça o que chamam de mega produção.
A questão de Olivença é delicada «e tem-se revestido de cuidados especiais, de forma a evitar ferir susceptibilidades históricas e nacionais», diz a nota que os deputados do PS enviaram a Paulo Portas, Ministro dos Negócios Estrangeiros, para que a festa não seja realizada.
«Acontece, no entanto, que após as últimas eleições autárquicas em Espanha, realizadas em Maio de 2011, o Ayuntamento de Olivença passou a ser dirigido pelo Partido Popular, tendo o novo executivo decidido realizar em Junho próximo uma megaprodução que consiste na reconstituição da Guerra das Laranjas, facto histórico que ocorreu em 1801, e que assinala a anexação de Olivença por parte de Espanha», salienta a nota.
Este facto, acrescentou o deputado Paulo Pisco, «chega a parecer esquizofrénico», porque o que o alcaide está a fazer «é celebrar a derrota dos oliventinos» que foram anexados pelos espanhóis.
Para Pisco trata-se de «sensibilizar por meios diplomáticos» para que a festa não se realize, de forma a não «ferir susceptibilidades» nos dois lados da fronteira. Assim, perguntam a Paulo Portas se «tem conhecimento» destes planos e se considera ou não esta celebração «inadequada, dado que Portugal não reconhece a soberania de Espanha sobre Olivença». Perguntam ainda se pondera «intervir, pelo menos diplomaticamente, para que tal reconstituição não se produza».
«Potencial ofensivo»
«Trata-se de celebrar ao longo de 18 dias a derrota da população oliventina, sacrificando questões de identidade histórica a objectivos de natureza turística. Nunca uma evocação deste facto histórico tinha sido feita, precisamente para evitar ferir susceptibilidades. O assunto tem sido muito polémico e tem suscitado muitas críticas de vários sectores dos dois lados da fronteira, precisamente pelo potencial ofensivo e de hostilidade que comporta relativamente a uma situação clara à luz do Direito Internacional, mas 'de facto' que ainda não está resolvida», diz ainda o longo texto socialista.
Recordam mesmo um artigo de opinião escrito pelo antigo alcaide de Olivença no jornal Hoy em que este afirma: “A comemoração teatral da Guerra das Laranjas é uma ofensa gratuita que, tendo elevados custos sem trazer nada, cria um problema onde não existia”.
Paulo Pisco recusa a ideia de que o PS esteja a reabrir uma polémica do tipo «Olivença é nossa»: N«ão tem a ver com isso. Apenas pedimos que se respeite a sensibilidade histórica de um assunto que não está resolvido.»
«Feira luso-espanhola»
A polémica que agora chega a Portugal já dura há quase três meses na região espanhola, especialmente nas páginas do jornal local espanhol Hoy.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Os gritinhos do Pimentinha e o progressismo do Mira Amaral

Heduíno Gomes


No «Prós e Contras» de 13 de Janeiro de 2012, o tema era o problema energético de Portugal. A favor das energias renováveis estava o Carlos Pimenta, mais conhecido pelo Pimentinha.
O Pimentinha é conhecido pelo seu histerismo, com os gritinhos que mais não são do que bombas terroristas para atemorizar os que com ele discutem. Foi assim que participou no debate. Um palhaço.
Fez-me lembrar a sua cena – segundo me contaram – no Congresso da Figueira da Foz, em 1985, em que o sujeito, opondo-se ao Cavaco, o trata de nazi (isto porque constava que o Cavaco seria de direita – mal sabia ele o que estava por detrás daquela esfinge de Boliqueime, a esfinge do monstro no funcionalismo público, do aborto, do «casamento» de invertidos, do apoio aos aliados africanos da União Soviética, etc…).
Voltemos ao Pimentinha. Dado que o Cavaco ganhou a presidência do PPD-PSD, eis que o herói antinazi e anticavaquista via ameaçada a sua carreira política. Mas não se atrapalha. Também segundo me contaram, o próprio Cavaco teria confidenciado o seguimento da atitude do Pimentinha: num dos dias seguintes, o Pimentinha procura o Cavaco e põe-se a chorar (literalmente) e a pedir-lhe mil desculpas… E este, magnânimo, deu-lhe o tacho de deputado europeu. Tudo em família.
Nesse mesmo debate da RTP1 participou o Mira Amaral. Perante umas tiradas histéricas e demagógicas do Pimentinha, o Mira Amaral comparou «a demagogia» Mira Amaral «à de Salazar», que – segundo o ex-ministro cavaquista –, quando queria combater alguém, dizia que essa pessoa era comunista.


Aqui, Mira Amaral comete o erro de emprenhar pelos ouvidos. E quem o emprenhou foi o PCP. Mira Amaral, que nunca foi nenhum opositor ao Estado Novo, ouviu dizer esta falácia e repete-a. Na verdade, foi o próprio PCP que a lançou para que os seus militantes, ilegalizados, se camuflassem de «democratas», que efectivamente não estavam ilegalizados. E como Mira Amaral não tem a noção da grandeza da infiltração dos militantes do PCP na sociedade e até no Estado, mesmo antes do 25A, cai que nem um patinho nessa falácia. E ao mesmo tempo mostra-se como um progressista. Politicamente correcto.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

80 mil abortos «por opção» desde 2007, 13 mil reincidentes

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Indonésia força mil crianças católicas a converter-se ao Islão





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Irmã de ministra no Ambiente



A nova subdirectora-geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano é Maria Manuela von HafeTeixeira da Cruz, irmã da Ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz. Vai receber 3406,52 por mês (remuneração bruta). Maria Manuel tem 48 anos, é licenciada em arquitectura e presta serviço de assessoria técnica na área de urbanismo à empresa Parque Expo’98 SA.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

As ânsias de Ricardo Jorge Pinto

L. Lemos

111.jpgNa RTPi,  Ricardo Jorge Pinto comenta a imprensa do dia seguinte (dia 8 de Fevereiro) e uma decisão de um tribunal do Estado da Califórnia a favor do chamado «casamento» entre invertidos. E o Ricardinho considera isso como «um sinal de esperança». Entendemos, ó Ricardinho!

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Ministros lusófonos


Um ministro português recebeu, em Lisboa, um ministro angolano. Simpático, o ministro português convidou o outro a ir lá a casa. O ministro angolano foi e ficou espantado com a bela vivenda. Em bairro chiquérrimo e com piscina. Com a informalidade dos luandenses pôs-se a fazer perguntas.
- « Com um ordenado que não chega a mil contos limpos, como é que o meu amigo conseguiu tudo isto? Não me diga que era rico antes de ir para o Governo?"»
O ministro português sorriu, disse que não, antes não era rico.
E em jeito de quem quer dar explicações, convidou o outro a ir até à janela. 
- « Está a ver aquela auto-estrada?» 
- « Sim», respondeu o angolano. - « Pois ela foi adjudicada por 100 milhões. Mas, na verdade, só custou 90 milhões» - disse o português, piscando o olho.

Semanas depois, o ministro português foi de viagem a Luanda. O angolano quis retribuir a simpatia e convidou-o a ir lá a casa. Era um palácio, com varandas viradas para o pôr-do-Sol no Mussulo, jardins japoneses e piscinas em cascata. O português nem queria acreditar, gaguejou perguntas sobre como era possível um homem público ter uma mansão daquelas.

O angolano levou-o à janela.

- «Está a ver aquela auto-estrada?» 
- « Não...!!!!»
- « Nem eu...»

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Socialistas católicos lamentam que Zorrinho esteja contra revisão da lei do aborto



Os socialistas católicos lamentaram nesta quinta-feira a posição do PS contra a revisão da lei do aborto, recordando que, no referendo de 1998, o agora líder parlamentar Carlos Zorrinho se juntou à campanha pelo «não».


«Queremos lamentar a posição do nosso PS e - muito mais grave ainda - lamentar que quem a tome seja o líder parlamentar, Carlos Zorrinho, que, no referendo de 1998, fez campanha pelo ‘não’ ao aborto connosco e veio hoje dizer que é contra uma revisão desta matéria», disse à Lusa Claúdio Anaia, porta-voz dos militantes socialistas católicos, que hoje se reuniram nas Caldas da Rainha.
O socialista recordou ainda que o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, «prometeu, em campanha eleitoral, um possível referendo sobre isso», apelando a que a promessa não seja esquecida.
O líder parlamentar do PS afirmou-se hoje frontalmente contra uma reavaliação da actual lei do aborto. Carlos Zorrinho falava aos jornalistas no final de uma reunião do Grupo Parlamentar do PS, depois de interrogado sobre uma eventual reavaliação da legislação.
«O PS entende que não há qualquer razão para alterar a actual lei sobre interrupção voluntária da gravidez. É uma lei que decorre de um referendo e que tem mostrado ser uma lei equilibrada e adequada às circunstâncias», respondeu.

Frase do Dia



«A maioria dos autarcas portugueses são católicos praticantes.
Nunca assinam nada sem terem um terço na mão.»

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Mesmo em plena crise

Em plena crise nacional e no Vale do Ave, 
senhas e outras mordomias 
do Jorge Sampaio e outros 
na Fundação Cidade de Guimarães

Folha salarial da Fundação Cidade de Guimarães
Folha salarial (da responsabilidade da Câmara Municipal) dos administradores e de outros figurões, da Fundação Cidade de Guimarães, criada para a Capital da Cultura 2012:
-  Jorge Sampaio - Presidente do Conselho de Administração:
14.300 € (2 860 contos) mensais + Carro + Telemóvel + 500 € por reunião

-  Carla Morais - Administradora Executiva
12.500 €  (2 500 contos) mensais + Carro + Telemóvel + 300 € por reunião

-  João B. Serra - Administrador Executivo
12.500 € mensais + Carro + Telemóvel + 300 € por reunião

-  Manuel Alves Monteiro - Vogal Executivo
2.000 € mensais + 300 € por reunião

Todos os 15 componentes do Conselho Geral, de entre os quais se destacam Jorge Sampaio, Adriano Moreira, Diogo Freitas do Amaral e Eduardo Lourenço, recebem 300 € por reunião, à excepção do Presidente (Jorge Sampaio) que recebe 500 €.
Em resumo: 1,3 milhões de Euros por ano (dinheiro injectado pelo Estado Português) em salários.
Como a Fundação vai manter-se em funções até finais de 2015, as despesas com pessoal deverão ser de quase 8 milhões de Euros!!!
Reparem bem: Administradores ganhando mais do que o PR e o PM!
Esta obscenidade acontece numa região, como a do Vale do Ave, onde o desemprego ronda os 15 % !!!
Alguém acredita em leis anti-corrupção feita por corruptos?

Poder & Associados


Paulo Morais











As grandes sociedades de advogados adquiriram uma dimensão e um poder tal que se transformaram em autênticos ministérios-sombra.

É dos seus escritórios que saem os políticos n'ais influentes e é no seu seio que se produz a legislação mais importante e de maior relevância económica.

Estas sociedades têm estado sobre-representadas em todos os governos e parlamentos.

São seus símbolos o ex-ministro barrosista Nuno Morais Sarmento, do PSD, sócio do mega escritório de José Miguel Júdice, ou a centrista e actual super­ministra Assunção Cristas, da sociedade Morais e Galvão Teles.

Aos quais se poderiam juntar ministros de governos socialistas como Vera Jardim ou Rui Pena.

Alguns adversários políticos aparentes são até sócios do mesmo escritório. Quando António Vitorino do PS e Paulo Rangel do PSD se confrontam num debate, fazem-no talvez depois de se terem reunido a tratar de negócios no escritório a que ambos pertencem Algumas destas poderosas firmas de advogados têm a incumbência de produzir a mais importante legislação nacional. São contratadas pelos diversos governos a troco de honorários milionários. Produzem diplomas que por norma padecem de três defeitos.

São imensas as regras, para que ninguém as perceba, são muitas as excepções para beneficiar amigos; e, finalmente, a confere um  poder discricionário a quem a aplica, o que constitui fonte de toda a corrupção.

Como as leis são imperceptíveis, as sociedades de jurisconsultos que as produzem obtêm aqui também um filão interminável de rendimento.

Emitem pareceres para as mais diversas entidades a explicar os erros que eles próprios introduziram nas leis. E voltam a ganhar milhões. E, finalmente, conhecedoras de todo o processo, ainda podem ir aos grupos privados mais poderosos vender os métodos de ultrapassar a Lei, através dos alçapões que elas próprias introduziram na legislação. As maiores sociedades de advogados do país, verdadeiras irmandades, constituem hoje o símbolo maior da mega central de negócios em que se transformou a política nacional.

FRASE DO DIA


Queixa contra Acordo Ortográfico na Provedoria de Justiça




A Provedoria de Justiça está a analisar uma queixa que pretende travar o Acordo Ortográfico (AO). Trata-se de um pedido de revisão da constitucionalidade do Acordo, feito por Ivo Miguel Barroso, professor da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, que garante que as novas regras de escrita são inconstitucionais.

Ler mais em:

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Os biscates de Cavaco


Aníbal, Cavaco está contigo


Cavaco comove Ministro


Campanha - «Um cêntimo para o Cavaco»


Vamos todos ajudar o Cavaco


Pobre Cavaco


Portugal solidário com Cavaco


Esmola para o Cavaco


As despesas de Cavaco


Vamos ajudar o Cavaco


Fanatismo hindu e muçulmano é grave ameaça
para os cristãos na Índia


ROMA, 30 Jan. 12 (ACI/EWTN Noticias) .- Um dos principais problemas que enfrentam os cristãos na Índia é o fanatismo hindu e muçulmano que leva estas comunidades à violência contra os seguidores de Cristo, explica o Arcebispo de Bagalore, Dom Bernard Mora.
Em entrevista concedida à agência Vaticana Fides por ocasião da próxima assembleia geral dos bispos da Índia, o Prelado assinala que no encontro tratarão «o velho problema do terrorismo e do fanatismo religioso, hindu e muçulmano, que gera ódio, intolerância e violência contra os cristãos».
 O Arcebispo disse que «o desafio para nós é construir e tornar eficazes as comissões para o diálogo e a paz, em todas as comunidades locais. Como cristãos, estamos seguros de que o projecto dos radicais hindus de expulsar-nos da Índia, não será realizado».
Dom. Mora também comentou o lema da assembleia «O papel da Igreja para uma Índia melhor» considerando que ante a pobreza, o desemprego e a falta de educação, entre outros, «a Igreja Católica pretende ser uma voz importante e oferecer sua própria contribuição à construção de uma nação que garanta o bem-estar, a educação, a harmonia e a justiça para todos».
Na assembleia que se desenvolverá entre 1 e 8 de Fevereiro e que reunirá mais de 160 bispos dos ritos presentes na Índia (latino, siro-malabar e siro-malankar), participarão importantes convidados como o Cardeal Peter Turkson, Presidente do Pontifício Conselho "Justiça e Paz".
O Arcebispo disse também que há «dois temas aos que, como Bispos, estamos muito atentos: a evangelização e a juventude. O Evangelho é a resposta aos desafios de hoje e os jovens são o futuro da nação».

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

As reformas de Cavaco

Quem é amigo, quem é???

Da Senhora D. Helena Isabel Roque Mendes, o amigo é o Secretário de Estado do Ensino Superior; até mudou o nome aos subsídios de férias e de Natal para que a Senhora os recebesse por inteiro. Tudo depois dos cortes a que estão sujeitos os que recebem do Estado...

[Clique na imagem para visualizar uma versão ampliada]

sábado, 28 de janeiro de 2012

Conferência


"OS ESPAÇOS ESTRATÉGICOS DE INTERESSE NACIONAL"


por João Brandão Ferreira


Academia de Marinha, dia 31 de Janeiro de2012, às 17:30


São Carvalho da Silva

Heduíno Gomes
Assistimos hoje à despudorada santificação de Carvalho da Silva, o cessante chefe de fila da CGTP-Inter, correia de transmissão do PCP e da União Soviética e de tudo o que isto significa: gulag, invasão de países, terrorismo mundial, PREC, assalto com ou sem o COPCON a empresas, a sindicatos e a meios de comunicação, cerco da Assembleia Constituinte, etc., etc.
A santificação passa pela atribuição da qualidade de PCP cordato ao bicho, pela obtenção de um grau académico programado (com isto, o Grande Oriente Lusitano já lhe ofereceu o posto de senhor professor na Universidade Lusófona) e pelo louvor das suas cunhal-brejnevistas e comoventes qualidades humanas.
Como se o bicho não continuasse a defender os mesmos crimes de 1974-1975 e como se não tivesse estado durante todo este tempo a praticar o PREC económico, isto é, a sabotagem da nossa economia.
Quando os despudorados políticos e comentadores desta incorrigível III República participam nesta santificação dão prova da confiança que nos devem merecer.
 


segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Os feriados nacionais: Portugal com Alzheimer

Pe. Gonçalo Portocarrero de Almada,





 
 
 
Muitos maridos sabem como é pesada a factura pelo esquecimento do aniversário da mulher. O cardeal Sean O'Malley, arcebispo de Boston, contava, a este propósito, que uma senhora, muito ofendida pelo facto de o cônjuge se ter esquecido do dia dos seus anos, exigiu, como reparação, uma prenda que a levasse dos zero aos cem em três segundos. Mas, em vez do esperado bólide, o desajeitado esposo ofereceu-lhe uma balança...
Talvez os homens subestimem os aniversários, mas as mulheres geralmente não pensam assim e num tal esquecimento lêem desconsideração pela aniversariante, ou pelo casamento. Ora casal que não festeja os anos e a data do casamento está, provavelmente, em crise.
As nações, como as pessoas, também nascem, crescem, definham e morrem. A memória dos povos é a sua história e, como não é possível recordar todas as datas memoráveis, comemoram-se ao menos algumas efemérides mais significativas. Os feriados nacionais não nasceram, portanto, para favorecerem o ócio, mas por imperativo da consciência colectiva, como uma necessidade de afirmação nacional. A preservação da língua, o respeito pelos símbolos nacionais e o culto dos heróis e dos santos não são questões decorativas, nem meros instrumentos de propaganda ideológica, mas meios indispensáveis para a coesão e sobrevivência da nação e para a preservação da sua memória colectiva.
Se em todos os momentos é oportuna a lembrança da história pátria, essa evocação é mais urgente numa crise. Portugal, para além da dificílima situação económico-financeira, também padece as investidas da globalização, que ameaça a nossa idiossincrasia, e sofre a pressão da vizinha Espanha, onde há quem gostasse de ver a nossa nação reduzida a mais uma região do seu problemático Estado plurinacional. Razões de sobra para que, sem hostilizar a Europa nem os outros povos ibéricos, se afirme, pela positiva, a independência e soberania nacional, nomeadamente festejando o seu dia, isto é, o 1.º de Dezembro.
A antiga União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, quando se viu a braços com a ameaça germânica, apelou ao nacionalismo dos seus cidadãos, promovendo a figura de um seu herói nacional, por sinal um santo cristão. Data de então, com efeito, o magistral Aleksandr Nevski, de Serguei Eisenstein. A figura emblemática do patriótico guerreiro foi, no contexto da crise mundial, uma alavanca que motivou os cidadãos soviéticos para a defesa da independência. As autoridades políticas, não obstante o seu feroz anticlericalismo e o seu internacionalismo proletário, não tiveram pejo em recorrer a um bem-aventurado príncipe, herói da Rússia dos czares, para assim unirem a nação na luta pela sua ameaçada soberania.
Dói ver os feriados nacionais reduzidos a mero assunto económico. Tal como seria lamentável a família que, à conta da crise, desistisse de celebrar aniversários. A razão exige o contrário: precisamente por que há crise, mais necessário é unir a família nessas datas e que o país celebre, com moderação, as principais efemérides da sua história.
Talvez se pudessem vender, em hasta pública, o Mosteiro dos Jerónimos e a Torre dos Clérigos: não faltaria quem quisesse adquirir essas jóias nacionais, para embelezamento dos seus ranchos no Novo Mundo. É verdade que, como diz o provérbio, mais vale perder os anéis do que os dedos, mas estes anéis são os dedos da nossa história, são as mãos que a fizeram e a exaltaram em cantos heróicos.
Sem a sua alma - a nossa língua e a nossa história - Portugal fica reduzido ao défice, ao lixo das agências de rating, a apenas mais um povo ibérico, à cauda da Europa. Sem os seus feriados nacionais, civis e religiosos, o nosso país será como um velho desmemoriado que, por ter perdido a consciência, perdeu também a sua identidade.

PSD tomado pela maçonaria

1 - Há informações que as pessoas deviam ter, mas que, pela sua própria natureza, são difíceis de transmitir. É o caso das seitas secretas, em particular, da Maçonaria.
Justamente porque são secretas, não são noticiadas na comunicação social, ou melhor, quando os jornais delas falam, raramente conseguem identificar os seus membros, porque é impossível apresentar provas inequívocas.

Ler mais em: http://moldaraterra.blogspot.com/2012/01/psd-tomado-pela-maconaria.html

A questão religiosa no Parlamento de 1935 a 1974...

Heduíno Gomes

Segundo a «aberta» Ecclesia, o livro «A questão religiosa no Parlamento: volume III: 1935-1974» (não perdiam nada se aprendessem a escrever correctamente o nome de um livro...), de Paula Borges Santos, membro do «aberto» Centro de Estudos de História Religiosa (CEHR) da «aberta» Universidade Católica Portuguesa, vai ser apresentado a 31 de Janeiro, às 18h00, na Assembleia da República, pelo «aberto» e «rigoroso» «historiador» Fernando Rosas. O programa da sessão inclui a apresentação do segundo volume da colecção, «A questão religiosa no Parlamento: 1910-1926» (voltariam a não perder nada se aprendessem a escrever correctamente o nome de um livro...), de Maria Cândida Proença.
Não conheço o rigor das senhoras historiadoras. Apenas reparo na sua inserção académica e inevitavelmente no chamamento da sumidade Fernando Rosas, certamente para ilustrar ainda mais a sua ciência.
Esta é a ciência das academias da III República, sejam elas à Moderna ou à Católica.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Daniel Serrão

Daniel Serrão








 
 
Por esta designação – mais adequada que a vulgar «barriga de aluguer» – entende-se a indução de gravidez numa mulher, pelo processo de transferência de um embrião constituído em laboratório, com o compromisso, contratualizado, de que a criança que venha a nascer será entregue a outrem.
Ler mais em: http://uniaodasfamiliasportuguesas.blogspot.com/2012/01/maternidade-para-substituicao.html

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Quando a pessoa é degradada a objecto de troca
ou de aluguer

P. José Jacinto Ferreira de Farias










Vivemos tempos complexos e hoje especialmente marcados pela crise, que diz respeito directamente aos aspectos mais materiais da nossa vida pessoal e colectiva, as questões da economia, dos mercados, da especulação financeira. Ainda recentemente uma professora universitária brasileira que conheci num Congresso na Roménia em Outubro passado sobre o matrimónio nas grandes religiões monoteístas, e que estava de visita a Portugal, me dizia que os seus familiares que aqui residem vivem muito atribulados e sem esperança, por causa das grandes dificuldades que estão a passar; e muitos brasileiros estão a regressar ao Brasil, considerando que afinal a esperança que tinham depositado nas possibilidades que poderiam encontrar em Portugal foram goradas e por isso tiveram de regressar, agora que a economia brasileira se encontra em pleno florescimento.
Sentimos todos que a crise é global, e as agências de notação financeira como que se divertem neste jogo de altos e de baixos, de classificações, determinando o lugar que cada país está a ocupar, sendo que no nosso caso já estamos quase no lixo. No caso das agências de notação financeira foi-me dito que elas são financiadas pelos próprios países que analisam e classificam. Não percebo muito destas coisas, devo dizer. Mas se assim é e se declaram que Portugal está nesta condição de não poder honrar os seus compromissos, então o que devia fazer era mesmo deixar de lhes pagar.
Mas eu próprio penso que é muito mais grave a crise que estamos a viver; é uma crise de sentido, de valores, é uma crise de humanidade. Parece que se perdeu a noção da dignidade e que tudo se pode comprar ou vender, tudo, mesmo a pessoa, pode ser objecto de troca e de negócio. É o caso entre nós da questão em torno das barrigas de aluguer. Então a mulher já pode vender-se ou alugar-se, em parte ou no todo? Surpreendeu-me até certo ponto, quando soube o resultado do inquérito que foi feito – sabe-se já com que critérios de objectividade – sobre este tema a adolescentes e a estudantes universitárias, a preparar o ambiente para a proposta legislativa sobre este tema, que uma percentagem muito elevada das entrevistadas concordava com este aluguer de barrigas e que estaria mesmo disposta a entrar neste negócio. Além disso, fiquei verdadeiramente admirado com o silêncio (pelo menos não ouvi nada sobre este tema) de quem, em nome do seu patriótico catolicismo, deu a cara pela supressão dos feriados religiosos - uma causa de tal grandeza que justifica um lugar parlamentar!... -, e nada tenha feito ou declarado sobre este tema das barrigas de aluguer, um tema verdadeiramente merecedor, porque fracturante da dignidade da mulher, que é degradada a objecto de troca ou de aluguer, numa época de asfixia do espírito, na qual a crise financeira tudo justifica.
Como é urgente que se recorde o tema da tentação de Adão e de Eva que a Escritura narra, de quererem apoderar-se do fruto da árvore da vida e que por isso mesmo foram expulsos do paraíso, e as portas guardadas por querubins. Este relato bíblico tem uma potencialidade simbólica enorme para os nossos dias. E aquela outra palavra que o Senhor cita respondendo à tentação satânica: nem só de pão vive o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus. Ou a palavra de S. Paulo que exorta os cristãos a não profanarem o próprio corpo, porque é o templo do Espírito Santo.
Há limites que não podem ser ultrapassados. Estas medidas fracturantes, fracturam não a sociedade, mas os próprios que as propõem, defendem ou aprovam e sobretudo quem as pratica. É urgente que as nossas consciências meio adormecidas despertem para a nossa responsabilidade e para as contas que havemos de dar não só diante do tribunal da história, mas sobretudo diante do tribunal de Deus, sob cujo juízo nos encontramos.